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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201589 páginasCódigo CVM 20036Versão 1Recebida em 03/09/2015valores em R$ mil

DFP 2015 de BRASILAGRO - COMPANHIA BRASILEIRA DE PROPRIEDADES AGRICOLAS

BRASILAGRO - COMPANHIA BRASILEIRA DE PROPRIEDADES AGRICOLAS · CNPJ 07.628.528/0001-59

BRASILAGRO - COMPANHIA BRASILEIRA DE PROPRIEDADES AGRICOLAS
CNPJ 07.628.528/0001-59
DFP 2015
Exercício 2015
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Metadados

Empresa
BRASILAGRO - COMPANHIA BRASILEIRA DE PROPRIEDADES AGRICOLAS
CNPJ
07.628.528/0001-59
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
89
Ano de referência
2015*
Publicado em
03/09/2015 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:58

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta30/06/201530/06/2014Var.
1Ativo Total1.017.840828.38222,9%
1.01Ativo Circulante448.837238.08788,5%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa75.62086.745−12,8%
1.01.02Aplicações Financeiras273.25821.5321.169,1%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo273.25821.5321.169,1%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.01.03Títulos e valores imobiliários273.25821.5321.169,1%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber47.20066.175−28,7%
1.01.03.01Clientes46.02865.010−29,2%
1.01.03.02Outras Contas a Receber1.1721.1650,6%
1.01.03.02.01Transação com partes relacionadas85672318,4%
1.01.03.02.02Outros Créditos316442−28,5%
1.01.04Estoques32.22540.210−19,9%
1.01.05Ativos Biológicos1.6241.42114,3%
1.01.06Tributos a Recuperar5.4123.74944,4%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.06.01.01Créditos Fiscais e Tributários00—
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.07.01Despesa de Exercício Seguinte00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes13.49818.255−26,1%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros13.49818.255−26,1%
1.01.08.03.01Operações com Derivativos13.49818.255−26,1%
1.01.08.03.02Outros Ativos00—
1.02Ativo Não Circulante569.003590.295−3,6%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo454.880521.418−12,8%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo1.46813.782−89,3%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.01.03Títulos e valores mobiliários restritos1.46813.782−89,3%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber22.80237.453−39,1%
1.02.01.03.01Clientes22.80237.453−39,1%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos29.24531.202−6,3%
1.02.01.06Tributos Diferidos43.13743.554−1,0%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes358.228395.427−9,4%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Impostos a recuperar24.60229.849−17,6%
1.02.01.09.04Operações com Derivativos40863547,6%
1.02.01.09.05Propriedades para Investimento288.347334.803−13,9%
1.02.01.09.06Depósitos Judiciais5.8114.64425,1%
1.02.01.09.07Transacões com partes relacionadas39.06026.06849,8%
1.02.02Investimentos99.72950.36998,0%
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado10.60213.542−21,7%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível3.7924.966−23,6%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Aos Administradores, Conselheiros e Acionistas daBrasilagro - Companhia Brasileira de Propriedades AgrícolasSão Paulo - SPExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Brasilagro - Companhia Brasileira de Propriedades Agrícolas ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2015 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjuntoAcreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Brasilagro - Companhia Brasileira de Propriedades Agrícolas em 30 de junho de 2015, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 30 de junho de 2015, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRSs que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. São Paulo, 3 de setembro de 2015.ERNST & YOUNGAuditores Independentes S.S.CRC-2SP015199/O-6Marcos Alexandre S. Pupo Bruno Mattar GalvãoContador CRC-1SP221749/O-0Contador CRC-1SP267770/O-6

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASEm conformidade com o inciso VI do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício encerrado em 30 de junho de 2015. São Paulo, 03 de setembro de 2015.Julio Toledo Piza NetoCEO e Diretor de Relações com InvestidoresGustavo Javier LopezDiretor AdministrativoAndré GuillaumonDiretor de Operações

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE O PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTESEm conformidade com o inciso V do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com o relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício encerrado em 30 de junho de 2015, emitido nesta data. São Paulo, 03 de setembro de 2015.Julio Toledo Piza NetoCEO e Diretor de Relações com InvestidoresGustavo Javier LopezDiretor AdministrativoAndré GuillaumonDiretor de Operações

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALOs membros do Conselho Fiscal da Brasilagro - Companhia Brasileira de Propriedades Agrícolas, em cumprimento às disposições legais e estatutárias, examinaram o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras da Companhia elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as Demonstrações Financeiras Consolidadas elaboradas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro ("IFRS"), emitidas pelo International Accounting Standards Board ("IASB") e as práticas contábeis adotadas no Brasil, todos referentes ao exercício social encerrado em 30 de junho de 2015.Com base nos exames efetuados, considerando, ainda, o relatório da Ernst & Young Auditores Independentes S.S., emitido nesta data, bem como as informações e esclarecimentos prestados pela Administração, os membros do Conselho Fiscal concluíram que referidos documentos foram devidamente elaborados e estão, em todos os seus aspectos relevantes, adequados, devendo, portanto, ser encaminhados à aprovação da Assembleia Geral Ordinária da Companhia.São Paulo, 03 de setembro de 2015.____________________________Fabiano Nunes Ferrari___________________________Ivan Luvisotto Alexandre_____________________________Débora de Souza Morsch

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.