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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 202594 páginasCódigo CVM 21970Versão 1Recebida em 03/03/2026valores em R$ mil

DFP 2025 de AUTOPISTA PLANALTO SUL S.A.

AUTOPISTA PLANALTO SUL S.A. · CNPJ 09.325.109/0001-73

AUTOPISTA PLANALTO SUL S.A.
CNPJ 09.325.109/0001-73
DFP 2025
Exercício 2025
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Metadados

Empresa
AUTOPISTA PLANALTO SUL S.A.
CNPJ
09.325.109/0001-73
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
94
Ano de referência
2025*
Publicado em
03/03/2026 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:09

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202531/12/2024Var.
1Ativo Total1.368.4321.506.410−9,2%
1.01Ativo Circulante234.518283.517−17,3%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa78.726210.539−62,6%
1.01.02Aplicações Financeiras131.04351.453154,7%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado131.04351.453154,7%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.01.03Aplicações Financeiras86.43029.662191,4%
1.01.02.01.04Aplicações Financeiras Vinculadas44.61321.791104,7%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber15.15414.7033,1%
1.01.03.01Clientes15.15414.7033,1%
1.01.03.01.01Contas a Receber15.15414.7033,1%
1.01.03.01.02Contas a Receber Outras00—
1.01.03.01.03Contas a Receber com Operações de Derivativos00—
1.01.03.01.04Dividendos a Receber00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.03.02.01Contas a receber partes relacionadas00—
1.01.03.02.02Contas a Receber com operações de Derivativos00—
1.01.03.02.03Dividendos a Receber00—
1.01.03.02.04Juros sobre o capital próprio a receber00—
1.01.03.02.05Dividendos Antecipados00—
1.01.03.02.06Créditos com Coligadas00—
1.01.03.02.07Créditos com Controladas00—
1.01.03.02.08Créditos com Controladores00—
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar7.2275.16539,9%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar7.2275.16539,9%
1.01.06.01.01Impostos a recuperar7.2275.16539,9%
1.01.06.01.02Antecipação de imposto de renda e contribuição social sobre lucros00—
1.01.07Despesas Antecipadas2.1641.50743,6%
1.01.07.01Despesas Antecipadas2.1641.50743,6%
1.01.08Outros Ativos Circulantes20415036,0%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros20415036,0%
1.01.08.03.01Adiantamentos a Fornecedor00—
1.01.08.03.02Outros Créditos20415036,0%
1.02Ativo Não Circulante1.133.9141.222.893−7,3%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo93.945156.877−40,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.02.02Aplicações financeiras vinculadas00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber023−100,0%
1.02.01.04.01Clientes00—
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber023−100,0%
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos88.778151.901−41,6%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos88.778151.901−41,6%
1.02.01.08Despesas Antecipadas1.1951.311−8,8%
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Contas a receber partes relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes3.9723.6429,1%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Depósitos Judiciais3.9723.6429,1%
1.02.01.10.04Impostos a Recuperar00—
1.02.01.10.05Adiantamentos a Fornecedor00—
1.02.01.10.06Ativo Financeiro00—
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado13.1628.33358,0%
1.02.03.01Imobilizado em Operação7681.141−32,7%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento12.3947.19272,3%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível1.026.8071.057.683−2,9%
1.02.04.01Intangíveis1.026.8071.057.683−2,9%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Intangível980.0541.004.843−2,5%
1.02.04.01.03Infraestrutura em Construção46.75352.840−11,5%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
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Deloitte Touche Tohmatsu Av. John Dalton, 301 - 1º andar - Techno Plaza CorporateEdifício 2 - Bloco B13069-330 - Campinas - SP - Brasil Tel.: + 55 (19) 3707-3000 www.deloitte.com.brRELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Aos Administradores e Acionistas daAutopista Planalto Sul S.A.Rio Negro - PROpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras da Autopista Planalto Sul S.A. ("Sociedade"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Autopista Planalto Sul S.A. em 31 de dezembro de 2025, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras". Somos independentes em relação à Sociedade, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC, aplicáveis a auditorias de demonstrações financeiras de entidades de interesse público no Brasil. Nós também cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria ("PAA") são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras, e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Reconhecimento de receita de arrecadação de pedágio Por que é um PAA?Conforme descrito na nota explicativa nº 20 às demonstrações financeiras, em 31 de dezembro de 2025, a Sociedade possui registrado o montante de R$322.022 mil referente à receita de serviços prestados, que representa a receita proveniente de arrecadação de pedágio. A referida receita é decorrente dos termos e das condições estabelecidos no contrato de concessão rodoviária, que determina que a concessão é um serviço público precedida da execução de obra pública (ativo intangível) que será explorada em regime de cobrança de pedágio e de outros serviços prestados aos usuários. Anualmente, as tarifas são reajustadas de acordo com o contrato de concessão, o que impacta diretamente a receita da concessionária com base no tráfego das rodovias. O sistema de arrecadação de pedágio é utilizado para a mensuração e cobrança das passagens de veículos, por meio das vias manuais (cobrança em espécie, cartões de débito e crédito nas cabines de pedágio) e vias automáticas (abertura automática da cancela do pedágio em decorrência da leitura do dispositivo eletrônico de identificação "tag" fixado no interior dos veículos, bem como da leitura da quantidade de eixos de cada veículo passante e a coerência entre o número de eixos cadastrados no "tag" e o número de eixos reais do veículo passante). Nesse contexto, identificamos o reconhecimento de receitas provenientes de arrecadação de pedágio como um assunto significativo que exigiu consideração especial em nossa auditoria devido ao volume de transações e à dependência significativa dos sistemas de informação e estrutura tecnológica.