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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201620 páginasCódigo CVM 19429Versão 1Recebida em 27/03/2017valores em R$

DFP 2016 de COMPANHIA PROVINCIA DE SECURITIZACAO

COMPANHIA PROVINCIA DE SECURITIZACAO · CNPJ 04.200.649/0001-07

COMPANHIA PROVINCIA DE SECURITIZACAO
CNPJ 04.200.649/0001-07
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
COMPANHIA PROVINCIA DE SECURITIZACAO
CNPJ
04.200.649/0001-07
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
20
Ano de referência
2016*
Publicado em
27/03/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total121.22223.181422,9%
1.01Ativo Circulante121.22223.181422,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa1.7795.998−70,3%
1.01.01.01Caixa e Bancos1.7795.998−70,3%
1.01.02Aplicações Financeiras89.5521.0278.619,8%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo89.5521.0278.619,8%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.01.03Aplicações Financeiras - CDB89.5521.0278.619,8%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber00—
1.01.03.01Clientes00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.03.02.01Cédulas de Crédito Imobiliário - CCIs00—
1.01.03.02.02Créditos p/Despesas Fundo Inca II00—
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar16.04216.0370,0%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar16.04216.0370,0%
1.01.07Despesas Antecipadas13.7300—
1.01.08Outros Ativos Circulantes1191190,0%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros1191190,0%
1.01.08.03.01Impostos a Recuperar00—
1.01.08.03.02Outros Créditos1191190,0%
1.02Ativo Não Circulante00—
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo00—
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes00—
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Cédulas de Crédito Imobiliário - CCIs00—
1.02.01.09.04Depósitos Judiciais00—
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado00—
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.01.01Computadores e Periféricos12.55812.5580,0%
1.02.03.01.02(-)Depreciações Acumuladas−12.558−12.5580,0%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível00—
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.05Diferido00—

valores em R$; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEISIlmos. Srs.Diretores daCOMPANHIA PROVÍNCIA DE SECURITIZAÇÃO DE CRÉDITOS IMOBILIÁRIOSN/COpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis da Companhia Província de Securitização de Créditos Imobiliários que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia Província de Securitização de Créditos Imobiliários em 31 de dezembro de 2016, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis". Somos independentes em relação à Companhia Província de Securitização de Créditos Imobiliários, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Incerteza significativa relacionada com a continuidade operacionalChamamos a atenção para a nota 6 às demonstrações contábeis, que indica que a Companhia Província de Securitização de Créditos Imobiliários apresentou em 31/12/2015 um prejuízo de R$ 108.546,35, e em 31/12/2016, um prejuízo total de R$ 100.605,89. Para reverter esta situação a Companhia tem concentrado seus esforços, em estudos para identificar oportunidades de negócios e em prospecção no mercado imobiliário. Os recursos para garantir sua continuidade operacional foram até o momento providos principalmente por aportes de capital pelos acionistas. Em janeiro de 2017 ocorreu uma emissão do Certificado de Recebíveis Imobiliários da 1ª série da 2ª emissão da Companhia ("CRI" e "Emissão", respectivamente), no montante total de R$ 9.000.000,00 (nove milhões de reais), emitidos em um único CRI, com valor nominal de R$ 9.000.000,00 (nove milhões de reais), na data de emissão, qual seja, 06 de janeiro de 2017 ("Data de Emissão"), a serem emitidos nos termo da ICVM 476, de 16 de janeiro de 2009. Com essa nova emissão, os resultados positivos esperados são de R$ 170.000,00 e resultarão em acréscimo no patrimônio da Companhia e a continuidade das atividades operacionais.A situação destacada na nota 6 indica a existência de incerteza significativa que pode levantar dúvida significativa quanto à capacidade de continuidade operacional da Companhia Província de Securitização de Créditos Imobiliários. Nossa opinião não está ressalvada em relação a esse assunto.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que em nosso julgamento profissional foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis e, portanto, não expressamos uma opinião em separada sobre esses assuntos. Exceto ao assunto descrito na seção "Incerteza significativa relacionada com a continuidade operacional", não determinamos outros assuntos de auditoria a serem comunicados em nosso relatório. Outros AssuntosA demonstração do valor adicionado (DVA) referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia Província de Securitização de Créditos Imobiliários, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis da Companhia Província de Securitização de Créditos Imobiliários. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis e o relatório do auditor A administração da Companhia Província de Securitização de Créditos Imobiliários, é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório de Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis não abrange o Relatório de Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório de Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com o nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório de Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração pelas demonstrações contábeisA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia Província de Securitização de Créditos Imobiliários, continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia Província de Securitização de Créditos Imobiliários, ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeisNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas, não, uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente o u em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia Província de Securitização de Créditos Imobiliários.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia Província de Securitização de Créditos Imobiliários. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia Província de Securitização de Créditos Imobiliários a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela administração a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela administração declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela administração, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. Porto Alegre, 03 de fevereiro de 2017.MBAUDIT - AUDITORES INDEPENDENTES S/SCARLOS ALFREDO MOGCRCRS N° 3.854 e CRCRS Nº 34.612

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DA DIRETORIAPara fins do Artigo 25 da Instrução CVM nº 480/09Declaramos, na qualidade de diretores da Companhia Província de Securitização de Créditos Imobiliários, sociedade por ações com sede na Rua dos Andradas, nº 1276, conj. 501, na cidade de Porto Alegre, Estado do Rio Grande do Sul, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 04.200.649/0001-07, que revimos, discutimos e concordamos com as Demonstrações Financeiras, relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016, nos termos e para fins do parágrafo 1º, do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009.Porto Alegre, 03 de fevereiro de 2017.Camilo Fortuna PiresDiretor Superintendente e de Relações com InvestidoresAlceu FrancisconiDiretor

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DA DIRETORIAPara fins do Artigo 25 da Instrução CVM nº 480/09Declaramos, na qualidade de diretores da Companhia Província de Securitização de Créditos Imobiliários, sociedade por ações com sede na Rua dos Andradas, nº 1276, conj. 501, na cidade de Porto Alegre, Estado do Rio Grande do Sul, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 04.200.649/0001-07, que revimos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes da Companhia, relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016, nos termos e para fins do parágrafo 1º, do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009.Porto Alegre, 03 de fevereiro de 2017.Camilo Fortuna PiresDiretor Superintendente e de Relações com InvestidoresAlceu FrancisconiDiretor

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.