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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201696 páginasCódigo CVM 23736Versão 1Recebida em 28/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de FORNO DE MINAS ALIMENTOS LTDA

FORNO DE MINAS ALIMENTOS LTDA · CNPJ 03.870.455/0005-80

FORNO DE MINAS ALIMENTOS LTDA
CNPJ 03.870.455/0005-80
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
FORNO DE MINAS ALIMENTOS LTDA
CNPJ
03.870.455/0005-80
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
96
Ano de referência
2016*
Publicado em
28/03/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total226.854179.74626,2%
1.01Ativo Circulante90.64466.22236,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa5.9362.441143,2%
1.01.02Aplicações Financeiras21115040,7%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo21115040,7%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação21115040,7%
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber43.22936.22319,3%
1.01.03.01Clientes43.22936.22319,3%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques30.25620.71146,1%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar9.8695.18390,4%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar9.8695.18390,4%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes1.1431.514−24,5%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros1.1431.514−24,5%
1.01.08.03.01Instrumentos financeiros derivativos0247−100,0%
1.01.08.03.02Adiantamento a terceiros9471.063−10,9%
1.01.08.03.03Outras contas a receber196204−3,9%
1.02Ativo Não Circulante136.210113.52420,0%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo26.5898.361218,0%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo5.8903.42372,1%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação5.8903.42372,1%
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes20.6994.938319,2%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Instrumentos financeiros derivativos18212644,4%
1.02.01.09.04Impostos a recuperar1.0644.704−77,4%
1.02.01.09.05Outras contas a receber19.45310817.912,0%
1.02.02Investimentos5.4556.153−11,3%
1.02.02.01Participações Societárias5.4556.153−11,3%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias5.4556.153−11,3%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado92.31087.1226,0%
1.02.03.01Imobilizado em Operação74.91875.560−0,8%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento17.39211.56250,4%
1.02.04Intangível11.85611.888−0,3%
1.02.04.01Intangíveis11.85611.888−0,3%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Softwares502534−6,0%
1.02.04.01.03Marcas e patentes11.35411.3540,0%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAosAcionistas e Administradores daForno de Minas Alimentos S.A.São Paulo - SPOpinião Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Forno de Minas Alimentos S.A. (Companhia), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Forno de Minas Alimentos S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo InternationalAccounting Standards Board (IASB). Base para opinião Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Reconhecimento de receita - acordos comerciaisConforme mencionado na nota explicativa 2 (k), o reconhecimento de receita da Companhia ocorre quando os produtos são entregues e a posse transferida aos respectivos compradores dentro do período contábil adequado, de tal forma que todas as condições de reconhecimento de receita são satisfeitas.Adicionalmente, caso seja provável que descontos sejam concedidos e estes possam ser mensurados, então o desconto é reconhecido como uma redução da receita operacional, conforme as vendas sejam reconhecidas. Este assunto foi considerado significativo para nossa auditoria tendo em vista o alto volume de transações e variedade de condições contratuais relativos aos descontos, incentivos e bonificações, que são calculados com base nas vendas realizadas durante o exercício.Como nossa auditoria tratou o assunto:Nossos procedimentos de auditoria para cobrir o risco de erros materiais no reconhecimento de receita, incluem, dentre outros: (1) avaliação das políticas contábeis aplicadas pela Companhia para determinação do reconhecimento dos valores envolvidos no processo de acordos comerciais e sua aderência às práticas contábeis aplicadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais (2) revisão do processo e testes de controles referentes as vendas, descontos, incentivos e bonificações (3) validação, através de amostragem, da contabilização das vendas, bonificações e descontos em relação ao correto período de competência (4) desenvolvimento de expectativa para a receita do exercício corrente e das deduções de bonificações através de histórico da Companhia e entendimento do mercado que ela está inserida. Após isso, comparamos nossa expectativa prévia com os valores registrados (5) confirmação externa e inspeção dos contratos firmados para uma amostragem de transações com clientes da Companhia, e (6) avaliação da adequação das divulgações da Companhia em relação à este assunto.Provisão para riscosConforme divulgado na nota explicativa 13, em 31 de dezembro de 2016, a Companhia é parte envolvida em processos administrativos e judiciais, principalmente tributários, estimados em cerca de R$ 78.500 mil, cujo risco de perda foi avaliado como risco possível, e que dessa forma, nenhuma provisão foi registrada. Focamos nesse assunto devido à relevância dos valores, do grau de julgamento envolvido por parte da administração e seus assessores jurídicos na determinação se uma provisão deve ser registrada, além da complexidade do ambiente tributário no Brasil. Adicionalmente, há o risco de que mudanças na avaliação da probabilidade de perda no processo não seja identificada tempestivamente e, consequentemente, não sejam refletivas nas demonstrações financeiras. Como nossa auditoria tratou o assunto:Nossos procedimentos de auditoria incluíram, dentre outros: (1) avaliação das políticas contábeis aplicadas pela Companhia para a classificação dos riscos de perdas (2) obtenção e análises das confirmações dos assessores jurídicos externos da Companhia quanto a classificação de risco e o embasamento técnico aplicado (3) envolvimento de nossa área especialista em tributos nas indagações à administração da Companhia e aos assessores jurídicos externo que auxiliam a Companhia, e (4) avaliação ainda da adequação das divulgações da Companhia em relação aos assuntos com prognóstico de perda possível.Outros Assuntos Auditoria do período anteriorAs demonstrações financeiras individual e consolidada da Companhia para o exercício findo em 31 de dezembro 2015 foram examinadas por outro auditor independente, que emitiu relatório em 24 de março de 2016 com opinião sem modificação sobre essas demonstrações financeiras individual e consolidada.Demonstrações do valor adicionado As demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditor A administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstraç ões financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo InternationalAccounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras. Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos. Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. Belo Horizonte, 16 de março de 2017.ERNST & YOUNG AuditoresIndependentes S.S.CRC-2SP015199/F-6Flávio de Aquino MachadoContador CRC-1MG065899/O-2

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASEm conformidade com o inciso VI do artigo 25 da Instrução CVM n° 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as Demonstrações Financeiras referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE O PARECER DOS AUDITORESEm conformidade com o inciso V do artigo 25 da Instrução CVM n° 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com o relatório dos auditores independentes sobre as Demonstrações Financeiras individuais e consolidadas referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, emitido pela Ernst &Young Auditores Independentes S.S. em 16 de março de 2017.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.