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) avaliação do desenho e teste da implementação e efetividade dos controles internos relevantes relacionados ao processo de reconhecimento de receita, incluindo a avaliação do desenho e teste de controles dos sistemas informatizados considerados relevantes, com uso de nossos especialistas de tecnologia da informação, para os quais destacamos: a) a execução de testes relacionados à segurança da informação, à gestão de acessos e à segregação de função com impacto sobre as demonstrações financeiras, incluindo testes complementares sobre evidências mitigatórias, quando aplicável b) testes de integridade e acurácia dos relatórios utilizados para a determinação do reconhecimento de receita ii) execução de projeções independentes com base em premissas históricas realizadas de volume de tráfego e tarifa definida e, com base no resultado obtido, comparação com os registros contábeis da Sociedade iii) execução de teste, em base amostral, sobre as receitas de arrecadação de pedágio ocorridas no exercício, a fim de avaliar a ocorrência e exatidão das transações e iv) avaliação das divulgações apresentadas em nota explicativa.Como resultado da execução desses procedimentos, foram identificadas deficiências, não significativas, nos controles gerais de tecnologia da informação dos sistemas informatizados considerados relevantes, bem como ajustes imateriais, o que nos levou a alterar a nossa abordagem de auditoria e ampliar a extensão de nossos procedimentos inicialmente planejados para obtermos evidências de auditoria suficientes e apropriadas. Para as deficiências identificadas, a Sociedade apresentou evidências mitigatórias. A Administração, como parte de sua avaliação, decidiu não registrar os ajustes por terem sido considerados imateriais.Com base nas evidências de auditoria obtidas por meio dos procedimentos aplicados, consideramos a receita reconhecida proveniente de arrecadação de pedágio aceitável no contexto das demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025.Ativo intangível - Avaliação do risco de redução do valor recuperável do ativo intangível Por que é um PAA?O ativo intangível é composto principalmente pelos investimentos e pelas obras realizadas nas rodovias e representa 71% do total do ativo nas demonstrações financeiras. Anualmente, a Sociedade realiza análise da existência de indicadores de "impairment" e, quando aplicável, procede à mensuração do valor recuperável, a fim de concluir sobre a necessidade de reconhecer provisão para perdas ao valor recuperável de ativos intangíveis. Esse assunto foi considerado um principal assunto de auditoria devido: (i) à relevância dos montantes envolvidos e (ii) ao elevado grau de julgamento requerido na avaliação da recuperabilidade dos ativos, que envolve a utilização de premissas subjetivas e a consideração de futuras condições econômicas e de mercado.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: i) avaliação do desenho e da implementação dos controles internos relevantes relacionados ao processo de revisão do teste de redução ao valor recuperável dos ativos intangíveis ii) utilização de especialistas para a avaliação da razoabilidade das metodologias aplicadas, a fim de verificar se foram desenvolvidas de forma consistente com práticas e metodologias de mercado usualmente adotadas na avaliação de fluxos de caixa e na estimativa da taxa de desconto iii) execução de procedimentos de auditoria sobre as premissas operacionais, especialmente aquelas relacionadas ao crescimento projetado da receita de arrecadação de pedágio, que pode ser influenciada por variações no desempenho econômico, nas taxas d e inflação esperadas, no volume de tráfego de veículos, entre outras premissas relevantes e iv) avaliação das divulgações apresentadas em nota explicativa. Com base nas evidências de auditoria obtidas por meio dos procedimentos aplicados, consideramos aceitável o valor do ativo intangível no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025.Outros assuntosDemonstração do valor adicionadoA demonstração do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, elaborada sob a responsabilidade da Diretoria da Sociedade e apresentada como informação suplementar para fins de IFRS Accounting Standards, foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Sociedade. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações financeiras e os registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e o seu conteúdo estão de acordo com os critérios definidos na NBC TG 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nessa norma e é consistente em relação às demonstrações financeiras.Auditoria do exercício anteriorAs demonstrações financeiras da Sociedade, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2024, foram auditadas por outro auditor independente, que emitiu relatório datado de 26 de fevereiro de 2025, sem modificações.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditorA Diretoria da Sociedade é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o Relatório da Administração, e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a esse respeito.Responsabilidades da Diretoria e da governança pelas demonstrações financeiras A Diretoria é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as IFRS Accounting Standards, emitidas pelo IASB, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras, a Diretoria é responsável pela avaliação da capacidade de a Sociedade continuar operando e divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Diretoria pretenda liquidar a Sociedade e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Sociedade e de suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Sociedade e de suas controladas. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Diretoria. Concluímos sobre a adequação do uso, pela Diretoria, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Sociedade. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar a atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Sociedade a não mais se manter em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as deficiências significativas nos controles internos que eventualmente tenham sido identificadas durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com os requisitos éticos pertinentes de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as ações tomadas para eliminar as ameaças ou as salvaguardas aplicadas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspe ctiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Campinas, 3 de março de 2026DELOITTE TOUCHE TOHMATSU Manoel P. da SilvaAuditores Independentes Ltda. ContadorCRC nº 2 SP 011609/O-8 CRC nº 1 SP 205664/O-2

