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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201694 páginasCódigo CVM 6343Versão 1Recebida em 28/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de TUPY S/A

TUPY S/A · CNPJ 84.683.374/0001-49

TUPY S/A
CNPJ 84.683.374/0001-49
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
TUPY S/A
CNPJ
84.683.374/0001-49
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
94
Ano de referência
2016*
Publicado em
28/03/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total4.769.8065.751.180−17,1%
1.01Ativo Circulante2.277.1972.741.313−16,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa1.203.9401.524.622−21,0%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber418.963542.099−22,7%
1.01.03.01Clientes418.963542.099−22,7%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques409.713388.2485,5%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar73.16797.995−25,3%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar73.16797.995−25,3%
1.01.06.01.01Imposto de Renda e Contribuição Social a Recuperar44115.105−97,1%
1.01.06.01.02Demais Tributos a Recuperar72.72682.890−12,3%
1.01.07Despesas Antecipadas7.3038.195−10,9%
1.01.08Outros Ativos Circulantes164.111180.154−8,9%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros164.111180.154−8,9%
1.01.08.03.01Ferramentais de Terceiros139.089160.294−13,2%
1.01.08.03.02Títulos a Receber e Outros25.02219.86026,0%
1.01.08.03.03Instrumentos Financeiros Derivativos00—
1.02Ativo Não Circulante2.492.6093.009.867−17,2%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo548.669434.17826,4%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo011.484−100,0%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda011.484−100,0%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos44.35318.715137,0%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos44.35318.715137,0%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes504.316403.97924,8%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Imposto de Renda e Contribuição Social a Recuperar194.63193.829107,4%
1.02.01.09.04Demais Tributos a Recuperar160.004162.778−1,7%
1.02.01.09.05Créditos Eletrobrás102.170102.1700,0%
1.02.01.09.06Depósitos Judiciais e Outros47.51145.2025,1%
1.02.02Investimentos13.29713.2000,7%
1.02.02.01Participações Societárias6.7536.6561,5%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias6.7536.6561,5%
1.02.02.02Propriedades para Investimento6.5446.5440,0%
1.02.03Imobilizado1.600.3941.921.632−16,7%
1.02.03.01Imobilizado em Operação1.481.6141.698.550−12,8%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento118.780223.082−46,8%
1.02.04Intangível330.249640.857−48,5%
1.02.04.01Intangíveis289.023599.631−51,8%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill41.22641.2260,0%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeirasindividuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasTupy S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais da Tupy S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas da Tupy S.A. e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Tupy S.A. e da Tupy S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2016, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB). Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Porque é um PAA Teste de redução ao valor recuperável de ágio, intangíveis e imobilizado (Nota explicativa 13 e 14) Conforme mencionado na Nota 2.4 às demonstrações financeiras, os testes de redução ao valor recuperável (impairment) envolvem julgamentos críticos por parte da administração da Companhia, pois os valores são estimados com base em fluxos de caixa futuros, que demandam, entre outros, a adequada identificação de Unidades Geradoras de Caixa, e adoção de premissas e julgamentos para elaboração das projeções. Essas premissas incluem projeções referentes ao desempenho da economia brasileira e outros mercados nos quais a Companhia atua, taxa de desconto, taxa de inflação, crescimento das despesas, entre outras, sendo que condições econômicas adversas podem fazer com que essas premissas sofram alterações significativas. Em 31 de dezembro de 2016, a administração da Companhia revisou o valor recuperável dos ativos acima referidos, e como resultado, registrou uma provisão para perda no montante de R$ 143.726 mil referente a determinados ativos intangíveis com vida útil definida e o montante de R$ 84.760 mil referentes a determinados ativos imobilizados.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram o entendimento e avaliação dos principais controles internos do processo de mensuração ao valor recuperável dos ativos da Companhia, bem como a avaliação da consistência entre a política contábil e esses controles e os procedimentos adotados. Com o apoio de nossos especialistas em avaliações (Corporate Finance) realizamos a avaliação da razoabilidade da metodologia, das principais premissas financeiras e econômicas utilizadas pela administração da Companhia no teste de impairment, tais como, taxa de desconto, taxa de inflação, taxa de crescimento de receita e despesas, dentre outras. Tais procedimentos incluíram a realização de uma análise de sensibilidade acerca das principais premissas utilizadas pela administração. Avaliamos, ainda, a Governança em torno desse processo, incluindo a consistência das projeções utilizadas com o plano aprovado pelo Conselho de Administração.Consideramos que as premissas adotadas pela Administração são razoáveis e os dados e informações por nós observados são consistentes com as divulgações em notas explicativas.Porque é um PAAProvisões e passivos contingentes (Nota explicativa 18) A Companhia e suas controladas possuem, em 31 de dezembro de 2016, provisão perdas em processos tributários, cíveis e trabalhistas que, conforme mencionado na Nota 2.4 (d) às demonstrações financeiras, são mensurados com base nas perdas prováveis estimadas nos respectivos processos. Adicionalmente, a Companhia e suas controladas possuem passivos contingentes para os quais não foram registradas provisões nas demonstrações financeiras, considerando que as perspectivas para perda foram avaliadas como possíveis pela administração, com base na opinião dos assessores jurídicos internos e externos da Companhia. A determinação da possibilidade de êxito nos processos em andamento, assim como a estimativa das perdas prováveis esperadas, envolve julgamentos críticos por parte da administração da Companhia, pois depende de eventos futuros que não estão sob o controle da administração. Nesse contexto, o andamento e a jurisprudência relativos a esses processos nas diversas esferas aplicáveis podem sofrer desdobramentos diferentes do esperado pela administração e seus assessores jurídicos internos externos, o que pode fazer com que as estimativas da administração sofram alterações significativas.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaEm resposta a esse assunto, avaliamos a consistência entre a política contábil relacionada com a constituição de provisões e os controles e procedimentos adotados pela administração para determinação dessas provisões, assim como suas respectivas divulgações. Adicionalmente, obtivemos confirmações diretamente dos assessores jurídicos externos contemplando os prognósticos de perda para os principais processos, bem como a quantificação dos montantes estimados como perda possível e provável. Envolvemos nossos especialistas na área tributária para a avaliação da razoabilidade das principais estimativas da administração e seus assessores jurídicos internos e externos para determinados processos, considerando o andamento desses processos e a jurisprudência existente, quando aplicável. Consideramos que os critérios e premissas adotados para a determinação da provisão e passivos contingentes são razoáveis e consistentes com as avaliações dos assessores jurídicos e que as divulgações são consistentes com as informações obtidas.Porque é um PAARealização de créditos tributários de impos to de renda e contribuição social (Notas explicativas 7 e 19)A Companhia e suas controladas mantêm registrados tributos diferidos oriundos de diferenças temporárias e prejuízos fiscais de imposto de renda e contribuição social, assim como créditos de imposto de renda e contribuição social a recuperar. Esses créditos foram registrados na medida em que a administração considera que gerará lucros tributáveis futuros suficientes para a utilização desses créditos. A relevância desses créditos, bem como o fato de que as projeções de lucros tributários futuros incluem diversas premissas de natureza sujeitas a julgamento, consideramos esse tema como foco de nossa auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaEm resposta a esse assunto, entendemos e testamos os controles-chave utilizados pela Companhia na apuração e registro dos créditos tributários, bem como o modelo utilizado para as projeções de resultados.Envolvemos nossos especialistas em temas tributários, assim como os de avaliação de empresas, para nos auxiliar nos testes dos cálculos dos créditos e em relação aos modelos e premissas críticas utilizados pela administração. Comparamos essas premissas com informações macroeconômicas divulgadas no mercado, bem como comparamos informações dessas projeções com orçamentos aprovados pelos órgãos de governança da Companhia. Adicionalmente, analisamos os prazos de realização considerados nos estudos e os dados históricos da própria Companhia e suas controladas para testar a adequação e a consistência dessas estimativas de realização em relação aos utilizados nos exercícios anteriores. Finalmente, avaliamos as divulgações relacionadas com o reconhecimento desses créditos tributários.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela Administração para a determinação dos créditos tributários são razoáveis em todos os aspectos relevantes no contexto das demonstrações financeiras.Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeira (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se ex iste incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.4Florianópolis, 28 de março de 2017PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5 "F" SCMaurício ColombariContador CRC 1SP195838/O-3 "S" SC

