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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201660 páginasCódigo CVM 22780Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 17/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de UNICASA INDUSTRIA DE MOVEIS S/A

UNICASA INDUSTRIA DE MOVEIS S/A · CNPJ 90.441.460/0001-48

Versões deste exercício: v1 (16/03/2017) · v2 (17/03/2017), esta

UNICASA INDUSTRIA DE MOVEIS S/A
CNPJ 90.441.460/0001-48
DFP 2016 (V2)
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
UNICASA INDUSTRIA DE MOVEIS S/A
CNPJ
90.441.460/0001-48
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
60
Ano de referência
2016*
Publicado em
17/03/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total233.720267.816−12,7%
1.01Ativo Circulante89.072109.565−18,7%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa27.83233.204−16,2%
1.01.01.01Caixa e Bancos2.8221.49488,9%
1.01.01.02Aplicações Financeiras de Liquidez Imediata25.01031.710−21,1%
1.01.02Aplicações Financeiras4.7790—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo4.7790—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber21.90336.005−39,2%
1.01.03.01Clientes21.90336.005−39,2%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques21.00025.946−19,1%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar6.6316.794−2,4%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes6.9277.616−9,0%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros6.9277.616−9,0%
1.01.08.03.01Adiantamentos e Antecipações9821.066−7,9%
1.01.08.03.02Empréstimos Concedidos2.5213.838−34,3%
1.01.08.03.03Despesas Antecipadas876971−9,8%
1.01.08.03.04Outros Ativos2.5481.74146,4%
1.02Ativo Não Circulante144.648158.251−8,6%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo46.26151.722−10,6%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo04.446−100,0%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber11.94418.018−33,7%
1.02.01.03.01Clientes11.94418.018−33,7%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos13.79615.113−8,7%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos13.79615.113−8,7%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes20.52114.14545,1%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda11.0066.94958,4%
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Impostos a Recuperar00—
1.02.01.09.04Depósitos Judiciais3.2454.891−33,7%
1.02.01.09.05Empréstimos Concedidos3.2351.96065,1%
1.02.01.09.06Outros Ativos3.035345779,7%
1.02.02Investimentos82820,0%
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado83.01483.277−0,3%
1.02.03.01Imobilizado em Operação83.01483.277−0,3%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível15.29123.170−34,0%
1.02.04.01Intangíveis15.29123.170−34,0%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Aos Acionistas, Conselheiros e Administradores daUnicasa Indústria de Móveis S.A. Bento Gonçalves - RSOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Unicasa Indústria de Móveis S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Unicasa Indústria de Móveis S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e sua controlada, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Provisão para créditos de liquidação duvidosaA Companhia possui provisão para créditos de liquidação duvidosa em 31 de dezembro de 2016 nos montantes de R$27.935 mil e R$28.836 mil, individual e consolidado, respectivamente, reconhecida para os saldos de contas a receber com baixa expectativa de realização.A estimativa da provisão para créditos de liquidação duvidosa foi considerada significativa para o nosso processo de auditoria pois envolve um significativo nível de julgamento por parte da administração na determinação e avaliação das premissas e fatores que afetam a capacidade de pagamento dos clientes, incluindo cenário econômico atual e prospectivo, avaliação dos níveis de inadimplência e garantias recebidas, bem como avaliação das renegociações realizadas com clientes e franqueados.Nossos procedimentos de auditoria incluíram, dentre outros, a revisão da política de contabilização da provisão para créditos de liquidação duvidosa análise dos saldos por vencimento (aging-list), incluindo discussões com a administração análise do histórico de inadimplência, garantias recebidas e dos contratos renegociados junto aos seus principais clientes e franqueados.Adicionalmente, avaliamos a adequação das divulgações da Companhia sobre este assunto na nota explicativa 4 das demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Provisão para riscos tributários, cíveis e trabalhistasA Companhia é parte envolvida em processos judiciais e administrativos, relacionados a temas tributários, cíveis e trabalhistas, conforme divulgado na nota explicativa 13 das demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Devido à relevância dos valores envolvidos nos processos em andamento, ao julgamento envolvido na determinação de reconhecimento ou não de um passivo contingente pela Administração e pelos seus consultores jurídicos, e pela complexidade dos assuntos e do ambiente jurídico no Brasil, consideramos esse assunto como significativo para o nosso processo de auditoria.Nossos procedimentos de auditoria envolveram, dentre outros, a obtenção de cartas de confirmação dos consultores jurídicos da Companhia, bem como a realização de reuniões periódicas com assessor jurídico interno e com a administração para discutir a evolução dos principais processos judiciais em aberto, a fim de comparar suas avaliações acerca destas causas em aberto com as posições consideradas pelos consultores jurídicos. Adicionalmente, avaliamos a adequação das divulgações da Companhia sobre este assunto incluídas na nota explicativa 13 das demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Outros assuntos Demonstrações do valor adicionado As demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditor A administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com o nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo Internationa l Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e sua controlada ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e sua controlada são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas, não, uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e sua controlada. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e sua controlada. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e sua controlada a não mais se manterem em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações, e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. Porto Alegre, 09 de março de 2017.ERNST & YOUNGAuditores Independentes S.S.CRC 2SP015199/F-6Américo F. Ferreira NetoContador CRC-1SP192685/O-9

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em conformidade com o inciso VI do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as Demonstrações Financeiras Individuais e Consolidada (Controladora e Consolidado) da Companhia, referentes ao exercício de 2016.Bento Gonçalves, 09 de março de 2017.Frank ZietolieDiretor PresidenteKelly ZietolieDiretora Vice-PresidenteGustavo Dall OnderDiretor Financeiro e de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em conformidade como inciso V do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com o conteúdo e a opinião expressos no parecer dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras Individuais e Consolidadas (Controladora e Consolidado) da Companhia do exercício de 2016, emitido nesta data.Bento Gonçalves, 09 de março de 2017.Frank ZietolieDiretor PresidenteKelly ZietolieDiretora Vice-PresidenteGustavo Dall OnderDiretor Financeiro e de Relações com Investidores

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da Unicasa Indústria de Móveis S.A., em cumprimento às disposições legais e estatutárias, examinou o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras Individuais da Companhia elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as Demonstrações Contábeis Consolidadas elaboradas de acordo com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS) emitidas pela International Accouting Standards Boards - IASB, todos referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016 e aprovados pelo Conselho de Administração da Companhia em 16 de março de 2017. Com base nos exames efetuados, considerando ainda o Relatório dos auditores independentes Ernst & Young Auditores Independentes S.S, sem ressalvas, datado de 09 de março de 2017, relativas às Demonstrações Financeiras do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016, bem como as informações e esclarecimentos recebidos no decorrer do exercício, opina que os referidos documentos estão em condições de serem apreciados pela Assembleia Geral Ordinária de Acionistas.Bento Gonçalves, RS, 16 de março de 2017.Maria Tereza CasagrandePresidenteCarlos Osvaldo Pereira HoffSecretárioThiago Costa JacintoConselheiro Fiscal

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.