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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 15121Versão 1Recebida em 29/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de BOC BRASIL ARRENDAMENTO MERCANTIL S.A.

BOC BRASIL ARRENDAMENTO MERCANTIL S.A. · CNPJ 69.720.910/0001-45

BOC BRASIL ARRENDAMENTO MERCANTIL S.A.
CNPJ 69.720.910/0001-45
DFP 2017
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
BOC BRASIL ARRENDAMENTO MERCANTIL S.A.
CNPJ
69.720.910/0001-45
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
29/03/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total330.128346.260−4,7%
1.01Ativo Circulante249.594220.32413,3%
1.01.01Disponibilidades62346−82,1%
1.01.02Aplicações Interfinanceiras de Liquidez253.980214.82118,2%
1.01.02.01Aplicações no Mercado Aberto7.58354.897−86,2%
1.01.02.02Aplicações em depósitos interfinanceiros246.397159.92454,1%
1.01.03Títulos e Valores Mobiliários00
1.01.03.01Carteira Própria00
1.01.03.02Vinculados ao Banco Central00
1.01.04Relações Interfinanceiras00
1.01.05Relações Interdependências00
1.01.06Operações de Crédito00
1.01.07Operações de Arrendamento Mercantil−10.689−2.772−285,6%
1.01.07.01Arrendamentos a Receber - Setor Privado13.35222.710−41,2%
1.01.07.02Rendas a Apropriar de Arrendamento Mercantíl−13.171−22.33641,0%
1.01.07.03Provisão para Créditos de Arrendamento Mercantíl de Liquidação Duvidosa−10.870−3.146−245,5%
1.01.08Outros Créditos6.2417.929−21,3%
1.01.08.01Negociação e Intermediação de Valores00
1.01.08.02Devedores por Compra de Valores e Bens1.201569111,1%
1.01.08.03Impostos a Compensar6.2167.039−11,7%
1.01.08.04Diversos25480−94,8%
1.01.08.05Provisões para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa−1.201−159−655,3%
1.01.09Outros Valores e Bens00
1.01.09.01Despesas Antecipadas00
1.02Ativo Realizável a Longo Prazo14.58022.898−36,3%
1.02.01Aplicações Interfinanceiras de Liquidez00
1.02.02Títulos e Valores Mobiliários00
1.02.03Relações Interfinanceiras00
1.02.04Relações Interdependências00
1.02.05Operações de Crédito00
1.02.06Operações de Arrendamento Mercantil−10.438−2.642−295,1%
1.02.06.01Arrendamentos a Receber - Setor Privado12.64918.756−32,6%
1.02.06.02Rendas a Apropriar de Arrendamento Mercantíl−12.649−18.75632,6%
1.02.06.03Provisão para Créditos de Arrendamento Mercantíl de Liquidação Duvidosa−10.438−2.642−295,1%
1.02.07Outros Créditos22.21522.631−1,8%
1.02.07.01Créditos Tributário19.40114.18936,7%
1.02.07.02Devedores por Compra de Valores e Bens0913−100,0%
1.02.07.03Devedores por Depósito em Garantia2.8142.5998,3%
1.02.07.04Diversos0857−100,0%
1.02.07.05Provisões para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa0−27100,0%
1.02.07.06Impostos a compensar04.100−100,0%
1.02.08Outros Valores e Bens2.8032.909−3,6%
1.02.08.01Bens não de Uso Próprio9.4279.803−3,8%
1.02.08.02Provisão para Desvalorização−6.624−6.8943,9%
1.02.08.03Despesas Antecipadas00
1.03Ativo Permanente65.954103.038−36,0%
1.03.01Investimentos00
1.03.01.01Dependências no Exterior00
1.03.01.02Participações em Controladas00
1.03.01.03Participações em Coligadas e Equiparadas00
1.03.01.04Outros Investimentos00
1.03.01.05Provisão para Perdas00
1.03.02Imobilizado de Uso00
1.03.03Imobilizado de Arrendamento65.954103.038−36,0%
1.03.03.01Bens Arrendados105.659213.620−50,5%
1.03.03.02Perdas em Arrendamento12.07311.6773,4%
1.03.03.03Amortização Acumulada−5.300−6.55819,2%
1.03.03.04Depreciações Acumuladas−64.011−129.49750,6%
1.03.03.05Superviniência de Depreciação17.53313.79627,1%
1.03.04Intangível00
1.03.05Diferido00
1.03.05.01Perdas em Arrendamento00
1.03.05.02Amortização Acumulada00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Com Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeirasAos Administradores e Acionistas CCB Brasil Arrendamento Mercantil S.A.Opinião com ressalvaExaminamos as demonstrações financeiras da CCB Brasil Arrendamento Mercantil S.A. ("Instituição"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais práticas contábeis.Em nossa opinião, exceto pelos efeitos do assunto descrito na seção a seguir intitulada "Base para opinião com ressalva", as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Instituição em 31 de dezembro de 2017, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Base para opinião com ressalvaA Instituição registra as operações e elabora as suas informações contábeis com observância das práticas contábeis estabelecidas pelo Banco Central do Brasil e pela Comissão de Valores Mobiliários - CVM que requerem o ajuste ao valor presente da carteira de arrendamento mercantil como provisão para superveniência ou insuficiência de depreciação, classificada no ativo permanente (Notas 3d e 10).Essas práticas não requerem a reclassificação das operações, que permanecem registradas de acordo com a disposição da Lei nº 6.099/74, nas rubricas de ativos circulante, realizável a longo prazo e rendas/despesas de operações de arrendamento mercantil, mas propiciam a apresentação do resultado e do patrimônio líquido em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras". Somos independentes em relação à Instituição, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva. Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Além do assunto descrito na seção "Base para opinião com ressalva", determinamos que o assunto descrito abaixo é o principal assunto de auditoria a ser comunicado em nosso relatório.Porque é um PAAComo o assunto foi conduzido em nossa auditoria Provisão para créditos de liquidação duvidosa - PCLD (Notas explicativas 3(g) e 7) A determinação do valor da provisão para crédito de liquidação duvidosa é uma área que requer julgamento e utilização de um conjunto de considerações por parte da Administração. Nesse processo as operações de crédito são classificadas quanto ao nível de risco, levando em consideração várias premissas e fatores, incluindo a situação financeira da contraparte, níveis de inadimplência, bem como as normas legais e regulamentares do Banco Central do Brasil - Resolução CMN nº 2.682. Tendo em vista esses aspectos, bem como a relevância dos montantes envolvidos, essa é uma área de estimativa crítica contábil e foi definida como foco em nossa auditoria.Nossos procedimentos consideraram, entre outros, o entendimento e testes dos controles internos relevantes relacionados à apuração da provisão para créditos de liquidação duvidosa que tratam: (i) da integridade da base de dados e sistemas subjacentes, (ii) concessão de crédito e a respectiva análise e monitoramento do risco do devedor, incluindo contratos renegociados, (iii) confronto entre os valores apurados de provisão para créditos de liquidação e os valores contabilizados e (iv) processos estabelecidos pela Administração para cumprimento das normas estabelecidas pelo Banco Central do Brasil, bem como para as divulgações em notas explicativas.Analisamos os critérios utilizados pela Administração para determinação do risco de crédito das operações, bem como recalculamos as provisões com base nessas atribuições de risco e nos atrasos das operações. Realizamos também outros testes em atendimento aos requisitos da Resolução CMN nº 2.682.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela Administração para a determinação e registro contábil da provisão para crédito de liquidação duvidosa são razoáveis e consistentes com as divulgações em notas explicativas. Outros assuntos Demonstração do valor adicionado A demonstração do valor adicionado (DVA) do CCB Brasil Arrendamento Mercantil S.A. referente ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2017, elaborada sob a responsabilidade da administração da Instituição, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira e tratada como informação suplementar para fins do Banco Central do Brasil, foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a nossa auditoria das demonstrações financeiras. Para formação de nossa opinião avaliamos se essa demonstração está reconciliada com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - demonstração do valor adicionado. Em nossa opinião, exceto pela não reclassificação descrita na seção "Base para opinião com ressalva", a demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e é consistente em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anteriorO exame das demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, apresentadas para fins de comparação, foi conduzido sob a responsabilidade de outros auditores independentes, que emitiram relatório de auditoria com data de 28 de março de 2017, com ressalva quanto ao mesmo assunto mencionado na "Base para opinião com ressalva".Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditorA Administração da Instituição é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeirasA Administração da Instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Instituição continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Instituição ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Instituição são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeirasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Instituição.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Instituição. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Instituição a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 28 de março de 2018PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5Luís Carlos Matias Ramos Contador CRC 1SP171564/O-1

