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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 14923Versão 1Recebida em 29/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de SANTHER FABRICA DE PAPEL SANTA THEREZINHA S/A

SANTHER FABRICA DE PAPEL SANTA THEREZINHA S/A · CNPJ 61.101.895/0001-45

SANTHER FABRICA DE PAPEL SANTA THEREZINHA S/A
CNPJ 61.101.895/0001-45
DFP 2017
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
SANTHER FABRICA DE PAPEL SANTA THEREZINHA S/A
CNPJ
61.101.895/0001-45
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
29/03/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total900.675965.801−6,7%
1.01Ativo Circulante302.015295.7212,1%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa10.6056.73257,5%
1.01.02Aplicações Financeiras12.85035.826−64,1%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo12.85035.826−64,1%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.01.03Títulos e Valores Mobiliários e Derivativos12.06525.301−52,3%
1.01.02.01.04Aplicações Financeiras7810.525−99,3%
1.01.02.01.05Instrumentos financeiros7070
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber98.747109.220−9,6%
1.01.03.01Clientes98.747109.220−9,6%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques106.45499.5956,9%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar63.23935.80076,6%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar63.23935.80076,6%
1.01.06.01.01Imposto de Renda e Contribuição Social a Recuperar22.75823.097−1,5%
1.01.06.01.02Tributos a recuperar40.48112.703218,7%
1.01.07Despesas Antecipadas6.0383.18889,4%
1.01.08Outros Ativos Circulantes4.0825.360−23,8%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros4.0825.360−23,8%
1.01.08.03.01Créditos com Partes Relacionadas00
1.01.08.03.02Outros Ativos4.0825.360−23,8%
1.02Ativo Não Circulante598.660670.080−10,7%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo191.254230.593−17,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber00
1.02.01.03.01Clientes00
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos53.33749.7967,1%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos53.33749.7967,1%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas13.35912.1539,9%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas13.35912.1539,9%
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes124.558168.644−26,1%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Títulos e Valores Mobiliários e Derivativos4.79429.329−83,7%
1.02.01.09.04Depósitos Compulsórios Judiciais12.65727.934−54,7%
1.02.01.09.05Outros Ativos3.9673.9670,0%
1.02.01.09.06Tributos a Recuperar103.140107.414−4,0%
1.02.02Investimentos00
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.02Participações em Controladas00
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado402.960435.706−7,5%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível4.4463.78117,6%
1.02.04.01Intangíveis00
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.05Diferido00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAos Acionistas, Conselheiros e Administradores da Santher - Fábrica de Papel Santa Therezinha S.A.São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras da Santher - Fábrica de Papel Santa Therezinha S.A. (Companhia), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Santher - Fábrica de Papel Santa Therezinha S.A. em 31 de dezembro de 2017, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Reconhecimento das receitas - corte das vendas - Notas explicativas nº 2.21 e 22 das demonstrações financeirasA receita com vendas de produtos deve ser reconhecida no momento em que os riscos e benefícios significativos de propriedade são transferidos para clientes, que pode não ocorrer necessariamente na mesma data da emissão da nota fiscal de venda. A determinação do momento e do valor de reconhecimento das receitas envolve análise criteriosa das condições comerciais, que podem variar, principalmente, entre as vendas para o mercado interno e para o mercado externo.Esse assunto foi considerado significativo em nossa auditoria, tendo em vista a relevância dos valores envolvidos e o volume das transações efetuadas no final de cada período, bem como pela importância de se manter rotinas de controles internos que suportem a identificação de eventuais vendas de produtos faturados e não entregues ao final do exercício.Como auditoria endereçou esse assuntoAvaliamos o desenho e implementação dos controles internos chaves relacionados ao corte das vendas.Avaliamos as vendas registradas no período de corte ao final do exercício para avaliar o adequado reconhecimento e corte das vendas baseado nas datas de entrega efetivas aos clientes.Avaliamos os níveis de devoluções subsequentes ao fechamento do exercício para verificar a existência de possíveis vendas reconhecidas inapropriadamente.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima descritos, consideramos que o reconhecimento de receita do exercício, no tocante ao seu registro no período apropriado, é aceitável no contexto das demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017 tomadas em conjunto.Realização do imposto de renda e contribuição social diferidos - Notas explicativas nº 2.10 e 20.a) das demonstrações financeirasA Companhia reconheceu ativos fiscais diferidos ativos relativos às diferenças temporárias, prejuízos fiscais e base de contribuição social negativa considerados recuperáveis com base na projeção de lucros tributáveis futuros.O valor recuperável dos ativos fiscais diferidos reconhecidos pode variar significativamente se forem aplicadas diferentes premissas de projeção dos lucros tributáveis futuros e na capacidade de utilização de prejuízos fiscais, o que pode impactar o valor do ativo fiscal diferido reconhecido nas demonstrações financeiras e na alíquota efetiva do período. Por essas razões esse assunto foi considerado significativo para a nossa auditoria.Como auditoria endereçou esse assuntoAvaliamos a adequação das metodologias e premissas utilizadas pela Companhia na projeção dos lucros tributáveis futuros suficiente para a realização das diferenças temporárias e prejuízos fiscais acumulados. Com o auxílio de nossos especialistas em finanças corporativas, efetuamos o recálculo matemático das projeções, avaliamos a razoabilidade das principais premissas e dados técnicos utilizados pela Companhia na projeção de lucros tributáveis futuros.Comparamos as premissas utilizadas com os dados disponíveis no mercado e efetuamos análise de sensibilidade no que tange às premissas e metodologia utilizadas. Consideramos também a adequação das divulgações na nota explicativa nº 19.a), em especial em relação ao prazo estimado para utilização do crédito tributário registrado decorrente de prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social e quanto aos montantes de crédito tributário não registrados.