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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201641 páginasCódigo CVM 12319Versão 1Recebida em 07/06/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de BLUE TECH SOLUTIONS E.Q.I. S.A.

BLUE TECH SOLUTIONS E.Q.I. S.A. · CNPJ 60.637.238/0001-54

BLUE TECH SOLUTIONS E.Q.I. S.A.
CNPJ 60.637.238/0001-54
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
BLUE TECH SOLUTIONS E.Q.I. S.A.
CNPJ
60.637.238/0001-54
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
41
Ano de referência
2016*
Publicado em
07/06/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total91.206129.906−29,8%
1.01Ativo Circulante1.14435.119−96,7%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa12−50,0%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber1.14334.562−96,7%
1.01.03.01Clientes00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber1.14334.562−96,7%
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar0555−100,0%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes00—
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante90.06294.787−5,0%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo77.42280.945−4,4%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber45.35949.020−7,5%
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber45.35949.020−7,5%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas32.06331.9250,4%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores32.06329.7997,6%
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas02.126−100,0%
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes00—
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.02Investimentos12.6210—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento12.6210—
1.02.03Imobilizado199.842−99,8%
1.02.03.01Imobilizado em Operação199.842−99,8%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível04.000−100,0%
1.02.04.01Intangíveis04.000−100,0%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Negativa de Opinião
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes Sobre as Demonstrações Financeiras Individuais e Consolidadas daIndústrias J. B. Duarte S.A._______________________________________________________________(em 31 de dezembro de 2016) Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações contábeisAos Administradores e Acionistas daIndústrias J.B. Duarte S.A.São Paulo - SPAbstenção de opiniãoFomos contratados para examinar as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Indústrias J. B. Duarte S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas. Não expressamos uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas da Indústrias J. B. Duarte S.A. Devido à relevância dos assuntos descritos na seção intitulada "Base para abstenção de opinião", não nos foi possível obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião de auditoria sobre essas demonstrações financeiras.Base para abstenção de opiniãoContas a Receber e Partes Relacionadas Conforme mencionado na nota explicativa nº 4, em 31 de dezembro de 2016 a Companhia possuí valores a receber junto à empresa Contibrasil Com. e Exp. de Grãos Ltda. no montante de R$ 33.820 mil, e conforme mencionado na nota explicativa nº 7, em 31 de dezembro de 2016 a Companhia possuí valores a receber junto a sua controladora Duagro S.A. Adm. e Participações, no montante de R$ 32.063 mil para o qual até a data de conclusão dos nossos trabalhos, a Administração da Companhia não nos havia disponibilizado a documentação suporte suficiente para concluirmos sobre as referidas rubricas, e em análise à composição dos saldos, não podemos afirmar que estes valores serão realizados e muito menos mensurar a necessidade de reconhecimento de perdas estimadas com o recebimento destes créditos, onde devido à materialidade podem produzir distorções relevantes nos números da Companhia. Também não foi possível nos satisfazermos, por meio de outros procedimentos de auditoria, quanto à adequação dos referidos montantes. Em decorrência desse assunto, não nos foi possível determinar se teria havido a necessidade de efetuar ajustes em relação aos saldos das rubricas das contas a receber e com partes relacionadas em 31 de dezembro de 2016, assim como nos elementos componentes das demonstrações dos resultados, dos resultados abrangentes, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa do exercício findo naquela data. As notas explicativas às informações financeiras individuais e consolidadas relativas ao período findo em 31 de dezembro de 2016 não divulgam estes fatos.Obrigações tributárias Conforme nota explicativa nº 12, o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 apresenta saldo de R$ 9.350 mil para o qual até a data de conclusão dos nossos trabalhos, a Administração da Empresa não nos havia disponibilizado a documentação suporte, incluindo as análises e as conciliações necessárias para concluirmos sobre parte da referida rubrica, limitando a nos informar que a Companhia fora excluída no ano de 2015 do parcelamento instituído pela Lei 11.941/09 por ausência de pagamentos e que o saldo devedor remanescente não ficou devidamente evidenciado na contabilidade devido à falta de informações junto a Receita Federal para efetuar a composição deste saldo devedor. Em nossos trabalhos não nos foi possível quantificar o montante devido e muito menos realizar por meio de outros procedimentos de auditoria para adequação do referido montante, onde possíveis distorções podem produzir distorções relevantes nos números da Companhia.Provisão para contingências tributárias Conforme mencionado na nota explicativa nº 13, em 31 de dezembro de 2016 a Companhia possui débitos inscritos na Procuradoria Geral da Fazenda Nacional - PGFN, débitos fiscais da ordem de R$202 milhões (em 2008), sendo que naquela data