Pular para o conteúdo
BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201571 páginasCódigo CVM 18287Versão 1Recebida em 15/03/2016valores em R$ mil

DFP 2015 de RIZA II SECURITIZADORA S.A.

RIZA II SECURITIZADORA S.A. · CNPJ 02.105.040/0001-23

RIZA II SECURITIZADORA S.A.
CNPJ 02.105.040/0001-23
DFP 2015
Exercício 2015
Carregando…

Preparando pré-visualização do PDF…

Documentos maiores podem levar alguns segundos.

Metadados

Empresa
RIZA II SECURITIZADORA S.A.
CNPJ
02.105.040/0001-23
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
71
Ano de referência
2015*
Publicado em
15/03/2016 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:58

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201531/12/2014Var.
1Ativo Total110.522121.609−9,1%
1.01Ativo Circulante82.60489.867−8,1%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa26.95428.760−6,3%
1.01.01.01Caixa12−50,0%
1.01.01.02Bancos conta movimento92902,2%
1.01.01.03Títulos e valores mobiliários26.86128.668−6,3%
1.01.02Aplicações Financeiras17.84321.041−15,2%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo17.84321.041−15,2%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda17.84321.041−15,2%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber00—
1.01.03.01Clientes00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar4.7574.6791,7%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar4.7574.6791,7%
1.01.06.01.01Impostos e contribuições a compensar/recuperar4.7574.6791,7%
1.01.06.01.02Crédito tributário00—
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes33.05035.387−6,6%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros33.05035.387−6,6%
1.01.08.03.01Recebíveis imobiliários com regime fiduciário2.6053.929−33,7%
1.01.08.03.02Recebíveis imobiliários sem regime fiduciário11.00113.245−16,9%
1.01.08.03.04(-) Ajuste a valor presente de recebíveis imobiliários−6.540−3.291−98,7%
1.01.08.03.05(-) Provisão para créditos duvidosos0−237100,0%
1.01.08.03.06Saldo de operações com regime fiduciário pleno13.80812.06314,5%
1.01.08.03.07Dividendos a receber00—
1.01.08.03.08Adiantamentos concedidos367942−61,0%
1.01.08.03.09Valores a receber de sociedade coligada00—
1.01.08.03.10Devedores diversos10.9327.96537,3%
1.01.08.03.11Imóveis adjudicados87777113,7%
1.02Ativo Não Circulante27.91831.742−12,0%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo24.67828.282−12,7%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos3.5033.634−3,6%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.06.02Crédito Tributário3.5033.634−3,6%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes21.17524.648−14,1%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Recebíveis imobiliários com regime fiduciário3.5855.249−31,7%
1.02.01.09.04Recebíveis imobiliários sem regime fiduciário1.2754.244−70,0%
1.02.01.09.05(-) Ajuste a valor presente de recebíveis imobiliários−652−1.26848,6%
1.02.01.09.06Saldo de operações com regime fiduciário pleno16.96716.4233,3%
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado3.2403.460−6,4%
1.02.03.01Imobilizado em Operação3.2403.460−6,4%
1.02.03.01.01Imobilizado5.4155.1994,2%
1.02.03.01.02(-) Depreciação acumulada−2.175−1.739−25,1%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível00—
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONTRAÇÕES CONTÁBEISAos Administradores e Acionistas daCibrasec Companhia Brasileira de SecuritizaçãoSão Paulo - SPExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Cibrasec Companhia Brasileira de Securitização ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2015 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração da companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.OpiniãoEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Cibrasec Companhia Brasileira de Securitização em 31 de dezembro de 2015, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Outros assuntosInformações fiduciáriasExaminamos, também, as informações complementares por emissão de CRI apresentadas na nota explicativa nº 21, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2015, cuja apresentação é requerida pelo artigo 12 da Lei nº 9514, de 20 de novembro de 1997, para companhias securitizadoras, e como informação suplementar pelas IFRS, que não requerem a apresentação dessas informações complementares por emissão de CRI. Essas informações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, com base em nossa revisão, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que não foram adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Demonstrações do valor adicionadoExaminamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2015, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRSs que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.São Paulo, 29 de janeiro de 2016DELOITTE TOUCHE TOHMATSUAuditores IndependentesCRC nº 2 SP 011609/O-8Vanderlei Minoru YamashitaContadorCRC nº 1 SP 201506/O-5

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Eu, Onivaldo Scalco, declaro que:Revisei este relatório das Demonstrações Contábeis relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2015, da CIBRASEC Cia Brasileira de Securitização e baseado nas discussões subsequentes, concordo que tais Demonstrações, refletem adequadamente todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira correspondentes aos períodos apresentados.São Paulo, SP, 29 de janeiro de 2016.Onivaldo ScalcoPresidente / Diretor de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Eu, Onivaldo Scalco, declaro que:Baseado em meu conhecimento, no planejamento apresentado pelos auditores e nas discussões subsequentes sobre os resultados da revisão, concordo com as conclusões expressas no relatório elaborado pela DELOITTE TOUCHE TOHMATSU Auditores Independentes, relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2015, sem que exista qualquer discordância quanto a essas conclusões.São Paulo, SP, 29 de janeiro de 2016.Onivaldo ScalcoPresidente / Diretor de Relações com Investidores

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.