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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2012132 páginasCódigo CVM 10456Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 08/08/2014valores em R$ mil

DFP 2012 de ALPARGATAS S.A.

ALPARGATAS S.A. · CNPJ 61.079.117/0001-05

Versões deste exercício: v1 (15/03/2013) · v2 (08/08/2014), esta

ALPARGATAS S.A.
CNPJ 61.079.117/0001-05
DFP 2012 (V2)
Exercício 2012
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Metadados

Empresa
ALPARGATAS S.A.
CNPJ
61.079.117/0001-05
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
132
Ano de referência
2012*
Publicado em
08/08/2014 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:46

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201231/12/2011Var.
1Ativo Total2.740.7292.408.16913,8%
1.01Ativo Circulante1.838.9871.607.58014,4%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa122.830222.210−44,7%
1.01.02Aplicações Financeiras494.078448.74410,1%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado494.078448.74410,1%
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento494.078448.74410,1%
1.01.03Contas a Receber694.169505.85837,2%
1.01.03.01Clientes694.169505.85837,2%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques443.938351.02326,5%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar54.46126.000109,5%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar54.46126.000109,5%
1.01.07Despesas Antecipadas6.58311.433−42,4%
1.01.07.01Despesas Antecipadas3.9949.845−59,4%
1.01.07.02Despesas Antecipadas com Propaganda2.5891.58863,0%
1.01.08Outros Ativos Circulantes22.92842.312−45,8%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda0323−100,0%
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros22.92841.989−45,4%
1.01.08.03.01Adiantamento Fornecedores9.85014.544−32,3%
1.01.08.03.02Contas a Receber Funcionários4.2433.9048,7%
1.01.08.03.03Contas a Receber de Venda de Controlada017.094−100,0%
1.01.08.03.04Contas a Receber p/ Venda de Imóveis00—
1.01.08.03.05Outros Ativos8.8356.44737,0%
1.02Ativo Não Circulante901.742800.58912,6%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo129.900120.7497,6%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos52.55457.125−8,0%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos52.55457.125−8,0%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes77.34663.62421,6%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Depósitos Judiciais12.20314.528−16,0%
1.02.01.09.04Tributos a Recuperar28.30025.8489,5%
1.02.01.09.05Outras Contas a Receber23.70222.9793,1%
1.02.01.09.06Contas a Receber de Venda de Controlada12.8720—
1.02.01.09.07Contas a Receber pela Venda de Imóveis00—
1.02.01.09.08Depósitos Compulsórios2692690,0%
1.02.02Investimentos33.56474.462−54,9%
1.02.02.01Participações Societárias33.56474.462−54,9%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas33.36974.267−55,1%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias1951950,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado494.369341.98044,6%
1.02.03.01Imobilizado em Operação305.948285.9467,0%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento188.42156.034236,3%
1.02.04Intangível243.909263.398−7,4%
1.02.04.01Intangíveis243.909263.398−7,4%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Intangíveis243.909263.398−7,4%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONTRAÇÕES FINANCEIRASAo Conselho de Administração e aos Acionistas daAlpargatas S.A.São Paulo - SPExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Alpargatas S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeirasA Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Alpargatas S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Alpargatas S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfaseConforme descrito na nota explicativa 2, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Alpargatas S.A. essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, preparadas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anteriorOs valores correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, apresentados para fins de comparação, foram anteriormente auditados por outros auditores independentes que emitiram relatório datado em 16 de março de 2012, que não conteve qualquer modificação.Reapresentação das demonstrações correspondentes ao exercício anteriorConforme descrito na nota explicativa 40, durante o exercício corrente, a Alpargatas S.A. decidiu corrigir retroativamente a classificação de parte das aplicações financeiras, anteriormente classificadas como equivalentes de caixa. Como parte de nossos exames das demonstrações financeiras de 2012, examinamos também os ajustes descritos na mesma nota explicativa que foram efetuados para alterar as demonstrações financeiras comparativas. Em nossa opinião, tais ajustes são apropriados e foram corretamente efetuados, em todos os aspectos relevantes. Não fomos contratados para auditar, revisar ou aplicar quaisquer outros procedimentos sobre as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício de 2011 e de 2010, portanto, não expressamos opinião ou qualquer forma de asseguração sobre as demonstrações contábeis de 2011 e de 2010 tomadas em conjunto.São Paulo, 15 de março de 2013.ERNST & YOUNG TERCOAuditores Independentes S.S.CRC-2SP015199/O-6Waldyr Passetto JuniorContador CRC-1SP173518/O-8

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

De acordo com o artigo 25, parágrafo 1º, item 5 da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as demonstrações financeiras do exercício do 2012 da Alpargatas S.A. e com o relatório de revisão dos auditores independentes.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

De acordo com o artigo 25, parágrafo 1º, item 5 da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as demonstrações financeiras do exercício do 2012 da Alpargatas S.A. e com o relatório de revisão dos auditores independentes.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.