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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2021150 páginasCódigo CVM 19453Versão 3 · reapresentaçãoRecebida em 25/03/2022valores em R$ mil

DFP 2021 de ECORODOVIAS INFRAESTRUTURA E LOGISTICA S/A

ECORODOVIAS INFRAESTRUTURA E LOGISTICA S/A · CNPJ 04.149.454/0001-80

Versões deste exercício: v1 (14/03/2022) · v2 (15/03/2022) · v3 (25/03/2022), esta

ECORODOVIAS INFRAESTRUTURA E LOGISTICA S/A
CNPJ 04.149.454/0001-80
DFP 2021 (V3)
Exercício 2021
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Metadados

Empresa
ECORODOVIAS INFRAESTRUTURA E LOGISTICA S/A
CNPJ
04.149.454/0001-80
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
150
Ano de referência
2021*
Publicado em
25/03/2022 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:42

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202131/12/2020Var.
1Ativo Total16.393.89411.093.64047,8%
1.01Ativo Circulante2.593.5051.750.08848,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa2.070.2711.342.21954,2%
1.01.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa2.070.2711.342.21954,2%
1.01.02Aplicações Financeiras168.272114.32347,2%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado168.272114.32347,2%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.01.03Aplicações Financeiras - Conta Reserva67.73162.5328,3%
1.01.02.01.04Aplicações Financeiras100.54151.79194,1%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber214.215195.5649,5%
1.01.03.01Clientes204.197183.60711,2%
1.01.03.01.01Clientes204.197183.60711,2%
1.01.03.01.02Clientes - Partes relacionadas00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber10.01811.957−16,2%
1.01.03.02.01Outros Créditos - Venda Participação10.01811.957−16,2%
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar62.32358.4566,6%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar62.32358.4566,6%
1.01.07Despesas Antecipadas18.99413.44341,3%
1.01.08Outros Ativos Circulantes59.43026.083127,8%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros59.43026.083127,8%
1.01.08.03.01Outros créditos59.06626.082126,5%
1.01.08.03.02Partes relacionadas364136.300,0%
1.01.08.03.03Adiantamentos a fornecedores00—
1.01.08.03.04Dividendos a Receber00—
1.01.08.03.05Outros créditos - conta reserva TAM 18/202100—
1.02Ativo Não Circulante13.800.3899.343.55247,7%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.917.846754.862154,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber00—
1.02.01.04.01Clientes00—
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos259.433252.7042,7%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos259.433252.7042,7%
1.02.01.08Despesas Antecipadas1.6456.087−73,0%
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.04Créditos com Controladores00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes1.656.768496.071234,0%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Depósitos judiciais206.283209.082−1,3%
1.02.01.10.04Outros créditos17.58520.642−14,8%
1.02.01.10.05Aplicações Financeiras - Conta Reserva75.10164.95715,6%
1.02.01.10.06Tributos a Recuperar16.21615.5584,2%
1.02.01.10.07Outros créditos - Venda Participação41.29751.554−19,9%
1.02.01.10.08Ativo sujeito à indenização227.669134.27869,6%
1.02.01.10.09Outros créditos - Conta reserva - Ecovias do Araguaia1.072.6170—
1.02.02Investimentos0166−100,0%
1.02.02.01Participações Societárias0166−100,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto0166−100,0%
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado434.860433.0830,4%
1.02.03.01Imobilizado em Operação434.860433.0830,4%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível11.447.6838.155.44140,4%
1.02.04.01Intangíveis11.447.6838.155.44140,4%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Aos Administradores e AcionistasEcoRodovias Infraestrutura e Logística S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais da EcoRodovias Infraestrutura e Logística S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2021 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas da EcoRodovias Infraestrutura e Logística S.A. e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2021 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da EcoRodovias Infraestrutura e Logística S.A. e da EcoRodovias Infraestrutura e Logística S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2021, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Porque é um PAAComo o assunto foi conduzido em nossa auditoria Reconhecimento de receita de arrecadação de pedágio (Nota 3(g) e 25) A receita da Companhia é gerada por um grande volume de transações de baixo valor individual, decorrente de passagem de usuários pelas praças de pedágio da rodovia administrada pela Companhia. Essas transações são controladas por sistema de passagem próprio que são posteriormente sumariadas e inseridas nos sistemas financeiro e contábil da Companhia. Os valores das tarifas de pedágio são pactuados e reajustados anualmente baseados no contrato de concessão.Essa área foi considerada como umas das principais em nossa auditoria em virtude da relevância da receita de arrecadação de pedágio, do grande volume de transações em distintas praças de pedágio, bem como dos processos que suportam o reconhecimento da receita.Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, o entendimento dos principais controles internos estabelecidos pela administração para reconhecimento da receita de arrecadação de pedágios, bem como para a inserção das informações do sistema de passagem nos sistemas financeiro e contábil.Efetuamos testes de reconciliação entre a receita gerada pelo sistema de passagem durante o exercício e os sistemas financeiro e contábil, bem como com os registros fiscais da Companhia.Em base amostral, recalculamos o valor da receita por meio de comparação do valor da tarifa de pedágio divulgada no Diário Oficial da União, com o valor efetivamente cobrado pela Companhia. Os resultados desses procedimentos nos proporcionaram uma base razoável de reconhecimento de receita e estão consistentes com as informações incluídas nas demonstrações financeiras.Redução ao valor recuperável do ativo intangível - contratos de concessão (Notas 3(b) e 13)Em 31 de dezembro de 2021, a Companhia tem registrado em seu ativo intangível o montante de R$ 11.387.902 mil referente ao valor contábil dos investimentos em infraestrutura efetuados em conexão com o contrato de concessão. Esses investimentos possuem expectativa de recuperação ao longo da concessão, baseada no recebimento de pedágio por parte dos usuários. A capacidade de recuperação desse ativo é avaliada com base em projeções descontadas a valor presente dos fluxos de caixa futuros, com alto grau de julgamento em relação às estimativas e premissas consideradas pela administração que são afetadas por condições macroeconômicas e de mercado. Entre as premissas que mais impactam o valor recuperável constam as perspectivas de crescimento, os ajustes tarifários, a estimativa de investimentos e a taxa de desconto utilizada. Variações nesses julgamentos e premissas podem trazer impactos relevantes nas referidas estimativas e, consequentemente, nas demonstrações financeiras. Entre outros procedimentos, efetuamos o entendimento dos controles internos relevantes para a a determinação do valor recuperável, incluindo a definição e revisão das premissas relevantes adotadas pela administração. Adicionalmente, testamos, com o apoio de nossos especialistas internos, a consistência das informações e principais premissas utilizadas pela administração da Companhia, incluindo as projeções de crescimento dos fluxos de tráfego, os ajustes tarifários a estimativa de investimentos e a taxa de desconto, mediante comparação com o orçamento elaborado pela administração e informações e dados públicos e internos. Avaliamos a competência, objetividade e capacidade de especialistas externos contratados pela administração para apoio na determinação dos fluxos de tráfego.Nossos procedimentos de auditoria demonstraram que os critérios e premissas utilizados pela administração são razoáveis e as divulgações consistentes com dados e informações obtidos.Acordo de Não Persecução Cível ("ANPC") Em virtude das investigações realizadas pelo Ministério Público de São Paulo ("MPSP"), a Concessionária Ecovias dos Imigrantes S.A. ("Ecovias") celebrou Acordo de Não Persecução Cível ("ANPC") com o MPSP. O ANPC foi celebrado no âmbito e com vistas à resolução consensual dos objetos dos inquéritos civis PJPP-CAP no 1.071/2014, 295/2018 e 489/2018, da Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da Capital de São Paulo.Em 21 de setembro de 2021 o MPSP decidiu pela não homologação do ANPC determinando o arquivamento dos inquéritos civis supramencionados, entretanto em 7 de dezembro de 2021, o Conselho Superior do Ministério Público do Estado de São Paulo ("CSMPSP") reconsiderou a decisão e, acolheu parcialmente os embargos de declaração.Conforme divulgado na Nota 22 (g) às demonstrações financeiras, o acordo estabelece que a Ecovias arcará com o valor de R$ 638.000 mil, que será destinado conforme decidido entre o MPSP, Secretaria de Estado de Logística e Transportes de São Paulo e a Ecovias. Desse valor, R$ 38.000 mil serão pagos pela Companhia.Este tema foi considerado com um dos Principais Assuntos de Auditoria em razão da complexidade dos julgamentos envolvidos para a definição dos reflexos contábeis, bem como pela relevância dos valores.Com o suporte de nossos es pecialistas jurídicos, realizamos a leitura do ANPC firmado entre a Ecovias e o MPSP e o respectivo aditivo do acordo e mantivemos reuniões com os assessores jurídicos