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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 80020Versão 1Recebida em 26/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de GP INVESTMENTS, LTD.

GP INVESTMENTS, LTD. · CNPJ 07.857.850/0001-50

GP INVESTMENTS, LTD.
CNPJ 07.857.850/0001-50
DFP 2017
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
GP INVESTMENTS, LTD.
CNPJ
07.857.850/0001-50
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
26/03/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total3.161.8972.986.0655,9%
1.01Ativo Circulante910.050964.179−5,6%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa797.116513.66055,2%
1.01.02Aplicações Financeiras57.870149.316−61,2%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo57.870149.316−61,2%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.01.03Instrumentos Financeiros Derivativos00
1.01.02.01.04Ativos Financeiros Avaliados ao Valor Justo por meio do Resultado57.870149.316−61,2%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber4.453261.524−98,3%
1.01.03.01Clientes4.4135.104−13,5%
1.01.03.01.01Taxas de administração e performance4.4135.104−13,5%
1.01.03.02Outras Contas a Receber40256.420−100,0%
1.01.03.02.01Valores a receber de instrumentos derivativos40652−93,9%
1.01.03.02.02Empréstimos a receber00
1.01.03.02.03Fundos em garantia013.180−100,0%
1.01.03.02.04A receber da venda de investimentos0242.588−100,0%
1.01.04Estoques00
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar00
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00
1.01.07Despesas Antecipadas4.7344.781−1,0%
1.01.07.01Despesas diferidas com emissão de dividas e pagas antecipadamente4.7344.781−1,0%
1.01.08Outros Ativos Circulantes45.87734.89831,5%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros45.87734.89831,5%
1.02Ativo Não Circulante2.251.8472.021.88611,4%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo265.622249.9596,3%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo120.110151.901−20,9%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda40.94344.181−7,3%
1.02.01.01.03Ativos Financeiros ao Valor Justo por Meio do Resultado00
1.02.01.01.04Fundos em garantia79.167107.720−26,5%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber45.19741.5938,7%
1.02.01.03.01Clientes00
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber45.19741.5938,7%
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos00
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.02.01.06.02Impostos a Recuperar00
1.02.01.07Despesas Antecipadas078−100,0%
1.02.01.07.01Despesas diferidas com emissão de dívida e pagas antecipadamente00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas65.40623.961173,0%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes34.90932.4267,7%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.02Investimentos1.983.3111.768.07812,2%
1.02.02.01Participações Societárias1.983.3111.768.07812,2%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado2.9143.849−24,3%
1.02.03.01Imobilizado em Operação2.9143.849−24,3%
1.02.03.01.01moveis e equipamentos2.9143.849−24,3%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível00
1.02.04.01Intangíveis00
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras consolidadasAos Administradores e AcionistasGP Investments, Ltd.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras consolidadas da GP Investments, Ltd. ("Companhia") e suas controladas, que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da GP Investments, Ltd. e suas controladas em 31 de dezembro de 2017, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria doexercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossaauditoria das demonstrações financeiras consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Planejamos e realizamos nossa auditoria do exercício findo em31 de dezembro de 2017 considerando que as operações da Companhia nãoapresentaram modificações significativas em relação ao ano anterior. Neste contexto, os Principais Assuntos de Auditoria, bem como nossa abordagem de auditoria,mantiveram-se substancialmente alinhados àqueles do exercício anterior.Porque é um PAAComo o assunto foi conduzido em nossa auditoria Mensuração do valor justo dos instrumentos financeiros Nível III (Notas explicativas 3.3, 4.1, e 8(b))Conforme descrito na nota explicativa 8 (b), a Companhia possui o montante de R$ 1.983.311 mil em 31 de dezembro de 2017 investido em instrumentos financeiros na forma de ações ("equity portfolio") de empresas que atuam em diferentes segmentos e geografias. Desse montante, R$ 1.345.777 mil, que representa 42,56 % do total dos ativos da Companhia, referem-se a ações de empresas de capital fechado e que, portanto, não possuem cotação em bolsa de valores, sendo assim valorizadas pelo valor justo estimado pela administração, de acordo com premissas e modelos de precificação internos da Companhia, esses modelos são baseados, principalmente, em múltiplos de resultado ("EBITDA"), fluxo de caixa descontado e/ou preços de aquisições recentes, os quais incorporam várias premissas. De acordo com as normas contábeis vigentes, essas ações são classificadas como Nível III.Continuamos a considerar que a mensuração desses instrumentos financeiros é significativa para nossa auditoria devido, (i) a relevância dos saldos contábeis desses instrumentos financeiros classificados como Nível III, (ii) a subjetividade inerente na determinação do seu valor justo, (iii) os possíveis efeitos, nos resultados da Companhia, de eventuais mudanças nos modelos ou premissas de precificação utilizadas pela administração e, (iv) o nível de julgamento exercido pela administração em relação a esses fatores.Atualizamos nosso entendimento dos controles internos relevantes relacionados à mensuração do valor justo destes instrumentos financeiros classificados como nível III.Com o auxílio de nossos especialistas, realizamos reuniões com os responsáveis da administração pela elaboração e aprovação dos cálculos de valorização das ações com o objetivo de estabelecer, com base em nossa experiência e julgamento, se os trabalhos de mensuração efetuados pela Companhia estavam consistentes com técnicas de valorização usualmente utilizadas no mercado, bem como, se estavam consistentes com anos anteriores, exceto quando mudanças foram necessárias, no julgamento da administração, para melhor mensurar e divulgar o valor justo atual dos instrumentos financeiros.Ainda, testamos a metodologia de valorização desses instrumentos financeiros e as premissas adotadas pela administração mediante: (i) entendimento da metodologia utilizada na avaliação (ii) comparação das premissas observáveis no mercado, quando aplicável (iii) re-execução independente, em base de testes, dos cálculos de valorização (iv) pesquisa de informações de mercado e empresas comparáveis e confronto com as informações e valor justo apurados pela Companhia (v) comparação dos resultados projetados no ano anterior com os efetivamente realizados, assim como com os atuais e (vi) comparação das planilhas utilizadas para a avaliação das ações com os registros contábeis e com as divulgações efetuadas nas notas explicativas às demonstrações financeiras.Nossos principais procedimentos de auditoria acima relacionados e outros nos proporcionaram evidências de auditoria apropriadas e suficientes, assim consideramos que os critérios e premissas utilizados pela administração para mensuração do valor justo das ações de empresas de nível III estão razoáveis no contexto das demonstrações financeiras.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações fin anceiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras consolidadas, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aquele que foi considerado como mais significativo na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constitui o principal assunto de auditoria. Descrevemos esse assunto em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Barueri, 26 de março de 2018PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5Emerson Laerte da SilvaContador CRC 1SP171089/O-3

