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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2010Código CVM 9512Versão 3 · reapresentaçãoRecebida em 04/03/2011valores em R$ mil

DFP 2010 de PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS

PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS · CNPJ 33.000.167/0001-01

Versões deste exercício: v1 (25/02/2011) · v2 (04/03/2011) · v3 (04/03/2011), esta

PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS
CNPJ 33.000.167/0001-01
DFP 2010 (V3)
Exercício 2010
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS
CNPJ
33.000.167/0001-01
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2010*
Publicado em
04/03/2011 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:36

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201031/12/2009Var.
1Ativo Total519.970.003350.418.89748,4%
1.01Ativo Circulante106.685.16274.373.57443,4%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa30.323.25929.034.2284,4%
1.01.01.01Caixa e Bancos3.434.3802.853.96420,3%
1.01.01.02Aplicações Financeiras26.888.87926.180.2642,7%
1.01.02Aplicações Financeiras26.017.297123.82420.911,5%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo25.972.83961.34242.241,0%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação25.650.9590
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda321.88061.342424,7%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado44.45862.482−28,8%
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento44.45862.482−28,8%
1.01.03Contas a Receber17.333.97514.062.35523,3%
1.01.03.01Clientes12.916.41210.416.27224,0%
1.01.03.01.01Terceiros14.385.16910.992.12130,9%
1.01.03.01.02Subsid. Créditos com Pessoas Ligadas280.896970.004−71,0%
1.01.03.01.03Prov. para Créd. Liquidação Duvidosa−1.749.653−1.545.853−13,2%
1.01.03.02Outras Contas a Receber4.417.5633.646.08321,2%
1.01.04Estoques19.815.67719.447.6931,9%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar8.934.7977.022.53827,2%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar8.934.7977.022.53827,2%
1.01.07Despesas Antecipadas1.006.4191.288.623−21,9%
1.01.08Outros Ativos Circulantes3.253.7383.394.313−4,1%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros3.253.7383.394.313−4,1%
1.01.08.03.01Adiantamento a Fornecedores1.310.3531.980.517−33,8%
1.01.08.03.02Dividendos a Receber250.60017.6881.316,8%
1.01.08.03.03Outros1.692.7851.396.10821,3%
1.02Ativo Não Circulante413.284.841276.045.32349,7%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo38.469.95434.923.05610,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo4.981.5534.406.48813,1%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda4.981.5534.406.48813,1%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado225.953232.472−2,8%
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento225.953232.472−2,8%
1.02.01.03Contas a Receber4.829.4513.140.70553,8%
1.02.01.03.01Clientes00
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber4.829.4513.140.70553,8%
1.02.01.04Estoques91.16138.933134,1%
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos17.210.85616.231.4496,0%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos6.471.0696.676.029−3,1%
1.02.01.06.02ICMS Diferido2.420.9412.526.968−4,2%
1.02.01.06.03PIS/COFINS Diferido8.062.5646.917.47916,6%
1.02.01.06.04Outros Impostos256.282110.973130,9%
1.02.01.07Despesas Antecipadas1.225.9191.431.565−14,4%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas126.448147.335−14,2%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas126.448147.335−14,2%
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes9.778.6139.294.1095,2%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Conta Petróleo e Álcool - STN821.635816.7140,6%
1.02.01.09.04Investimentos em Empesas Privatizáveis2.2332.2330,0%
1.02.01.09.05Depósitos Judiciais2.806.9751.988.68841,1%
1.02.01.09.06Adiantamento a Fornecedores4.975.5845.364.878−7,3%
1.02.01.09.07Outros Realizáveis a Longo Prazo1.172.1861.121.5964,5%
1.02.02Investimentos8.879.1635.771.97953,8%
1.02.02.01Participações Societárias8.879.1635.771.97953,8%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas8.649.2905.285.17363,7%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias229.873486.806−52,8%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado282.837.532227.079.42424,6%
1.02.03.01Imobilizado em Operação143.092.093102.973.37939,0%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado788.7801.267.439−37,8%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento138.956.659122.838.60613,1%
1.02.04Intangível83.098.1928.270.864904,7%
