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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2025114 páginasCódigo CVM 6505Versão 1Recebida em 12/03/2026valores em R$ mil

DFP 2025 de GRUPO CASAS BAHIA S.A.

GRUPO CASAS BAHIA S.A. · CNPJ 33.041.260/0652-90

GRUPO CASAS BAHIA S.A.
CNPJ 33.041.260/0652-90
DFP 2025
Exercício 2025
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Metadados

Empresa
GRUPO CASAS BAHIA S.A.
CNPJ
33.041.260/0652-90
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
114
Ano de referência
2025*
Publicado em
12/03/2026 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:09

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202531/12/2024Var.
1Ativo Total33.638.00033.889.000−0,7%
1.01Ativo Circulante14.403.00014.140.0001,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa1.225.0002.131.000−42,5%
1.01.02Aplicações Financeiras314.000283.00011,0%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber5.060.0004.616.0009,6%
1.01.03.01Clientes00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques5.036.0004.695.0007,3%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar1.341.0001.352.000−0,8%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas361.000269.00034,2%
1.01.08Outros Ativos Circulantes1.066.000794.00034,3%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros1.066.000794.00034,3%
1.01.08.03.01Partes relacionadas297.000295.0000,7%
1.01.08.03.02Instrumentos Financeiros - Hedge de valor justo00—
1.01.08.03.03Ativos mantidos para venda291.0000—
1.01.08.03.20Outros Ativos478.000499.000−4,2%
1.02Ativo Não Circulante19.235.00019.749.000−2,6%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo13.113.00013.100.0000,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.03.01Aplicações Financeiras Avaliadas ao custo amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber376.000440.000−14,5%
1.02.01.04.01Clientes00—
1.02.01.04.02Outros Ativos00—
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos5.171.0005.767.000−10,3%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas104.000122.000−14,8%
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes7.462.0006.771.00010,2%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Instrumentos Financeiros - Hedge de valor justo00—
1.02.01.10.04Instrumentos Financeiros11.00011.0000,0%
1.02.01.10.05Tributos a Recuperar5.047.0004.630.0009,0%
1.02.01.10.06Depósitos Judiciais2.247.0001.646.00036,5%
1.02.01.10.20Outros ativos157.000484.000−67,6%
1.02.02Investimentos16.000263.000−93,9%
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado3.447.0003.712.000−7,1%
1.02.03.01Imobilizado em Operação1.223.0001.295.000−5,6%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento2.224.0002.417.000−8,0%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível2.659.0002.674.000−0,6%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos Acionistas, Conselheiros e Administradores doGrupo Casas Bahia S.A.São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas do Grupo Casas Bahia S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Companhia em 31 de dezembro de 2025, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, aplicáveis a auditorias de demonstrações financeiras no Brasil, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. ÊnfaseRecuperabilidade do imposto de renda e contribuição social diferidos ativosChamamos a atenção para a nota explicativa nº 19.d às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, que descreve a projeção de realização do imposto de renda e da contribuição social diferidos ativos, reconhecidos até 31 de dezembro de 2025, com base em prejuízos fiscais e bases negativas de contribuição social, e também sobre as diferenças temporárias, antes de provisão para realização, no montante total de R$6.669 milhões, na controladora, e, R$7.121 milhões, no consolidado. A realização destes tributos diferidos ativos depende da geração futura de lucros tributáveis suficientes para que os prejuízos fiscais, bases negativas e diferenças temporárias possam ser utilizados. Há uma incerteza relacionada ao prazo de realização dos lucros tributáveis futuros e consequentemente ao prazo de realização deste ativo. Nossa opinião não está ressalvada em relação a esse assunto.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Para cada assunto abaixo, a descrição de como nossa auditoria tratou o assunto, incluindo quaisquer comentários sobre os resultados de nossos procedimentos, é apresentado no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Nós cumprimos as responsabilidades descritas na seção intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas", incluindo aquelas em relação a esses principais assuntos de auditoria. Dessa forma, nossa auditoria incluiu a condução de procedimentos planejados para responder a nossa avaliação de riscos de distorções significativas nas demonstrações financeiras. Os resultados de nossos procedimentos, incluindo aqueles executados para tratar os assuntos abaixo, fornecem a base para nossa opinião de auditoria sobre as demonstrações financeiras da Companhia. Recuperabilidade do imposto de renda e contribuição social diferidos ativosConforme divulgado na nota Explicativa nº 19, a Companhia possui contabilizado imposto de renda e contribuição social diferidos ativos e passivos no montante líquido de R$4.759 milhões, na controladora, e, R$5.152 milhões, no consolidado, em 31 