internos e externos da Companhia, com o objetivo de entender os termos do acordo e os seus aspectos legais, bem como obtivemos opiniões legais dos advogados que cuidaram do ANPC.Também envolvemos os nossos especialistas forenses para analisar, de forma geral, as características e estrutura do acordo.Inspecionamos os valores dispostos no ANPC e os confrontamos com os montantes incluídos nos relatórios auxiliares da Companhia, que serviram de base para as contabilizações e divulgações realizadas pela administração.Observamos os procedimentos e controles de conformidade implementados pela Companhia, além das políticas internas.Com base nos procedimentos realizados, consideramos que as tratativas contábeis e de divulgação estão consistentes com as informações analisadas e representações obtidas em nossa auditoria.Termo Aditivo Modificativo ("TAM") Em 24 de novembro de 2021 a Concessionária Ecovias dos Imigrantes S.A. ("Ecovias") e o Estado de Paulo, por sua Secretaria de Logística e Transportes, firmaram o Termo Aditivo e Modificativo n° 19/2021.Conforme divulgado na Nota 21 (iii) às demonstrações financeiras, o termo estabelece que a Ecovias desembolse o valor de R$ 630.866 mil, no momento da assinatura do termo. Adicionalmente a Ecovias deverá realizar novos investimentos nos trechos dessa concessão, em contra partida obteve o direito de estender o prazo do contrato de concessão até 2033, além de outros aspectos divulgado na nota explicativa às demonstrações financeiras.Este tema foi considerado com um dos Principais Assuntos de Auditoria em razão da relevância dos valores apresentados no termo, bem como pela complexidade e julgamento envolvido. Com o suporte de nossos especialistas jurídicos, realizamos a leitura do TAM firmado entre a Ecovias e o Estado de São Paulo e mantivemos reuniões com os assessores jurídicos internos e externos da Companhia, com o objetivo de entender os termos do acordo e os seus aspectos legais, bem como obtivemos opiniões legais dos advogados que cuidaram do TAM.Inspecionamos os valores dispostos no TAM e os confrontamos com os montantes incluídos nos relatórios auxiliares da Companhia, que serviram de base para as contabilizações e divulgações realizadas pela administração.Com base nos procedimentos realizados, consideramos que as tratativas contábeis e de divulgação estão consistentes com as informações analisadas e representações obtidas em nossa auditoria.Descumprimento de leis, normas e regulamentos (Nota 22(f))Em virtude das investigações realizadas pelo Ministério Público Federal ("MPF"), no âmbito da "Operação Infinita Highway", a Companhia finalizou as análises internas e apurou os efeitos do não cumprimento das cláusulas do contrato de concessão entre a Eco101 e o Poder Concedente.Nesse sentido, a administração da Companhia, assessorada por especialistas independentes, apurou os fatos e os valores devidos pelo não cumprimento do contrato, no valor de R$ 72.614 mil. Adicionalmente, a Companhia está trabalhando juntamente com os seus assessores jurídicos no sentido de buscar um possível acordo junto ao MPF para encerramento deste inquérito.Este tema foi considerado um dos principais assuntos de auditoria em razão da complexidade para apuração das obrigações contratuais e em função de aspectos relacionados à forma de encerramento deste assunto.Com o suporte de nossos especialistas forenses, realizamos reuniões com os assessores jurídicos internos e externos da Companhia, com o objetivo de entender o andamento do processo, bem como das ações tomadas pela administração para apurar o valor da obrigação registrada nas demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2020, bem como as atualizações sobre o tema para o exercício de 2021. Adicionalmente, realizamos a análise da documentação disponível sobre o tema.Envolvemos também os nossos especialistas jurídicos para analisar a razoabilidade das premissas jurídicas adotadas pela Companhia, fundamentada em posição dos seus advogados externos, em relação aos efeitos do descumprimento contratual da concessionária que está sendo apurado no Inquérito Policial. Avaliamos a razoabilidade dos cálculos realizados pela Companhia, que suportam as contabilizações e divulgações feitas pela administração.Consideramos que as divulgações estão consistentes com as informações analisadas e representações obtidas em nossa auditoria.Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2021, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras. Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as deficiências significativas nos controles internos que, eventualmente, tenham sido identificadas durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 14 de março de 2022PricewaterhouseCoopersAuditores Independentes Ltda.CRC 2SP000160/O-5Marcelo OrlandoContador CRC 1SP217518/O-7

