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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016161 páginasCódigo CVM 24180Versão 1Recebida em 31/07/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de IRB-BRASIL RESSEGUROS S.A.

IRB-BRASIL RESSEGUROS S.A. · CNPJ 33.376.989/0001-91

IRB-BRASIL RESSEGUROS S.A.
CNPJ 33.376.989/0001-91
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
IRB-BRASIL RESSEGUROS S.A.
CNPJ
33.376.989/0001-91
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
161
Ano de referência
2016*
Publicado em
31/07/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total13.585.19514.368.448−5,5%
1.01Ativo Circulante7.180.1878.633.069−16,8%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa217.57518.2771.090,4%
1.01.01.01Caixa e bancos217.57518.2771.090,4%
1.01.02Aplicações Financeiras861.4732.066.856−58,3%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo856.2092.045.922−58,2%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação673.464990.923−32,0%
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda182.7451.054.999−82,7%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado5.26420.934−74,9%
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento5.26420.934−74,9%
1.01.03Créditos das Operações2.429.7192.218.3059,5%
1.01.03.01Seguros e Resseguros2.429.7192.218.3059,5%
1.01.03.01.01Operações com Seguradoras1.776.5131.670.5586,3%
1.01.03.01.02Operações com Resseguradoras596.199427.25539,5%
1.01.03.01.03Outros Créditos Operacionais57.007120.492−52,7%
1.01.03.01.04Provisão para riscos de créditos00—
1.01.03.02Previdência Complementar00—
1.01.03.02.01Títulos e Créditos a Receber00—
1.01.03.02.02Outros Créditos00—
1.01.03.03Capitalização00—
1.01.03.04Outras Operações00—
1.01.04Títulos e Créditos a Receber137.025143.405−4,4%
1.01.04.01Títulos e Créditos a Receber35.37612.313187,3%
1.01.04.02Créditos Tributários e Previdênciários101.649131.092−22,5%
1.01.05Outros Valores e Bens00—
1.01.06Empréstimos e Depósitos Compulsórios00—
1.01.07Despesas Antecipadas3.3201.247166,2%
1.01.07.01Despesas antecipadas00—
1.01.08Despesas de Comercialização Diferidas00—
1.01.08.04Custos de Aquisição Diferidos - Seguros00—
1.01.09Outros Ativos Circulantes3.531.0754.184.979−15,6%
1.01.09.01Ativos Não Correntes a Venda00—
1.01.09.01.01Prêmios - Retrocessão00—
1.01.09.01.02Sinistros - Retrocessão00—
1.01.09.01.03Outras Provisões00—
1.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.09.03Outros3.531.0754.184.979−15,6%
1.01.09.03.01Ativos de Resseguro e Retrocessão - Provisões Técnicas3.531.0754.184.979−15,6%
1.02Ativo Não Circulante6.405.0085.735.37911,7%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo5.911.2465.362.42510,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo4.476.8813.874.45515,5%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda4.476.8813.874.45515,5%
1.02.01.01.03Outras Provisões00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado258.287229.32812,6%
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento258.287229.32812,6%
1.02.01.03Créditos das Operações00—
1.02.01.04Títulos e Créditos a Receber1.114.5001.189.041−6,3%
1.02.01.04.01Títulos e créditos a receber26.72828.118−4,9%
1.02.01.04.02Créditos tributários e previdenciários165.066206.190−19,9%
1.02.01.04.03Ativo fiscal diferido351.907480.691−26,8%
1.02.01.04.04Depósitos judiciais e fiscais570.799474.04220,4%
1.02.01.04.05Outros créditos a receber00—
1.02.01.05Outros Valores e Bens00—
1.02.01.06Empréstimos e Depósitos Compulsórios00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Despesas de Comercialização Diferidas00—
1.02.01.09Tributos Diferidos00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes61.57869.601−11,5%
1.02.01.10.01Ativos Não Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.02Investimentos384.767273.67640,6%
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas no País00—
1.02.02.01.02Participações em Coligadas no Exterior00—
1.02.02.01.05Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento384.767273.67640,6%
1.02.02.02.01Imóveis Destinados a Renda384.661273.56240,6%
1.02.02.02.02Outros Investimentos106114−7,0%
1.02.03Imobilizado46.71935.92130,1%
1.02.03.01Imobilizado em Operação46.71935.92130,1%
1.02.03.01.01Imóveis11.94013.016−8,3%
1.02.03.01.02Bens Móveis19.21921.551−10,8%
1.02.03.01.03Outras Imobilizações15.5601.3541.049,2%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível62.27663.357−1,7%
