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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016155 páginasCódigo CVM 14109Versão 1Recebida em 24/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de RANDONCORP S.A.

RANDONCORP S.A. · CNPJ 89.086.144/0001-16

RANDONCORP S.A.
CNPJ 89.086.144/0001-16
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
RANDONCORP S.A.
CNPJ
89.086.144/0001-16
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
155
Ano de referência
2016*
Publicado em
24/03/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total4.868.2915.183.866−6,1%
1.01Ativo Circulante3.038.1403.198.537−5,0%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa1.133.6431.328.404−14,7%
1.01.02Aplicações Financeiras680.983403.77368,7%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber484.247624.794−22,5%
1.01.03.01Clientes484.247624.794−22,5%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques461.535559.132−17,5%
1.01.04.01Produtos prontos146.454178.615−18,0%
1.01.04.02Produtos em elaboração123.294122.7540,4%
1.01.04.03Matérias-primas121.036175.680−31,1%
1.01.04.04Material auxiliar e de manutenção66.66272.841−8,5%
1.01.04.05Adiantamento a fornecedores4.4296.038−26,6%
1.01.04.06Importações em andamento17.25416.5993,9%
1.01.04.07Provisão para perda com estoques−17.594−13.395−31,3%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar158.679168.025−5,6%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar158.679168.025−5,6%
1.01.07Despesas Antecipadas11.91613.879−14,1%
1.01.08Outros Ativos Circulantes107.137100.5306,6%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros107.137100.5306,6%
1.01.08.03.01Instrumentos Financeiros Derivativos1.2165.527−78,0%
1.01.08.03.02Direitos por Recursos de Consórcios74.03761.16921,0%
1.01.08.03.03Outras Contas31.88433.834−5,8%
1.02Ativo Não Circulante1.830.1511.985.329−7,8%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo414.115441.201−6,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber96.494180.772−46,6%
1.02.01.03.01Clientes96.494180.772−46,6%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos195.907155.10326,3%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos195.907155.10326,3%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes121.714105.32615,6%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Cotas de Consórcios61.34147.96627,9%
1.02.01.09.04Impostos a Recuperar32.98933.590−1,8%
1.02.01.09.05Depósitos Judiciais17.50512.75737,2%
1.02.01.09.06Outras Contas9.87911.013−10,3%
1.02.02Investimentos54.3811.6483.199,8%
1.02.02.01Participações Societárias1.2761.648−22,6%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias1.2761.648−22,6%
1.02.02.02Propriedades para Investimento53.1050—
1.02.03Imobilizado1.293.0721.452.853−11,0%
1.02.03.01Imobilizado em Operação1.202.6401.347.342−10,7%
1.02.03.01.01Terrenos e prédios617.853690.092−10,5%
1.02.03.01.02Máquinas, equipamentos e moldes563.062627.857−10,3%
1.02.03.01.03Móveis e utensílios11.31612.000−5,7%
1.02.03.01.04Veículos4.4256.839−35,3%
1.02.03.01.05Equipamentos de computação4.0194.242−5,3%
1.02.03.01.06Adiantamento a fornecedores1.9656.312−68,9%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento90.432105.511−14,3%
1.02.04Intangível68.58389.627−23,5%
1.02.04.01Intangíveis68.58389.627−23,5%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

