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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2012187 páginasCódigo CVM 21237Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 24/05/2013valores em R$ mil

DFP 2012 de ENEVA S.A.

ENEVA S.A. · CNPJ 04.423.567/0001-21

Versões deste exercício: v1 (19/02/2013) · v2 (24/05/2013), esta

ENEVA S.A.
CNPJ 04.423.567/0001-21
DFP 2012 (V2)
Exercício 2012
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Metadados

Empresa
ENEVA S.A.
CNPJ
04.423.567/0001-21
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
187
Ano de referência
2012*
Publicado em
24/05/2013 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:46

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201231/12/2011Var.
1Ativo Total9.451.1807.953.68018,8%
1.01Ativo Circulante1.100.7281.708.592−35,6%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa590.4691.442.415−59,1%
1.01.01.01Caixa e Bancos7.19120.554−65,0%
1.01.01.02Fundo Multimercado MPX 63582.3351.210.166−51,9%
1.01.01.03Bradesco Corporate FIC FI Referenciado DI Federal1461.505−100,0%
1.01.01.04CDB0124.449−100,0%
1.01.01.05Outras Aplicações em Renda FIxa92925.741−96,4%
1.01.02Aplicações Financeiras3.4419.437−63,5%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo3.4419.437−63,5%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.01.03Títulos e Valores Mobiliários3.4419.437−63,5%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber152.11421.898594,6%
1.01.03.01Clientes152.11421.898594,6%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques211.71885.938146,4%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar57.43837.71152,3%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar57.43837.71152,3%
1.01.07Despesas Antecipadas40.46213.908190,9%
1.01.08Outros Ativos Circulantes45.08697.285−53,7%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros45.08697.285−53,7%
1.01.08.03.01Adiantamentos Diversos20.26711.28579,6%
1.01.08.03.03Ganhos com Derivativos3.01819.289−84,4%
1.01.08.03.04Depósitos Vinculados4.23761.844−93,1%
1.01.08.03.05Subsídios a receber - CCC17.5614.828263,7%
1.01.08.03.06Outros Créditos339−92,3%
1.02Ativo Não Circulante8.350.4526.245.08833,7%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo675.016527.92127,9%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos456.123339.04934,5%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos456.123339.04934,5%
1.02.01.07Despesas Antecipadas8.7052.514246,3%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes210.188186.35812,8%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Ganhos com Derivativos00—
1.02.01.09.04Depósitos Vinculados137.71762.471120,4%
1.02.01.09.05Subsídios a Receber - CCC24.61724.6170,0%
1.02.01.09.06Títulos e Valores Mobiliários00—
1.02.01.09.07Impostos a Recuperar34.70990.834−61,8%
1.02.01.09.08Contas a Receber com Outras Pessoas Ligadas8.5758.4361,6%
1.02.01.09.11Mutuo com Controladas3590—
1.02.01.09.12Contas a Receber com Controladas3.7320—
1.02.01.09.13Derivativos embutidos4790—
1.02.01.09.14Outros Créditos00—
1.02.02Investimentos62.95655.74212,9%
1.02.02.01Participações Societárias62.95655.74212,9%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas31.86154.466−41,5%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias31.0951.2762.336,9%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado7.362.8155.393.80936,5%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível249.665267.616−6,7%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAos Acionistas, Conselheiros e Diretores daMPX Energia S.A.Rio de Janeiro - RJExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da MPX Energia S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da MPX Energia S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da MPX Energia S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfaseConforme descrito na nota explicativa 3, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da MPX Energia S.A. essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo e pela opção pela manutenção do saldo de ativo diferido, existente em 31 de dezembro de 2008, que vem sendo amortizado. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.Continuidade das operaçõesParte relevante da Companhia, suas controladas e controladas em conjunto encontram-se em fase pré-operacional, e a continuidade dos negócios e a recuperação dos valores registrados no ativo não circulante dependem do sucesso das operações futuras, bem como do suporte financeiro dos acionistas e/ou recursos de terceiros até que suas operações se tornem rentáveis. Os planos da administração com relação às atividades operacionais estão descritos nas notas explicativas 1 e 12. As demonstrações financeiras foram preparadas considerando a continuidade normal dos negócios da Companhia, suas controladas e controladas em conjunto. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.Reapresentação das demonstrações financeirasEm 19 de fevereiro de 2013 emitimos relatório de auditoria sem modificação sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da MPX Energia S.A. que ora estão sendo reapresentadas. Conforme descrito na nota explicativa 3(a), essas demonstrações financeiras foram alteradas e estão sendo reapresentadas para refletir alterações em notas explicativas relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, e inclusão de eventos subsequentes adicionais descrito na nota explicativa 30. Consequentemente, nossa opinião considera essas alterações e substitui a opinião anteriormente emitida. Nossa opinião não contém modificação relacionada a esse assunto. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, preparadas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anteriorAs demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011 foram examinadas por outros auditores independentes, que emitiram relatório de auditoria sobre as demonstrações financeiras, sem modificações, datado de 23 de maio de 2013, o qual inclui ênfase relativa ao mesmo assunto descrito no parágrafo de ênfase acima mencionado. Rio de Janeiro, 23 de maio de 2013ERNST & YOUNG TERCOAuditores Independentes S.S.CRC - 2SP 015.199/O-6 - F - RJRoberto Cesar Andrade dos SantosContador CRC - 1RJ 093.771/O-9

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em observância às disposições constantes no artigo 25 da Instrução nº 480/09, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as Demonstrações Financeiras (Controladora e Consolidado) relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012.Rio de Janeiro, 23 de maio de 2013.Eduardo Karrer - Diretor Presidente e de Relações com InvestidoresRudolph Ihns - Diretor FinanceiroXisto Vieira Filho - Diretor de Comercialização de Energia e RegulaçãoMarcus Bernd Temke - Diretor de Implantação e OperaçõesBruno de Rossi Chevalier - Diretor Jurídico

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em observância às disposições constantes no artigo 25 da Instrução nº 480/09, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com a opinião expressa no parecer dos Auditores Independentes, datado em 19 de fevereiro de 2013, relativo às Demonstrações Financeiras (Controladora e Consolidado) do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012. Rio de Janeiro, 23 de maio de 2013.Eduardo Karrer - Diretor Presidente e de Relações com InvestidoresRudolph Ihns - Diretor FinanceiroXisto Vieira Filho - Diretor de Comercialização de Energia e RegulaçãoMarcus Bernd Temke - Diretor de Implantação e OperaçõesBruno de Rossi Chevalier - Diretor Jurídico

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Não aplicável.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.