de dezembro de 2025, calculados sobre prejuízos fiscais de imposto de renda e bases negativas da contribuição social, bem como sobre diferenças temporárias ativas e passivas. A Companhia avaliou a recuperabilidade do saldo de imposto de renda e contribuição social diferidos ativos com base em projeções de lucros tributáveis futuros, elaboradas com base no plano de negócios da Companhia, o qual foi aprovado pela diretoria e pelos órgãos de governança da Companhia. Consideramos como um principal assunto de auditoria uma vez que a referida avaliação elaborada pela diretoria da Companhia envolve alto grau de julgamento profissional na determinação de suas premissas e critérios utilizados nas projeções de lucros tributáveis futuros da Companhia, que podem ser afetados por condições econômicas e de mercado, que não estão sob o controle da diretoria ou da Companhia.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos incluíram, dentre outros: (i) análise da base fiscal que dá origem ao imposto de renda e contribuição social diferidos ativos e passivos (ii) comparação da assertividade das projeções realizadas em períodos anteriores em relação ao desempenho atingido pela Companhia no exercício (iii) envolvimento de profissionais especializados em projeções financeiras e em impostos sobre a renda para nos auxiliarem na avaliação das premissas e da metodologia utilizada pela diretoria, em particular àquelas relacionadas às projeções de lucros tributáveis futuros, incluindo a taxa de crescimento da receita e margem anual, razoabilidade das variações das demais contas que compõem o resultado projetado, bem como o prazo estimado de realização desse saldo credor (iv) com auxílio de nossos especialistas em projeções financeiras, também realizamos análise da consistência aritmética e recálculo às projeções, e comparamos os dados das projeções com dados de fontes externas disponíveis (v) avaliação da adequação das divulgações relacionadas a esse assunto na nota explicativa n° 19 às demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2025.Como resultado destes procedimentos incluímos parágrafo de ênfase em nosso relatório acerca da incerteza quanto ao período de realização, sem modificar a nossa opinião sobre o tema.Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados, que está consistente com a avaliação da diretoria, consideramos aceitáveis os critérios e premissas adotados pela diretoria na avaliação sobre a recuperabilidade do imposto de renda e contribuição social diferidos ativos, assim como as respectivas divulgações na nota explicativa n° 19, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Reestruturação de capital com modificação de dívida (debêntures)Conforme mencionado nas notas explicativas n° 16 e n° 23, como parte do processo de reperfilamento de dívidas da estrutura de capital da Companhia, em 06 de agosto de 2025, foi realizada a conversão antecipada da 2ª série da 10ª emissão de debêntures ("10ª emissão"), no valor de R$1.648 milhões. Adicionalmente, em 29 de dezembro de 2025, a Companhia concluiu a oferta da 11ª emissão de debêntures ("11ª emissão"), no montante de R$2.408 milhões, estruturada em quatro séries, sendo a 1 ª e 4ª séries não conversíveis em ações, e a 2ª e 3ª séries conversíveis em ações ordinárias da Companhia, através de oferta pública de distribuição, podendo ser utilizadas em substituição parcial às debêntures da 10ª emissão. A oferta da 11ª emissão contou com a adesão de aproximadamente 90,5% dos titulares da 10ª emissão. Tendo em vista a substituição substancial das condições originalmente pactuadas com a 10ª emissão, a Companhia concluiu tratar-se de uma modificação substancial, resultando assim na extinção da 10ª emissão e no reconhecimento contábil da 11ª emissão, da seguinte forma: i) como novos instrumentos financeiros - para os investidores da 10ª emissão que não optaram por migrar para a 11ª emissão e para os investidores que optaram por migrar para as séries 1ª, 3ª e 4ª da 11ª emissão, e ii) como instrumentos patrimoniais - para todos os investidores que migraram para a 2ª série da 11ª emissão, por serem mandatoriamente conversíveis, e também para a parcela correspondente à opção de conversão contida na 3ª série da 11ª emissão. Em 31 de dezembro de 2025, além da parcela mandatoriamente conversível, parte substancial da 3ª série já havia sido exercida e com isso, o valor total de R$1.675 milhões foi reconhecido como reserva de capital, no patrimônio líquido, remanescendo o valor de R$429 milhões, mantido como empréstimos e financiamentos, referente à parcela não convertida da 10ª emissão e a parcela a vencer da 11ª emissão. A Companhia avaliou o processo de reestruturação de capital da Companhia e devido às mudanças relevantes na natureza das dívidas relacionadas à 10ª e 11ª emissões, incluindo aquelas conversíveis em ações ordinárias da Comanhia, e concluiu por enquadrá-las como uma "mudança substancial" da dívida, procedendo com a reversão dos valores da obrigação original e reconhecendo nova obrigação com termos e condições substancialmente diferentes, inicialmente ao seu valor justo, em contrapartida ao resultado do exercício, gerando uma despesa líquida no montante de R$42 milhões, antes dos efeitos dos tributos. A Companhia designou as 1ª, 3ª e 4ª séries da 11ª emissão como instrumentos financeiros ao seu valor justo no momento da modificação da dívida e subsequentemente