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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201677 páginasCódigo CVM 22357Versão 1Recebida em 06/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de ALLOS S.A.

ALLOS S.A. · CNPJ 05.878.397/0001-32

ALLOS S.A.
CNPJ 05.878.397/0001-32
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
ALLOS S.A.
CNPJ
05.878.397/0001-32
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
77
Ano de referência
2016*
Publicado em
06/03/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total4.988.0814.900.8421,8%
1.01Ativo Circulante312.112340.059−8,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa256.046265.145−3,4%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber43.75540.3988,3%
1.01.03.01Clientes43.75540.3988,3%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.03.02.01Adiantamentos a Fornecedores00—
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar4.59414.365−68,0%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar4.59414.365−68,0%
1.01.06.01.01Impostos a Recuperar4.59414.365−68,0%
1.01.07Despesas Antecipadas2635−25,7%
1.01.08Outros Ativos Circulantes7.69120.116−61,8%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante4.675.9694.560.7832,5%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo133.931104.56628,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.01.03Aplicações Financeiras Vinculadas00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber42.81245.793−6,5%
1.02.01.03.01Clientes15.58417.712−12,0%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber27.22828.081−3,0%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos9.3369.2500,9%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos9.3369.2500,9%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.07.01Depositos Judiciais00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes81.78349.52365,1%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda32.3160—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Depositos Judiciais17.99823.300−22,8%
1.02.01.09.04Outros Ativos4.2876.126−30,0%
1.02.01.09.05Impostos a Recuperar27.18220.09735,3%
1.02.02Investimentos4.535.9604.448.2192,0%
1.02.02.01Participações Societárias40.14538.6633,8%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento4.495.8154.409.5562,0%
1.02.03Imobilizado2.8723.403−15,6%
1.02.03.01Imobilizado em Operação2.8723.403−15,6%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível3.2064.595−30,2%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeirasindividuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasSonae Sierra Brasil S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais da Sonae Sierra Brasil S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas da Sonae Sierra Brasil S.A. e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Sonae Sierra Brasil S.A e da Sonae Sierra Brasil S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2016, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidados como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Porque é um PAAValorização das propriedades para investimentosConforme divulgado na Nota 12 às demonstrações financeiras, o saldo de propriedades para investimentos é de R$ 4.495.815 mil e representa 90% do total de ativos consolidados da Companhia em 31 de dezembro de 2016. Essas propriedades para investimentos são mensuradas pelo seu valor justo. Para tanto, a Companhia ao determinar o valor justo dessas propriedades, tem como referência, laudos de avaliação elaborados por avaliadores independentes que consideram metodologia e a elaboração de diversas premissas. Considerando que a mensuração do valor justo dessas propriedades para investimentos é complexa e altamente dependente de estimativas e premissas, essa foi uma área importante em nossa auditoria.Receitas de aluguelParte das transações de receitas com aluguel apresentam um componente variável que incluem períodos de carência, cláusulas específicas em contratos e em renovações, descontos concedidos, dentre outras. Embora estabelecidos em contrato, apresentam características individuais e podem ser de natureza complexa.Em virtude de haver diferentes condições firmadas em contratos de aluguel, são necessários controles para apurar os valores e o período que devem ser reconhecidos a receita variável de aluguel. Consideramos a receita variável de aluguel como área relevante em nosso processo de auditoria devido as peculiaridades relacionadas com o processo de registro e o processamento das informações contratuais, bem como a importância dos controles internos estabelecidos.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria Nossos procedimentos de auditoria consideraram, entre outros, a análise da objetividade, da independência e da especialização da empresa de avaliação externa, além da razoabilidade das informações e premissas relevantes utilizadas nas avaliações. Realizamos a leitura dos laudos de avaliação e discutimos os resultados com a administração e a empresa de avaliação independente. Além disso, com o apoio de nossos especialistas em avaliação de propriedade para investimentos, realizamos análise da razoabilidade das premissas, dados e modelo utilizados nos referidos laudos de avaliação.No contexto de nossa auditoria, consideramos que as metodologias de avaliação e as premissas adotadas pela administração são razoáveis.Com o suporte de nossos especialistas de tecnologia da informação, entendemos e testamos os controles gerais do ambiente de tecnologia relacionados aos aspectos de segurança, mudanças em sistemas e operações das informações. Também entendemos e testamos os controles internos relevantes das transações pertinentes ao processo de reconhecimento de receitas de alugueis e respectivas divulgações em notas explicativas.Aplicamos testes de transações nos contratos de alugueis, parametrizadas nos sistemas utilizados pela Companhia, bem como, a análise de aderência às políticas aplicadas para carência de aluguel, descontos e renda variável.Testamos determinadas transações de receitas com vendas reconhecidas no resultado da Companhia, inspecionando a documentação física e recebimentos de clientes. Consideramos que informações divulgadas estão consistentes com os dados e documentos obtidos em nossa auditoria. Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anteriorO exame das demonstrações financeiras individuais e consolidadas do exercício findo em 31 de dezembro de 2015 foram conduzidos sob a responsabilidade de outros auditores independentes, que emitiram relatório de auditoria com data de 25 de fevereiro de 2016, sem ressalvas.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o r elatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações, que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou com o nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras individuais e consolidadas livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações, e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio da Companhia e suas controladas para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria da Companhia e suas controladas e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 23 de fevereiro de 2017PricewaterhouseCoopersMarcelo OrlandoAuditores IndependentesContador CRC1SP217518/O-7CRC 2SP000160/O-5