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores nos termos do art. 25, §1º, V e VI da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009 Para fins do art. 25, §1º, V e VI da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, os Diretores da EcoRodovias Infraestrutura e Logística S.A., abaixo indicados, declaram que: Após exame das demonstrações financeiras da EcoRodovias Infraestrutura e Logística S.A. relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2021, bem como o relatório sem ressalvas da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, a diretoria aprovou as demonstrações financeiras em observância às disposições dos Incisos V e VI do Artigo 25 da Instrução CVM nº 480/09, e declara que:Reviu, discutiu e concorda com as opiniões expressas no relatório emitido pela PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes eReviu, discutiu e concorda com as demonstrações financeiras relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2021.São Paulo - SP, 14 de março de 2022.Marcello GuidottiDiretor Presidente, Executivo de Finanças, de Relações com Investidores e de Gestão de Pessoas

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores nos termos do art. 25, §1º, V e VI da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009 Para fins do art. 25, §1º, V e VI da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, os Diretores da EcoRodovias Infraestrutura e Logística S.A., abaixo indicados, declaram que: Após exame das demonstrações financeiras da EcoRodovias Infraestrutura e Logística S.A. relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2021, bem como o relatório sem ressalvas da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, a diretoria aprovou as demonstrações financeiras em observância às disposições dos Incisos V e VI do Artigo 25 da Instrução CVM nº 480/09, e declara que:Reviu, discutiu e concorda com as opiniões expressas no relatório emitido pela PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes eReviu, discutiu e concorda com as demonstrações financeiras relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2021.São Paulo - SP, 14 de março de 2022.Marcello GuidottiDiretor Presidente, Executivo de Finanças, de Relações com Investidores e de Gestão de Pessoas

