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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2014119 páginasCódigo CVM 18309Versão 1Recebida em 13/02/2015valores em R$ mil

DFP 2014 de EQUATORIAL PARA DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A.

EQUATORIAL PARA DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. · CNPJ 04.895.728/0001-80

EQUATORIAL PARA DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A.
CNPJ 04.895.728/0001-80
DFP 2014
Exercício 2014
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Metadados

Empresa
EQUATORIAL PARA DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A.
CNPJ
04.895.728/0001-80
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
119
Ano de referência
2014*
Publicado em
13/02/2015 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:54

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201431/12/2013Var.
1Ativo Total6.044.3924.469.73635,2%
1.01Ativo Circulante2.106.5371.095.75092,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa54.210109.294−50,4%
1.01.02Aplicações Financeiras506.473130.106289,3%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber807.309560.45544,0%
1.01.03.01Clientes807.309560.45544,0%
1.01.03.01.01Consumidor807.309560.45544,0%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques16.70313.94419,8%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar97.16485.30613,9%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar97.16485.30613,9%
1.01.06.01.01Impostos e contribuições a recuperar70.20074.518−5,8%
1.01.06.01.02Imposto sobre o lucro a recuperar26.96410.788149,9%
1.01.07Despesas Antecipadas204.4410—
1.01.07.01Valores a receber de parcela A e outros itens financeiros204.4410—
1.01.08Outros Ativos Circulantes420.237196.645113,7%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros420.237196.645113,7%
1.01.08.03.01Instrumentos financeiros derivativos64.5534.2871.405,8%
1.01.08.03.02Serviços pedidos65.42668.941−5,1%
1.01.08.03.03Depósitos judiciais5951.395−57,3%
1.01.08.03.04Conta de consumo de combustíveis CCC236.70194.346150,9%
1.01.08.03.05Recuperação de custo de energia e encargos01.032−100,0%
1.01.08.03.06Outros créditos a eceber52.96226.64498,8%
1.02Ativo Não Circulante3.937.8553.373.98616,7%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.647.3321.075.89153,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber116.02134.932232,1%
1.02.01.03.01Clientes116.02134.932232,1%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas229.7960—
1.02.01.07.01Valores a receber de parcela A e outros itens financeiros229.7960—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes1.301.5151.040.95925,0%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Instrumento financeiro derivativo2322320,0%
1.02.01.09.04Impostos e contribuiçõpes a recuperar60.98524.716146,7%
1.02.01.09.05Imposto sobre o lucro a recuperar36.23833.2079,1%
1.02.01.09.06Depósitos judiciais127.141130.544−2,6%
1.02.01.09.07Subrogação da CCC - valores aplicados113.255185.688−39,0%
1.02.01.09.08Outros créditos a receber53.84766.028−18,4%
1.02.01.09.09Ativo financeiro da concessão909.817600.54451,5%
1.02.02Investimentos6.8857.130−3,4%
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado00—
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível2.283.6382.290.965−0,3%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Centro Empresarial IguatemiAv. Washington Soares, 55 - 5º andar - sala 508 Bairro Edson Queiroz, Fortaleza - Ceará, 60811-341, Brasil Tel: (5585) 3392-5600Fax: (5585) 3392-5659ey.com.brRelatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAosAcionistas, Conselheiros e Diretores daCentrais Elétricas do Pará S.A. - CELPABelém - PAExaminamos as demonstrações financeiras da Centrais Elétricas do Pará S.A. - CELPA (Companhia), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2014 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Centrais Elétricas do Pará S.A. - CELPA em 31 de dezembro de 2014, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoExaminamos, também, as demonstrações do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2014, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRSs que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Belém (PA), 12 de fevereiro de 2015.ERNST & YOUNGAuditores Independentes S.S.CRC-2SP015199/O-6-S-PACarlos Santos Mota FilhoContador CRC-PE 020728/O-7-S-PA

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras Em atendimento ao artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução CVM nº 480/09, os Diretores da Companhia Srs. Raimundo Nonato Alencar de Castro, Diretor-Presidente Eduardo Haiama, Diretor de Relações com Investidores Augusto Dantas Borges, Diretor Carla Ferreira Medrado, Diretora Daniel Campos Negreiros, Diretor Leonardo da Silva Lucas Tavares de Lima, Diretor Mauro Chaves de Almeida, Diretor Tinn Freire Amado, Diretor, declaram que (i) revisaram, discutiram e concordam com as Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2014 e (ii) revisaram, discutiram e concordam, sem quaisquer ressalvas, com as opiniões expressas no parecer emitido em 12 de fevereiro de 2015 pela Ernst & Young Auditores Independentes S.S, auditores independentes da Companhia, com relação às Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2014.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre o Parecer dos Auditores IndependentesEm atendimento ao artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução CVM nº 480/09, os Diretores da Companhia Srs. Raimundo Nonato Alencar de Castro, Diretor-Presidente Eduardo Haiama, Diretor de Relações com Investidores Augusto Dantas Borges, Diretor Carla Ferreira Medrado, Diretora Daniel Campos Negreiros, Diretor Leonardo da Silva Lucas Tavares de Lima, Diretor Mauro Chaves de Almeida, Diretor Tinn Freire Amado, Diretor, declaram que (i) revisaram, discutiram e concordam com as Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2014 e (ii) revisaram, discutiram e concordam, sem quaisquer ressalvas, com as opiniões expressas no parecer emitido em 12 de fevereiro de 2015 pela Ernst & Young Auditores Independentes S.S, auditores independentes da Companhia, com relação às Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2014.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

CELPA - CENTRAIS ELÉTRICAS DO PARÁ S.A.CNPJ/MF - 04.895.728/0001-80NIRE 15.300.007.232PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da CELPA CENTRAIS ELÉTRICAS DO PARÁ S.A., no uso de suas atribuições legais e estatutárias, em reunião realizada nesta data, examinou o Relatório Anual da Administração, as Demonstrações Financeiras que o acompanham, quais sejam, o Balanço Patrimonial, as Demonstrações do Resultado, do Resultado Abrangente, das Mutações do Patrimônio Líquido, dos Fluxos de Caixa e do Valor Adicionado, bem como as Notas Explicativas relacionadas, e o correspondente Relatório emitido pelos Auditores Independentes, todos relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2014.Nossos exames das demonstrações citadas no parágrafo anterior foram complementados, ainda, por análises e documentos e, substancialmente, por informações e esclarecimentos prestados aos membros do Conselho Fiscal pelos Auditores Independentes e pela Administração da Companhia.Desta forma, com base nos trabalhos e esclarecimentos prestados pela ERNST & YOUNG Auditores Independentes S.S. e no seu relatório, emitido em 12 de fevereiro de 2015, sem ressalvas e, ainda, nos esclarecimentos prestados pela Administração da Companhia, este Conselho Fiscal, pela unanimidade de seus membros, concluiu que as Demonstrações Financeiras, acima mencionadas, acompanhadas do Relatório Anual da Administração, estão adequadamente apresentadas e opina favoravelmente ao seu encaminhamento para deliberação da Assembleia Geral Ordinária de Acionistas. Belém, 12 de fevereiro de 2015 Carlos Eduardo Martins e SilvaPaulo Roberto FranceschiSérgio Passos Ribeiro

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.