pelo custo amortizado e a 2ª série e a opção de conversão em ações da 3ª série, como instrumento patrimonial, ao valor justo em contrapartida ao resultado, no momento da modificação da dívida.A designação dos instrumentos financeiros, o reconhecimento contábil da reestruturação da dívida ("debt modification"), a identificação de instrumentos derivativos, a designação dos instrumentos financeiros e patrimoniais, a mensuração inicial e subsequente, e as respectivas divulgações relativas a esses instrumentos financeiros e patrimoniais, requerem julgamento e estimativa pela diretoria da Companhia e de seus assessores internos e externos. Mudanças nas premissas utilizadas pela Companhia para exercer esse julgamento e estimativas, bem como a designação e contabilização das negociações decorrentes da mudança da dívida, podem impactar significativamente os montantes reconhecidos nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, dentre outros: (i) a avaliação das políticas contábeis aplicadas pela Companhia e suas controladas para a classificação dos instrumentos financeiros e patrimoniais decorrentes da reestruturação das dívidas, incluindo as designações desses instrumentos para mensurações iniciais e subsequentes a serem registrados e a aplicação adequada e consistente durante o exercício e subsequentemente (ii) leitura e análise dos documentos relacionados ao processo da 11ª emissão e atualização da 10ª emissão (iii) envolvimento de especialistas em instrumentos financeiros e derivativos para suportar a equipe de auditoria na análise sobre a avaliação efetuada pela diretoria da Companhia acerca da mudança substancial sobre a reestruturação da dívida, além do suporte na análise da designação inicial dos instrumentos financeiros, patrimoniais e derivativos e da mensuração inicial e subsequente desses instrumentos financeiros, apresentados pela diretoria da Companhia (iv) envolvimento de nossos especialistas das áreas de impostos na análise dos potenciais impactos tributários e legais, apresentado pela diretoria da Companhia, suportada pelos consultores tributários e legais e (v) avaliação da adequação das divulgações da Companhia em notas explicativas às demonstrações financeiras em relação ao assunto. Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados sobre o processo de reestruturação de capital com modificação de dívida da Companhia, que está consistente com a avaliação da diretoria, consideramos que os critérios, premissas e políticas sobre as debêntures adotados pela diretoria são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Também avaliamos a adequação das divulgações efetuadas pela Companhia sobre o processo de reestruturação de capital e políticas relacionadas a esses instrumentos financeiros e patrimoniais nas notas explicativas n° 16 e nº 23 às demonstrações financeiras.Mensuração da provisão para demandas judiciais trabalhistas, cíveis e tributáriasEm 31 de dezembro de 2025, a provisão para demandas trabalhistas, cíveis e tributárias totalizou R$1.716 milhões, na controladora, e, R$1.831 milhões, no consolidado, conforme divulgado na nota explicativa nº 20 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas. A Companhia e suas controladas são parte de um número significativo de ações judiciais e processos administrativos em tramitação perante tribunais e órgãos governamentais, decorrentes do curso normal das suas operações, envolvendo matérias trabalhistas, cíveis e tributárias. Adicionalmente, a Companhia e suas controladas apresentam outras demandas relacionadas com discussões trabalhistas, cíveis e tributárias que não estão provisionadas e perfazem o montante de R$11.738 milhões nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, em 31 de dezembro de 2025, as quais devido à avaliação por parte da diretoria e suportada pelos assessores jurídicos externos e internos da Companhia, o prognóstico é de perda possível. A mensuração, o reconhecimento contábil da provisão e a respectiva divulgação relativas a essas ações judiciais e processos administrativos, requerem julgamento da Companhia e de seus assessores jurídicos internos e externos. Mudanças nas premissas utilizadas pela Companhia para exercer esse julgamento, ou mudanças nas condições externas, podem impactar significativamente o montante de provisão reconhecido nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, dentre outros: (i) a avaliação das políticas contábeis aplicadas pela Companhia e suas controladas para a classificação de perdas sobre as ações judiciais e processos administrativos, incluindo a avaliação do julgamento sobre a mensuração de montantes a serem registrados como provisão e a aplicação adequada e consistente do julgamento durante os exercícios apresentados (ii) análise da suficiência das provisões reconhecidas e dos valores de contingências divulgados e que levaram em consideração as avaliações preparadas pelos assessores jurídicos internos e externos da Companhia (iii) obtenção de confirmações dos assessores jurídicos internos e externos da Companhia sobre o estágio atual e classificação de riscos de perdas dessas ações judiciais e processos administrativos (iv) envolvimento de nossos especialistas das áreas de impostos e de assuntos controversos, na análise das probabilidades de perda das disputas judiciais nos âmbitos tributários, trabalhistas e cíveis, e do modelo de cálculo adotado pela Companhia para constituição da provisão e (v) avaliação da adequação das divulgações da Companhia em not as explicativas às demonstrações financeiras, em relação ao assunto.Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados sobre as provisões para demandas judiciais trabalhistas, cíveis e tributárias, que está consistente com a avaliação da diretoria, consideramos aceitáveis as políticas de reconhecimento de provisão da Companhia derivadas da avaliação da probabilidade de perdas das causas para suportar os julgamentos e estimativas adotadas pela diretoria, assim como as respectivas divulgações na nota explicativa nº 20, são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Continuidade operacionalAs demonstrações financeiras individuais e consolidadas foram elaboradas utilizando-se do pressuposto da continuidade operacional, tendo como premissa o fato de que a Companhia e suas controladas estão em atividade e irão se manter em operação por um futuro previsível de ao menos 12 meses, a partir da data das demonstrações financeiras. Essa premissa leva em consideração o pressuposto de que a diretoria não pretende liquidar a entidade ou interromper as operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista além dessas. A nota explicativa nº 1 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas detalha como a diretoria da Companhia concluiu que há expectativas quanto a sua habilidade de continuidade operacional, para suportar a preparação das demonstrações financeiras com o uso deste pressuposto. Em 31 de dezembro de 2025, a Companhia apresenta nas suas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, prejuízo no exercício de R$2.988 milhões e prejuízos acumulados de R$7.297 milhões, além de possuir dívidas onerosas registradas no passivo circulante, e apresentar passivo circulante maior que o ativo circulante em R$10.763 milhões, na controladora, e, R$7.419 milhões, no consolidado. Em razão do alto grau de julgamento relacionado a premissa base dessa avaliação de continuidade operacional, especificamente associada à determinação das projeções de fluxo de caixa futuro, e do impacto que qualquer mudança significativa nessas premissas poderia ter na avaliação do pressuposto de continuidade operacional, e, consequentemente, nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, consideramos este um assunto significativo para nossa auditoria. Como nossa auditoria conduziu este assuntoOs nossos procedimentos de auditoria, incluíram dentre outros: (i) obtenção e análise da avaliação financeira preparada pela Companhia e da avaliação das projeções de fluxos de caixa preparadas pela Companhia para os próximos 12 meses, a partir da data do balanço (ii) avaliação das premissas utilizadas na determinação das projeções de fluxos de caixa, considerando resultados realizados, dados externos e condições de mercado, bem como a consistência das projeções efetuadas comparadas com o realizado para os últimos anos (iii) leitura dos termos contratuais de debêntures, considerando potencial violação relevante ou novos termos e condições sobre os covenants, como também das atas de reuniões de acionistas, dos responsáveis pela governança e de comitês relevantes (iv) análise dos efeitos contábeis decorrentes da 11ª emissão de debêntures no contexto do reperfilamento da estrutura de capital da Companhia e os impactos dessa transação sobre as projeções preparadas pela diretoria, com o auxílio dos especialistas em projeções financeiras e (v) avaliação das divulgações da Companhia, incluídas na nota explicativa nº 1, das demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados, que está consistente com a avaliação da diretoria, consideramos aceitáveis as premissas utilizadas pela diretoria sobre o pressuposto de continuidade operacional da Companhia, assim como as respectivas divulgações na nota explicativa nº 1, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outros assuntos Demonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, elaboradas sob a responsabilidade da diretoria da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado, individual e consolidada, foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditor A diretoria da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da diretoria e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA diretoria é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a diretoria é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a diretoria pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou err o e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela diretoria. Concluímos sobre a adequação do uso, pela diretoria, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Planejamos e executamos a auditoria do grupo para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou unidades de negócio do grupo como base para formar uma opinião sobre as demonstrações financeiras do grupo. Somos responsáveis pela direção, supervisão e revisão do trabalho de auditoria executado para os propósitos da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com os requisitos éticos pertinentes de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as ações tomadas para eliminar as ameaças ou as salvaguardas aplicadas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 11 de março de 2026.ERNST & YOUNGAuditores Independentes S/S Ltda.CRC SP-034519/OMarcos Alexandre S. PupoContador CRC SP-221749/O

