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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2012135 páginasCódigo CVM 18309Versão 1Recebida em 04/04/2013valores em R$ mil

DFP 2012 de EQUATORIAL PARA DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A.

EQUATORIAL PARA DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. · CNPJ 04.895.728/0001-80

EQUATORIAL PARA DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A.
CNPJ 04.895.728/0001-80
DFP 2012
Exercício 2012
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Metadados

Empresa
EQUATORIAL PARA DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A.
CNPJ
04.895.728/0001-80
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
135
Ano de referência
2012*
Publicado em
04/04/2013 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:46

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201231/12/2011Var.
1Ativo Total4.518.7624.358.1113,7%
1.01Ativo Circulante1.318.1011.150.66114,6%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa68.850208.756−67,0%
1.01.02Aplicações Financeiras363.0390—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber547.969649.879−15,7%
1.01.03.01Clientes547.969649.879−15,7%
1.01.03.01.01Consumidores547.969649.879−15,7%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.03.02.01Títulos a receber00—
1.01.04Estoques8.87312.094−26,6%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar45.27553.770−15,8%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar45.27553.770−15,8%
1.01.06.01.01Impostos sobre o lucro a recuperar5.35111.816−54,7%
1.01.06.01.02Impostos e contibuições a recuperar39.92441.954−4,8%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes284.095226.16225,6%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros284.095226.16225,6%
1.01.08.03.01Serviços pedidos38.96574.290−47,6%
1.01.08.03.02Aquisição de combustível por conta da CCC153.39493.04664,9%
1.01.08.03.03Depósitos judiciais63.7340—
1.01.08.03.04Outros28.00258.826−52,4%
1.02Ativo Não Circulante3.200.6613.207.450−0,2%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo815.028980.592−16,9%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber23.42920.45814,5%
1.02.01.03.01Clientes23.42920.45814,5%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos089.790−100,0%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos089.790−100,0%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas0115.463−100,0%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas0115.463−100,0%
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes791.599754.8814,9%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Cauções e depósitos vinculados00—
1.02.01.09.04Depósitos judiciais20.61227.429−24,9%
1.02.01.09.05Imposto de renda e contribuição social a recuperar43.62341.6324,8%
1.02.01.09.06Impostos e contribuições a recuperar49.24748.7831,0%
1.02.01.09.07Sub-rogação da CCC211.699175.82920,4%
1.02.01.09.08Ativo financeiro - bens da concessão428.241458.056−6,5%
1.02.01.09.09Outros38.1773.1521.111,2%
1.02.02Investimentos7.3157.801−6,2%
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento7.3157.801−6,2%
1.02.03Imobilizado00—
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível2.378.3182.219.0577,2%
1.02.04.01Intangíveis2.378.3182.219.0577,2%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão2.378.3182.219.0577,2%
1.02.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Com Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAos Administradores e Acionistas da Centrais Elétricas do Pará S.A. - CELPA - "Em Recuperação Judicial"Belém - PAFomos contratados para examinar as demonstrações financeiras da Centrais Elétricas do Pará S.A. - CELPA - "Em Recuperação Judicial" ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva sobre a posição patrimonial e financeira em 31 de dezembro de 2012.Em decorrência do assunto descrito no parágrafo "Base para abstenção de opinião sobre as demonstrações do resultado, dos resultados abrangentes, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa" não nos foi possível obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião de auditoria sobre essas demonstrações. Base para opinião com ressalva sobre a posição patrimonial e financeiraA Companhia não obteve extratos junto às instituições financeiras ou outras documentações suporte para confirmação do saldo das rubricas de bloqueio judicial, valores a liberar e depósitos vinculados a litígios existentes em 31 de dezembro de 2012, impossibilitando-nos de concluir quanto à adequação desses saldos contábeis, no valor de R$ 23.516 mil. Consequentemente, não nos foi possível concluir quanto à adequada apresentação e registro das referidas rubricas nas demonstrações financeiras.A Companhia não registrou passivo