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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017124 páginasCódigo CVM 24171Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 27/02/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de ATACADAO S.A.

ATACADAO S.A. · CNPJ 75.315.333/0001-09

Versões deste exercício: v1 (27/02/2018) · v2 (27/02/2018), esta

ATACADAO S.A.
CNPJ 75.315.333/0001-09
DFP 2017 (V2)
Exercício 2017
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Metadados

Empresa
ATACADAO S.A.
CNPJ
75.315.333/0001-09
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
124
Ano de referência
2017*
Publicado em
27/02/2018 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total33.878.00028.328.00019,6%
1.01Ativo Circulante16.758.00013.761.00021,8%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa4.804.0003.242.00048,2%
1.01.02Aplicações Financeiras6.0000—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado6.0000—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento6.0000—
1.01.03Contas a Receber6.298.0005.336.00018,0%
1.01.03.01Clientes1.033.000901.00014,7%
1.01.03.02Outras Contas a Receber5.265.0004.435.00018,7%
1.01.04Estoques4.999.0004.751.0005,2%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar377.000280.00034,6%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar377.000280.00034,6%
1.01.06.01.01Imposto de Renda e Contribuição Social a Recuperar10.00024.000−58,3%
1.01.06.01.02Tributos a Recuperar367.000256.00043,4%
1.01.07Despesas Antecipadas48.00041.00017,1%
1.01.08Outros Ativos Circulantes226.000111.000103,6%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros226.000111.000103,6%
1.01.08.03.01Instrumentos Financeiros Derivativos5.0000—
1.01.08.03.02Outros221.000111.00099,1%
1.02Ativo Não Circulante17.120.00014.567.00017,5%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo4.790.0003.305.00044,9%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado271.000235.00015,3%
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento271.000235.00015,3%
1.02.01.03Contas a Receber229.000128.00078,9%
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber229.000128.00078,9%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos352.000158.000122,8%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos352.000158.000122,8%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes3.938.0002.784.00041,5%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Outros31.00082.000−62,2%
1.02.01.09.04Tributos a Recuperar1.729.000734.000135,6%
1.02.01.09.05Depósitos Judiciais2.170.0001.952.00011,2%
1.02.01.09.07Despesas Antecipadas8.00016.000−50,0%
1.02.02Investimentos497.000155.000220,6%
1.02.02.01Participações Societárias75.00066.00013,6%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento422.00089.000374,2%
1.02.03Imobilizado9.597.0008.941.0007,3%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível2.236.0002.166.0003,2%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos acionistas e aos Administradores do Atacadão S.A.São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas do Atacadão S.A. ("Companhia" ou "Grupo"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, do Atacadão S.A. em 31 de dezembro de 2017, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Provisões e passivos contingentes (individual e consolidado)Ver nota explicativa nº 18 às demonstrações financeiras individuais e consolidadasPor que é um PAAO Grupo é parte passiva em processos fiscais, trabalhistas e cíveis no curso normal de suas atividades, e está sujeito a fiscalizações por parte das autoridades competentes que podem resultar em autos de infração.O valor estimado das provisões e a divulgação requerida dos processos judiciais e administrativos, bem como de outros passivos contingentes requerem julgamento do Grupo e de seus assessores jurídicos.Mudanças nas premissas utilizadas pelo Grupo para exercer esse julgamento, ou mudanças nas condições externas, incluindo o posicionamento das autoridades tributárias, trabalhistas e cíveis, podem impactar significativamente o montante das provisões e as divulgações requeridas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, e o valor do investimento registrado pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras da controladora.Devido ao volume significativo de processos e à relevância dos valores envolvidos, à complexidade da legislação tributária, em especial no que diz respeito aos valores a serem considerados como base para tomada de crédito tributário nas empresas de varejo, e aos julgamentos significativos exercidos pelo Grupo, consideramos esse assunto significativo em nossa auditoria. Como nossa auditoria conduziu esse assuntoObtivemos o entendimento sobre o desenho dos controles internos que julgamos como chave relacionados à identificação, monitoramento e avaliação dos processos judiciais, assim como a lista de assessores jurídicos externos e internos do Grupo. Obtivemos confirmações junto aos assessores jurídicos externos e internos do Grupo contemplando a avaliação do risco de perda e os montantes