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

ECORODOVIAS INFRAESTRUTURA E LOGÍSTICA S.A.CNPJ nº 04.149.454/0001-80NIRE 353.001.819.48COMPANHIA ABERTAATA DE REUNIÃO DO CONSELHO FISCALDATA, HORÁRIO E LOCAL: Em 14 de março de 2022, às 13:00 horas, por meio de videoconferência.PRESENÇA: Participação dos Conselheiros Fiscais titulares Sérgio Tuffy Sayeg - Presidente, Caio Cezar Monteiro Ramalho e Paulo Sergio Aldrighi e Conselheiros Fiscais suplentes Eduardo Georges Chehab, Gaspar Carreira Júnior e José Dimas Gurgel, eleitos em Assembleia Geral Ordinária realizada em 28 de abril de 2021. MESA: Presidente: Sérgio Tuffy Sayeg, e Secretário: Paulo Sergio AldrighiORDEM DO DIA: Em continuidade às reuniões e discussões prévias realizadas em 25 de fevereiro e 09 de março de 2022, com as participações de representantes da Administração e também de sócio e gerente da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, tomar conhecimento e opinar sobre o que segue, para emissão de parecer: I. O Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2021, compreendendo o balanço patrimonial e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, do valor adicionado, complementados pelas notas explicativasII. Propostas da Administração para distribuição de dividendos e orçamento de capital, a serem submetidas à Assembleia GeralIII. Relatório, desta data, sem ressalva, da PricewaterhouseCoopers Auditores IndependentesIV. Estudo Técnico referente à manutenção dos montantes registrados de créditos fiscais diferidos na data base de 31 de dezembro de 2021, em atendimento à Deliberação CVM nº. 599, de 15 de setembro de 2009 e ao Pronunciamento Técnico CPC 32 - Tributos sobre o Lucro eV. Deliberações do Conselho de Administração em reunião realizada em 10 de março de 2022 e assistida pelos membros do Conselho Fiscal.DELIBERAÇÕES: Finalizada a análise dos referidos documentos, que ficam arquivados na área do Conselho Fiscal no Portal de Governança da Companhia, os Conselheiros Fiscais efetivos emitem o seu parecer, nos termos do Anexo à presente ata.ENCERRAMENTO: Nada mais havendo a tratar, o Sr. Presidente deu por encerrados os trabalhos, suspendendo antes a sessão para que se lavrasse a presente ata, que, depois de lida, foi aprovada pela totalidade dos presentes. São Paulo, 14 de março de 2022.Presidente: Sérgio Tuffy Sayeg. Secretário: Paulo Sergio Aldrighi. Conselheiros Fiscais titulares: Sérgio Tuffy Sayeg - Presidente, Caio Cezar Monteiro Ramalho e Paulo Sergio Aldrighi. Conselheiros Fiscais suplentes: Eduardo Georges Chehab, Gaspar Carreira Júnior e José Dimas Gurgel.___________________________________________________________Certifico que a presente é cópia fiel da ata lavrada em livro próprio.________________________________Paulo Sergio Aldrighi - Secretário ECORODOVIAS INFRAESTRUTURA E LOGÍSTICA S.A.CNPJ nº 04.149.454/0001-80NIRE 353.001.819.48COMPANHIA ABERTAAnexo à Ata de Reunião do Conselho Fiscal realizada em 14 de março de 2022 PARECER DO CONSELHO FISCALOs membros titulares do Conselho Fiscal, todos independentes, eleitos pela Assembleia Geral Ordinária da Ecorodovias Infraestrutura e Logística S.A. realizada em 28 de abril de 2021, desenvolveram, a partir da sua posse, trabalhos de forma abrangente tanto em conjunto como individualmente.As reuniões do Conselho Fiscal realizadas até a presente data contaram sempre com a presença dos três membros titulares.Não somente, mas também nessas ocasiões, documentos e amplo conjunto de informações e esclarecimentos foram solicitados pelos membros do Conselho Fiscal e fornecidos pela Companhia. Nas