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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2015112 páginasCódigo CVM 7811Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 01/04/2016valores em R$ mil

DFP 2015 de JOAO FORTES ENGENHARIA S A - EM RECUPERACAO JUDICIAL

JOAO FORTES ENGENHARIA S A - EM RECUPERACAO JUDICIAL · CNPJ 33.035.536/0001-00

Versões deste exercício: v1 (29/03/2016) · v2 (01/04/2016), esta

JOAO FORTES ENGENHARIA S A - EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ 33.035.536/0001-00
DFP 2015 (V2)
Exercício 2015
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Metadados

Empresa
JOAO FORTES ENGENHARIA S A - EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ
33.035.536/0001-00
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
112
Ano de referência
2015*
Publicado em
01/04/2016 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:58

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201531/12/2014Var.
1Ativo Total3.045.4793.194.502−4,7%
1.01Ativo Circulante2.245.3452.038.30910,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa42.84272.123−40,6%
1.01.02Aplicações Financeiras2.59826.592−90,2%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo2.59826.592−90,2%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda2.59825.951−90,0%
1.01.02.01.03Instrumentos Financeiros Derivativos Usados para Hedg0641−100,0%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber1.038.408866.22719,9%
1.01.03.01Clientes1.038.408866.22719,9%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques1.015.774920.06510,4%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar8.44012.693−33,5%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar8.44012.693−33,5%
1.01.07Despesas Antecipadas22.62528.980−21,9%
1.01.08Outros Ativos Circulantes114.658111.6292,7%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros114.658111.6292,7%
1.01.08.03.01Direito Real de Aquisição49.1210—
1.01.08.03.20Outros65.5370—
1.02Ativo Não Circulante800.1341.156.193−30,8%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo758.9991.105.912−31,4%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo79.53476.1374,5%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda79.53476.1374,5%
1.02.01.01.03Títulos e Valores Mobiliários00—
1.02.01.01.04Instrumentos Financeiros Derivativos Usados para Hedg00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber114.406455.596−74,9%
1.02.01.03.01Clientes111.422451.608−75,3%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber2.9843.988−25,2%
1.02.01.04Estoques498.885481.1163,7%
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas58.10385.623−32,1%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas58.10385.623−32,1%
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes8.0717.4408,5%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Outros Ativos8.0717.4408,5%
1.02.02Investimentos10.86518.025−39,7%
1.02.02.01Participações Societárias10.86518.025−39,7%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas10.86518.025−39,7%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado6.7789.199−26,3%
1.02.03.01Imobilizado em Operação6.7789.199−26,3%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível23.49223.0571,9%
1.02.04.01Intangíveis23.49223.0571,9%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Softwares1.9712.273−13,3%
1.02.04.01.03Projetos21.52120.7843,5%
1.02.04.02Goodwill00—
1.02.04.02.01Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAos Administradores e Acionistas da João Fortes Engenharia S.A.Rio de Janeiro - RJExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da João Fortes Engenharia S.A ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2015 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil, como aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), assim como pelos controles internos que a Administração determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no BrasilEm nossa opinião, as demonstrações financeiras, individuais (controladora) e consolidadas, acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da João Fortes Engenharia S.A. em 31 de dezembro de 2015, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas preparadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil e aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC)Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da João Fortes Engenharia S.A. em 31 de dezembro de 2015, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil e aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC).ÊnfaseConforme descrito na Nota 2, as demonstrações financeiras individuais (controladora) e consolidadas foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. As demonstrações financeiras consolidadas preparadas de acordo com as IFRS aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária consideram, adicionalmente, a Orientação OCPC 04 editada pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis. Essa orientação trata do reconhecimento da receita desse setor e envolve assuntos relacionados ao significado e aplicação do conceito de transferência contínua de riscos, benefícios e de controle na venda de unidades imobiliárias, conforme descrito em maiores detalhes na Nota 2.1 (ii). Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.Outros assuntosDemonstração do valor adicionadoExaminamos, também, a demonstração, individual e consolidada, do valor adicionado (DVA), referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2015, preparada sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, mas não é requerida pelas IFRS. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil tomadas em conjunto.Rio de Janeiro, 29 de março de 2016KPMG Auditores IndependentesCRC SP-014428//O-6 F-RJMarcelo Luiz FerreiraContador CRC RJ-087095/O-7

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASEm conformidade com o inciso VI do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício de 2015.Rio de Janeiro, 29 de Março de 2016.RICARDO PIEROZZIDiretor Superintendente e de Relações com InvestidoresJORGE RENE RUCAS LOURENÇODiretor Nacional de NegóciosROBERTO ALEXANDRE DE A. A. Q. CORREADiretor FinanceiroWAGNER TADEU PEREIRA LOFAREDiretor de Operações NacionalJULIA PEREIRA NOBREGADiretora Jurídica

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE O PARECER DOS AUDITORESEm conformidade com o inciso V do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com o relatório dos auditores independentes sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício de 2015.Rio de Janeiro, 29 de Março de 2016.RICARDO PIEROZZIDiretor Superintendente e de Relações com InvestidoresJORGE RENE RUCAS LOURENÇODiretor Nacional de NegóciosROBERTO ALEXANDRE DE A. A. Q. CORREADiretor FinanceiroWAGNER TADEU PEREIRA LOFAREDiretor de Operações NacionalJULIA PEREIRA NOBREGADiretora Jurídica

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.