Pular para o conteúdo
BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016119 páginasCódigo CVM 20451Versão 1Recebida em 16/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de RNI NEGOCIOS IMOBILIARIOS S.A.

RNI NEGOCIOS IMOBILIARIOS S.A. · CNPJ 67.010.660/0001-24

RNI NEGOCIOS IMOBILIARIOS S.A.
CNPJ 67.010.660/0001-24
DFP 2016
Exercício 2016
Carregando…

Preparando pré-visualização do PDF…

Documentos maiores podem levar alguns segundos.

Metadados

Empresa
RNI NEGOCIOS IMOBILIARIOS S.A.
CNPJ
67.010.660/0001-24
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
119
Ano de referência
2016*
Publicado em
16/03/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total1.578.0221.705.574−7,5%
1.01Ativo Circulante916.1051.142.891−19,8%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa199.814284.919−29,9%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber407.425568.240−28,3%
1.01.03.01Clientes407.425568.240−28,3%
1.01.03.01.01Créditos perante clientes395.379530.455−25,5%
1.01.03.01.02Contas a receber por venda de terrenos11.47237.312−69,3%
1.01.03.01.03Contas a receber por venda de cotas sociais57447321,4%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques229.973184.78924,5%
1.01.04.01Imóveis a comercializar229.973184.78924,5%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar00—
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas5.9389.931−40,2%
1.01.07.01Despesas comerciais a apropriar5.1487.320−29,7%
1.01.07.02Despesas antecipadas7902.611−69,7%
1.01.08Outros Ativos Circulantes72.95595.012−23,2%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros72.95595.012−23,2%
1.01.08.03.01Créditos com terceiros48.51863.940−24,1%
1.01.08.03.02Despesas a repassar a SPE's1.3001.424−8,7%
1.01.08.03.03Clientes coobrigação2.3583.258−27,6%
1.01.08.03.04Outros créditos20.77926.390−21,3%
1.01.08.03.05Dividendos a receber00—
1.02Ativo Não Circulante661.917562.68317,6%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo537.451482.08711,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado23.7229.520149,2%
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento23.7229.520149,2%
1.02.01.03Contas a Receber381.014314.33421,2%
1.02.01.03.01Clientes241.260199.50520,9%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber139.754114.82921,7%
1.02.01.04Estoques125.434150.845−16,8%
1.02.01.04.01Imóveis a comercializar125.434150.845−16,8%
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas972.373−95,9%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes7.1845.01543,3%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Depósitos Judiciais7.1845.01543,3%
1.02.01.09.04Dividendos a Receber00—
1.02.02Investimentos93.31532.477187,3%
1.02.02.01Participações Societárias93.31532.477187,3%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias93.31532.477187,3%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.02.02.01Investimento a Valor Justo00—
1.02.03Imobilizado21.79128.300−23,0%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível9.36019.819−52,8%
1.02.04.01Intangíveis9.36019.819−52,8%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Outros Ativos Intangíveis00—
1.02.04.01.03Ágio00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAos Acionistas e Administradores daRodobens Negócios Imobiliários S.A.São José do Rio Preto - SP Opinião Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Rodobens Negócios Imobiliários S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações de resultados, dos resultados abrangentes, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas. Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Rodobens Negócios Imobiliários S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Rodobens Negócios Imobiliários S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil, como aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidade do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras". Somos independentes em relação à Companhia de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional e nas Normas Profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.ÊnfaseOrientação OCPC 04 editada pelo Comitê de Pronunciamentos ContábeisConforme descrito na nota explicativa n° 2.1, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. As demonstrações financeiras consolidadas preparadas de acordo com as IFRSs aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária consideram, adicionalmente, a Orientação OCPC 04 editada pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis. Essa orientação trata do reconhecimento da receita desse setor e envolve assuntos relacionados ao significado e aplicação do conceito de transferência contínua de riscos, benefícios e de controle na venda de unidades imobiliárias, conforme descrito em maiores detalhes na nota explicativa n° 3.12 das demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Valor recuperável dos estoques imobiliários - Controladora e ConsolidadoConforme mencionado nas notas explicativas n° 3 e n° 7 das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, o atual cenário econômico, vem gerando um aumento dos estoques e consequentemente uma redução dos preços dos imóveis, aumentando a possibilidade de ocorrência de unidades imobiliárias contabilizadas a um custo superior ao seu valor líquido realizável. Em função desse cenário, a Companhia avalia periodicamente o valor de realização dos imóveis em estoque com o objetivo de estimar a necessidade de constituição de provisão para perda por redução ao valor recuperável. A determinação do valor recuperável de estoques é documentada em avaliação que inclui a utilização de julgamentos e premissas por parte da Companhia, que considera projeções sobre eventos futuros, tais como cronograma de lançamentos, valores de venda e previsão de custos, associados às condições atuais de mercado. Qualquer mudança nessas premissas pode impactar de forma relevante o valor desses ativos nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas e o valor do investimento registrado pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras da controladora, e dessa forma consideramos esse assunto significativo em nossos trabalhos de auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assunto Avaliamos o desenho, implementação e efetividade operacional dos controles internos chave relacionados ao plano de negócios, orçamento