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Os Diretores da Grupo Casas Bahia S.A. ("Companhia"), em conformidade com o artigo 27, §1º, inciso VI, da Resolução CVM 80/2022, conforme alterada, declaram que revisaram, discutiram e concordaram com as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025.São Paulo, 11 de março de 2026. Renato Horta Franklin Diretor PresidenteElcio Mitsuhiro ItoDiretor Vice-Presidente Financeiro e de Relações com Investidores Andréia Fernandes NunesDiretora Executiva de Gente & Gestão, ESG e ComunicaçãoFábio Eduardo de Pieri SpinaDiretor Vice-Presidente Jurídico e TributárioFrédéric Paul Bernard GauthierDiretor Vice-Presidente de Operações

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração da Diretoria sobre o relatório dos auditores independentes sobre as Demonstrações FinanceirasOs Diretores da Grupo Casas Bahia S.A. ("Companhia"), em conformidade com o artigo 27, §1º, inciso V, da Resolução CVM 80/2022, conforme alterada, declaram que revisaram, discutiram e concordaram com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025.São Paulo, 11 de março de 2026.Renato Horta Franklin Diretor PresidenteElcio Mitsuhiro ItoDiretor Vice-Presidente Financeiro e de Relações com Investidores Andréia Fernandes NunesDiretora Executiva de Gente & Gestão, ESG e ComunicaçãoFábio Eduardo de Pieri SpinaDiretor Vice-Presidente Jurídico e TributárioFrédéric Paul Bernard GauthierDiretor Vice-Presidente de Operações

