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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2012Código CVM 20974Versão 1Recebida em 26/02/2013valores em R$ mil

DFP 2012 de COMPANHIA PROVIDENCIA INDUSTRIA E COMERCIO

COMPANHIA PROVIDENCIA INDUSTRIA E COMERCIO · CNPJ 76.500.180/0001-32

COMPANHIA PROVIDENCIA INDUSTRIA E COMERCIO
CNPJ 76.500.180/0001-32
DFP 2012
Exercício 2012
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
COMPANHIA PROVIDENCIA INDUSTRIA E COMERCIO
CNPJ
76.500.180/0001-32
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2012*
Publicado em
26/02/2013 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:46

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201231/12/2011Var.
1Ativo Total1.300.1701.180.14310,2%
1.01Ativo Circulante346.873355.681−2,5%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa11.4759.36122,6%
1.01.02Aplicações Financeiras83.37874.82111,4%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo83.37874.82111,4%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação72.67071.8151,2%
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.01.03Instrumentos Financeiros Derivativos10.7083.006256,2%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber144.059160.877−10,5%
1.01.03.01Clientes144.059160.877−10,5%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques52.32950.1514,3%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar43.18142.1382,5%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar43.18142.1382,5%
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes12.45118.333−32,1%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros12.45118.333−32,1%
1.02Ativo Não Circulante953.297824.46215,6%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo73.56699.125−25,8%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber4.1964.526−7,3%
1.02.01.03.01Clientes4.1964.526−7,3%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos48.52966.936−27,5%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos48.52966.936−27,5%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes20.84127.663−24,7%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Tributos a Recuperar20.62827.463−24,9%
1.02.01.09.04Depósitos Judiciais564427,3%
1.02.01.09.05Depósitos Compulsórios30293,4%
1.02.01.09.06Outros direitos realizáveis1271270,0%
1.02.02Investimentos00
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado837.048680.70523,0%
1.02.03.01Imobilizado em Operação731.833607.30120,5%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento105.21573.40443,3%
1.02.04Intangível42.68344.632−4,4%
1.02.04.01Intangíveis42.68344.632−4,4%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.01.02Software9.55011.499−16,9%
1.02.04.01.03Ágio pela incorporação de controlada33.13333.1330,0%
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASAosAcionistas e Administradores daCompanhia Providência Indústria e ComércioSão José dos Pinhais - PRExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia Providência Indústria e Comércio ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeirasA Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro ("IFRS"), emitidas pelo Internacional Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados às circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuais Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais anteriormente referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia Providência Indústria e Comércio em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas Em nossa opinião as demonstrações financeiras consolidadas anteriormente referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Companhia Providência Indústria e Comércio em 31 de dezembro de 2012, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as IFRS emitidas pelo IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfaseConforme descrito na nota explicativa 2, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Companhia essas práticas diferem do IFRSs aplicáveis às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRSs seria custo ou valor justo. Nossa opinião não está ressalvada em virtude desse assunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado Examinamos, também as demonstrações individuais e consolidadas do valor adicionado ("DVA"), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, preparadas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRSs, que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anteriorComo parte de nossos exames das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de 2012, examinamos também os ajustes descritos na nota explicativa 2.2, que foram efetuados para alterar as demonstrações financeiras individuais e consolidadas de 2011. Não fomos contratados para auditar, revisar ou aplicar nenhum outro procedimento sobre as demonstrações financeiras individuais ou consolidadas da Companhia referentes ao exercício de 2011 e, portanto, não expressamos opinião ou qualquer forma de asseguração sobre as demonstrações financeiras de 2011 tomadas em conjunto. As demonstrações financeiras individuais e consolidadas de 2011, antes dos ajustes acima mencionados, foram anteriormente auditadas por outros auditores independentes que emitiram relatório de auditoria em 24 de fevereiro de 2012, sem nenhuma modificação. Curitiba, 25 de fevereiro de 2013.DELOITTE TOUCHE TOHMATSU Fernando de Souza LeiteAuditores Independentes ContadorCRC n.º 2 SP-011.609/O-8 F-PR CRC nº. 1 PR-050.422/O-3

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASEm conformidade com o inciso VI do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício de 2012.São José dos Pinhais, 25 de fevereiro de 2013.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE O PARECER DOS AUDITORESEm conformidade com o inciso V do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com o relatório dos auditores independentes sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício de 2012.São Jose dos Pinhais, 25 de fevereiro de 2013.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALOs membros efetivos do Conselho Fiscal da COMPANHIA PROVIDÊNCIA INDÚSTRIA E COMÉRCIO após procederem à análise do estudo técnico de viabilidade da recuperação do ativo fiscal diferido, do relatório da administração e das demonstrações financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31.12.2012, à vista do parecer sem ressalvas da Delloite Touche Tohmatsu Auditores Independentes e de suas informações com respeito às adições ao imobilizado do exercício (Nota 14), bem como os esclarecimentos prestados pela Diretoria da Companhia, opinam que esses documentos estão em condições de serem submetidos à apreciação da Assembléia Geral de Acionistas.São José dos Pinhais, 25 de fevereiro de 2013.Clovis Edecio Müller Eduardo Santos de Andrade Jorge Michel Lepeltier Presidente Membro Efetivo Membro Efetivo

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.