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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017100 páginasCódigo CVM 20435Versão 1Recebida em 22/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de TECNISA S.A.

TECNISA S.A. · CNPJ 08.065.557/0001-12

TECNISA S.A.
CNPJ 08.065.557/0001-12
DFP 2017
Exercício 2017
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Metadados

Empresa
TECNISA S.A.
CNPJ
08.065.557/0001-12
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
100
Ano de referência
2017*
Publicado em
22/03/2018 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total2.319.1373.128.240−25,9%
1.01Ativo Circulante1.069.0691.701.223−37,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa10.25412.117−15,4%
1.01.02Aplicações Financeiras22.62379.430−71,5%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado22.62379.430−71,5%
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento22.62379.430−71,5%
1.01.03Contas a Receber174.483434.132−59,8%
1.01.03.01Clientes174.483434.132−59,8%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques801.5511.104.722−27,4%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar25.86924.9103,8%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar25.86924.9103,8%
1.01.07Despesas Antecipadas5.9931.143424,3%
1.01.08Outros Ativos Circulantes28.29644.769−36,8%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros28.29644.769−36,8%
1.01.08.03.01Créditos diversos28.29644.769−36,8%
1.01.08.03.02Reembolso de Participação Societária00—
1.02Ativo Não Circulante1.250.0681.427.017−12,4%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo412.146572.698−28,0%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado53.88582.471−34,7%
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento53.88582.471−34,7%
1.02.01.03Contas a Receber45.30544.2232,4%
1.02.01.03.01Clientes22.20422.443−1,1%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber23.10121.7806,1%
1.02.01.04Estoques226.906332.936−31,8%
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas86.050113.068−23,9%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas18.53130.378−39,0%
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas67.51982.690−18,3%
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes00—
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.02Investimentos795.239802.028−0,8%
1.02.02.01Participações Societárias795.239802.028−0,8%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas795.239802.028−0,8%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado9.61217.319−44,5%
1.02.03.01Imobilizado em Operação9.61217.319−44,5%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível33.07134.972−5,4%
1.02.04.01Intangíveis33.07134.972−5,4%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAos Acionistas e Administradores daTecnisa S.A.São Paulo - SPIntroduçãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Tecnisa S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Opinião sobre as demonstrações financeiras preparadas de acordo comas práticas contábeis adotadas no BrasilEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Tecnisa S.A. em 31 de dezembro de 2017, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas preparadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro ("IFRS"), aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil, como aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC, pela Comissão de Valores Mobiliários - CVM e pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Tecnisa S.A em 31 de dezembro de 2017, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro ("International Financial Reporting Standards - IFRS") aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil, como aprovadas pelo CPC, pela CVM e pelo CFC. Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e a suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo CFC, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. ÊnfaseConforme descrito na nota explicativa nº 2 às demonstrações financeiras, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. As demonstrações financeiras consolidadas preparadas de acordo com as IFRSs aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil consideram, adicionalmente, a orientação técnica OCPC 04 - Aplicação da Interpretação Técnica ICPC 02 às Entidades de Incorporação Imobiliária Brasileiras editada pelo CPC. Essa orientação técnica trata do reconhecimento da receita desse setor e envolve assuntos relacionados ao significado e à aplicação do conceito de transferência contínua de riscos, benefícios e controle na venda de unidades imobiliárias, conforme descrito em maiores detalhes na nota explicativa nº 3.14 às demonstrações financeiras. Nossa opinião não está ressalvada em razão desse assunto.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos opinião separada sobre esses assuntos. 