1.02.04.01Intangíveis62.27663.357−1,7%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas Aos Administradores e Acionistas IRB-Brasil Resseguros S.A. Opinião Examinamos as demonstrações contábeis individuais do IRB-Brasil Resseguros S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações contábeis do IRB-Brasil Resseguros S.A. e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do IRB-Brasil Resseguros S.A. e do IRB-Brasil Resseguros S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2016, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB). Base para opinião Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticosrelevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais Assuntos de Auditoria Principais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Porque é um PAA Mensuração e reconhecimento das provisões técnicas de contratos de resseguros (Notas 18 e 26.9) A determinação dos valores de provisões técnicas dos contratos de resseguros envolve julgamento relevante da administração na elaboração de metodologias para o desenvolvimento dos sinistros ocorridos e prêmios emitidos baseado no triangulo de run-off , bem como na definição de premissas para os cálculos, tais como: valor estimado de abertura de sinistros, taxa de desconto, estimativa dos fatores de risco dos sinistros judiciais, expectativa de recuperação de sinistros, riscos assumidos e vigentes de apólices em processo de emissão. Essa foi uma área de foco em nossa auditoria uma vez que o uso de diferentes premissas e metodologia para a mensuração e o reconhecimento dessas provisões técnicas pode resultar em impactos relevantes na mensuração dessas provisões e nos resultados da Companhia. Receita de prêmios emitidos de contratos de resseguros (Notas 24.1 e 26.14) O reconhecimento da receita de prêmios de contratos de resseguros é complexo, pois as transações envolvem diversas variáveis que abrangem, entre outras, a análise e a aceitação do risco no processo de subscrição, o processamento e a contabilização do prêmio conforme os tipos de contratos-facultativos ou automáticos-e os critérios de repartição dos prêmios -proporcionais e não proporcionais. Dessa forma, são necessários controles distintos, alguns manuais, que permitam o reconhecimento da receita de prêmios emitidos nos montantes e períodos corretos. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, testes da efetividade de controles internos relevantes relacionados ao processo de registro, avaliação e aprovação das provisões técnicas de resseguros da Companhia e de suas controladas. Consideramos, ainda, os controles de aprovação das notas técnicas atuarias da Companhia e suas controladas pelos responsáveis finais técnicos, confirmando se estes tinham as qualificações e experiência apropriadas. Adicionalmente, avaliamos as principais premissas financeiras e atuariais utilizadas pela administração na determinação das provisões em relação às premissas utilizadas pelo mercado e/ou com base no histórico da Companhia e procedemos ao recálculo dos principais saldos das provisões técnicas em 31 de dezembro de 2016, testando a exatidão e a integridade das bases de dados de emissão de apólices e de sinistros utilizadas, por meio de técnicas de auditoria por computador. Consideramos que as premissas utilizadas na determinação das provisões técnicas são razoáveis, o resultado do cálculo das provisões reflete as premissas utilizadas e as divulgações efetuadas são consistentes com as informações obtidas. Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: Teste da efetividade dos controles internos relevantes do processo de subscrição, de reconhecimento da receita de prêmios emitidos e dos sistemas relevantes de tecnologia da informação que suportam esses processos e controles. Utilização de técnicas de auditoria por computador para confirmar a integridade dos dados operacionais de prêmios emitidos para posterior comparação com os montantes registrados no sistema contábil.Em base amostral, testes de transações das operações de resseguros com foco nas confirmação das variáveis contratuais mencionadas, inspeção de documentação suporte (contratos e apólices), e análise da aderência às políticas aplicadas para o reconhecimentos dos prêmios efetivos e estimados derivados dos referidos contratos. Testes de liquidação subsequente de prêmios emitidos, com a inspeção de documentos que comprovem o recebimento dos montantes registrados contabilmente. Como resultado da aplicação desses procedimentos, consideramos que o reconhecimento da receita de prêmios emitidos de contratos de resseguros é apropriado no contexto das demonstrações financeiras