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre as Informações FinanceirasPelo presente instrumento, o Diretor Presidente e os demais Diretores Executivos da CCB Brasil Arrendamento Mercantil S.A., sociedade por ações de capital aberto, inscrita no CNPJ sob nº 69.720.910/0001-45, para fins do disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, declararam que: (i)revisaram, discutiram e concordaram com a opinião expressa no Relatório da Pricewaterhousecoopers Auditores Independentes, relativa às demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2017, e (ii)revisaram, discutiram e concordaram com as demonstrações financeiras da CCB Brasil Arrendamento Mercantil S.A. relativa ao exercício findo de 31 de dezembro de 2017.São Paulo, 28 de março de 2018.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre as Informações FinanceirasPelo presente instrumento, o Diretor Presidente e os demais Diretores Executivos da CCB Brasil Arrendamento Mercantil S.A., sociedade por ações de capital aberto, inscrita no CNPJ sob nº 69.720.910/0001-45, para fins do disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, declararam que: (i)revisaram, discutiram e concordaram com a opinião expressa no Relatório da Pricewaterhousecoopers Auditores Independentes, relativa às demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2017, e (ii)revisaram, discutiram e concordaram com as demonstrações financeiras da CCB Brasil Arrendamento Mercantil S.A. relativa ao exercício findo de 31 de dezembro de 2017.São Paulo, 28 de março de 2018.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.