envolvidos nos processos fiscais, trabalhistas e cíveis em aberto.Para os processos reclamatórios e posições tributárias tomadas mais significativas, analisamos com o auxílio de nossos especialistas nas áreas tributária e legal, a documentação suporte, as opiniões legais dos assessores externos, e a jurisprudência existente. Testamos ainda, por amostragem, o histórico de perdas de processos trabalhistas utilizado para mensuração da provisão dos processos trabalhistas em fase inicial. Avaliamos também a adequação das divulgações relacionadas aos litígios provisionados e aqueles com prognóstico de perda possível nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.No decorrer da nossa auditoria identificamos ajustes que, apesar de imateriais, afetaram a mensuração e a divulgação das Provisões e passivos contingentes, os quais foram acatados e registrados pela administração. Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima sumarizados, consideramos que são aceitáveis o nível de provisionamento e as divulgações dos passivos contingentes no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Impostos a recuperar (individual e consolidado) Ver nota explicativa nº 9 às demonstrações financeiras individuais e consolidadasPor que é um PAADe acordo com a legislação estadual, as transferências de mercadorias interestaduais permitem ao Grupo o reconhecimento de créditos de ICMS de substituição tributária (ICMS ST) pagos na aquisição das mercadorias. Devido ao aumento de itens sujeitos ao ICMS ST e das transferências de mercadorias interestaduais, o Grupo vem acumulando saldos significativos de impostos a recuperar de ICMS ST.O Grupo avalia a expectativa de realização do saldo de impostos a recuperar, a classificação entre o ativo circulante e não circulante, assim como a necessidade de constituição de provisão para perdas. Essa avaliação é feita com base em estudos técnicos que consideram, para cada Estado, a projeção de compras e vendas em exercícios futuros, o histórico de utilizações de créditos fiscais, alterações na distribuição logística das mercadorias, e solicitações de regimes tributários especiais. Devido à relevância dos valores envolvidos, ao grau de julgamento para determinar as premissas consideradas nos estudos técnicos que podem impactar o valor registrado nas demonstrações financeiras consolidadas, e o valor do investimento registrado pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras da controladora, consideramos esse assunto significativo em nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoEnvolvemos os nossos especialistas tributários para analisar a aderência às normas, regimes tributários especiais obtidos e aos procedimentos definidos nas legislações estaduais e, em base amostral, avaliamos a adequação dos respectivos registros fiscais.Também com auxílio de nossos especialistas tributários, obtivemos o entendimento da metodologia e pressupostos chave utilizados na elaboração do plano estratégico para a realização desses créditos por meio de indagações aos responsáveis da área tributária do Grupo. Avaliamos a adequação da apresentação dos saldo s entre ativo circulante e não circulante, assim como a razoabilidade da suficiência da provisão para perdas.Avaliamos também a adequação das divulgações efetuadas pelo Grupo nas demonstrações financeiras tomadas em conjunto.No decorrer da nossa auditoria identificamos ajustes que, apesar de imateriais, afetaram a mensuração e a divulgação dos impostos a recuperar, os quais foram acatados e registrados pela administração.Como resultado das evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos que são aceitáveis os julgamentos exercidos pelo Grupo na determinação sobre a realização dos créditos de ICMS ST nas demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acordos comerciais (individual e consolidado)Ver nota explicativa nº 6 às demonstrações financeiras individuais e consolidadasPor que é um PAAO Grupo recebe descontos comerciais significativos por acordos negociados com seus fornecedores. Os acordos comerciais possuem uma gama de condições que requerem uma estrutura de controles internos para identificar, mensurar e reconhecer contabilmente os descontos comerciais quando as condições a eles associadas forem cumpridas.Estes descontos comerciais representam um componente significativo reduzindo o custo das vendas.Devido ao grande volume de transações, a relevância dos valores envolvidos, e ao grau de julgamento que pode impactar o momento e o valor reconhecido como redutor dos custos dos estoques nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, e o valor do investimento registrado pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras da controladora, consideramos esse assunto significativo em nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho, implementação e a efetividade operacional dos controles internos julgados como chave relacionados com o processo de compras e acordos comerciais. Sobre uma amostragem de descontos variáveis, recalculamos os valores reconhecidos em relação às respectivas