Pular para o conteúdo
BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016108 páginasCódigo CVM 7870Versão 1Recebida em 17/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de KEPLER WEBER SA

KEPLER WEBER SA · CNPJ 91.983.056/0001-69

KEPLER WEBER SA
CNPJ 91.983.056/0001-69
DFP 2016
Exercício 2016
Carregando…

Preparando pré-visualização do PDF…

Documentos maiores podem levar alguns segundos.

Metadados

Empresa
KEPLER WEBER SA
CNPJ
91.983.056/0001-69
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
108
Ano de referência
2016*
Publicado em
17/03/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total763.805791.235−3,5%
1.01Ativo Circulante315.828363.849−13,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa21.7909.511129,1%
1.01.02Aplicações Financeiras100.98970.93942,4%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo100.98970.93942,4%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda100.98970.93942,4%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber66.154123.614−46,5%
1.01.03.01Clientes66.154123.614−46,5%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques65.100110.495−41,1%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar43.16438.24012,9%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar43.16438.24012,9%
1.01.06.01.01Imposto a recuperar22.97019.00020,9%
1.01.06.01.02Imposto de renda e contribuição social a recuperar20.19419.2405,0%
1.01.07Despesas Antecipadas578587−1,5%
1.01.08Outros Ativos Circulantes18.05310.46372,5%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda11.1420—
1.01.08.01.01Aplicação financeira retida11.1420—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros6.91110.463−33,9%
1.01.08.03.01Adiantamento a fornecedores1.0631.0550,8%
1.01.08.03.02Outros créditos5.6619.408−39,8%
1.01.08.03.03Instrumentos financeiros derivativos1870—
1.02Ativo Não Circulante447.977427.3864,8%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo155.942122.68527,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo44.67729.21652,9%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda44.67729.21652,9%
1.02.01.01.03Apicações financeiras retidas00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes111.26593.46919,0%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Impostos a recuperar539935−42,4%
1.02.01.09.04Depósitos judiciais4.0992.99936,7%
1.02.01.09.05Impostos diferidos106.62789.53519,1%
1.02.02Investimentos14.46914.754−1,9%
1.02.02.01Participações Societárias440,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias440,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento14.46514.750−1,9%
1.02.03Imobilizado228.669244.447−6,5%
1.02.03.01Imobilizado em Operação227.851232.900−2,2%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento81811.547−92,9%
1.02.03.03.01Adiantamento a fornecedor3034−11,8%
1.02.03.03.02Imobilização em andamento78811.513−93,2%
1.02.04Intangível48.89745.5007,5%
1.02.04.01Intangíveis48.89745.5007,5%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Intangível em andamento8.0528.927−9,8%
1.02.04.01.03Intangível em operação40.84536.57311,7%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Aos Acionistas, Conselheiros e Administradores daKepler Weber S.A. São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Kepler Weber S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Kepler Weber S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e sua controlada, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Recuperabilidade do ativo fiscal diferidoA Companhia e sua Controlada possuem ativo fiscal diferido nos montantes de R$18.626 e R$127.575, respectivamente, reconhecidos sobre diferenças temporárias dedutíveis e prejuízos fiscais e bases negativas. A análise da realização do ativo fiscal diferido é significativa para nossa auditoria em função da magnitude dos montantes registrados nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, e também pela complexidade e subjetividade envolvidas no processo de preparação e revisão das projeções de resultados futuros que suportam a realização do ativo fiscal diferido. Estas projeções são elaboradas com base em premissas que são afetadas por expectativas futuras em relação as condições econômicas e de mercado. Nossos procedimentos de auditoria consistiram, entre outros, na revisão das projeções de resultados futuros com base no plano de negócios preparado pela Administração, incluindo a avaliação das principais premissas e da metodologia utilizada a revisão das bases de cálculo do ativo fiscal diferido e a análise das divulgações realizadas na nota explicativa 12 das demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Estes procedimentos foram realizados com o auxílio de nossos especialistas das áreas tributária e de transações - avaliação de projeções (valuation). Provisão para riscos tributários, cíveis e trabalhistasA Companhia é parte envolvida em processos judiciais e administrativos, relacionados a temas tributários, cíveis e trabalhistas, conforme divulgado na nota explicativa 23 das demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Esta área é significativa para o nosso processo de auditoria em função do potencial risco relacionado a certas demandas, em particular ao auto de lançamento emitido pela Secretaria Estadual da Fazenda do Rio Grande do Sul. Adicionalmente, a avaliação desses processos inclui julgamento significativo pela Administração, suportado por seus assessores jurídicos, principalmente no que diz respeito à classificação desses processos como um passivo contingente ou como uma provisão.Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, a obtenção e leitura de correspondências dos assessores jurídicos da Companhia inspeção de atas de Reuniões de Diretoria e do Conselho de Administração análise individual do auto de lançamento emitido pela Secretaria Estadual da Fazenda do Rio Grande do Sul, incluindo discussões com a Administração e seus assessores jurídicos e análise das divulgações realizadas nas notas explicativas das demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Outros assuntos Demonstrações do valor adicionado As demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditor A administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com o nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos c ontroles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e sua controlada ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e sua controlada são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas, não, uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e sua Controlada.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e sua controlada. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e sua Controlada a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações, e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Porto Alegre, 16 de março de 2017.ERNST & YOUNGAuditores Independentes S.S.CRC 2SP015199/F-6Guilherme Ghidini NetoContador CRC RS-067795/O-5

