Pular para o conteúdo
CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 11975Versão 1Recebida em 29/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de AZEVEDO & TRAVASSOS S/A

AZEVEDO & TRAVASSOS S/A · CNPJ 61.351.532/0001-68

AZEVEDO & TRAVASSOS S/A
CNPJ 61.351.532/0001-68
DFP 2017
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
AZEVEDO & TRAVASSOS S/A
CNPJ
61.351.532/0001-68
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
29/03/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total133.417159.365−16,3%
1.01Ativo Circulante60.87491.718−33,6%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa3563.187−88,8%
1.01.01.01Caixa e Bancos137157−12,7%
1.01.01.02Aplicações Financeiras2193.030−92,8%
1.01.02Aplicações Financeiras00
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber39.22051.319−23,6%
1.01.03.01Clientes23.63437.830−37,5%
1.01.03.01.01Duplicatas a Receber8.07310.405−22,4%
1.01.03.01.02Serviços Executados a Faturar15.56127.425−43,3%
1.01.03.02Outras Contas a Receber15.58613.48915,5%
1.01.03.02.01Devedores Venda de Imóveis e Outros Créditos10.2468.14925,7%
1.01.03.02.02Adiantamento a Fornecedores5.3405.3400,0%
1.01.04Estoques15.58317.158−9,2%
1.01.04.01Material de Construção Revenda3.4673.847−9,9%
1.01.04.02Material de Revenda00
1.01.04.03Estoque de Imóveis12.11613.311−9,0%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar00
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00
1.01.07Despesas Antecipadas2.23916.187−86,2%
1.01.08Outros Ativos Circulantes3.4763.867−10,1%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas3.4763.867−10,1%
1.01.08.03Outros00
1.02Ativo Não Circulante72.54367.6477,2%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo49.27140.03623,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber4.4301.380221,0%
1.02.01.03.01Clientes00
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber4.4301.380221,0%
1.02.01.04Estoques8.0658.0650,0%
1.02.01.04.01Estoque de Imóveis8.0658.0650,0%
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos36.77630.59120,2%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos4.1782.77050,8%
1.02.01.06.02Créditos Fiscais - Prejuízo Fiscal32.59827.82117,2%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes00
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.02Investimentos12120,0%
1.02.02.01Participações Societárias12120,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas10100,0%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias220,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado22.76626.804−15,1%
1.02.03.01Imobilizado em Operação22.76626.804−15,1%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível494795−37,9%
1.02.04.01Intangíveis00
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