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaramos, na qualidade de diretores da Autopista Planalto Sul S.A., sociedade por ações com sede na cidade de Rio Negro, Estado do Paraná, inscrita no CNPJ sob o nº 09.325.109/0001-73, que revimos, discutimos e concordamos com as demonstrações financeiras do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025, nos termos da Instrução CVM nº 80, de 29 de março de 2022.Rio Negro, 27 de fevereiro de 2026.DiretoriaÁlisson de Almeida FreireDiretor PresidenteAntônio César Ribas SassDiretor SuperintendenteNilton Leonardo Fernandes de OliveiraDiretor Financeiro e de Relações com InvestidoresGiane Luza Zimmer FreitasDiretora de Assuntos RegulatóriosLuiz Cesar Lindgren CostaDiretor de Engenharia e Implantação

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaramos, na qualidade de diretores da Autopista Planalto Sul S.A., sociedade por ações com sede na cidade de Rio Negro, Estado do Paraná, inscrita no CNPJ sob o nº 09.325.109/0001-73, que revimos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes referente as demonstrações financeiras do exercício social findo em 31 de dezembro de 2025, nos termos da Instrução CVM nº 80, de 29 de março de 2022.Rio Negro, 27 de fevereiro de 2026.DiretoriaÁlisson de Almeida FreireDiretor PresidenteAntônio César Ribas SassDiretor SuperintendenteNilton Leonardo Fernandes de OliveiraDiretor Financeiro e de Relações com InvestidoresGiane Luza Zimmer FreitasDiretora de Assuntos RegulatóriosLuiz Cesar Lindgren CostaDiretor de Engenharia e Implantação

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias1.721.076.0030
Preferenciais00
Total1.721.076.0030

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.