parcela da dívida inscrita fora objeto de execução fiscal, no montante R$ 52.417 mil, que atualizado até 31/12/2016 monta em 79.639 mil. Exclusivamente sobre esta parcela da dívida objeto de execução fiscal a Companhia vem reconhecendo a provisão contábil, contudo, para os demais débitos fiscais inscritos, até a data de conclusão dos nossos trabalhos, a Administração da Companhia não nos havia disponibilizado a documentação suporte, incluindo as análises e as conciliações necessárias para concluirmos sobre a necessidade de se provisionar a totalidade do passivo tributário inscrito em dívida ativa, bem como não possui relatório emitido por especialista tributário, atualizado em 31 de dezembro de 2016, que permita a mensuração destes passivos tributários. Desta forma, não nos foi possível, nas circunstâncias, obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para concluirmos sobre a existência e adequação dos referidos passivos, sendo possível haver necessidade futura de se ajustar esses valores, onde devido à materialidade, podem produzir distorções relevantes nos números da Companhia.ÊnfasesReconhecimento de perdas sobre ativos Conforme nota explicativa nº 4 a Administração da Companhia optou pelo reconhecimento contábil neste ano de 2016 das perdas referente valores a receber junto à empresa Asian Commercial Trade Limited, perda esta no montante de R$ 39.154 mil, pois não há perspectivas de realização destes ativos. Contingências Ativas junto a União Federal Conforme descrito na nota explicativa nº 19.1, a Companhia pleiteia junto à justiça, a restituição de valores recolhidos para o desembaraço de importações de trigo, vindas da Argentina, e sendo este país membro da ALADI (Associação Latino-Americana de Integração), estavam isentas do respectivo tributo. A Companhia esclarece que a presente ação encontra-se com decisão favorável em segunda instância, sendo que em 22/02/2017, o Supremo Tribunal Federal da 3ª Região, publicou decisão transitada em julgado favorável a Companhia, não restando mais possibilidade de recurso por parte da Receita Federal, aguardando a processo de apuração dos valores. O montante dos créditos fiscais a ser objeto de restituição será objeto de perícia judicial, e que a Companhia espera compensar quase na sua integralidade com as obrigações tributárias na qual se encontra devedora junto à PGFN. Subscrição de ações com entrega de bens A Companhia emitiu ações para subscrição de capital em 18/05/2016 no montante de R$ 2.786 mil, dentro do capital autorizado, sendo que R$ 1.800 mil fora integralizado pela acionista Contibrasil Comércio e Exportação de Grãos Ltda. com entrega de bens imóveis, constituído de terreno. Até a presente data não acusamos a emissão de nota promissória conforme mencionado no item 5. do contrato particular de compra e venda, bem como a Administração da Companhia não registrou a transcrição da respectiva operação no Registro de Imóveis competente conforme se exige em lei, podendo esta transação não ser efetivada.Nossa opinião não está ressalvada em relação a esses assuntos.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstraçõ es financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidados e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.?Perdas Estimadas em Créditos de Liquidação Duvidosa (PECLD)A mensuração, reconhecimento e divulgação das perdas estimadas com créditos de liquidação duvidosa, mencionadas na nota explicativa nºs 3 e 04, requerem julgamento profissional da Companhia, pois os direitos e títulos de créditos devem ser avaliados pelo valor de custo de aquisição ou valor de emissão, atualizado conforme disposições legais ou contratuais, e ajustado ao valor provável de realização, quando este for inferior, no caso das demais aplicações e os direitos e títulos de crédito. O reconhecimento das PECLD envolve julgamentos significativos que podem resultar em impactos relevantes sobre o valor reconhecido nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Devido à relevância, complexidade e julgamento envolvidos na avaliação e mensuração das PECLD consideramos esse como um principal assunto de auditoria. Como nossa auditoria conduziu esse assunto: Avaliamos a análise dos valores recebíveis, bem como discutimos com os administradores da Companhia sobre os riscos inerentes a perdas pelo não recebimento destes créditos. Por fim, analisamos também a adequação das divulgações da Companhia em relação às informações sobre a natureza, exposição e os valores dos riscos sobre os principais processos envolvendo a Companhia. ?Provisões e passivos contingentes - fiscais, trabalhistas e cíveis - Controladora e Consolidado A mensuração, reconhecimento e divulgação das Provisões e Passivos Contingentes, mencionadas na nota explicativa nºs 3 e 13, requerem julgamento profissional da Companhia. A classificação de riscos de tais processos envolve julgamentos significativos que podem resultar em impactos relevantes sobre o valor reconhecido nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, incluindo suas divulgações e sobre o valor do investimento registrado pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras da controladora. Devido à relevância, complexidade e julgamento envolvidos na avaliação e mensuração das Provisões e Passivos Contingentes consideramos esse como um principal assunto de auditoria. Como nossa auditoria conduziu esse assunto: Avaliamos os critérios de formação dos saldos, a identificação dos passivos contingentes com base nas informações históricas e comparamos com confirmação dos advogados externos da Companhia, bem como avaliamos por amostragem, a existência de controles internos para este grupo do passivo, bem como análise da eficácia destes controles. Desta forma, avaliamos se os valores provisionados foram suficientes com base nas contingências identificas, e se foram divulgadas adequadamente, identificando a razoabilidade dos critérios e premissas utilizados na metodologia de mensuração dos valores provisionados e/ou divulgados. Analisamos também a adequação das divulgações da Companhia em relação às informações sobre a natureza, exposição e os valores dos riscos sobre os principais processos envolvendo a Companhia. