Pular para o conteúdo
BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201572 páginasCódigo CVM 6815Versão 1Recebida em 19/05/2016valores em R$ mil

DFP 2015 de GRADIENTE S.A.

GRADIENTE S.A. · CNPJ 43.185.362/0001-07

GRADIENTE S.A.
CNPJ 43.185.362/0001-07
DFP 2015
Exercício 2015
Carregando…

Preparando pré-visualização do PDF…

Documentos maiores podem levar alguns segundos.

Metadados

Empresa
GRADIENTE S.A.
CNPJ
43.185.362/0001-07
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
72
Ano de referência
2015*
Publicado em
19/05/2016 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:58

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201531/12/2014Var.
1Ativo Total219.172207.4185,7%
1.01Ativo Circulante1.7981.22846,4%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa220222−0,9%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber1871747,5%
1.01.03.01Clientes00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber1871747,5%
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar6536126,7%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar6536126,7%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes738220235,5%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante217.374206.1905,4%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo153.417138.31610,9%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber153.417138.31610,9%
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber153.417138.31610,9%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes00—
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado63.86367.780−5,8%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado63.86367.780−5,8%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível94940,0%
1.02.04.01Intangíveis94940,0%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Com Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASAos Administradores e Acionistas daIGB ELETRÔNICA S.A.Amazonas - AMExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da IGB Eletrônica S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2015 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do passivo a descoberto e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeirasA Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e dessas demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), assim como pelos controles internos que a Administração determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos Auditores Independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva.Base para opinião com ressalvaConforme demonstrado na nota explicativa n°8 - Imobilizado, em 31 de dezembro de 2015, a Companhia possuía nas rubricas: Terrenos, Edifícios e Instalações, os montantes líquidos de R$25.608 mil, R$37.169 mil e R$1.082 mil, respectivamente, que se referem a imóveis industriais e comerciais situados na Zona Franca de Manaus. Conforme definido pelo CPC 01 (R1) - Redução ao valor recuperável de ativos, os ativos devem estar registrados por valores que não excedam seu valor recuperável (por ativo, ou unidade geradora de caixa), com base na avaliação de sua recuperabilidade pelo "valor do ativo em uso" e/ou "valor justo líquido de despesas de venda". Decorrente do cenário econômico brasileiro ter se desgastado substancialmente durante o ano de 2015, existem potenciais evidencias que os referidos ativos possam ter sofrido algum tipo de desvalorização, à qual só poderia ser comprovada ou descartada através da realização do Impariment Test destes ativos, procedimento o qual não foi realizado pela Administração da Companhia durante o ano de 2015. Desta forma, diante das circunstâncias supramencionadas, não foi possível nos assegurarmos sobre a adequação dos saldos dos supramencionados ativos com relação à sua recuperabilidade (realização), bem como sobre os eventuais impactos que poderiam advir da realização do Impairmet Test no resultado do exercício de 2015.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasEm nossa opinião, exceto quanto aos efeitos que poderiam advir do assunto comentado no parágrafo "Base para opinião com ressalva", as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da IGB Eletrônica S.A. em 31 de dezembro de 2015, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo "International Accounting Standards Board - IASB".