reuniões, quando solicitadas, foram registradas as presenças de representantes da Administração e suas equipes, membros do Comitê de Auditoria e de sócio e gerentes da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes para prestação de esclarecimentos, dentre outros, sobre (i) as operações da Companhia e das controladas (ii) a dinâmica dos negócios e resultados no período e as medidas adotadas pela Companhia e suas controladas sobre os impactos decorrentes da pandemia do coronavírus (iii) estrutura, processo e plano de gestão de riscos e matriz de riscos corporativos (iv) proposta para aumento do capital social (v) relatório de recomendações para o aprimoramento de controles internos, elaborado pela PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes em conexão com as demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2020, acompanhado dos comentários e planos de ação da Administração (vi) premissas e demonstrativos de cálculo utilizados para provisão de manutenção e testes de recuperabilidade de ativos (impairment) e também para contabilização relativa à outorga da Eco 135 (vii) posição geral do endividamento, captações de recursos e cronograma de vencimentos (viii) obrigações e discussões com o Poder Concedente, inclusive o Governo do Estado do Paraná (ix) contabilização para manutenção dos montantes registrados de créditos fiscais diferidos no exercício social de 2021 (x) atualizações jurídicas, impactos e providências decorrentes do Acordo de Não Persecução Cível com o Ministério Público do Estado de São Paulo, do Acordo de Leniência com o Ministério Público Federal - Paraná, da investigação na Eco101 Concessionária de Rodovias S.A. ("Operação Infinita Highway") e Monitoramento Independentes (xi) Termo Aditivo Definitivo para extensão do fim do contrato de concessão da controlada Ecovias dos Imigrantes (xii) principais assuntos de auditoria e (xiii) modificações na composição da Diretoria Executiva e Diretorias. Os membros titulares do Conselho Fiscal da Ecorodovias Infraestrutura e Logística S.A., no exercício de suas atribuições legais e estatutárias, em cumprimento ao que dispõe a Lei nº. 6.404/1976 e suas alterações, examinaram (a) o Relatório da Administração, e (b) as Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2021 e respectivas notas explicativas. O Conselho Fiscal conheceu a Proposta da Administração relativa aos dividendos mínimos obrigatórios, não tendo apreciado o orçamento de capital, tendo em vista a informação recebida da Administração de que o mesmo será objeto de deliberação e divulgação apenas oportunamente, para ser também submetido à Assembleia Geral Ordinária. Foi também examinado o Estudo Técnico referente à manutenção dos montantes registrados de créditos fiscais diferidos na data base de 31 de dezembro de 2021, em atendimento à Deliberação CVM nº. 599, de 15 de setembro de 2009 e ao Pronunciamento Técnico CPC 32 - Tributos sobre o Lucro. Com base nos documentos examinados, nas análises realizadas, nos esclarecimentos prestados pela Administração e auditores independentes no decorrer do exercício social, e também no Relatório, desta data, sem ressalva, da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, os membros titulares do Conselho Fiscal opinam, por unanimidade, que os documentos acima referidos estão em condições de serem apresentados à Assembleia Geral de Acionistas para deliberação.São Paulo, 14 de março de 2022.________________________________________________________________Sérgio Tuffy Sayeg - PresidenteCaio Cezar Monteiro Ramalho__________________________________Paulo Sergio Aldrighi