tomadas em seu conjunto. Porque é um PAA Consideramos o reconhecimento da receita de prêmios emitidos de contratos de resseguros como relevante em nosso processo de auditoria devido aos montantes envolvidos e as inúmeras peculiaridades envolvendo o processo de aceitação do risco. Outros assuntos Demonstrações do Valor Adicionado As demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 -"Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis individuais e consolidadas e o relatório do auditor A administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações contábeis individuais e consolidadas A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeira (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis. Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:  Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.  Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.  Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.  Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.  Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.  Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos. Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarm os que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. Rio de Janeiro, 6 de julho de 2017 PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5 "F" RJ Claudia Eliza Medeiros de MirandaContadora CRC 1RJ087128/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

PARECER DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO O Conselho de Administração do IRB-Brasil Resseguros S.A., em cumprimento ao disposto no artigo 142, inciso V, da Lei no 6.404/76 e no artigo 52 do Estatuto Social da Companhia e considerando o Parecer da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, do Conselho Fiscal e o Relatório do Comitê de Auditoria, se manifestou favoravelmente às Demonstrações Contábeis Individuais do IRB Brasil RE e ao Relatório da Administração, relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, observados os dispositivos da Circular SUSEP nº 517, de 30 de julho de 2015. No tocante à Destinação do Lucro Líquido do Exercício de 2016, o Conselho também se manifestou favoravelmente à proposta de dividendos, conforme especificado no quadro abaixo: Período 2016 Percentual de Distribuição 75% Lucro Líquido do exercício 849.874.028,92 Base para distribuição 637.405.521,69 Dividendos Mínimos Obrigatórios (25%) 212.468.507,23 Dividendos adicionais propostos 424.937.014,46 Dividendos a distribuir 637.405.521,69 Juros sobre capital próprio líquidos 219.844.566,64 Dividendos à pagar 417.560.955,05 Reserva para reinvestimento 432.313.073,87 Rio de Janeiro, 17 de fevereiro de 2017 Ana Paula Vitali Janes Vescovi Presidente Alexsandro Broedel Lopes Conselheiro Flavio Eduardo Arakaki Conselheiro José Maurício Pereira Coelho Conselheiro Samuel Monteiro dos Santos Júnior Conselheiro

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Resumo do Relatório do Comitê de Auditoria referente às Demonstrações Contábeis do exercício de 2016 O IRB-Brasil Resseguros S.A. (IRB Brasil RE) é uma sociedade anônima de capital fechado regida pelo seu Estatuto Social e pela legislação vigente que lhe for aplicável e tem por objeto efetuar operações de resseguro e retrocessão no País e no Exterior. O Comitê de Auditoria do IRB Brasil RE é um órgão consultivo estatutário que se reporta diretamente ao Conselho de Administração e tem por finalidade: (i) assessorar o mencionado Conselho em suas funções de auditoria e fiscalização, principalmente no acompanhamento dos princípios e normas contábeis e das demonstrações contábeis da Companhia (ii) monitorar o processo de Controles Internos e (iii) supervisionar as atividades e avaliar ostrabalhos da Auditoria Independente e da Auditoria Interna. É composto por um integrante do Conselho de Administração, o qual não participa da Diretoria Estatutária e quatro membros independentes, não-vinculados à Administração da Companhia. O presente relatório compreendeu as atividades desenvolvidas no período janeiro a dezembro de 2016, relativas ao acompanhamento das ações visando às demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2016. Como resultado dos trabalhos, foram analisadas as demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2016, foram feitas solicitações e recomendações sobre diversos assuntos e registradas em atas. As avaliações basearam-se nas informações recebidas, por ocasião de suas reuniões, da Administração, dos Auditores Externos, da Auditoria Interna, dos responsáveis