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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016138 páginasCódigo CVM 13986Versão 1Recebida em 08/02/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de SUZANO S.A.

SUZANO S.A. · CNPJ 16.404.287/0001-55

SUZANO S.A.
CNPJ 16.404.287/0001-55
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
SUZANO S.A.
CNPJ
16.404.287/0001-55
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
138
Ano de referência
2016*
Publicado em
08/02/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total29.399.31328.259.9854,0%
1.01Ativo Circulante8.029.5066.589.01921,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa1.614.6971.477.2469,3%
1.01.01.01Caixa e Bancos00—
1.01.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02Aplicações Financeiras2.080.615970.850114,3%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber1.622.1711.885.960−14,0%
1.01.03.01Clientes1.622.1711.885.960−14,0%
1.01.03.01.01Clientes Terceiros00—
1.01.03.01.02Clientes Partes Relacionadas00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques1.313.1431.315.996−0,2%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar425.758596.936−28,7%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar425.758596.936−28,7%
1.01.06.01.01Imposto de Renda e Contribuição Social a Recuperar282.073163.23772,8%
1.01.06.01.02Demais Impostos a Recuperar143.685433.699−66,9%
1.01.07Despesas Antecipadas34.55537.146−7,0%
1.01.08Outros Ativos Circulantes938.567304.885207,8%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros938.567304.885207,8%
1.01.08.03.01Ganhos não Realizados em Operações com Derivativos367.145158.930131,0%
1.01.08.03.02Outros Créditos66.62246.06244,6%
1.01.08.03.03Créditos a Receber de Venda de Energia11.77549.328−76,1%
1.01.08.03.04Créditos a Receber na Venda de Imóveis e Florestas00—
1.01.08.03.05Adiantamentos a Fornecedores493.02556587.161,1%
1.01.08.03.06Créditos com Controladas00—
1.01.08.03.07Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.01.08.03.08Ativos Mantidos Para Venda050.000−100,0%
1.02Ativo Não Circulante21.369.80721.670.966−1,4%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo4.914.0664.995.107−1,6%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos4.072.5284.130.508−1,4%
1.02.01.06Tributos Diferidos4.6242.58379,0%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos4.6242.58379,0%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas13.0000—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes823.914862.016−4,4%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Ganhos não Realizados em Operações com Derivativos77.03536.463111,3%
1.02.01.09.04Demais Impostos a Recuperar349.536433.070−19,3%
1.02.01.09.05Adiantamento a Fornecedores216.578251.287−13,8%
1.02.01.09.06Outras Contas a Receber93.66879.54317,8%
1.02.01.09.07Créditos a Receber de Precatórios00—
1.02.01.09.08Depósitos Judiciais87.09761.65341,3%
1.02.02Investimentos8730—
1.02.02.01Participações Societárias8730—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado16.235.28016.346.234−0,7%
1.02.03.01Imobilizado em Operação15.833.66116.116.498−1,8%
1.02.03.01.01Imobilizado00—
1.02.03.01.02Ativo Biológico00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado10.94813.230−17,2%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento390.671216.50680,4%
1.02.04Intangível219.588329.625−33,4%
1.02.04.01Intangíveis219.588329.625−33,4%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Ágio45.44545.4450,0%
1.02.04.01.03Demais Ativos Intangíveis174.143284.180−38,7%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Suzano Papel e Celulose S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira individual e consolidada da Suzano Papel e Celulose S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASBBase para OpiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladoras, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas Normas Profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que em nosso julgamento profissional foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Mensuração ao valor justo de ativos biológicosConforme mencionado na nota explicativa 13, os ativos biológicos são mensurados a valor justo cujo valor presente do fluxo de caixa descontado é determinado com base em metodologia específica para refletir os modelos econômicos de uma unidade de negócios exclusiva para o plantio de eucalipto e corte da madeira. Na determinação do valor justo, são utilizadas premissas que envolvem alto grau de julgamento da Companhia, entre outras, o ciclo médio de formação de florestas por região do plantio, volume de produção de madeira com casca estimado em m3 por hectares no final do ciclo de formação, custo padrão médio por hectare, preço médio de venda do eucalipto, condições do ativo e taxas de descontos para cálculo do valor justo do ativo biológico menos custo para vender. Devido à relevância das estimativas e do impacto que eventuais mudanças nas premissas poderiam trazer nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, consideramos este assunto como sendo significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoOs procedimentos da auditoria incluíram a avaliação do desenho e implementação dos controles internos relacionados à atividade florestal da Companhia, bem como o envolvimento de nossos especialistas em finanças corporativas na avaliação das premissas utilizadas, testes de recálculo das projeções e fluxos de caixa preparados pela Companhia, comparação com as informações obtidas de fontes externas, quando disponíveis, e realização de testes documentais para garantir a integridade e precisão dos dados utilizados na base de cálculo do valor justo. Adicionalmente, como parte dos nossos procedimentos de auditoria, verificamos a adequação das divulgações conforme nota explicativa 13.Realização do imposto de renda e contribuição social diferidos ativosConforme mencionado na nota explicativa 12, a Companhia utiliza-se de certas premissas na apuração de lucros tributáveis futuros, tais como estimativas de receita de vendas de celulose e papel, custo de produção, despesas de depreciação e receitas e despesas financeiras que fundamentam as expectativas de realização do imposto de renda e contribuição social diferidos ativos nos próximos exercícios. Devido ao alto grau de julgamento para determinar as projeções de lucros tributáveis futuros e do impacto que eventuais mudanças nas premissas poderiam trazer nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, consideramos esse assunto como significativo para nossa a auditoria. Como nossa auditoria conduziu esse assuntoOs procedimentos de auditoria incluíram o envolvimento de nossos especialistas em finanças corporativas para analisar as premissas adotadas nas projeções dos lucros tributáveis futuros bem como a comparação de dados, quando disponíveis, com outras fontes externas. Adicionalmente, envolvemos os nossos especialistas tributários, que com base em amostragem, avaliaram o cumprimento e aderência do tratamento dado pela Companhia às despesas dedutíveis ou receitas tributárias, que compõem o saldo de diferenças temporárias, e às respectivas leis tributárias no Brasil. Adicionalmente, verificamos a adequação das divulgações conforme nota explicativa 12.Realização de impostos a recuperar - Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços ("ICMS")Conforme mencionado na nota explicativa 26, as operações com mercado externo representam 66% das vendas da Companhia , as quais são isentas de tributação por impostos indiretos. No entanto, no processo produtivo, a Companhia toma créditos de ICMS na aquisição de insumos, adicionais aos créditos já tomados sobre ativo imobilizado destinados a produção, resultando em saldo a recuperar de ICMS. A realização do saldo de ICMS das unidades de Mucurí-BA e Imperatriz-MA dependerá de vendas destinadas ao mercado interno ou de autorizações especificas das autoridades fiscais dos respectivos Estados para que possam ser negociados com terceiros. A estimativa para utilização desses créditos envolve um alto grau de julgamento, considerando planos estratégicos da Companhia e aprovações para negociações dos créditos pelos respectivos Estados. Por esses motivos consideramos este assunto como significativo para a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas do exercício.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoOs procedimentos de auditoria realizados consideraram testes de documentação, com base em amostragem, para analisar a apropriada classificação e registros de créditos na aquisição de insumos, nas operações ocorridas nas fábricas de Mucuri - BA e de Imperatriz - MA. Analisamos o plano estratégico para a realização desses créditos, em conjunto com nossos especialistas tributários, e corroboramos as premissas e demais informações relevantes por meio de indagações a Companhia. Adicionalmente, envolvemos os nossos especialistas tributários para analisar a aderência das normas e dos procedimentos definidos nas legislações estaduais e, com base em testes, analisar a adequação dos respectivos registros fiscais. Também, verificamos a adequação das divulgaçõ es conforme nota explicativa 9.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditor A Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há uma distorção relevante no relatório da Administração somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião.Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectarão as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras consolidadas.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional, e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoriaComunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as resp ectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. São Paulo, 08 de fevereiro de 2017KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6Carla BellangeroContadora CRC 1SP196751/O-4

