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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016116 páginasCódigo CVM 10456Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 22/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de ALPARGATAS S.A.

ALPARGATAS S.A. · CNPJ 61.079.117/0001-05

Versões deste exercício: v1 (10/03/2017) · v2 (22/03/2017), esta

ALPARGATAS S.A.
CNPJ 61.079.117/0001-05
DFP 2016 (V2)
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
ALPARGATAS S.A.
CNPJ
61.079.117/0001-05
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
116
Ano de referência
2016*
Publicado em
22/03/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total3.782.0523.763.4700,5%
1.01Ativo Circulante2.262.0052.208.6312,4%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa391.347394.926−0,9%
1.01.02Aplicações Financeiras110.77193.26718,8%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo110.77193.26718,8%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda110.77193.26718,8%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber931.300883.7605,4%
1.01.03.01Clientes931.300883.7605,4%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques652.408633.6643,0%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar63.47684.663−25,0%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar63.47684.663−25,0%
1.01.07Despesas Antecipadas11.68414.797−21,0%
1.01.07.01Despesas Antecipadas11.52314.293−19,4%
1.01.07.02Despesas Antecipadas com Propaganda161504−68,1%
1.01.08Outros Ativos Circulantes101.019103.554−2,4%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas65.45354.66719,7%
1.01.08.03Outros35.56648.887−27,2%
1.01.08.03.01Adiantamento Fornecedores12.31223.191−46,9%
1.01.08.03.02Contas a Receber Funcionários7.4776.8479,2%
1.01.08.03.03Ganhos não Realizados em Operações com Derivativos6323.448−81,7%
1.01.08.03.04Outros Ativos15.14515.401−1,7%
1.02Ativo Não Circulante1.520.0471.554.839−2,2%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo148.601140.2366,0%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos76.68964.70918,5%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos76.68964.70918,5%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes71.91275.527−4,8%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Depósitos Compulsórios73269−72,9%
1.02.01.09.04Depósitos Judiciais22.26420.9696,2%
1.02.01.09.05Tributos a Recuperar19.52325.804−24,3%
1.02.01.09.06Contas a Receber de Venda de Controlada00—
1.02.01.09.07Outras Contas a Receber30.05228.4855,5%
1.02.02Investimentos2.2062.319−4,9%
1.02.02.01Participações Societárias2.2062.319−4,9%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias2.2062.319−4,9%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado722.083740.902−2,5%
1.02.03.01Imobilizado em Operação661.097694.987−4,9%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento60.98645.91532,8%
1.02.04Intangível647.157671.382−3,6%
1.02.04.01Intangíveis647.157671.382−3,6%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Intangíveis647.157671.382−3,6%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAosAdministradores e Acionistas daAlpargatas S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Alpargatas S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Alpargatas S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Reconhecimento de ReceitaParte substancial das receitas de vendas da Companhia são provenientes da venda de produtos no atacado, cuja entrega do produto não ocorre necessariamente na mesma data da emissão da fatura. A norma contábil CPC 30 (R1) / (ISA 18) Receitas determina que receitas de vendas somente devem ser reconhecidas quando os riscos e benefícios mais significativos inerentes à propriedade dos produtos vendidos tiverem sido substancialmente transferidos para o comprador, entre outros critérios.Esse assunto foi considerado significativo para nossa auditoria, tendo em vista a relevância dos montantes envolvidos e a necessidade de manutenção de rotinas e controles internos eficazes para identificar e mensurar a receita de produtos faturados e não entregues cuja receita pode ser reconhecida.Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, a avaliação dos controles internos chaves relacionados ao processo de venda, envio de cartas de confirmação externa para uma amostra de clientes que solicitaram a postergação da entrega no decorrer do exercício, análise dos documentos de venda visando confirmar a data da entrega dos produtos para uma amostra das receitas reconhecidas ao longo do ano e análise das devoluções e cancelamentos ocorridos subsequentemente a dezembro de 2016, considerando o risco adicional existente no período de encerramento do exercício. Adicionalmente, efetuamos procedimentos analíticos sobre os saldos relacionados, considerando as expectativas sobre estes saldos obtidas com base em nosso conhecimento histórico da Companhia, além de tendências e sazonalidade da operação aplicáveis ao setor.Adicionalmente, verificamos a adequação das divulgações da Companhia, as quais estão incluídas na nota explicativa 26.Recuperabilidade de ágio gerado em combinações de negóciosConforme divulgado na nota explicativa 15, em 31 de dezembro de 2016, a Companhia registra, sob a rubrica Ativos Intangíveis, ágio pago por expectativa de rentabilidade futura no valor de R$327.255 mil e intangível de vida útil indefinida no valor de R$231.251 mil, relativos às aquisições da CBS S.A. - Companhia Brasileira de Sandálias, da Terras de Aventura Indústria de Artigos Esportivos S.A. (Osklen) e da Alpargatas S.A.I.C. - Argentina. Anualmente, a Companhia realiza o teste da redução ao valor recuperável (teste de impairment) destes valores, conforme requerido pelo CPC 01 (R1) - Redução ao Valor Recuperável de Ativos. Esse assunto foi considerado significativo para nossa auditoria, uma vez que o processo de avaliação da recuperabilidade destes ativos é complexo e envolve um alto grau de subjetividade, bem como é baseado em diversas premissas, tais como a determinação das unidades geradoras de caixa, taxas de descontos, projeção de inflação, percentuais de crescimento, cotação de moedas estrangeiras e rentabilidade dos negócios da Companhia e de suas controladas para os próximos anos, entre outros. Estas premissas serão afetadas pelas condições de mercado ou cenários econômicos futuros do Brasil e dos países em que se encontram suas controladas, os quais não podem ser estimados com precisão. Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, o envolvimento de especialistas em avaliação para nos ajudar a avaliar o modelo utilizado para mensurar o valor recuperável e as premissas, projeções e metodologia utilizadas pela Companhia, em particular aquelas relacionadas às estimativas de vendas futuras, taxas de crescimento e de desconto utilizadas nos fluxos de caixa descontados e margem de lucro das unidades geradoras de caixa nas quais os ágios foram alocados. Focamos também na adequação das divulgações efetuadas pela Companhia sobre as premissas utilizadas nos cálculos de recuperabilidade, principalmente aquelas que tiveram efeito mais significativo na determinação do valor recuperável dos ágios.Operações DescontinuadasConforme divulgado nas notas explicativas 1.3 e 1.4, em 3 de novembro de 2015, a Companhia celebrou contrato de compra e venda das operações relacionadas às marcas Topper e Rainha no Brasil e na Argentina. O preço de compra da operação Brasil foi de R$49.836 mil e o preço de compra da operação Argentina será equivalente à participação alienada de 20% multiplicada por 6,5 vezes o EBITDA efetivo do negócio Topper na Argentina no exercício fiscal encerrado em 31 de dezembro de 2015, ajustado pelo valor da dívida líquida na data do respectivo fechamento Adicionalmente, em 13 de maio de 2016, a Companhia divulgou que a partir de 1º de janeiro de 2017 não seria mais representante da marca Timberland no Brasil.Essas transações foram consideradas como relevantes em nossa auditoria, pois referem-se a operações significativas e não usuais, e que impactam a apresentação do balanço patrimonial, das demonstrações de resultado e dos fluxos de caixa consolidados do ano corrente e do ano anterior, que precisaram ser reapresentadas.Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, a avaliação da correta contabilização dessas operações por meio do exame da documentação suporte, em especial do s contratos de alienação e de representação das marcas evolvidas e das movimentações financeiras relacionadas. Adicionalmente, avaliamos as divulgações das operações descontinuadas e sua adequação às práticas contábeis brasileiras e internacionais, as quais foram divulgadas na nota explicativa 11.Outros AssuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individuais e consolidadas do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão reconciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações foram adequadamente preparadas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditor A Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade da Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe uma incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe uma incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações, e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. São Paulo, 10 de março de 2017.ERNST & YOUNG Auditores Independentes S.S.CRC-2SP015199/O-6Waldyr Passetto JuniorContador CRC-1SP173518/O-8