1.02.04.01Intangíveis82.075.5707.346.0251.017,3%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.01.02Direitos e Concessões80.377.0315.606.7481.333,6%
1.02.04.01.03Softwares1.698.5391.739.277−2,3%
1.02.04.02Goodwill1.022.622924.83910,6%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Tipo não informado
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre asdemonstrações contábeisAoConselho de Administração e aos Acionistas daPetróleo Brasileiro S.A. - PetrobrasRio de Janeiro - RJ1. Examinamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Petróleo Brasileiro S.A. -Petrobras ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, quecompreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstraçõesdo resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa,para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis edemais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis2. A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dasdemonstrações contábeis individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e dasdemonstrações contábeis consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatóriofinanceiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordocom as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que eladeterminou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações contábeis livresde distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentes3. Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis combase em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais deauditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que aauditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que asdemonstrações contábeis estão livres de distorção relevante.4. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência arespeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentosselecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorçãorelevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessaavaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração eadequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar osprocedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins deexpressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoriainclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade dasestimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação dasdemonstrações contábeis tomadas em conjunto.5. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossaopinião.Opinião sobre as demonstrações contábeis individuais6. Em nossa opinião, as demonstrações contábeis individuais acima referidas apresentamadequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da PetróleoBrasileiro S.A. - Petrobras em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de suas operações e osseus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeisadotadas no Brasil.Opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas7. Em nossa opinião, as demonstrações contábeis consolidadas acima referidas apresentamadequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidadada Petróleo Brasileiro S.A. - Petrobras e suas controladas em 31 de dezembro de 2010, odesempenho consolidado de suas operações e ous fluxos de caixa consolidados para oexercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro(IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeisadotadas no Brasil.Ênfase8. Conforme descrito na Nota Explicativa nº 2, as demonstrações contábeis individuais foramelaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da PetróleoBrasileiro S.A. - Petrobras essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações contábeisseparadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas econtroladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins deIFRS seria custo ou valor justo e pela opção pela manutenção do saldo de ativo diferido,existente em 31 de dezembro de 2008, que vem sendo amortizado.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado, da Segmentação de negócios e do Balanço social9. Examinamos, também, as demonstrações individuais e consolidadas do valor adicionado (DVA),da segmentação de negócios e as informações contábeis contidas no Balanço social, referentes aoexercício findo em 31 de dezembro de 2010. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmosprocedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamenteapresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeistomadas em conjunto.Rio de Janeiro, 25 de fevereiro de 2011KPMG Auditores IndependentesCRC SP-014428/O-6 F-RJManuel Fernandes Rodrigues de SousaContador CRC-RJ-052428/O-2

