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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2012154 páginasCódigo CVM 19763Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 25/07/2013valores em R$ mil

DFP 2012 de EDP - ENERGIAS DO BRASIL S.A.

EDP - ENERGIAS DO BRASIL S.A. · CNPJ 03.983.431/0001-03

Versões deste exercício: v1 (04/03/2013) · v2 (25/07/2013), esta

EDP - ENERGIAS DO BRASIL S.A.
CNPJ 03.983.431/0001-03
DFP 2012 (V2)
Exercício 2012
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Metadados

Empresa
EDP - ENERGIAS DO BRASIL S.A.
CNPJ
03.983.431/0001-03
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
154
Ano de referência
2012*
Publicado em
25/07/2013 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:46

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201231/12/2011Var.
1Ativo Total14.429.84313.615.9536,0%
1.01Ativo Circulante2.718.6612.666.0102,0%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa572.378895.868−36,1%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber1.362.988973.01340,1%
1.01.03.01Clientes1.352.308963.22640,4%
1.01.03.02Outras Contas a Receber10.6809.7879,1%
1.01.03.02.01Títulos a receber4.5304.1658,8%
1.01.03.02.02Ativo financeiro indenizável0797−100,0%
1.01.03.02.03Rendas a receber6.1504.82527,5%
1.01.04Estoques109.60968.07761,0%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar404.812519.210−22,0%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar404.812519.210−22,0%
1.01.07Despesas Antecipadas9574.887−80,4%
1.01.08Outros Ativos Circulantes267.917204.95530,7%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros267.917204.95530,7%
1.01.08.03.01Cauções e depósitos vinculados24.85610.107145,9%
1.01.08.03.02Ativos financeiros disponíveis para venda19.80633.011−40,0%
1.01.08.03.03Créditos com partes relacionadas3590—
1.01.08.03.04Outros créditos222.896161.83737,7%
1.02Ativo Não Circulante11.711.18210.949.9437,0%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.926.0021.688.18514,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber751.896569.83931,9%
1.02.01.03.01Clientes40.29463.657−36,7%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber711.602506.18240,6%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos749.871791.997−5,3%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos749.871791.997−5,3%
1.02.01.07Despesas Antecipadas0496−100,0%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas69.4882.2233.025,9%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas69.4882.2233.025,9%
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes354.747323.6309,6%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Impostos e contribuções sociais63.77038.18467,0%
1.02.01.09.04Adiantamento para futuros aumentos de capital00—
1.02.01.09.05Cauções e depósitos vinculados244.650245.635−0,4%
1.02.01.09.06Outros créditos46.32739.81116,4%
1.02.02Investimentos100.66837.082171,5%
1.02.02.01Participações Societárias96.54132.896193,5%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias96.54132.896193,5%
1.02.02.02Propriedades para Investimento4.1274.186−1,4%
1.02.03Imobilizado6.259.5305.659.53310,6%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível3.424.9823.565.143−3,9%
1.02.04.01Intangíveis3.424.9823.565.143−3,9%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Com Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Ao Conselho de Administração e Acionistas da EDP - Energias do Brasil S.A.São Paulo - SPExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da EDP - Energias do Brasil S.A ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva. Base para opinião com ressalva sobre as demonstrações financeirasPartes Beneficiárias na controlada Lajeado Energia S.A.Conforme descrito na nota explicativa 27.4.1 às demonstrações financeiras, a controlada Lajeado Energia S.A. ("Lajeado"), emitiu, em 2006, partes beneficiárias para terceiros, cujo saldo, no montante de R$451 milhões, desde a data da emissão, foi registrado no patrimônio líquido daquela controlada. Nas demonstrações financeiras consolidadas da Companhia, referido saldo foi registrado como participações de não controladores, como parte do patrimônio líquido consolidado. Considerando-se que as características dessas partes beneficiárias são as de um instrumento híbrido, referido saldo não deveria, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as IFRSs, ser integralmente registrado em conta de patrimônio líquido, devendo parte substancial ser registrada como passivo, representado, no mínimo, pelo montante de caixa que a Companhia deve pagar para o detentor das partes beneficiárias durante o prazo de sua vigência. Por ter entendimento diverso, a Companhia não determinou o montante mínimo que deveria ser registrado como parte do passivo, resultando, portanto, em um patrimônio líquido consolidado aumentado e saldo do passivo diminuído, em 31 de dezembro de 2012, por montante ainda não determinado, e o resultado do exercício não contempla qualquer efeito decorrente desse ajuste.Opinião com ressalva sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, exceto pelo assunto descrito no parágrafo do item "Base para opinião com ressalva sobre as demonstrações financeiras", as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da EDP - Energias do Brasil S.A em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Opinião com ressalva sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião, exceto pelo assunto descrito no parágrafo do item "Base para opinião com ressalva sobre as demonstrações financeiras", as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da EDP - Energias do Brasil S.A em 31 de dezembro de 2012, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfasesDepreciação dos bens do ativo imobilizado destinados à geração de energia elétrica no regime de produção independenteConforme descrito na nota explicativa 2.2(g), os bens do imobilizado da atividade de geração de energia no regime de produção independente são depreciados pelo seu prazo estimado de vida-útil, considerando-se os fatos e circunstâncias que estão mencionados na referida nota. À medida que novas informações ou decisões do órgão regulador ou do poder concedente sejam conhecidas, o atual prazo de depreciação desses ativos poderá ou não ser alterado. Nossa opinião não contém ressalva relacionada a esse assunto.Apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas num único conjuntoConforme descrito na nota explicativa 2.1.1, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da EDP - Energias do Brasil S.A essas práticas diferem das IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoExaminamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, preparadas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS, que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, exceto pelo efeito do assunto descrito no parágrafo "Base para o pinião com ressalva sobre as demonstrações financeiras" estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anteriorExceto pelos efeitos das reclassificações apresentadas na nota explicativa 2.7 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia, que não foram auditados por nós ou por outros auditores independentes, as informações e os valores correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, apresentados para fins de comparação, foram anteriormente auditados por outros auditores independentes, que emitiram relatório datado de 29 de fevereiro de 2012, o qual não conteve nenhuma modificação.São Paulo, 25 de fevereiro de 2013DELOITTE TOUCHE TOHMATSUAuditores IndependentesCRC nº 2 SP 011609/O-8Iara PasianContadoraCRC nº 1 SP 121517/O-3