e análises de estudo de viabilidade dos projetos, que são base para aprovação e lançamento dos empreendimentos imobiliários.Avaliamos a metodologia e premissas utilizadas pela Companhia no cálculo de valor recuperável dos imóveis em estoque, incluindo a revisão do plano de negócios, orçamentos de custo e estudos de mercado. Comparamos o valor realizado de ativos semelhantes para os imóveis concluídos e em construção. Com base em uma amostra, também efetuamos a análise da razoabilidade dos cálculos matemáticos incluídos em tais documentos. Adicionalmente, avaliamos a adequação das divulgações efetuadas pela Companhia em relação à análise do valor recuperável dos ativos imobiliários.Redução ao valor recuperável (impairment) de contas a receber - Controladora e Consolidado Conforme mencionado nas notas explicativas n° 3 e n° 5 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Companhia define critérios e metodologias para a avaliação do valor recuperável do saldo das contas a receber com o objetivo de determinar a estimativa do montante sujeito a não realização e, consequentemente, a potencial constituição de provisão para saldos de liquidação duvidosa. Em função do atual cenário econômico houve aumento do risco de inadimplência ou de distratos. A avaliação do valor recuperável desses recebíveis envolve um alto grau de julgamento da Companhia, com potencial impacto relevante sobre às demonstrações financeiras individuais e consolidadas e sobre o valor do investimento registrado pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras da controladora, e, em função disso, consideramos esse assunto significativo em nossos trabalhos de auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assunto Avaliamos o desenho, implementação e efetividade operacional dos controles internos chave da Companhia relacionados a avaliação de crédito quando da comercialização dos imóveis, bem como sobre os controles chave relacionados à identificação e registro das contas a receber e ao reconhecimento e mensuração da redução ao valor recupe rável.Avaliamos as premissas da metodologia adotada pela Companhia para determinação do montante sujeito a não realização, em relação às características das operações, garantias, comparação com dados históricos de perdas, prazos de inadimplência, potenciais distratos, histórico de distratos e informações de mercado. Comparamos a precisão das estimativas realizadas em exercícios anteriores com as perdas efetivas reconhecidas nos períodos subsequentes. Nossa avaliação também incluiu as divulgações efetuadas pela Companhia principalmente em relação à análise do montante sujeito a não realização do saldo de contas a receber.Provisões e passivos contingentes - Controladora e ConsolidadoConforme mencionado nas notas explicativas n° 3 e n° 19 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Companhia é parte passiva em processos judiciais de natureza cível, decorrente do fluxo normal de suas atividades. As provisões são reconhecidas quando são decorrentes de eventos passados em que seja provável o desembolso financeiro e o valor possa ser estimado de forma confiável. Os passivos contingentes com probabilidade de perda "possível" não são reconhecidos contabilmente, mas são divulgados nas notas explicativas. Devido ao volume crescente de processos cíveis e, por considerar a complexidade e ao julgamento da Companhia e de seus terceiros assessores jurídicos que pode impactar na avaliação, mensuração e divulgações das Provisões e Passivos Contingentes nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e no valor do investimento registrado pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras da controladora, consideramos esse assunto significativo para a nossa auditoria. Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos as provisões reconhecidas e os valores de contingências divulgados, por meio da análise dos critérios e premissas utilizados na metodologia de reconhecimento, mensuração e divulgações das provisões e contingências. Confrontamos a posição das provisões e passivos contingentes com as opiniões dos assessores jurídicos internos e externos da Companhia, obtidas por meio de confirmação, bem como informações e dados históricos de causas similares. Para causas de valores mais expressivos, corroboramos a avaliação dos assessores jurídicos internos e externos com decisões recentes de assuntos da mesma natureza. Avaliamos também se as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras estão de acordo com as normas aplicáveis e fornecem informações sobre a natureza, exposição e os valores em riscos sobre os principais processos envolvendo a Companhia.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado As demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil, como aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas, não, uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e sufi ciente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtivemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe uma incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe uma incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações, e se as demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. São Carlos, 15 de março de 2017KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6Rafael Henrique KlugContador CRC 1SP246035/O-7

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO PARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO nº 480/09Declaramos, na qualidade de diretores da Rodobens Negócios Imobiliários S.A., sociedade por ações com sede na Cidade de São José do Rio Preto, na Avenida Francisco das Chagas de Oliveira, nº 2500, CEP 15085-485, inscrita no CNPJ/MF nº 67.010.660/0001-24 ("Companhia"), nos termos dos incisos V e VI do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, conforme alterada, que juntamente com os demais diretores da Companhia: (i) revimos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES da Companhia e (ii) revimos, discutimos e concordamos com as DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS da Companhia referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016. São José do Rio Preto/SP, 16 de março de 2017. MAURO PEREIRA BUENO MEINBERG Diretor Presidente e Diretor Financeiro e de Relações com Investidores CARLOS BIANCONI Diretor Administrativo e Contábil