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Pareceres e Declarações / Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações FinanceirasPARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO CVM nº 480/09Declaro, na qualidade de Diretor Executivo da Suzano Papel e Celulose S.A., sociedade por ações com sede na Cidade de Salvador, Estado da Bahia, na Avenida Professor Magalhães Neto, nº 1752 - 10º andar, salas 1009, 1010 e 1011, CEP 41810-011, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 16.404.287/0001-55 ("Companhia"), nos termos dos incisos V e VI do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, que juntamente com os demais membros da Diretoria da Companhia revi, discuti e concordei com as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016.São Paulo, 08 de fevereiro de 2017.Walter Schalka - Diretor Presidente Alexandre Chueri Neto - Diretor Executivo da Unidade de Negócio FlorestalCarlos Alberto Griner - Diretor Executivo de Recursos Humanos, Relações Institucionais e SustentabilidadeCarlos Aníbal Fernandes de Almeida Júnior - Diretor Executivo da Unidade de Negócio de Papel e da Unidade de CeluloseMarcelo Feriozzi Bacci - Diretor Executivo de Finanças e Relações com InvestidoresRenato Tyszler - Diretor Executivo de Inovação e Novos Negócios

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Pareceres e Declarações / Declaração dos Diretores sobre o Parecer dos Auditores IndependentesPARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO CVM nº 480/09Declaro, na qualidade de Diretor Executivo da Suzano Papel e Celulose S.A., sociedade por ações com sede na Cidade de Salvador, Estado da Bahia, na Avenida Professor Magalhães Neto, nº 1752 - 10º andar, salas 1009, 1010 e 1011, CEP 41810-011, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 16.404.287/0001-55 ("Companhia"), nos termos dos incisos V e VI do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, que juntamente com os demais membros da Diretoria da Companhia revi, discuti e concordei com a opinião expressada no parecer dos auditores independentes, referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016.São Paulo, 08 de fevereiro de 2017.Walter Schalka - Diretor Presidente Alexandre Chueri Neto - Diretor Executivo da Unidade de Negócio FlorestalCarlos Alberto Griner - Diretor Executivo de Recursos Humanos, Relações Institucionais e SustentabilidadeCarlos Aníbal Fernandes de Almeida Júnior - Diretor Executivo da Unidade de Negócio de Papel e da Unidade de CeluloseMarcelo Feriozzi Bacci - Diretor Executivo de Finanças e Relações com InvestidoresRenato Tyszler - Diretor Executivo de Inovação e Novos Negócios

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALSenhores Acionistas, os membros do CONSELHO FISCAL da Suzano Papel e Celulose S.A., em reunião realizada nesta data e no uso de suas atribuições legais e estatutárias, examinaram o Relatório da Administração, as Demonstrações Financeiras, as Demonstrações Financeiras Consolidadas, as respectivas Notas Explicativas, e a Proposta de Destinação do Resultado do Exercício, referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016, acompanhados do parecer dos auditores independentes, "KPMG Auditores Independentes", bem como a Projeção de Resultados da Companhia, para fins de atendimento da Instrução CVM n° 371, de 27 de junho de 2002, entendendo estarem em conformidade com as prescrições legais, opinaram favoravelmente à sua aprovação.São Paulo, 08 de fevereiro de 2017.Rubens BarlettaLuiz Augusto Marques PaesAlessandro Golombiewski Teixeira

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.