1)Reconhecimento de receitasA Companhia possui receita com venda de imóveis e prestação de serviços, sendo que parte substancial das receitas com venda de imóveis são reconhecidas durante a execução das obras, conforme descrito na nota explicativa nº 3.14 às demonstrações financeiras. Os procedimentos utilizados pela Companhia envolvem o uso de estimativas para o cálculo da apropriação imobiliária, como por exemplo, prever os custos a serem incorridos até o final das obras e medição da evolução das obras. Consequentemente, o assunto foi foco de nossa auditoria devido ao risco significativo de tais estimativas utilizarem pressupostos subjetivos que podem ou não se concretizar, bem como pela relevância dos valores envolvidos. Desta forma, identificamos os processos e as atividades de controles implementados pela Companhia, principalmente nas áreas de engenharia e na contabilidade, e efetuamos procedimentos de auditoria, que incluem, mas não se limitam a: (i) obtenção de estimativas do custo a incorrer aprovadas pelo departamento de engenharia (ii) testes, em base amostral, na documentação existente, principalmente nos contratos de compra e venda e nos custos incorridos com o objetivo de avaliar a integridade e a exatidão das receitas e custos incorridos e (iii) avaliação da divulgação nas demonstrações financeiras.Com base no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados, entendemos que: (i) as premissas utilizadas para estimar os custos a incorrer correspondem à melhor estimativa da administração no exercício findo em 31 de dezembro de 2017 e (ii) os cálculos efetuados pela Administração sobre o percentual de conclusão correspondem aos critérios estabelecidos no OCPC 04 - Aplicação da Interpretação Técnica ICPC 02 às Entidades de Incorporação Imobiliária Brasileiras editada pelo CPC.2)Partes relacionadas A Companhia possui transações significativas com partes relacionadas, conforme nota explicativa nº 7 às demonstrações financeiras, cuja recuperação depende de negociações entre alguns dos acionistas e, portanto, entendemos que existe um risco significativo de que algumas transações não sejam adequadamente refletidas nas demonstrações financeiras, incluindo divulgações. Consequentemente, o assunto exigiu procedimentos específicos de auditoria e foi um dos focos de nossa auditoria. Nossos procedimentos incluíram, mas não se limitam a: (i) obtenção e avaliação das análises preparadas pela Administração (ii) obtenção da respectiva documentação suporte, a fim de concluir se os montantes registrados nos ativos e passivos são realizáveis ou devidos e (iii) avaliação da adequação da divulgação nas demonstrações financeiras. Com base no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados, entendemos que estimativas de recuperação dos saldos a receber com partes relacionadas, efetuados pela Administração, correspondem à melhor estimativa da Administração para o exercício findo em 31 de dezembro de 2017, incluindo ainda o estágio das negociações entre alguns dos acionistas. 3)Cumprimento de cláusulas restritivas Conforme nota explicativa 12 às demonstrações financeiras, a Companhia e suas controladas reconhecem os instrumentos financeiros na data em que se torna uma das partes das disposições contratuais do instrumento. Em 31 de dezembro de 2017, a Companhia possui contratos de empréstimos e debêntures com cláusulas de vencimento antecipado pelo não cumprimento de determinados índices financeiros, bem como pelo descumprimento de certas obrigações operacionais, tais como o atraso ou a paralisação no andamento de suas obras, por mais de noventa dias, sem motivos justificáveis. Além de envolverem saldos materiais, o descumprimento de cláusulas restritivas pode resultar na declaração de vencimento antecipado pelas instituições financeiras, fazendo com que a Companhia passe a ter a obrigação de liquidar os empréstimos no curto prazo. Dessa forma, o assunto foi considerado como risco significativo em nossa abordagem de auditoria e, portanto, uma área foco de nossos trabalhos. Efetuamos procedimentos específicos de auditoria, que incluem, mas não se limitam a: (i) análise dos contratos e identificação de cláusulas restritivas atreladas aos índices financeiros e cláusulas restritivas atreladas a aspectos não financeiros (ii) obtenção das análises realizadas pela Administração, quanto ao atingimento das cláusulas restritivas e garantias, incluindo o recálculo dos índices financeiros, se aplicável e (iii) avaliação da adequação das divulgações nas demonstrações financeiras. Com base no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados, entendemos que os cálculos e análises efetuados pela Administração sobre as cláusulas restritivas, estão consistentes com as cláusulas dos contratos de empréstimos e financiamentos. 