atuarial dos planos de benefício pós-emprego, conforme requerido pelas práticas contábeis adotadas no Brasil, no montante de R$16.258 Consequentemente, o passivo não circulante está subavaliado e o patrimônio líquido e o resultado do exercício estão superavaliados no montante de R$16.258 mil.Base para abstenção de opinião sobre as demonstrações do resultado, dos resultados abrangentes, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixaOs valores correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011 foram anteriormente auditados por outros auditores independentes que emitiram relatório datado em 28 de março de 2012 com abstenção de opinião sobre as demonstrações financeiras para o exercício findo naquela data, devido à falta de evidência que comprovasse a continuidade das operações da Companhia, e consequentemente da incerteza da capacidade da Companhia em realizar seus ativos e liquidar seus passivos. Não foi possível nos satisfazer por meios alternativos quanto às posições patrimoniais naquela data. Como a posição patrimonial e financeira inicial é computada na determinação do resultado, dos resultados abrangentes e dos fluxos de caixa, não nos foi possível determinar ajustes que teriam sido necessários ao prejuízo do exercício apresentado nas demonstrações dos resultados, dos resultados abrangentes e dos fluxos de caixa de atividades operacionais apresentados nas demonstrações dos fluxos de caixa. Opinião com ressalva sobre a posição patrimonial e financeira de 31 de dezembro de 2012Em nossa opinião, exceto quanto aos possíveis efeitos dos assuntos descritos no parágrafo "Base para opinião com ressalva sobre a posição patrimonial e financeira", o balanço patrimonial acima referido apresenta adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Centrais Elétricas do Pará S.A. - CELPA - "Em Recuperação Judicial" em 31 de dezembro de 2012, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Abstenção de opinião sobre as demonstrações do resultado, dos resultados abrangentes, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixaDevido à relevância do assunto descrito no parágrafo "Base para abstenção de opinião sobre as demonstrações do resultado, dos resultados abrangentes, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa", não nos foi possível obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião sobre essas demonstrações. Consequentemente, não expressamos uma opinião sobre as demonstrações do resultado, dos resultados abrangentes, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa da Centrais Elétricas do Pará S.A. - CELPA - "Em Recuperação Judicial" correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro 2012.Ênfase Sem ressalvar nossa opinião, chamamos a atenção para o fato de a Companhia estar em recuperação judicial. Conforme nota explicativa 23, em 01 de setembro de 2012, a Assembleia Geral de Credores aprovou o Plano de Recuperação Judicial apresentado pela Companhia. O Plano de Recuperação Judicial foi elaborado tendo por base as premissas de transferência do controle acionário para a Equatorial Energia S.A., aporte mínimo de recursos novos no valor de R$ 700.000 mil por parte do novo controlador, a aprovação, pela ANEEL, do Plano de Transição, a obtenção de parcelamentos para os tributos atualmente em atraso, bem como para os Encargos Sociais em prazo não inferior a 60 (sessenta) meses, e a repactuação de seu endividamento. Essas condições indicam a existência de incerteza que pode levantar dúvida significativa quanto à capacidade de continuidade operacional da Companhia.As demonstrações financeiras foram preparadas levando-se em conta que o Plano de Recuperação Judicial da Companhia será executado com êxito. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoFomos contratados, tamb ém, para examinar as demonstrações do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, preparadas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, devido à relevância do assunto descrito no parágrafo "Base para abstenção de opinião sobre as demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa", não nos foi possível obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. Consequentemente, não expressamos uma opinião sobre as demonstrações do valor adicionado.Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anteriorOs valores correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, apresentados para fins de comparação, foram anteriormente auditados por outros auditores independentes que emitiram relatório datado em 28 de março de 2012 com abstenção de opinião.Fortaleza (CE), 04 de abril de 2013ERNST & YOUNG TERCOAuditores Independentes S.S.CRC 2SP015199/O-6-S-PACarlos Santos Mota FilhoContador CRC - PE 020.728/O-7-S-PA