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

PARECER DO COMITÊ DE AUDITORIA AO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA RODOBENS NEGÓCIOS IMOBILIÁRIOS S.A.Os membros do Comitê de Auditoria da Rodobens Negócios Imobiliários S.A. ("Companhia"), abaixo assinados, dentro de suas atribuições e responsabilidades legais, procederam ao exame: (i) das Demonstrações Financeiras da Companhia, (ii) do relatório da Administração (ii) a proposta da administração para destinação do prejuízo apurado no exercício findo em 31 de dezembro de 2016.Com base nos exames efetuados, nos esclarecimentos prestados pela Administração da Companhia, e considerando, ainda, o Parecer dos Auditores Independentes, concluíram que os documentos mencionados acima, em todos os seus aspectos relevantes, representam adequadamente a situação econômico-financeira da Companhia. Dessa forma, os membros do Comitê de Auditoria, abaixo assinados, opinam favoravelmente ao seu encaminhamento para deliberação na Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária da Companhia a ser realizada em 24 de abril de 2017. São José do Rio Preto/SP, 14 de março de 2017. FLÁVIO LEME FERREIRA FILHO SALIM FURUKAWA GODOI RAYMUNDO DE SOUZA NETO

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

RODOBENS NEGÓCIOS IMOBILIÁRIOS S.A. COMPANHIA ABERTA CNPJ Nº 67.010.660/0001-24 NIRE 35.300.335.210 ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO FISCAL REALIZADA EM 14 DE MARÇO DE 20171. DATA, HORA E LOCAL: Realizada no dia 14 de mês de março de 2017, às 14:00 horas, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua George Ohm, 230, 6º andar, Torre B, Brooklin Novo, CEP 04576-020.2. CONVOCAÇÃO E PRESENÇA: Presente a totalidade dos membros do Conselho Fiscal da Companhia. Presentes ainda, o Diretor Presidente e Diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Companhia, Sr. Mauro Pereira Bueno Meinberg, o contador da Companhia Sr. Paulo Sergio Baldissera e o Sr. Rafael Klug representante da empresa de auditoria KPMG Auditores Independentes.3. MESA: Assumiu a presidência dos trabalhos o Sr. Roberto Lopes de Souza Junior, que convidou a Sra. Renata Del Roy Righetto para secretariá-lo.4. ORDEM DO DIA: Examinar e opinar, conforme o caso, sobre as demonstrações financeiras, o relatório anual da administração e o Parecer dos Auditores Independentes, relativos ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2016.5. DELIBERAÇÕES: Instalada a Reunião, após exame e discussão das matérias da ordem do dia, os membros do Conselho Fiscal, por unanimidade de votos e sem quaisquer restrições, deliberaram: 5.1 Opinar favoravelmente e sem ressalvas em relação ao relatório da administração e às demonstrações financeiras da Companhia, bem como ao Parecer dos Auditores Independentes, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016.5.2 Consignar que, tendo em vista que a Companhia não apurou lucro no exercício social findo em 31 de dezembro 2016, não se deliberou sobre a destinação do lucro líquido.5.3 As informações e documentos relacionados às matérias deliberadas nos itens 5.1 e 5.2 desta ata serão divulgadas nos termos e prazos dispostos no Artigo 133 da Lei das S.A e nas Instruções da CVM nº 480/09 e 481/09, conforme alteradas. 6. PARECER: Após a exposição e apreciação dos resultados, os Srs. Conselheiros, por unanimidade, emitiram o seguinte parecer:"O Conselho Fiscal, no uso de suas atribuições legais, em reunião realizada nesta data, examinou o relatório anual da administração e as demonstrações financeiras da Rodobens Negócios Imobiliários S.A. relativos ao exercício social encerrado em 31/12/2016. Com base nos exames efetuados, considerando ainda o parecer dos auditores independentes KPMG Auditores Independentes, os Srs. Conselheiros opinaram favoravelmente a respeito dos supracitados documentos, informando, ainda, que os mesmos se encontram em condições de serem votados e aprovados pelos Srs. Acionistas na próxima Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária. "7. ENCERRAMENTO: Nada mais havendo a tratar, foi lavrada e lida a presente ata que, achada conforme e unanimemente aprovada, foi por todos assinada. São Paulo, 14 de março de 2017.Mesa: ________________________________________________________________________ Roberto Lopes de Souza Junior Renata Del Roy Righetto Presidente SecretáriaConselheiros: _________________________________________________________ GUSTAVO ADOLFO TRAUB ROBERTO LOPES DE SOUZA JÚNIOR _____________________________ MARCO ANTONIO BACCHI DA SILVA

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.