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

D E C L A R A Ç Ã OEm atendimento ao disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, o presidente e os diretores da Petróleo Brasileiro S.A. - Petrobras, sociedade por ações de capital aberto, com sede na Avenida República do Chile, 65, Rio de Janeiro, RJ, inscrita no CNPJ sob nº 33.000.167/0001-01, declaram que:(i)reviram, discutiram e concordam com as demonstrações contábeis da Petrobras do exercício social findo em 31 de dezembro de 2010.(ii)reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer da KPMG Auditores Independentes, relativamente às demonstrações contábeis da Petrobras do exercício social findo em 31 de dezembro de 2010.Rio de Janeiro, 25 de fevereiro de 2011.José Sergio Gabrielli de AzevedoPresidenteAlmir Guilherme BarbassaDiretor Financeiro e de Relações com Investidores Renato de Souza DuqueDiretor de ServiçosGuilherme de Oliveira EstrellaDiretor de Exploração e ProduçãoPaulo Roberto CostaDiretor de AbastecimentoMaria das Graças Silva FosterDiretora de Gás e EnergiaJorge Luiz ZeladaDiretor Internacional

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

D E C L A R A Ç Ã OEm atendimento ao disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, o presidente e os diretores da Petróleo Brasileiro S.A. - Petrobras, sociedade por ações de capital aberto, com sede na Avenida República do Chile, 65, Rio de Janeiro, RJ, inscrita no CNPJ sob nº 33.000.167/0001-01, declaram que:(i)reviram, discutiram e concordam com as demonstrações contábeis da Petrobras do exercício social findo em 31 de dezembro de 2010.(ii)reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer da KPMG Auditores Independentes, relativamente às demonstrações contábeis da Petrobras do exercício social findo em 31 de dezembro de 2010.Rio de Janeiro, 25 de fevereiro de 2011.José Sergio Gabrielli de AzevedoPresidenteAlmir Guilherme BarbassaDiretor Financeiro e de Relações com Investidores Renato de Souza DuqueDiretor de ServiçosGuilherme de Oliveira EstrellaDiretor de Exploração e ProduçãoPaulo Roberto CostaDiretor de AbastecimentoMaria das Graças Silva FosterDiretora de Gás e EnergiaJorge Luiz ZeladaDiretor Internacional

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da Petróleo Brasileiro S.A. - PETROBRAS, no exercício de suas funções legais e estatutárias, em reunião realizada nesta data, examinou os seguintes documentos emitidos pela PETROBRAS: I- o Relatório Anual da Administração - Exercício de 2010 II- o Balanço Patrimonial e as demais Demonstrações Contábeis, relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010 e III- o Orçamento de Capital para o exercício de 2011. 2. Foram verificadas as seguintes propostas, que estão sendo encaminhadas pela Administração da Companhia à aprovação dos acionistas: a) a serem submetidas à deliberação da Assembléia Geral Ordinária - AGO: 1ª) Aprovar o Relatório Anual da Administração - Exercício 2010 2ª) Aprovar o Balanço Patrimonial e as demais Demonstrações Contábeis da PETROBRAS (Controladora e Consolidadas) - Exercício 2010 3ª) Aprovar a retenção de lucro remanescente do exercício de 2010 no montante de R$ 19.043 milhões, em reserva de Retenção de Lucros, no patrimônio líquido, que se destina a atender parcialmente o programa anual de investimentos, estabelecido no Orçamento de Capital de 2011 4ª) Aprovar o Orçamento de Capital - Exercício 2011, no montante de R$ 69.800.420 mil (Recursos Próprios: R$ 57.374.678 mil e Recursos de Terceiros: R$ 12.425.742 mil) 5ª) Aprovar a destinação do resultado que considera a distribuição do dividendo do exercício de 2010 no montante de R$ 11.728 milhões (R$ 1,03 por ação ordinária e preferencial), equivalente a 35,5% do lucro básico, e inclui a parcela de R$ 10.163 milhões de juros sobre o capital próprio (equivalente a R$ 0,91 por ação) e 6ª) Conforme previsto no artigo 41 do Estatuto Social da PETROBRAS, aprovar a parcela que cabe aos administradores da Companhia relativamente à participação nos lucros ou resultados (PLR) do exercício de 2010 e b) a ser submetida à deliberação da Assembléia Geral Extraordinária - AGE: Aprovar a incorporação ao capital de parte da reserva de incentivos fiscais referente ao incentivo para subvenção de investimentos no âmbito da SUDAM e SUDENE, no montante de R$ 23 milhões, sem a emissão de novas ações, e a conseqüente alteração do artigo 4º do Estatuto Social da Companhia. 3. Com base nos exames efetuados, constatando-se que os referidos documentos societários refletem adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a situação patrimonial e financeira da PETROBRAS, e à vista do parecer da KPMG Auditores Independentes, de 25/02/2011, apresentado sem ressalva, o Conselho Fiscal opina favoravelmente à aprovação das referidas propostas a serem submetidas à discussão e votação nas Assembléias Gerais Ordinária e Extraordinária dos Acionistas da PETROBRAS. Rio de Janeiro, 25 de fevereiro de 2011 Marcus Pereira Aucélio PresidenteCésar Acosta RechConselheiroMaria Lúcia de Oliveira Falcón ConselheiraNelson Rocha Augusto ConselheiroTúlio Luiz ZaminConselheiro

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.