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em atendimento ao artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução CVM nº 480/09, os Diretores da Companhia Srs. Raimundo Nonato Alencar De Castro, Diretor-Presidente Sérvio Túlio, Diretor Vice-Presidente de Operações Leonardo Da Silva Lucas Tavares De Lima, Diretor Financeiro e Administrativo e Diretor de Relações com Investidores Augusto Dantas, Diretor Vice-Presidente Renan Bodra Machado, Diretor Vice-Presidente Tinn Freire Amado, Diretor de Planejamento e Projetos Especiais Mauro Chaves De Almeida, Diretor Gerente, declaram que (i) revisaram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2012 e (ii) revisaram, discutiram e concordam, sem quaisquer ressalvas, com as opiniões expressas no parecer emitido em 4 de abril de 2013 pela Ernst & Young Terco Auditores Independentes, auditores independentes da Companhia, com relação às demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2012.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em atendimento ao artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução CVM nº 480/09, os Diretores da Companhia Srs. Raimundo Nonato Alencar De Castro, Diretor-Presidente Sérvio Túlio, Diretor Vice-Presidente de Operações Leonardo Da Silva Lucas Tavares De Lima, Diretor Financeiro e Administrativo e Diretor de Relações com Investidores Augusto Dantas, Diretor Vice-Presidente Renan Bodra Machado, Diretor Vice-Presidente Tinn Freire Amado, Diretor de Planejamento e Projetos Especiais Mauro Chaves De Almeida, Diretor Gerente, declaram que (i) revisaram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2012 e (ii) revisaram, discutiram e concordam, sem quaisquer ressalvas, com as opiniões expressas no parecer emitido em 4 de abril de 2013 pela Ernst & Young Terco Auditores Independentes, auditores independentes da Companhia, com relação às demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2012.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da CELPA CENTRAIS ELETRICA DO PARÁ S.A. Em Recuperação Judicial, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, em reunião realizada nesta data, examinou o Relatório Anual da Administração, as Demonstrações Financeiras individuais e consolidadas que o acompanham, quais sejam, o Balanço Patrimonial, as Demonstrações do Resultado, do Resultado Abrangente, das Mutações do Patrimônio Líquido, dos Fluxos de Caixa e do Valor Adicionado, bem como as Notas Explicativas relacionadas, e o correspondente relatório emitido pelos Auditores Independentes, todos relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2.012.Nossos exames das demonstrações citadas no parágrafo anterior foram complementados, ainda, por análises e documentos e, substancialmente, por informações e esclarecimentos prestados aos membros do Conselho Fiscal pelos Auditores Independentes e pela Administração da Companhia.Desta forma, com base nos trabalhos e esclarecimentos prestados pela ERNST & YOUNG TERCO Auditores Independentes e no seu relatório, emitido em 04 de abril de 2013, e, ainda, nos esclarecimentos prestados pela Administração da Companhia, este Conselho Fiscal, pela unanimidade de seus membros, opina favoravelmente ao encaminhamento das Demonstrações Financeiras, acima mencionadas, acompanhadas do Relatório Anual da Administração, para deliberação da Assembleia Geral Ordinária de Acionistas, com as ressalvas e recomendações apresentadas a seguir:1. Ratificação da abstenção de opinião contida no Parecer da ERNST & YOUNG TERCO Auditores Independentes sobre as demonstrações de resultados, das mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa e do valor adicionado do exercício findo em 31 de dezembro de 2012.2. Ratificação da opinião contida no Parecer da ERNST & YOUNG TERCO Auditores Independentes de que exceto quanto aos possíveis efeitos que fundamentaram os parágrafos: "Base de opinião sobre a posição financeira de 31 de dezembro de 2012 e abstenção de opinião sobre os resultados e fluxos de caixa para o exercício findo naquela data" e "Base para opinião com ressalva sobre a posição patrimonial e financeira", o balanço patrimonial em 31.12.2012 apresenta adequadamente em seus aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da empresa.3. Recomendação de que a Administração da Companhia busque eliminar os motivos que originaram as ressalvas contidas no parecer da auditoria da ERNST & YOUNG TERCO Auditores Independentes.Sergio Passos RibeiroRenato MoritzVladimir MuskatirovicPaulo Roberto FranceschiPedro Paulo da CunhaLeonardo da Silva Lucas Tavares de LimaRepresentante da Companhia

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.