ÊnfasesConforme descrito na nota explicativa nº 7, baseada no posicionamento favorável de seus assessores jurídicos, e em decisões definitivas com "transito em julgado" proferidas pelo Supremo Tribunal Federal - STF, cujo "mérito da discussão" foi julgado como procedente à Companhia, encontram-se reconhecidos em 31 de dezembro de 2015, no ativo não circulante, o montante líquido de R$136.355 mil (créditos com valores "incontroversos"), provenientes de dois processos impetrados contra a Superintendência da Zona Franca de Manaus - Suframa, pertinentes a cobranças indevidas de taxas sobre importações realizadas pela Companhia durante o período compreendido entre junho de 1991 e dezembro de 1999. Atualmente, apesar da Companhia manter registrado em suas demonstrações financeiras somente a parcela incontroversa do direito aos referidos créditos (parcelas estas que foram devidamente reconhecidas pela própria autarquia - Suframa), o que assegura o tratamento deste ativo como de ganho praticamente certo, nos termos da Deliberação CVM nº 594/09 e CPC 25, o efetivo recebimento dos valores depende de execuções judiciais em andamento e/ou outras formas de negociações com os referidos ativos. Adicionalmente, cabe destacar que a Companhia possui créditos tributários no montante de R$10.585 mil, registrados no ativo não circulante, os quais encontram-se adequadamente reconhecidos, mas sua realização encontra-se vinculada à ocorrência das seguintes situações, que podem acontecer de forma isolada ou em conjunto: (i) retomada das operações da Companhia (Compensação) (ii) aceitação do pedido de restituição dos valores, já solicitado pela Companhia e (iii) homologação no Plano de Parcelamento (Refis) da compensação destes créditos com débitos inclusos no referido parcelamento (Nota explicativa n°12). Desta forma, apesar do reconhecimento adequado dos referidos créditos tributários, atualmente não é possível determinar quando e como ocorrerá seu aproveitamento (realização) pela Companhia.O plano de Recuperação Extrajudicial da Companhia, homologado em junho de 2010, prevê o arrendamento dos bens e da marca "Gradiente", antiga IGB Eletrônica S.A. à investida CBTD. Entretanto, como as operações da CBTD não foram iniciadas até o momento, consequentemente, não geraram caixa mínimo suficiente para pagamento do arrendamento e consequente pagamento aos credores da Recuperação Extrajudicial. Neste sentido, a Companhia solicitou aditamento ao plano de Recuperação Extrajudicial para postergar o prazo de início dos pagamentos aos seu s credores. Referido pleito foi indeferido pelo juiz da Recuperação Extrajudicial, tendo a Companhia interposto recurso à esta decisão. Na opinião dos assessores jurídicos da Companhia, na hipótese de não provimento ao referido recurso, ainda será cabível à Companhia Recurso Especial junto ao Superior Tribunal de Justiça - STJ e, eventualmente (se houver matéria constitucional), Recurso Extraordinário junto ao Supremo Tribunal Federal - STF. Adicionalmente, conforme comentado na nota explicativa n° 13, a Companhia iniciou renegociações com determinados credores, o que na opinião dos seus assessores jurídicos, em virtude da prolação da sentença de extinção da Recuperação Extrajudicial e decorrente da pendência de julgamento do Recurso de apelação impetrado pela Companhia, possui amparo legal na Legislação aplicável às empresas em Recuperação Extrajudicial, nos termos da Lei 11.101 de 2005. A continuidade normal das operações da Companhia depende do sucesso do plano de reestruturação e/ou dos referidos acordos que atualmente estão sendo celebrados com os credores. Sem ressalvar nossa opinião, chamamos a atenção para as notas explicativas n°1 e n°13 às demonstrações financeiras, bem como para a insuficiência de patrimônio líquido (passivo a descoberto) no valor de R$(713.670) mil, em 31 de dezembro de 2015. As demonstrações financeiras não incluem quaisquer ajustes relativos à realização e classificação dos valores de ativos ou quanto aos valores e a classificação de passivos, que seriam requeridos no caso de insucesso dessas medidas para o restabelecimento do equilíbrio financeiro da Companhia e liquidação das dívidas junto aos credores da Recuperação Extrajudicial.Outros assuntosExaminamos, também, as demonstrações, individual e consolidada, do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2015, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para Companhias Abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Amazonas, 13 de maio de 2016.Ricardo José Patine FilhoSócio DiretorCRC 1SP252050/O-9Verdus Auditores IndependentesCRC 2SP027296/O-2

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

A Diretoria declara que: O conjunto das demonstrações financeiras foram por nós preparadas, revisadas, discutidas e não temos nenhum assunto relevante que mereça qualquer comentário adicional àqueles já descritos nas notas explicativas às demontrações financeiras.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

A diretoria declara que discutiu, reviu e concordou com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.