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

O Conselho Fiscal da Grupo Casas Bahia S.A. ("Companhia"), no exercício de suas atribuições legais e estatutárias, examinou o Relatório da Administração e as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025, elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS). Com base nos exames efetuados e nos esclarecimentos prestados pela Administração, considerando, ainda, o parecer dos auditores independentes - Ernst & Young Auditores Independentes S.S., datado de 11 de março de 2026, opinam favoravelmente que os referidos documentos, em todos os aspectos relevantes, estão em condições de serem apreciados pela Assembleia Geral Ordinária de Acionistas da Companhia a ser convocada, nos termos da Lei nº 6.404/76.São Paulo, 11 de março de 2026.Mauro da MottaPresidenteAndré CojiMembroGlauber César de SouzaMembro

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

Aos Srs. Membros do Conselho de Administração da Grupo Casas Bahia S.A. ("Companhia") 1.APRESENTAÇÃO O Comitê de Auditoria, Riscos e Compliance da Companhia ("Comitê") é órgão estatutário de assessoramento vinculado diretamente ao Conselho de Administração, de caráter permanente, regido pela legislação e regulamentação aplicável, principalmente pela Resolução da Comissão de Valores Mobiliários ("CVM") nº 23/2021, conforme alterada, pelo disposto no Estatuto Social da Companhia e por seu Regimento Interno. O Comitê foi instalado na reunião do Conselho de Administração de 24 de outubro de 2018, quando da migração da Companhia para o segmento especial de listagem da B3 S.A. - Brasil, Bolsa, Balcão, denominado Novo Mercado, sendo atualmente composto por 4 (quatro) membros efetivos e 1 (um) observador. Em 04 de setembro de 2025, o Sr. André Coji renunciou à sua função como membro do Comitê de Auditoria, Riscos e Compliance da Companhia, e em 08 de setembro de 2025, o Sr. Paulo Romagnoli tomou posse como membro independente do referido Comitê, possuindo reconhecida experiência em assuntos de contabilidade societária, de acordo com as regras da CVM. Na mesma data, o Sr. Paulo Antônio Silvestri foi eleito como membro observador do referido Comitê, em linha com as disposições do Regimento Interno do Comitê.Em 30 de dezembro de 2025, o Sr. Jackson Medeiros de Farias Schneider tomou posse como membro independente do Comitê de Auditoria, Riscos e Compliance da Companhia, possuindo reconhecida experiência em assuntos de contabilidade societária, de acordo com as regras da CVM.Sendo assim, foi aprovada a nova composição do Comitê de Auditoria, Riscos e Compliance, continuando o Sr. Rogério Paulo Calderón Peres no cargo de coordenador, o Srs. Paulo Romagnoli, Luiz Carlos Passetti e Jackson Medeiros de Farias Schneider como membros do Comitê e o Sr. Paulo Antônio Silvestri como membro observador. O mandato dos referidos membros vigorará até a Assembleia Geral Ordinária de 2026. O Comitê reporta-se ao Conselho de Administração e atua com independência em relação à Diretoria. As suas competências e responsabilidades são desempenhadas em cumprimento às atribuições legais aplicáveis, estatutárias e definidas no seu Regimento Interno.2.ATIVIDADES DESENVOLVIDASNos termos do Regimento Interno do Comitê, as reuniões ordinárias de tal órgão deve ser realizadas, no mínimo, bimestralmente. O Comitê reuniu-se 18 (dezoito) vezes no período de janeiro de 2025 a março de 2026. Todos os assuntos, orientações, discussões, recomendações e pareceres do Comitê foram consignados em atas de reuniões, as quais são assinadas pelos membros presentes do Comitê e permanecem arquivadas na sede da Companhia, assim como na plataforma utilizada pela área de Governança Corporativa da Companhia.As principais atividades realizadas pelo Comitê no período de janeiro de 2025 a março de 2026 foram: Análise e recomendação acerca do Relatório da Administração e Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2024 (a)Avaliação e recomendação acerca da renovação do contrato com os Auditores Independentes (E&Y), para o exercício de 2025(b)Análise e recomendação acerca das informações financeiras da Companhia e da banQi referentes às revisões trimestrais de março e junho de 2025(c)Análise e recomendação acerca das informações financeiras da Companhia referentes à revisão trimestral de setembro de 2025(d)Análise e recomendação acerca das informações financeiras da Companhia referentes ao período encerrado em 31 de dezembro de 2025(e)Acompanhamento do plano de trabalho da Auditoria Externa da Companhia referente ao exercício social de 2025(f)Acompanhamento dos trabalhos e plano anual da Auditoria Interna durante o exercício social de 2025 (g)Análise de recomendação acerca da atualização da Política Corporativa de provisão de demandas trabalhistas da Companhia(h)Análise e aprovação do Plano de Trabalho da Auditoria Interna anual de 2026 (i)Acompanhamento dos trabalhos conduzidos pela área de Controles Internos Riscos e Compliance durante o exercício social de 2025, incluindo, mas não se limitando aos resultados do Canal de Denúncias e Mapas de Riscos(j)Acompanhamento dos indicadores de Canal de Denúncia: principais volumetrias, temáticas, desfechos e informações gerenciais das alegações (unidade de negócio, região etc.)(k)Atualização de políticas corporativas e submissão do tema ao Conselho de Administração(l)Avaliação da Auditoria Interna(m)Análise e recomendação acerca do relatório da administração, das contas dos administradores e das demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025.3.CONCLUSÕES Os membros do Comitê, no exercício de suas atribuições, procederam ao exame e análise do relatório da administração, das contas dos administradores e das demonstrações financeiras da Companhia, acompanhadas do relatório dos Auditores, referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025. Considerando todas as análises, estudos e debates realizados no transcorrer das reuniões e dos trabalhos de acompanhamento e supervisão efetuados pelo Comitê quanto ao fechamento das demonstrações financeiras, em especial decorrente das informações prestadas pela Companhia, seus Auditores Independentes, os membros do Comitê manifestam que não encontraram objeção no encaminhamento dos referidos documentos para a devida apreciação pelo Conselho de Administração da Companhia, com a posterior recomendação de aprovação aos Acionistas em Assembleia Geral. São Paulo, 11 de março de 2026. Rogério Paulo Calderón PeresCoordenadorPaulo RomagnoliMembroLuiz Carlos PassettiMembroJackson Medeiros de Farias SchneiderMembro Paulo Antônio SilvestriObservador

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias653.87815
Preferenciais00
Total653.87815

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.