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO PARA FINS DO ARTIGO 25, §1º, V E VI DA INSTRUÇÃO CVM n.º 480José Manuel Baeta Tomás, português, casado, economista, inscrito no CPF/MF sob o nº 803.791.250-72, com escritório na Avenida Doutor Cardoso de Mello, nº 1.184, 13º andar, na Cidade de São Paulo, no Estado de São Paulo, na qualidade de Diretor Presidente da Sonae Sierra Brasil S.A., sociedade por ações com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Doutor Cardoso de Mello, nº 1.184, 13º andar, CEP 04548-004, inscrita no CNPJ/MF sob o n.º 05.878.397/0001-32 ("Companhia"), declara, nos termos dos incisos V e VI do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM n.º 480, de 7 de dezembro de 2009, conforme alterada, que juntamente com os demais diretores da Companhia: (i) reviu, discutiu e concorda com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes da Companhia referentes às demonstrações financeiras o exercício encerrado em 31 de dezembro de 2016 e (ii) reviu, discutiu e concorda com as demonstrações financeiras da Companhia referente ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016. São Paulo, 23 de fevereiro de 2017JOSÉ MANUEL BAETA TOMÁSDiretor PresidenteCarlos Alberto Correa, brasileiro, casado, contador, inscrito no CPF/MF sob o nº 042.392.808-26, com escritório na Avenida Doutor Cardoso de Mello, nº 1.184, 13º andar, na cidade de São Paulo, no Estado de São Paulo, na qualidade de Diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Sonae Sierra Brasil S.A., sociedade por ações com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Doutor Cardoso de Mello, nº 1.184, 13º andar, CEP 04548-004, inscrita no CNPJ/MF sob o n.º 05.878.397/0001-32 ("Companhia"), declara, nos termos dos incisos V e VI do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM n.º 480, de 7 de dezembro de 2009, conforme alterada, que juntamente com os demais diretores da Companhia: (i) reviu, discutiu e concorda com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes da Companhia referentes às demonstrações financeiras o exercício encerrado em 31 de dezembro de 2016 e (ii) reviu, discutiu e concorda com as demonstrações financeiras da Companhia referente ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016. São Paulo, 23 de fevereiro de 2017CARLOS ALBERTO CORREADiretor Financeiro e de Relações com Investidores Waldir Chao, brasileiro, casado, engenheiro, inscrito no CPF/MF sob o nº 043.863.068-89, com escritório na Avenida Doutor Cardoso de Mello, nº 1.184, 13º andar, na cidade de São Paulo, no Estado de São Paulo, na qualidade de Diretor de Leasing e Property Management da Sonae Sierra Brasil S.A., sociedade por ações com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Doutor Cardoso de Mello, nº 1.184, 13º andar, CEP 04548-004, inscrita no CNPJ/MF sob o n.º 05.878.397/0001-32 ("Companhia"), declara, nos termos dos incisos V e VI do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM n.º 480, de 7 de dezembro de 2009, conforme alterada, que juntamente com os demais diretores da Companhia: (i) reviu, discutiu e concorda com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes da Companhia referentes às demonstrações financeiras o exercício encerrado em 31 de dezembro de 2016 e (ii) reviu, discutiu e concorda com as demonstrações financeiras da Companhia referente ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016. São Paulo, 23 de fevereiro de 2017WALDIR CHAODiretor de Leasing e Property Management

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Vide Declaração dos diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da SONAE SIERRA BRASIL S.A., no exercício de suas funções legais e estatutárias, concluiu o exame das Demonstrações Financeiras da Companhia, relativas ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2016 compostas pelo Balanço Patrimonial, Demonstrações do Resultado do Exercício, do Resultado Abrangente, Mutações do Patrimônio Líquido, Fluxos de Caixa e do Valor Adicionado, bem como pelas Notas Explicativas relacionadas. Tais exames foram seguidos, ainda, pela análise de documentos e, substancialmente, por informações e esclarecimentos prestados aos membros deste Conselho pelos Auditores externos e pela Administração da Companhia, inclusive através da análise do Relatório Anual da Administração. Desta forma, com base nos exames realizados e no Relatório de Auditoria da Price Waterhouse Coopers, emitido em 23 de fevereiro de 2017, sem ressalvas, o Conselho Fiscal concluiu, por unanimidade, que os documentos acima referidos apresentam-se em ordem, opinando favoravelmente ao seu encaminhamento para deliberação da Assembleia Geral dos Acionistas.São Paulo, 24 de fevereiro de 2017Marcos de Bem GuazzelliDaniel Vinicius Alberini SchrickteClovis Ailton Madeira

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.