transações de compra com base nas condições negociadas nos respectivos acordos comerciais. Sobre uma amostragem de "descontos comerciais pontuais" obtivemos a documentação suporte dos acordos comercias. Avaliamos também a adequação do reconhecimento contábil dos lançamentos selecionados em base de testes. Analisamos as variações mensais dos saldos reconhecidos com descontos comerciais em relação aos custos das vendas, considerando tendências, sazonalidade e informações históricas.Avaliamos ainda a adequação do montante reconhecido como redutor dos custos dos estoques e das divulgações de políticas contábeis do Grupo.Nossos testes revelaram deficiências no desenho dos controles internos relacionados ao reconhecimento de acordos comerciais. Em função disso, expandimos a extensão de nossos procedimentos substantivos, além do originalmente planejado, para obtermos evidência de auditoria suficiente e apropriada quanto ao registro dessas transações. No decorrer da nossa auditoria também identificamos ajustes que, apesar de imateriais, afetaram a mensuração e a divulgação dos acordos comerciais, os quais foram parcialmente acatados e registrados pela administração.Com base nos procedimentos executados e nos resultados obtidos, consideramos que são aceitáveis os saldos registrados de Acordos comerciais e as divulgações correlatas no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Provisão para crédito de liquidação duvidosa em créditos ao consumidor (individual e consolidado)Ver notas explicativas 7.1 e 27.7 às demonstrações financeiras individuais e consolidadasPor que é um PAAO Grupo reconhece uma provisão para créditos de liquidação duvidosa sobre os créditos ao consumidor concedidos pela entidade de serviços financeiros, quando o Grupo acredita que existe o risco de que a totalidade ou parte do montante devido não seja recuperado. Os modelos de provisão desenvolvidos pelo Grupo consideram a classificação dos empréstimos em curso em categorias de risco uniformes com base na probabilidade de inadimplência ("default"), e uma modelagem da perda dada a inadimplência com base em dados históricos.Mudanças nas premissas utilizadas pelo Grupo para exercer esse julgamento, ou mudanças nas condições econômicas gerais ou nos acordos financeiros com consumidores, podem impactar significativamente o montante da provisão para créditos de liquidação duvidosa reconhecida nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, e o valor do investimento registrado pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras da controladora.Devido à relevância dos créditos concedidos ao consumidor e ao grau de julgamento envolvido na determinação da provisão para créditos de liquidação duvidosa, consideramos esse tema um assunto significativo em nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho, implementação e a efetividade operacional dos controles internos julgados como chave relacionados à identificação e registro dos créditos ao consumidor concedidos pela entidade de serviços financeiros. Com base em amostragem, recalculamos a provisão para créditos de liquidação duvidosa em créditos ao consumidor elaborada com base na política estabelecida pelo Grupo que inclui, entre outros aspectos, considerações em relação as categorias de risco uniformes, e analisamos a consistência dos modelos aplicados em períodos anteriores, assim como, os documentos suporte preparados pela entidade de serviços financeiros para fundamentar o cálculo, a contabilização e divulgação dos saldos. Avaliamos ainda a adequação das divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras em relação a suficiência de informações sobre a natureza das transações, a exposição ao risco de crédito e os valores provisionados pelo Grupo. Nossos testes revelaram deficiências no desenho e efetividade operacional dos controles internos relacionados a Provisão para créditos de liquidação duvidosa em créditos ao consumidor. Em função disso, expandimos a extensão de nossos procedimentos substantivos, além do originalmente planejado, para obtermos evidência de auditoria suficiente e apropriada quanto a Provisão para créditos de liquidação duvidosa em créditos ao consumidor. No decorrer da nossa auditoria também identificamos ajustes que, apesar de imateriais, afetaram a mensuração e a divulgação da provisão para créditos de liquidação duvidosa sobre os créditos ao consumidor concedidos pela entidade de serviços financeiros, os quais foram acatados e registrados pela administração.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima descritos, consideramos que são aceitáveis os saldos de Provisão para créditos de liquidação duvidosa em créditos ao consumidor e as divulgações correlatas no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Outros assuntos - Demonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técn ico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação p ara o interesse público.São Paulo, 27 de fevereiro de 2018.KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6Carlos Eduardo Paulino da SilvaContador CRC 1SP197910/O-7