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Os Administradores da Companhia, em atendimento ao disposto no inciso VI do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM 480/2009, declaram que em 25 de fevereiro de 2013, reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Companhia para o exercício findo em 31.12.2012.Ana Maria Machado FernandesDiretor PresidenteMiguel Dias AmaroDiretor Vice-Presidente de Finanças e Relações com Investidores e de Controle de GestãoMiguel Nuno Simões Nunes Ferreira SetasDiretor Vice-Presidente de DistribuiçãoLuiz Otavio Assis HenriquesDiretor Vice-Presidente de Geração e Comercialização

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Os Administradores da Companhia, em atendimento ao disposto no inciso V do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM 480/2009, declaram que em 25 de fevereiro de 2013, reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Companhia para o exercício findo em 31.12.2012, bem como declaram que nessa mesma data, reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no Parecer emitido pela DELOITTE TOUCHE TOHMATSU Auditores Independentes, exceto quanto à ressalva relacionada com "Partes Beneficiárias na controlada Lajeado Energia S.A."Para suportar o entendimento da Administração bem como registro contábil efetuado, a Companhia recorreu aos seus assessores legais e outros auditores independentes, os quais emitiram pareceres que sustentam as decisões da Administração, com as seguintes considerações: (i) as Partes Beneficiárias são um instrumento previsto no artigo 46 da Lei 6.404/76 (ii) têm como características o direito de crédito eventual a 10% do lucro do exercício e (iii) têm direito aos ativos líquidos da sociedade em caso de liquidação (limitado ao valor das reservas constituídas).Configura-se que não existe uma obrigação de pagar uma remuneração sobre o valor da reserva e consequentemente a Administração não reconhece a existência de um passivo financeiro. Os pareceres obtidos também confirmam que este instrumento cumpre com os requesitos dos itens 16A, 16B e AG26, do CPC 39 - Instrumentos Financeiros Apresentação, devendo ser classificado como um instrumento patrimonial.Ana Maria Machado FernandesDiretor PresidenteMiguel Dias AmaroDiretor Vice-Presidente de Finanças e Relações com Investidores e de Controle de GestãoMiguel Nuno Simões Nunes Ferreira SetasDiretor Vice-Presidente de DistribuiçãoLuiz Otavio Assis HenriquesDiretor Vice-Presidente de Geração e Comercialização

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALOs membros do Conselho Fiscal, por unanimidade, consideraram que as Demonstrações Financeiras e o Relatório da Administração da Companhia relativo à 31.12.2012 estão adequadamente apresentadas com parecer favorável para encaminhamento aos Acionistas para deliberação em Assembleia Geral Ordinária.São Paulo, 28 de fevereiro de 2013. ADIR PEREIRA KEDDI Conselheiro Efetivo EDUARDO AFFONSO DE VASCONCELOSConselheiro EfetivoJORGE MICHEL LEPELTIER Conselheiro EfetivoParecer do Comitê de AuditoriaNós, membros efetivos do Comitê de Auditoria, por unanimidade, emitimos parecer favorável à aprovação das contas da Diretoria e das demonstrações financeiras da Companhia e de suas controladas referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, considerando que retratam fielmente a situação econômica-financeira da Companhia e de suas empresas controladas, acompanhadas do Relatório dos Auditores Independentes Deloitte Touche Tohmatsu, exceto quanto à ressalva constante do referido parecer.São Paulo, 25 de fevereiro de 2013.Francisco Carlos Coutinho PitellaPresidente do Comitê de AuditoriaNuno Maria Pestana de Almeida AlvesMembro do Comitê de AuditoriaModesto Souza Barros CarvalhosaMembro do Comitê de Auditoria

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.