pelo gerenciamento de riscos e de controles internos, pelo gestor da área contábil e das demais áreas operacionais e administrativas. As Demonstrações Contábeis do IRB-Brasil RE, incluídas as Notas Explicativas, foram auditadas pela empresa de auditoria independente externa, PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes (PwC). A Administração do IRB Brasil RE, responsável pela elaboração, apresentação e integridade das Demonstrações Contábeis da Companhia, forneceu ao auditor independente todos os dados, documentações, informações e condições necessárias para o efetivo desempenho do objeto da prestação de seus serviços. As Demonstrações Contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2016 foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil associadas à legislação societária, às normas dos órgãos reguladores concernentes e aos pronunciamentos técnicos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis e homologados pela SUSEP. Os controles internos e o gerenciamento de riscos vêm sendo motivo de constante avaliação e acompanhamento por parte do Comitê, por meio de reuniões periódicas com as Gerências de Compliance, de Riscos Corporativos e, com a participação da Vice-Presidente de Riscos e Compliance. A Administração do IRB Brasil RE continuou atuando no aprimoramento do Sistema de Controles Internos e de administração de riscos, visando torná-lo efetivo e adequado ao atual porte e complexidade dos negócios. O Comitê manteve com os auditores externos um canal regular de comunicação para discussão dos resultados da auditoria e de aspectos contábeis relevantes, o que permitiu aos seus membros avaliar a qualidade dos trabalhos realizados. No período em questão, a Auditoria Interna passou por uma reorganização, de forma a se estruturar para realizar suas atividades, considerada a forma jurídica da Companhia. Ampliou o quadro de auditores e adotou novas competências, fato que impactou positivamente a realização do Plano de Auditoria. De acordo com as informações prestadas pelas: Administração auditoria externa auditoria interna área contábil e controles internos não foi constatado qualquer registro de denúncia de descumprimento de normas, ausência de controles, ato ou omissão por parte da Administração da Companhia que indicasse a existência ou evidência de fraudes, falhas ou erros que colocassem em risco a continuidade da Companhia ou a fidedignidade de suas demonstrações contábeis. A Companhia mantém sucursais em Londres, cujas operações se encontram em processo de descontinuidade "run off" e na Argentina, cujas operações se iniciaram em 2011. Os saldos dessas sucursais compõem os saldos individuais das demonstrações contábeis do IRB Brasil RE, sendo que os mesmos também foram auditados pela PricewaterhouseCoopers. A auditoria das Demonstrações Contábeis de 31 de dezembro de 2016 foi realizada pela PricewaterhouseCoopers com eficiência e independência atendendo, em sua totalidade, os termos do Contrato firmado, tendo emitido o relatório de auditoria, datado de 17 de fevereiro de 2017, sem ressalvas. Por todo o exposto, o Comitê de Auditoria entende que as Demonstrações Contábeis do IRB Brasil RE, findas em 31 de dezembro de 2016, elaboradas de acordo com as normas legais, regulamentares e as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às entidades supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP, estão aptas para manifestação pelo Conselho de Administração. Rio de Janeiro, 17 de fevereiro de 2017. Nelson Machado Presidente Adriana Queiroz de CarvalhoMembro Leonardo Giuberti Mattedi Membro Marco Antonio da Silva Barros Membro Paulo Pereira Ferreira Membro

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCAL O CONSELHO FISCAL DO IRB-BRASIL RESSEGUROS S.A., no uso de suas atribuições legais e estatutárias, procedeu ao exame das Demonstrações Contábeis do IRB-Brasil Resseguros S.A., relativas ao exercício de 2016. Com base nesse exame e à luz do relatório sem ressalvas da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, de 17 de fevereiro de 2017, é da opinião que os referidos documentos refletem adequadamente a situação patrimonial, a posição financeira e as atividades desenvolvidas pela sociedade no período e reúnem condições de serem submetidos à apreciação e aprovação dos Senhores Acionistas. Rio de Janeiro, 17 de fevereiro de 2017 Reginaldo José Camilo Presidente Maria Carmozita Bessa Maia Conselheiro Titular Ives Cézar Fülber Conselheiro Titular

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.