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA Em observância às disposições constantes no artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria Executiva da Tupy S.A. declara que revisou, discutiu e concordou com a opinião expressa no Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras, emitido nesta data, e com as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016. Joinville, 28 de março de 2017 A Administração

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA Em observância às disposições constantes no artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria Executiva da Tupy S.A. declara que revisou, discutiu e concordou com a opinião expressa no Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras, emitido nesta data, e com as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016. Joinville, 28 de março de 2017 A Administração

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da TUPY S.A., no exercício de suas atribuições legais e estatutárias, examinou o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras da Companhia, relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016, compostas pelo Balanço Patrimonial, Demonstrações de Resultados, do Resultado Abrangente, dos Fluxos de Caixa, das Mutações do Patrimônio Líquido, e do Valor Adicionado e respectivas Notas Explicativas, e a proposta da Administração relativa à destinação do Resultado do Exercício. Tais exames foram seguidos, ainda, pela análise de documentos e, substancialmente, por informações e esclarecimentos prestados pelos auditores externos e pela Administração da Companhia no decorrer do exercício.Desta forma, com base nos exames realizados, no Parecer do Comitê de Auditoria e no Relatório da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, emitidos em 28 de março de 2017, sem ressalvas, o Conselho Fiscal, por unanimidade, opina que os documentos acima referidos e as propostas da Administração, estão em condições de serem apreciados pela Assembleia Geral Ordinária de Acionistas.João Augusto MonteiroPresidenteClaudio Morais MachadoDenise Lopes Vianna

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.