KPMG Auditores IndependentesAv. Borges de Medeiros, 2.233 - 8º andar90110-150 - Porto Alegre/RS - BrasilCaixa Postal 199 - CEP 90001-970 - Porto Alegre/RS - BrasilTelefone +55 (51) 3303-6000, Fax +55 (51) 3303-6001www.kpmg.com.brRelatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos Conselheiros e Diretores da Randon S.A. Implementos e ParticipaçõesCaxias do Sul - RS OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Randon S.A. Implementos e Participações (Companhia), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Randon S.A. Implementos e Participações em 31 de dezembro de 2016, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Perda no valor recuperável de ativos imobilizados - Controladora e ConsolidadoConforme descrito nas notas explicativas n° 3.4.d e 15, as demonstrações contábeis incluem ativo imobilizado no montante de R$ 763.735 mil e R$ 1.452.853 mil na Controladora e Consolidado, respectivamente, em 31 de dezembro de 2016. A Companhia avaliou a existência de indicadores de redução ao valor recuperável das suas unidades geradoras de caixa ("UGCs"). A avaliação da Companhia e suas controladas sobre a determinação das unidades geradoras de caixa (UGC), e sobre a quantificação do valor de eventual perda, seja em função da determinação do valor de mercado ou do valor recuperável pelo uso dos ativos, possui um grau significativo de julgamento. Em função da relevância dos montantes envolvidos, do nível de subjetividade dos julgamentos realizados pela Companhia e seus especialistas em avaliação de ativos, e do possível impacto que eventuais alterações nas premissas associadas a esses julgamentos poderiam ter nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e no valor do investimento registrado pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras da controladora, consideramos esse assunto significativo em nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros:Entendimento sobre os processos operacionais chave adotados pela Companhia e suas controladas na identificação de que os ativos possam apresentar indicação de perda em seu valor recuperávelAvaliação dos julgamentos significativos adotados pela Companhia e suas controladas na identificação de cada UGC, como por exemplo na identificação de linhas de produto, linhas de negócios e localidades individuaisComparação das estimativas de fluxos de caixa aprovadas pelo Conselho de Administração da Companhia, com as premissas utilizadas na preparação do estudo de recuperabilidade para cada UGC, e com o histórico recente de geração de caixa daquelas UGCAvaliação das principais premissas e julgamento realizado pela Companhia e suas controladas para a projeção dos fluxos de caixa descontados, como por exemplo: expectativas de entradas e saídas de caixa advindas do uso do ativo, estimativa de aumento de preços e taxas de desconto aplicadas para cada UGC eAvaliação da adequação das divulgações sobre as premissas utilizadas pela Companhia e suas controladas para determinar o valor recuperável dos ativos imobilizados, conforme nota explicativa às demonstrações financeiras individuais e consolidadas n° 15.Recuperabilidade de ativos fiscais diferidos - Controladora e ConsolidadoConforme descrito nas notas explicativas às demonstrações financeiras individuais e consolidadas nº 3.14(b) e 22, a Companhia reconheceu, em 31 de dezembro de 2016, ativos fiscais diferidos no montante de R$ 123.166 mil e R$ 195.907 mil na controladora e consolidado, respectivamente, relativos à prejuízos fiscais e diferenças temporárias, considerados recuperáveis com base na geração de lucros tributáveis futuros. A Companhia realiza estimativa, com alto grau de julgamento, para determinar a probabilidade de recuperação desses ativos fiscais diferidos, principalmente pela de geração futura de lucro tributável. Em função do recente histórico de prejuízos fiscais e bases negativas de contribuição social, e dos julgamentos relevantes realizados pela Companhia na estimativa de geração de lucros tributáveis futuros que pode impactar o valor desses ativos nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o valor do investimento registrado pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras da controladora, consideramos esse assunto significativo em nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros:Avaliamos as principais premissas utilizadas pela Companhia nas projeções dos lucros tributáveis futuros, tais como crescimento das vendas, margem operacional, bem como comparamos certos dados, quando disponíveis, com outras fontes externas e avaliamos a consistência dessas premissas com os planos de negócio aprovados pelo Conselho de Administração.Adicionalmente, com o auxílio de nossos especialistas tributários, consideramos a adequação da aplicação das leis tributárias e das deduções fiscais na determinação da base de prejuízos fiscais e diferenças temporárias. Analisamos à data das demonstrações financeiras, as evidências que indicam a probabilidade de recuperação dos ativos fiscais diferidos, bem como aquelas que fundamentam os prazos estimados pela Companhia para sua utilização. Avaliamos ainda se as projeções da Companhi a indicavam, para a parcela dos prejuízos fiscais não utilizados e as diferenças temporárias dedutíveis reconhecidos como ativos fiscais diferidos, a existência de lucros tributáveis futuros, suficientes para permitir sua realização, bem como avaliamos a adequação das divulgações incluídas nas notas explicativas da Companhia.Outros Assuntos Demonstrações do valor adicionadoAs demonstrações do valor adicionado (DVA), individual e consolidada, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditor A administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeira (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos .Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. Porto Alegre, 21 de março de 2017KPMG Auditores IndependentesCRC SP-014428/F-7Wladimir OmiechukContador CRC RS-041241/O-2

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DA DIRETORIAA Diretoria Executiva da Companhia, em atendimento ao disposto nos incisos V e VI do § 1º do Artigo 25 da Instrução CVM nº 480/2009, declara que: Reviram, discutiram e concordam com as Demonstrações Financeiras, relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016, auditadas pela KPMG Auditores Independentes.Caxias do Sul, 21 de março de 2017.David Abramo RandonDaniel Raul Randon Alexandre Randon Geraldo Santa Catharina Alexandre Dorival GaziSergio Lisbão Moreira de Carvalho

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

A Diretoria Executiva da Companhia, em atendimento ao disposto nos incisos V e VI do § 1º do Artigo 25 da Instrução CVM nº 480/2009, declara que: Reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer dos auditores elaborado pela KPMG Auditores Independentes.Caxias do Sul, 21 de março de 2017.David Abramo RandonDaniel Raul Randon Alexandre Randon Geraldo Santa Catharina Alexandre Dorival GaziSergio Lisbão Moreira de Carvalho

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Parecer do Conselho FiscalOs membros titulares do Conselho Fiscal da Randon S.A. Implementos e Participações, em cumprimento às disposições legais e estatutárias, examinaram: o Relatório da Administração as Demonstrações Financeiras, elaboradas de acordo com as normas contábeis vigentes as Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras e o Relatório do Auditor Independente Sobre as Demonstrações Financeiras Individuais e Consolidadas, emitido pela KPMG - Auditores Independentes, em 21 de março de 2017 e relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016. Ouviram representantes da Administração da Companhia e o sócio representante da auditoria independente sobre os referidos documentos. Os Conselheiros concluíram que os negócios e principais fatos administrativos, do exercício findo, estão contemplados no Relatório da Administração a situação patrimonial e financeira da Companhia, em 31 de dezembro de 2016, está representada nas Demonstrações Financeiras e atende à legislação e ao Estatuto Social da Companhia. Os Conselheiros declaram que os documentos estão em condições de serem apreciados e aprovados pelos acionistas na Assembleia Geral Ordinária. Caxias do Sul, 21 de março de 2017. Maria Tereza CasagrandeJoão Carlos SfreddoOrly CasaraRafael Ferraz Dias de MoraesRegina Fatima de Souza Cruz

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.