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

Relatório Anual do Comitê de Auditoria - Exercício Social 2021Aos Conselheiros de Administração da Ecorodovias Infraestrutura e Logística S.A.Ref.:Relatório Anual do Comitê de Auditoria - Exercício Social 2021Prezados Senhores,O propósito deste documento é apresentar o Relatório Anual do Comitê de Auditoria - Exercício Social 2021, indicando-se os destaques das atividades e das recomendações referentes ao exercício social de 2021.Este documento foi preparado sob a coordenação de Ricardo Bisordi de Oliveira Lima (conselheiro independente), nomeado a partir de 16.11.2021, e representa sumário dos trabalhos do Comitê de Auditoria.ApresentaçãoO Comitê de Auditoria ("Comitê") é órgão de caráter permanente, vinculado diretamente ao Conselho de Administração da Ecorodovias Infraestrutura e Logística S.A. ("Companhia" ou "Ecorodovias"), que tem a função de assegurar que o negócio seja conduzido em conformidade com as leis, ética e controles internos da Companhia.O Comitê é, nos termos de seu Regimento Interno, composto por 3 (três) membros sendo coordenado, preferencialmente, pelo conselheiro independente indicado pelo Conselho de Administração da Companhia para liderar o Comitê. Os membros do Comitê devem ter experiência em gestão empresarial, finanças, contabilidade ou auditoria. Especificamente, o conselheiro independente e o coordenador do órgão deverão ter formação acadêmica e notória experiência na área de finanças e contabilidade.Desde 16.11.2021 o Comitê é composto por Ricardo Bisordi de Oliveira Lima (conselheiro independente e coordenador) e Alberto Pernigotti.Resumo das Atividades no Exercício de 2021Em 2021, o Comitê realizou 15 (quinze ) reuniões que contemplaram a análise de 86 (oitenta e seis) pautas, entre itens informativos e de recomendação de aprovação ao Conselho de Administração, distribuídas conforme gráfico abaixo, onde se nota 77% das pautas com caráter informativo (66 pautas) e 23% das pautas com caráter deliberativo (20 pautas):(Quadros disponíveis em Demonstrações Financeiras Anuais Completas - DFA no link: https://www.rad.cvm.gov.br/ENET/frmExibirArquivoIPEExterno.aspx?NumeroProtocoloEntrega=958268)Do total de 86 (oitenta e seis) pautas, o Comitê analisou temas sensíveis para a Companhia, tais como: Gestão de Riscos e Controles Internos, Transações com Partes Relacionadas, Anticorrupção e Antissuborno, Ética, Auditoria Interna, Auditoria Externa e demais matérias de competência ao órgão, conforme figura abaixo:(Quadros disponíveis em Demonstrações Financeiras Anuais Completas - DFA no link: https://www.rad.cvm.gov.br/ENET/frmExibirArquivoIPEExterno.aspx?NumeroProtocoloEntrega=958268)Entre as atividades realizadas no exercício, destacam-se as seguintes:Acompanhamento do processo de elaboração das demonstrações financeiras e informações trimestraisAvaliação das informações trimestrais, demonstrações intermediárias e demonstrações financeirasAcompanhamento da matriz de riscos empresarialAcompanhamento das atividades do Programa de Ética - Sistema de Integridade, incluindo o monitoramento dos relatos do Canal de ÉticaAcompanhamento das atividades do Monitoramento IndependenteAcompanhamento do projeto de Certificação ISO 37001Acompanhamento dos procedimentos que estão sendo adotados pela Companhia para mitigação de riscos de compliance em suas atividades Acompanhamento do Plano Anual de Atividades da Auditoria Interna eRealização de reuniões conjuntas com o Conselho Fiscal.Conclusões e Recomendação ao Conselho de AdministraçãoDurante o exercício de 2021, os membros do Comitê de Auditoria da Ecorodovias, tendo presente as atribuições e limitações inerentes ao escopo de sua atuação, consideraram todas as análises, estudos e debates realizados no transcorrer das reuniões e dos trabalhos de acompanhamento e supervisão efetuados, anteriormente aqui descritos de forma sumarizada, e concluíram que: i) os processos de controles internos foram efetivos e as ações de prevenção e combate à fraude e corrupção foram adequadas ii) a Auditoria Interna teve orçamento financeiro adequado para o desempenho satisfatório de suas funções e iii) a Auditoria Independente foi efetiva e não foi reportada nenhuma ocorrência que pudesse comprometer sua independência. Neste contexto, como resultado do trabalho de acompanhamento e supervisão efetuados durante o exercício social de 2021 e, ainda, considerando as informações prestadas pela Administração da Companhia e pela PwC, bem como a proposta de destinação do resultado do exercício, o Comitê de Auditoria opinou que toda a documentação apresentada refletia adequadamente, em todos os aspectos relevantes, as posições patrimonial e financeira da Companhia e recomendou a aprovação dos documentos pelo Conselho de Administração da Companhia para seu encaminhamento à Assembleia Geral Ordinária de Acionistas, nos termos da Lei nº 6.401/1976.São Paulo, 10 de março de 2022.__________________________________Ricardo Bisordi de OliveiraCoordenador do Comitê de Auditoria

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias696.334713
Preferenciais00
Total696.334713

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.