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Alpargatas S.A.DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASDe acordo com o artigo 25, parágrafo 1º, item 5 da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as informações contábeis do exercício de 2016 da Alpargatas S.A. e com o relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Márcio Luiz Simões Utsch - Diretor-PresidenteAdalberto Fernandes GranjoAna Marcia LopesCarla SchmitzbergerDiego MohadebEdson Rubião GonzalesFabio Leite de SouzaFernando BeerMarcelo TurriRogério Bastos Shimizu

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Alpargatas S.A.DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE O RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTEDe acordo com o artigo 25, parágrafo 1º, item 5 da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as informações contábeis do exercício de 2016 da Alpargatas S.A. e com o relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Márcio Luiz Simões Utsch - Diretor-PresidenteAdalberto Fernandes GranjoAna Marcia LopesCarla SchmitzbergerDiego MohadebEdson Rubião GonzalesFabio Leite de SouzaFernando BeerMarcelo TurriRogério Bastos Shimizu

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da Alpargatas S.A., no uso das suas atribuições legais, em reuniãorealizada em 10 de março de 2017, analisou o Relatório Anual da Administração e asDemonstrações Financeiras, compreendendo: Balanços Patrimoniais, Demonstrações doResultado, Demonstrações do Resultado Abrangente, Demonstração das Mutações doPatrimônio Líquido, Demonstrações dos Fluxos de Caixa, Demonstrações do ValorAdicionado e Notas Explicativas, Distribuição de Juros sobre Capital Próprio eDestinação do Lucro Líquido relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016.Foram analisadas as propostas da Administração em relação ao orçamento de capitalproposto para 2017 e julgadas adequadas. O Conselho Fiscal entendeu ter sido tambématendido o disposto pela Instrução CVM 371/02.Com base nas análises efetuadas, nos esclarecimentos prestados pela Administração, econsiderando ainda, o relatório dos auditores independentes, sem ressalva, da Ernst &Young Auditores Independentes, datado de 10 de março de 2017, e seusesclarecimentos, os Srs. membros do Conselho Fiscal concluíram, por unanimidade, queos documentos acima, em todos os seus aspectos relevantes, bem como as propostas daAdministração estão adequadamente apresentadas e recomendam pelo seuencaminhamento para deliberação, pelos acionistas, em Assembleia Geral Ordinária deAcionistas.São Paulo, 10 de março de 2017.Carlos A. Reis de Athayde FernandesDemetrius Nichele MaceiFlorisvaldo Caetano de OliveiraJorge Michel LepeltierJosé Paulo da Silva Filho

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.