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos diretores sobre as Demonstrações Financeiras Em atendimento ao disposto no artigo 25, § 1º, inciso VI, da Instrução CVM nº 480 de 07 de dezembro de 2009, o Diretor Presidente e o Diretor de Relações com Investidores da GP INVESTMENTS, LTD., sociedade anônima de capital aberto, inscrita no Ministério da Fazenda sob o CNPJ nº 07.857.850/0001-50, com sede em 129 Front Street, Penthouse, Hamilton, HM 12, Bermudas, declaram que reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras apresentadas. São Paulo, 26 de março de 2018. Antonio Carlos Augusto Ribeiro Bonchristiano Diretor Presidente Alvaro Lopes da Silva Neto Diretor de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração do Diretor Presidente Eu, Antonio Carlos Augusto Ribeiro Bonchristiano, declaro que: 1. Baseado em meu conhecimento, no planejamento apresentado pelos auditores e nas discussões subsequentes sobre os resultados de auditoria, concordo com as opiniões expressas no relatório do auditor elaborado pela PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES não havendo qualquer discordância 2. Revisei este relatório das demonstrações contábeis relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017 da GP INVESTMENTS, LTD. e, baseado nas discussões subsequentes, concordo que tais demonstrações, refletem adequadamente todos os aspectos relevantes a posição patrimonial e financeira correspondente ao período apresentado. São Paulo, 26 de março de 2018. Antonio Carlos Augusto Ribeiro Bonchristiano Diretor PresidenteDeclaração do Diretor de Relações com Investidores Eu, Alvaro Lopes da Silva Neto, declaro que: 1. Baseado em meu conhecimento, no planejamento apresentado pelos auditores e nas discussões subsequentes sobre os resultados de auditoria, concordo com as opiniões expressas no relatório do auditor elaborado pela PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES não havendo qualquer discordância 2. Revisei este relatório das demonstrações contábeis relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017 da GP INVESTMENTS, LTD. e, baseado nas discussões subsequentes, concordo que tais demonstrações, refletem adequadamente todos os aspectos relevantes a posição patrimonial e financeira correspondente ao período apresentado. São Paulo, 26 de março de 2018. Alvaro Lopes da Silva Neto Diretor de Relações com Investidores

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.