4)DistratosA Administração realiza análises periódicas, a fim de identificar se existem evidências objetivas que indiquem que os benefícios econômicos associados à receita apropriada poderão não fluir para a entidade, conforme descrito nas notas nº 5, nº 6 e nº 23 às demonstrações financeiras. Caso existam tais evidências, a respectiva provisão para distrato é registrada. Consequentemente, levando em consideração a relevância dos saldos, e por existir um risco significativo devido ao fato de que tais estimativas podem ou não se concretizar, esse assunto foi foco em nossa auditoria. Identificamos os processos e as atividades de controles relevantes implementados pela Companhia, e efetuamos procedimentos específicos de auditoria, que incluem, mas não se limitam a: (i) avaliação sobre os critérios utilizados na análise de crédito quando da venda do imóvel (ii) circularização de advogados externos da Companhia e análise das causas relacionados a distratos (iii) obtenção e análise das premissas utilizadas pela Administração para cálculo da provisão de distratos, incluindo a inadimplência, pedidos existentes de cancelamentos de vendas, entre outros e (iv) avaliação da adequação das divulgações nas demonstrações financeiras. Com base no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados, entendemos que as premissas utilizadas pela Administração para cálculo da provisão para distrato estão de acordo com as informações disponíveis pela Administração durante a elaboração das demonstrações financeiras para o exercício findo em 31 de dezembro de 2017. 5)Realização dos imóveis a comercializar Os imóveis prontos e em construção a comercializar são demonstrados ao custo de construção, que não excede o seu valor líquido realizável. Os terrenos são refletidos nas demonstrações financeiras pelo menor valor entre o custo histórico e o valor estimado de venda, conforme descrito na nota explicativa nº 3.5 às demonstrações financeiras. Caso o valor justo seja menor que o custo histórico, respectiva provisão é registrada. Tendo em vista o cenário econômico, as incertezas em relação às estimativas efetuadas, ao grau de julgamento exercido pela Administração para a identificação do valor justo desses imóveis e a relevância dos saldos, tais assuntos foram foco em nossa auditoria. A Administração revisa periodicamente as estimativas de realização do estoque de terrenos e imóveis concluídos, e durante nossa auditoria realizamos procedimentos que incluem, mas não se limitam a: (i) obtenção e análise das premissas utilizadas pela Administração para cálculo das provisões, quando aplicável, incluindo a expectativa do valor de venda dos imóveis (ii) obtenção de laudos de avaliação dos terrenos e análise do valor justo versus custo histórico (iii) análise das tabelas de venda e dos comparativos de mercado dos imóveis concluídos e (iv) avaliação da adequação das divulgações nas demonstrações financeiras.Com base no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados, entendemos que as premissas utilizadas para cálculo do valor justo dos imóveis a comercializar correspondem às melhores estimativas de recuperação da Administração para o exercício findo em 31 de dezembro de 2017. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado ("DVA"), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demais demonstrações financeiras e os registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e o seu conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no pronunciamento técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse pronunciamento técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeirasindividuais e consolidadas e o relatório do auditorA Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração, e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a esse respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelasdemonstrações financeiras individuais e consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas preparadas de acordo com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro ("IFRSs"), aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil, como aprovadas pelo Comitê de CPC, pela CVM e pelo CFC, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Administração é res ponsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando e divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia e de suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e de suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e de suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante devemos chamar a atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do Grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, pela supervisão e pelo desempenho da auditoria do Grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos. Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os Principais Assuntos de Auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. São Paulo, 20 de março de 2018DELOITTE TOUCHE TOHMATSU Tarcisio Luiz dos SantosAuditores Independentes ContadorCRC nº 2 SP 011609/O-8 CRC nº 1 SP 207626/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃOPARA FINS DO ARTIGO 25, §1º, VI, DA INSTRUÇÃO CVM Nº 480/09Declaramos, na qualidade de diretores da TECNISA S.A., sociedade por ações com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, nº 3.477, 5º andar, conjuntos 51, 52, 53 e 54, parte, Bloco B, CEP 04538-133, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 08.065.557/0001-12, que revimos, discutimos e concordamos com as demonstrações financeiras do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2017, nos termos e para fins do parágrafo 1º, inciso VI, do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, conforme alterada. São Paulo, 23 de março de 2018. ________________________________________________JOSEPH MEYER NIGRICargo: Diretor Presidente________________________________________________FABIO VILLAS BÔASCargo: Diretor Técnico________________________________________________ROMEO DEON BUSARELLOCargo: Diretor de Marketing_______________________________________________JOSÉ CARLOS LAZARETTI JÚNIORCargo: Diretor Jurídico________________________________________________ENZO BIAGIO RICCETTICargo: Diretor de Negócios Regionais e Diretor de Negócios São Paulo________________________________________________DOUGLAS DUARTECargo: Diretor Comercial ________________________________________________FLAVIO VIDIGAL DE CAPUACargo: Diretor Financeiro e Diretor de Relações com Investidores________________________________________________IVAM MARCELO TORRESCargo: Diretor de Serviços Compartilhados

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃOPARA FINS DO ARTIGO 25, §1º, V, DA INSTRUÇÃO CVM Nº 480/09Declaramos, na qualidade de diretores da TECNISA S.A., sociedade por ações com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, nº 3.477, 5º andar, conjuntos 51, 52, 53 e 54, parte, Bloco B, CEP 04538-133, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 08.065.557/0001-12, que revimos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes referente às demonstrações financeiras do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2017, nos termos e para fins do parágrafo 1º, inciso V, do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, conforme alterada. São Paulo, 23 de março de 2018. ________________________________________________JOSEPH MEYER NIGRICargo: Diretor Presidente________________________________________________FABIO VILLAS BÔASCargo: Diretor Técnico________________________________________________ROMEO DEON BUSARELLOCargo: Diretor de Marketing________________________________________________JOSÉ CARLOS LAZARETTI JÚNIORCargo: Diretor Jurídico________________________________________________ENZO BIAGIO RICCETTICargo: Diretor de Negócios Regionais e Diretor de Negócios São Paulo________________________________________________DOUGLAS DUARTECargo: Diretor Comercial ________________________________________________FLAVIO VIDIGAL DE CAPUACargo: Diretor Financeiro e Diretor de Relações com Investidores________________________________________________IVAM MARCELO TORRESCargo: Diretor de Serviços Compartilhados

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da TECNISA S.A. (CNPJ nº 08.065.557/0001-12), no desempenho de suas atribuições legais e estatutárias, procedeu ao exame (i) do Relatório Anual da Administração (ii) das Demonstrações Financeiras do exercício social findo em 31 de dezembro de 2017, compreendendo: Balanços Patrimoniais, Demonstrações de Resultados dos Exercícios, Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido, Demonstrações dos Fluxos de Caixa - Método Indireto, Demonstrações de Valor Adicionado, Demonstrações do Resultado Abrangente e Notas Explicativas e (iii) do Relatório dos Auditores Independentes sobre Demonstrações Financeiras, emitido pela Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes em 20 de março de 2018.Nossos exames foram conduzidos de acordo com as disposições legais e compreenderam: (a) análise das Demonstrações Financeiras elaboradas pela Companhia (b) acompanhamento dos trabalhos realizados pelos auditores independentes e (c) discussões sobre atos e transações relevantes.Com base em nossos exames e nas informações e esclarecimentos recebidos, o Conselho Fiscal é de parecer que o Relatório de Administração e as Demonstrações Financeiras acima mencionados estão aptos a serem submetidos à apreciação da Assembleia Geral Ordinária.São Paulo, 20 de março de 2018.___________________________________________RICARDO SCALZO___________________________________________LUCIANO DOUGLAS COLAUTO___________________________________________MARIO LINZ ESTEVAM DE BARROS

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.