AosAcionistas, Conselheiros e Administradores daAzevedo & Travassos S.A.São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis, individuais e consolidadas da Azevedo & Travassos S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas e o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Azevedo & Travassos S.A. em 31 de dezembro de 2017, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Incerteza relevante relacionada com a continuidade operacionalChamamos a atenção para a Nota no 1.3 às demonstrações contábeis individuais e consolidadas, que indica que a Companhia incorreu no prejuízo consolidado de R$ 84.264 mil durante o exercício findo em 31 de dezembro de 2017 e, nessa data, o patrimônio líquido (passivo a descoberto) consolidado estava negativo em R$ 78.364 mil e o passivo circulante consolidado da Companhia excedeu o total do ativo circulante consolidado em R$ 38.472 mil. Conforme mencionado na Nota no 1.3, a Administração da Companhia está implementando ações para buscar a retomada da lucratividade e geração de fluxo de caixa por meio da reposição da carteira de obras entre outras ações operacionais e financeiras. A eventual não confirmação das ações em andamento, juntamente com outros assuntos descritos na Nota no 1.3, indicam a existência de incerteza relevante que pode levantar dúvida significativa quanto à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Nossa opinião não está ressalvada em relação a esse assunto.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Além do assunto descrito na seção "Incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional", determinamos que os assuntos descritos abaixo são os principais assuntos de auditoria a serem comunicados em nosso relatório.Recuperabilidade de imposto de renda e contribuição social diferidosMotivo pelo qual o assunto foi considerado um PAAConforme descrito na Nota no 21.d, em 31 de dezembro de 2017, a Companhia apresentou saldo consolidado de imposto de renda e da contribuição social diferidos ativos sobre prejuízos fiscais de base negativa que totalizavam R$ 32.598 mil, consubstanciado com base em estudo técnico das projeções de resultados tributáveis futuros. Esse tema foi considerado como uma área crítica e, portanto, de risco em nossa abordagem de auditoria, tendo em vista que, na elaboração dessas projeções, a Administração utiliza premissas complexas e subjetivas, como estimativa de crescimento econômico, taxa de juros, inflação, entre outras métricas, que podem afetar de forma significativa a capacidade de geração de base tributável futura, além das próprias premissas e julgamentos por parte da administração que podem não se confirmar.Como o assunto foi tratado na auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadasNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, o entendimento e o teste da metodologia utilizada pela Administração para realização de suas projeções. Com o apoio de nossos especialistas internos de avaliação financeira (corporate finance), discutimos com a Administração da Companhia a razoabilidade das premissas significativas utilizadas, de acordo com os orçamentos elaborados pela Administração, incluindo as taxas de desconto, de crescimento de receitas e margens no período projetado e na perpetuidade, comparando os cálculos com as informações de mercado disponíveis, com o desempenho efetivo e com a estimativa de geração de lucro tributário futuro.Com base nos procedimentos de auditoria efetuados e nas evidências de auditoria obtidas que suportam os nossos testes, consideramos que a avaliação de valor recuperável, elaborada pela Administração da Companhia, são aceitáveis, no contexto das demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas como um todo. Avaliação do julgamento e estimativa para registro das provisões para riscos trabalhistas, tributários e cíveisMotivo pelo qual o assunto foi considerado um PAAConforme descrito na Nota no 21.c, a Companhia é parte passiva em processos judiciais de natureza trabalhista, tributários e cíveis, decorrentes do curso normal de suas atividades. Algumas leis e regulamentos no Brasil têm grau de complexidade elevado e, portanto, a mensuração, reconhecimento e divulgação das provisões para riscos trabalhistas, tributários e cíveis, relativas a processos requer certo julgamento por parte da Companhia para registros das estimativas de perdas e divulgações em suas demonstrações contábeis individuais e consolidadas.Esse tema foi considerado como uma área crítica e, portanto, de risco em nossa abordagem de auditoria, tendo em vista a relevância, complexidade e julgamento envolvidos na avaliação, mensuração e definição do momento para o reconhecimento das provisões para riscos trabalhistas, tributários e cíveis. Adicionalmente, durante o exercício findo em 31 de dezembro de 2017, a situação financeira da Companhia, atrelada ao crescimento econômico do Brasil, fizeram com que a Administração procedesse com a dispensa de elevado número de funcionários, ocasionando, dessa forma, no aumento significativo no volume de processos trabalhistas que, se não adequadamente controlados e avaliados quanto à possibilidade de materialização destas causas, poderiam ter impacto significativo sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas.Como o assunto foi tratado na auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadasNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, a avaliação, com base em testes, a suficiência das provisões reconhecidas por meio da análise dos critérios e premissas utilizados para mensuração da provisão para pa ssivos contingentes considerando dados e informações históricas, a avaliação dos assessores jurídicos internos e externos da Companhia (obtidas através de procedimentos de confirmação). Avaliamos também se as divulgações efetuadas nas demonstrações contábeis estão de acordo com as regras aplicáveis e fornecem informações sobre a natureza, exposição e valores provisionados ou divulgados relativas aos principais assuntos tributários, trabalhistas e cíveis em que a Companhia está envolvida.Com base nos procedimentos de auditoria efetuados e nas evidências de auditoria obtidas que suportam os nossos testes, entendemos que os critérios e premissas adotados pela Companhia para registro e divulgação da provisão para passivos contingentes estão adequados no contexto das demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas como um todo. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individuais e consolidadas do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as Demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no pronunciamento técnico CPC 09 - demonstração do valor adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações individuais e consolidadas do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Auditoria dos valores correspondentes comparativosAs demonstrações contábeis individuais e consolidadas para o exercício findo em 31 de dezembro de 2016, apresentados para fins de comparação, foram auditadas por outro auditor independente que emitiu relatório, em 29 de março de 2017, com uma opinião sem modificação sobre essas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, e com parágrafo de ênfase quanto a estratégia para a retomada do equilíbrio financeiro da Companhia.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis individuais e consolidadas e o relatório do auditor A Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas não abrange o relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis individuais e consolidadas ou com o nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a esse respeito. Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações contábeis individuais e consolidadasA Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accouting Standards Board (IASB), assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis individuais e consolidadas livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.Como parte da auditoria realizada, de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladasAvaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela AdministraçãoConcluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe uma incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacionalAvaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações, e se as demonstrações contábeis individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequadaObtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar consideravelmente nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 29 de março de 2018Régis Eduardo Baptista dos SantosCT CRC 1SP- 255.954/O-0Grant Thornton Auditores IndependentesCRC 2SP-025.583/O-1

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASEm atendimento ao disposto no artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07/12/2009, os Diretores declaram que reviram, discutiram e concordam com as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício encerrado em 31/12/2017. São Paulo, 29 de março de 2018 Renato de Almeida Pimentel Mendes Aluízio Guimarães Cupertino Diretor Diretor Abelardo Gomes Parente Junior Diretor

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE O RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES Em atendimento ao disposto no artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07/12/2009, os Diretores declaram que reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no Relatório da Boucinhas, Campos & Conti Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício encerrado em 31/12/2017. São Paulo, 29 de março de 2018 Renato de Almeida Pimentel Mendes Aluízio Guimarães Cupertino Diretor Diretor Abelardo Gomes Parente Junior Diretor

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da Azevedo & Travassos S.A. (ATSA), no desempenho de suas atribuições legais e estatutárias, examinou o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício findo em 31/12/2017. Com base nos exames efetuados, nos esclarecimentos prestados pela Administração, no Relatório sobre as Demonstrações Financeiras, acima referidas, elaborado pela Grant Thornton Auditores Independentes, sem ressalvas, aprovou, por maioria, com exceção dos votos das Conselheiras Doris Beatriz França Wilhelm e Gabriela Roller Curi, as Demonstrações Financeiras do mencionado exercício. Os demais membros do Conselho Fiscal são de opinião que os referidos documentos estão em condições de serem submetidos à apreciação da Assembleia Geral Ordinária de Acionistas da ATSA. São Paulo, 29 de março de 2018. Doris Beatriz França Wilhelm Genival Francisco da Silva Luciano Neves Penteado Moraes Walter Ramos Filho Gabriela Roller Curi

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

No ano de 2017 não foi instalado o Comitê de Auditoria.

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

No ano de 2017 não foi instalado o Comitê de Auditoria

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.