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima sumarizados, consideramos aceitável o valor do imposto de renda e contribuição social diferidos no contexto das demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017 tomadas em conjunto.Classificação e avaliação do valor recuperável da planta de Governador Valadares/MG - Notas explicativas nº 2.15, 2.17, 2.24 e 11 das demonstrações financeirasEm novembro de 2016, como parte do processo de reestruturação de suas operações, a Companhia decidiu por encerrar as atividades operacionais da unidade industrial instalada na cidade de Governador Valadares/MG, o que levou ao reconhecimento de tais ativos como ativos mantidos para venda naquela data e a necessidade de uma avaliação da recuperabilidade de tais ativos.A classificação de tais ativos como mantidos para venda requer julgamento para avaliação sobre se os critérios estabelecidos na CPC 31 - Ativo não circulante mantido para venda e operação descontinuada (IFRS 5 - Non-current Assets Held for sale and discontinued operation) foram atendidos apropriadamente. Adicionalmente, a determinação do valor recuperável de tais ativos da Companhia por meio do seu valor justo líquido de despesas de venda envolve julgamentos significativos para se avaliar se uma perda é devida na data-base das demonstrações financeiras. Por essas razões esse assunto foi considerado significativo para a nossa auditoria.Como auditoria endereçou esse assuntoAvaliamos as evidências existentes e documentações suportes para avaliar o adequado atendimento dos critérios de reconhecimento como ativos mantidos para venda.Com o auxílio de nossos especialistas em finanças corporativa s, efetuamos a avaliação das premissas utilizadas na determinação do valor justo de tais ativos e sua razoabilidade com as premissas de mercado.Comparamos o valor recuperável por meio do valor justo com os saldos contábeis de tais ativos. As deficiências que chegaram ao nosso conhecimento resultaram na reapresentação dos saldos do período correspondente de 31 de dezembro de 2016, vide nota explicativa 2.24, de ativo mantido para venda para a conta de imobilizado, que não resultaram na alteração da nossa avaliação quanto à natureza e extensão dos nossos trabalhos. Adicionalmente a esse fato, no decorrer da nossa auditoria identificamos ajustes que afetariam a mensuração e a divulgação das despesas com depreciação no resultado e depreciação acumulada do ativo imobilizado, os quais não foram registrados e divulgados pela administração, por terem sido considerados imateriais.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima descritos, consideramos que os saldos do ativo imobilizado relativo à planta de Governador Valadares, no tocante à sua recuperação, são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017 tomadas em conjunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoA demonstração do valor adicionado (DVA) referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Outros assuntos - Demonstrações financeiras de períodos anteriores examinadas por outro auditor independenteO exame do balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016, preparado originalmente antes dos ajustes nas rubricas de ativo mantido para venda e imobilizado, descritos na nota 2.24 - Reapresentação dos valores correspondentes, foram conduzidos sob a responsabilidade de outros auditores independentes, que emitiram relatório de auditoria sem modificações, com data de 9 de fevereiro de 2018. Como parte de nossos exames das demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2017 examinamos os ajustes nos valores correspondentes do balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016, que em nossa opinião são apropriados e foram corretamente efetuados, em todos os aspectos relevantes. Não fomos contratados para auditar, revisar ou aplicar quaisquer outros procedimentos sobre as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016 e, portanto, não expressamos opinião ou qualquer forma de asseguração sobre eles tomados em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório dos auditoresA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeirasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeirasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:- Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.- Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia.- Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.- Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, s e existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manterem em continuidade operacional.- Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 29 de março de 2018KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6Marcelo Pereira GonçalvesContador CRC 1SP220026/O-3

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Nos termos da Instrução CVM no. 480/2009, os Diretores da Companhia declaram que revisaram, discutiram e concordam com estas Demonstrações Financeiras e com as opiniões expressas no parecer dos Auditores Independentes referente às mesmas.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Nos termos da Instrução CVM no. 480/2009, os Diretores da Companhia declaram que revisaram, discutiram e concordam com estas Demonstrações Financeiras e com as opiniões expressas no parecer dos Auditores Independentes referente às mesmas.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Nos termos da Instrução CVM no. 480/2009, o Conselho Fiscal declara que revisou, discutiu e concorda com estas Demonstrações Financeiras e com as opiniões expressas no parecer dos Auditores Independentes referente às mesmas.

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

N/A

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

N/A

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.