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

A Diretoria da Companhia, em atendimento ao disposto nos incisos V e VI do § 1º do Artigo 25 da Instrução CVM nº 480/2009, declaraque: 1 - reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes elaborado pela Ernst Young Auditores Independentes S.S2- reviram, discutiram e concordam com as Demonstrações Financeiras, relativas ao exercício de 2016, auditadas pela Ernst Young Auditores Independentes S.S.São Paulo, 16 de março de 2017.Kepler Weber S.A.DiretoriaDiretor PresidenteAnastácio Ubaldino Fernandes FilhoDiretor Vice-PresidenteOlivier Michel ColasDiretor AdministrativoAndré Luís Paz Acosta

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

A Diretoria da Companhia, em atendimento ao disposto nos incisos V e VI do § 1º do Artigo 25 da Instrução CVM nº 480/2009, declaraque: 1 - reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes elaborado pela Ernst Young Auditores Independentes S.S2- reviram, discutiram e concordam com as Demonstrações Financeiras, relativas ao exercício de 2016, auditadas pela Ernst Young Auditores Independentes S.S.São Paulo, 16 de março de 2017.Kepler Weber S.A.DiretoriaDiretor PresidenteAnastácio Ubaldino Fernandes FilhoDiretor Vice-PresidenteOlivier Michel ColasDiretor AdministrativoAndré Luís Paz Acosta

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

O Conselho Fiscal da KEPLER WEBER S.A., no uso de suas atribuições legais e estatutárias, em reunião realizada nesta data, examinou o Relatório Anual da Administração, as Demonstrações Financeiras individuais e consolidadas que o acompanham, quais sejam, o Balanço Patrimonial, as Demonstrações do Resultado, das Mutações do Patrimônio Líquido, dos Fluxos de Caixa Método Indireto, do Valor Adicionado e de Resultados Abrangentes, bem como as Notas Explicativas relacionadas, e o correspondente Relatório emitido pelos Auditores Independentes, todos relativos ao período findo em 31 de dezembro de 2016.Os exames das demonstrações citadas no parágrafo anterior foram complementados, ainda, por análises e documentos e, substancialmente, por informações e esclarecimentos prestados aos membros do Conselho Fiscal pelos Auditores Independentes e pela Administração da Companhia.Desta forma, com base nos trabalhos e esclarecimentos prestados pela Ernst & Young Auditores Independentes S.S. e no seu Relatório, emitido em 16 de março de 2017, sem ressalvas e, ainda, nos esclarecimentos prestados pela Administração da Companhia, este Conselho Fiscal, pela unanimidade de seus membros, concluiu que as Demonstrações Financeiras, acima mencionadas, acompanhadas do Relatório Anual da Administração, estão adequadamente apresentadas e opina favoravelmente ao seu encaminhamento para deliberação da Assembleia Geral Ordinária de Acionistas. São Paulo, SP, 16 de Março de 2017.____________________________Amauri Sebastião NiehuesPresidente do Conselho Fiscal____________________________Bernardo de Azevedo Silva RotheConselheiro Fiscal____________________________Susana Hanna Stiphan JabraConselheiro Fiscal

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.