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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201491 páginasCódigo CVM 21040Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 20/03/2015valores em R$ mil

DFP 2014 de SYN PROP E TECH S.A.

SYN PROP E TECH S.A. · CNPJ 08.801.621/0001-86

Versões deste exercício: v1 (19/03/2015) · v2 (20/03/2015), esta

SYN PROP E TECH S.A.
CNPJ 08.801.621/0001-86
DFP 2014 (V2)
Exercício 2014
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Metadados

Empresa
SYN PROP E TECH S.A.
CNPJ
08.801.621/0001-86
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
91
Ano de referência
2014*
Publicado em
20/03/2015 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:54

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201431/12/2013Var.
1Ativo Total4.353.5423.123.32539,4%
1.01Ativo Circulante949.722588.93061,3%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa572.990149.251283,9%
1.01.01.01Caixa e Bancos18.00816.33810,2%
1.01.01.02Aplicações financeiras554.982132.913317,6%
1.01.02Aplicações Financeiras0115.152−100,0%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado0115.152−100,0%
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento0115.152−100,0%
1.01.03Contas a Receber80.02175.6715,7%
1.01.03.01Clientes80.02175.6715,7%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques261.540208.51825,4%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar3.6724.365−15,9%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar3.6724.365−15,9%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes31.49935.973−12,4%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros31.49935.973−12,4%
1.01.08.03.01Demais contas a receber25.27718.22438,7%
1.01.08.03.02Adiantamento a fornecedores6.22217.749−64,9%
1.02Ativo Não Circulante3.403.8202.534.39534,3%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo2.011.1801.304.90354,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber12.9498.00561,8%
1.02.01.03.01Clientes12.9498.00561,8%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques1.926.3071.236.28855,8%
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas3.5123.5120,0%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas3.5123.5120,0%
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes68.41257.09819,8%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Créditos com parceiros nos empreendimentos04.132−100,0%
1.02.01.09.04Impostos a compensar64.83650.11829,4%
1.02.01.09.05Depósitos Judiciais91976−90,7%
1.02.01.09.06Créditos diversos00—
1.02.01.09.07Adiantamento por aquisições de imóveis00—
1.02.01.09.08Adiantamento a fornecedores00—
1.02.01.09.09Demais contas a receber3.4751.86286,6%
1.02.01.09.10Títulos e valores mobiliários10100,0%
1.02.02Investimentos1.390.1981.227.44813,3%
1.02.02.01Participações Societárias774.483608.90727,2%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas774.483608.90727,2%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento615.715618.541−0,5%
1.02.03Imobilizado2.3662.04415,8%
1.02.03.01Imobilizado em Operação2.3662.04415,8%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível760—
1.02.04.01Intangíveis760—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Software760—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Aos Acionistas, Conselheiros e Diretores da Cyrela Commercial Properties S.A. Empreendimentos e ParticipaçõesSão Paulo - SPExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Cyrela Commercial Properties S.A. Empreendimentos e Participações ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2014 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeiras A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro ("IFRSs") aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil, como aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC, pela Comissão de Valores Mobiliários - CVM e pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC, assim como pelos controles internos que a Administração determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados às circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no BrasilEm nossa opinião, as demonstrações financeiras, individuais (controladora) e consolidadas, acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Cyrela Commercial Properties S.A. Empreendimentos e Participações em 31 de dezembro de 2014, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas preparadas de acordo com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro ("IFRSs"), aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil, como aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC, pela Comissão de Valores Mobiliários - CVM e pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Companhia em 31 de dezembro de 2014, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro ("IFRSs") aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil, como aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC, pela Comissão de Valores Mobiliários - CVM e pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC.ÊnfaseConforme descrito na nota explicativa nº 2, as demonstrações financeiras individuais (controladora) e consolidadas foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. As demonstrações financeiras consolidadas preparadas de acordo com as IFRSs aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária consideram adicionalmente a Orientação OCPC 04 editada pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis. Essa orientação trata do reconhecimento da receita desse setor e envolve assuntos relacionados ao significado e aplicação do conceito de transferência contínua de riscos, benefícios e de controle na venda de unidades imobiliárias, conforme descrito em maiores detalhes na nota explicativa nº 2. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoExaminamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2014, preparadas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, de forma consistente às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.São Paulo, 19 de março de 2015DELOITTE TOUCHE TOHMATSU Tarcisio Luiz dos SantosAuditores Independentes ContadorCRC nº 2 SP 011609/O-8 CRC nº 1 SP 207626/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em conformidade com o inciso VI do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, o Diretor de Relações com Investidores da Companhia declara que revisou, discutiu e concordou com as demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2014.São Paulo, 19 de março de 2015. Dani AjbeszycDiretor Financeiro e de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em conformidade com o inciso V do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, o Diretor de Relações com Investidores da Companhia declara que revisou, discutiu e concordou com o relatório de revisão dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2014. São Paulo, 19 de março de 2015. Dani AjbeszycDiretor Financeiro e de Relações com Investidores

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

A Companhia declara não ter Conselho Fiscal.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.