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

ATACADÃO S.A.CNPJ/MF nº 75.315.333/0001-09NIRE 35.300.043.154Declaração dos Diretores acerca das Demonstrações Financeiras e do Relatório dos Auditores IndependentesEm cumprimento ao artigo 25 da Instrução CVM nº 480/09, do 7 de Dezembro de 2009, os abaixo assinados, Diretores do ATACADÃO S.A. ("a Companhia"),Declaram que:(i) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Companhia, referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2017 e(ii) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Companhia relativas aos exercícios encerrados em 31 de dezembro de 2017.São Paulo, 27 de fevereiro de 2018,Noël PriouxDiretor Presidente - Grupo Carrefour BrasilJosé Roberto Meister MüssnichDiretor Presidente - AtacadãoSebastien DurchonDiretor Vice-Presidente de Finanças - Grupo Carrefour Brasil e Diretor de Relações com InvestidoresMarco Aparecido de OliveiraDiretor Vice-Presidente de Finanças - Atacadão

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

ATACADÃO S.A.CNPJ/MF nº 75.315.333/0001-09NIRE 35.300.043.154Declaração dos Diretores acerca das Demonstrações Financeiras e do Relatório dos Auditores IndependentesEm cumprimento ao artigo 25 da Instrução CVM nº 480/09, do 7 de Dezembro de 2009, os abaixo assinados, Diretores do ATACADÃO S.A. ("a Companhia"),Declaram que:(i) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Companhia, referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2017 e(ii) reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Companhia relativas aos exercícios encerrados em 31 de dezembro de 2017.São Paulo, 27 de fevereiro de 2018,Noël PriouxDiretor Presidente - Grupo Carrefour BrasilJosé Roberto Meister MüssnichDiretor Presidente - AtacadãoSebastien DurchonDiretor Vice-Presidente de Finanças - Grupo Carrefour Brasil e Diretor de Relações com InvestidoresMarco Aparecido de OliveiraDiretor Vice-Presidente de Finanças - Atacadão

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

ATACADÃO S.A.CNPJ/MF nº 75.315.333/0001-09NIRE 35.300.043.154Relatório Anual Resumido do Comitê de Auditoria Estatutário IntroduçãoDe acordo com o estabelecido no Estatuto Social da Companhia, no Regimento Interno do Comitê de Auditoria Estatutário e também na CVM 308/99, o Comitê de Auditoria Estatutário do Atacadão S.A ("Companhia") deve, dentre outras atribuições, rever e fornecer opiniões para o Conselho de Administração sobre: (i) a manutenção ou alteração dos Auditores Independentes da Companhia (ii) as informações financeiras trimestrais e demonstrações financeiras anuais da Companhia (iii) o monitoramento dos procedimentos de controles internos da Companhia e de suas subsidiárias (iv) a escolha das políticas e princípios contábeis da Companhia e de suas subsidiárias (v) o monitoramento dos procedimentos de gerenciamento e avaliação de riscos internos e de suas subsidiárias e (vi) o monitoramento e avaliação, em conjunto com a administração e com o departamento de auditoria interna, da adequação das transações entre partes relacionadas. O Comitê de Auditoria é composto de cinco membros, sendo quatro conselheiros e um membro não Conselheiro.Atividades:Após a conclusão do IPO, no final de julho de 2017, o Comitê de Auditoria Estatutário reuniu-se duas (2) vezes ordinariamente, no ano de 2017, para rever, além de outros assuntos, as demonstrações financeiras trimestrais da Companhia e uma vez (1) em reunião extraordinária em dezembro de 2017, visando rever e recomendar as competências da área de auditoria interna, bem como avaliar a suficiência da estrutura e budget da auditoria interna.Em cada reunião ordinária ou extraordinária do Conselho de Administração, um relatório resumido das atividades do Comitê de Auditoria foi apresentado pelo Presidente do Comitê e discutida com os membros do Conselho.Parecer do Comitê de AuditoriaOs membros do Comitê de Auditoria da Companhia examinaram as demonstrações financeiras da Companhia, referente ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2017 e, considerando as informações prestadas pela Diretoria da Companhia e no relatório preparado pela KPMG Auditores Independentes, recomendaram a aprovação pelo Conselho de Administração.São Paulo, 27 de fevereiro de 2018,Matthieu MaligePresidente do Comitê de Auditoria Aurélien BoscMembro do Comitê de AuditoriaFrédéric HaffnerMembro do Comitê de AuditoriaLuiz Fernando Vendramini FleuryMembro do Comitê de AuditoriaEduardo Pongrácz RossiMembro do Comitê de Auditoria

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

Sem texto na entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.