Pular para o conteúdo
BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2011159 páginasCódigo CVM 20010Versão 3 · reapresentaçãoRecebida em 02/12/2012valores em R$ mil

DFP 2011 de EQUATORIAL S.A.

EQUATORIAL S.A. · CNPJ 03.220.438/0001-73

Versões deste exercício: v1 (16/02/2012) · v2 (25/10/2012) · v3 (02/12/2012), esta

EQUATORIAL S.A.
CNPJ 03.220.438/0001-73
DFP 2011 (V3)
Exercício 2011
Carregando…

Preparando pré-visualização do PDF…

Documentos maiores podem levar alguns segundos.

Metadados

Empresa
EQUATORIAL S.A.
CNPJ
03.220.438/0001-73
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
159
Ano de referência
2011*
Publicado em
02/12/2012 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:41

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201131/12/2010Var.
1Ativo Total3.398.8313.276.5313,7%
1.01Ativo Circulante1.053.6171.098.535−4,1%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa242.655550.077−55,9%
1.01.02Aplicações Financeiras205.7450—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber527.637489.1697,9%
1.01.03.01Clientes472.627427.37010,6%
1.01.03.02Outras Contas a Receber55.01061.799−11,0%
1.01.03.02.01Serviços pedidos29.10255.335−47,4%
1.01.03.02.02Outros créditos7.9656.46423,2%
1.01.03.02.03Depósitos judiciais17.9430—
1.01.04Estoques8.7527.9659,9%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar68.82851.32434,1%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar68.82851.32434,1%
1.01.06.01.01Impostos e contribuições a recuperar38.59450.596−23,7%
1.01.06.01.02Imposto de renda e contribuição social diferidos00—
1.01.06.01.03Imposto sobre o lucro30.2347284.053,0%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes00—
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante2.345.2142.177.9967,7%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo417.150428.949−2,8%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber69.98058.17720,3%
1.02.01.03.01Clientes69.98058.17720,3%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos75.911148.027−48,7%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos75.911148.027−48,7%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes271.259222.74521,8%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Ativo Financeiro da Concessão - líquido79.21450.40957,1%
1.02.01.09.04Bens e Direitos destinados à alienação00—
1.02.01.09.05Outros créditos8.9508.8421,2%
1.02.01.09.06Depósitos judiciais133.321112.51118,5%
1.02.01.09.07Impostos e contribuições a recuperar40.32142.813−5,8%
1.02.01.09.08Impostos sobre o lucro9.4538.17015,7%
1.02.02Investimentos27222123,1%
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado137.749142.245−3,2%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível1.790.0431.606.58111,4%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAosAdministradores e Acionistas daEquatorial Energia S.A.São Luís - MAExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Equatorial Energia S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Equatorial Energia S.A. em 31 de dezembro de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Equatorial Energia S.A. em 31 de dezembro de 2011, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfaseConforme descrito na nota explicativa 4, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Equatorial Energia S.A. essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.Reapresentação das demonstrações financeiras Em 24 de outubro de 2012, reemitimos nosso relatório de auditoria sem modificações sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, substituindo nosso relatório de auditoria sem modificação originalmente emitido em 15 de fevereiro de 2012. Conforme descrito na nota explicativa 3, essas demonstrações financeiras foram alteradas para proporcionar uma apresentação mais adequada em relação às práticas contábeis adotadas no Brasil e estão sendo reapresentadas. A reapresentação se refere a reclassificação de determinados fundos de investimento do grupo de caixa e equivalentes a caixa para a conta de investimentos de curto prazo. Consequentemente, nossa opinião considera essas alterações e substitui a opinião anteriormente emitida.Conforme descrito na nota explicativa 3, em 24 de outubro de 2012, a Companhia efetuou correções nas demonstrações de fluxos de caixa nas atividades de financiamento correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010. Os auditores independentes antecessores auditaram as novas demonstrações financeiras correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, emitindo nova opinião sem modificação em 24 de outubro de 2012, substituindo a opinião sem modificação emitida em 29 de março de 2011. Os valores comparativos apresentados foram extraídos das demonstrações financeiras reapresentadas. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, preparadas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Recife (PE), 27 de novembro de 2012ERNST & YOUNG TERCOAuditores Independentes S.S.CRC 2SP015199/O-6-S-MACarlos Santos Mota FilhoContador CRC - PE 020.728/O-7-S-MA

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações FinanceirasEm atendimento ao artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução CVM nº 480/09, os Diretores da Companhia Srs. Firmino Ferreira Sampaio Neto, Diretor-Presidente Eduardo Haiama, Diretor Financeiro e de Relações com Investidores Ana Marta Horta Veloso e Tinn Freire Amado, diretores sem designação específica, declaram que (i) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2011 e (ii) reviram, discutiram e concordam, sem quaisquer ressalvas, com as opiniões expressas no parecer emitido em 27 de novembro de 2012 pela Ernst & Young Terco Auditores Independentes, auditores independentes da Companhia, com relação às demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2011.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre o Parecer dos Auditores IndependentesEm atendimento ao artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução CVM nº 480/09, os Diretores da Companhia Srs. Firmino Ferreira Sampaio Neto, Diretor-Presidente Eduardo Haiama, Diretor Financeiro e de Relações com Investidores Ana Marta Horta Veloso e Tinn Freire Amado, diretores sem designação específica, declaram que (i) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2011 e (ii) reviram, discutiram e concordam, sem quaisquer ressalvas, com as opiniões expressas no parecer emitido em 27 de novembro de 2012 pela Ernst & Young Terco Auditores Independentes, auditores independentes da Companhia, com relação às demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2011.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALPARECER DO CONSELHO FISCAL - O Conselho Fiscal da EQUATORIAL ENERGIA S.A., no uso de suas atribuições legais e estatutárias, de acordo com o disposto no artigo 163, da Lei nº. 6404/76, examinou o Relatório Anual da Administração, as Demonstrações Financeiras e a proposta de distribuição dos lucros, e análise de documentos relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2.011.Nossos exames das demonstrações citadas no parágrafo anterior foram complementados, ainda, por análises e documentos e, substancialmente, por informações e esclarecimentos prestados aos membros do Conselho Fiscal pelos Auditores Independentes e pela Administração da Companhia.Desta forma, tendo em conta, ainda, o parecer dos auditores independentes, ERNST & YOUNG, emitido em 27 de novembro de 2012, sem ressalvas, O CONSELHO FISCAL, pela unanimidade de seus membros, opina que os referidos documentos estão em condições de serem apresentados à Assembleia Geral Ordinária de Acionistas para deliberação. Rio de Janeiro, 27 de novembro de 2012. Felipe Sousa Bittencourt, Paulo Roberto Franceschi e Sergio Passos Ribeiro, Conselho Fiscal.Rio de Janeiro, 27 de novembro de 2012.Felipe Sousa Bittencourt Paulo Roberto Franceschi Sergio Passos Ribeiro

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.