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoFomos contratados para avaliar também a demonstração do valor adicionado (DVA), individual e consolidada, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaborada sob a responsabilidade da administração da Companhia. Para a emissão do nosso relatório, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Entretanto, devido à relevância dos assuntos descritos na seção intitulada "Base para abstenção de opinião", não nos foi possível obter evidências apropriadas e suficientes para fundamentar nossa opinião sobre essa demonstração do valor adicionado, bem como se ela é consistente em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Consequentemente, não expressamos opinião ou qualquer afirmação sobre ela.Incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional Chamamos a atenção para a nota explicativa 1 às demonstrações contábeis, que indica que a Companhia encontra-se com as atividades limitadas aos investimentos em sua controlada NewRealty, que por sua vez esta encontra ainda em fase pré-operacional. As demonstrações contábeis foram preparadas no pressuposto da continuidade normal dos negócios da Companhia. Ainda, às demonstrações contábeis indicam que a Companhia incorreu no prejuízo de R$ 41.749 mil durante o exercício findo em 31 de dezembro de 2016, e adicionalmente seus prejuízos acumulados nesta mesma data montam em R$ 118.833 mil, e por fim apresentando na mesma data um passivo a descoberto em R$ 8.290 mil. Avaliando que a Companhia vem operando apenas com esses eventos ou condições, entendemos que este aumento contínuo dos prejuízos acumulados poderá impactar de forma relevante no fluxo financeiro da Companhia par os próximos anos e desta forma se torna imprescindível estudo para equilibrar e adequar o referido fluxo financeiro à atual realidade da Companhia, e a ausência de ações e/ou plano estratégico para este assunto levanta dúvida significativa quanto à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Nossa opinião não contém ressalva em relação a esse assunto.Auditoria sobre as demonstrações contábeis do exercício anteriorAs Informações contábeis individuais e consolidadas para os períodos findos em 31 de dezembro de 2015, apresentadas para fins de comparação, foram auditadas e revisadas, respectivamente, por outros auditores independentes, que emitiram relatório de auditoria datado de 24 de abril de 2016, que emitiram opinião com ressalvas quanto: (a) Não recebimento de resposta de circularização dos advogados (Guezine, Francischini e Advogados Associados) com as informações dos processos cíveis movidos por instituições financeiras contra a Companhia e que o saldo constante nas demonstrações contábeis, na rubrica Instituições Financeiras, descrita na nota explicativa 10, no montante de R$ 11.960 mil, poderia ser divergente daquele a ser informado pelos advogados (b) Não recebimento da resposta de circularização dos advogados (Souza & Luvison Advogados) com as informações dos processos fiscais movidos contra a Companhia, em 31 de dezembro de 2015, sendo que parte do saldo constante nas demonstrações contábeis, na rubrica Provisões para Contingências - Não Circulante descrita na nota explicativa (12), no montante de R$ 69.841 mil, poderia ser divergente daquele a ser informado pelos advogados e (c) Os impostos e contribuições federais descritos na nota explicativa (11), não estão sendo recolhidos regularmente, especialmente os débitos decorrentes das adesões ao parcelamento do programa REFIS, que conforme comentado na nota explicativa 17, a Cia. deixou de pagar, que motivou em sua exclusão ao referido programa (Lei 11941/09), não sendo possível por aqueles auditores mensurar o montante pendente de recolhimento. Ainda, emitiram no referido relatório ênfase sobre a existência de contingências tributárias na ordem de R$ 202 milhões para com a União Federal, todavia de acordo com seus assessores jurídicos o máximo de perda projetada em 31 de dezembro de 2015 seria de R$ 69.841 mil (R$ 61.676 mil em 31/12/14), e ainda emitiram nota de ênfase sobre a informação contida na nota ex plicativa 16 "b", onde a Cia. pleiteia junto à justiça, a restituição de valores recolhidos para o desembaraço de importações de trigo, vindas da Argentina, igual ênfase que também acrescentamos ao nosso relatório. Por fim, acrescentaram ênfase sobre a informação que as demonstrações contábeis da Companhia foram preparadas no pressuposto da continuidade normal dos negócios. Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras A administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações contábeis, a administração é responsável pela avaliação da capacidade da Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeirasNossa responsabilidade é a de conduzir uma auditoria das demonstrações financeiras consolidadas da companhia e suas controladas de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria e emitir um relatório de auditoria. Contudo, devido ao assunto descrito na seção intitulada "Base para abstenção de opinião", não nos foi possível obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião de auditoria sobre essas demonstrações contábeis individuais e consolidadas. Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas.São Paulo, 17 de maio de 2017. Audifisco Auditores IndependentesCRC 2SP 002.135/0-1Vander Bittencourt RibeiroContador - CRC 1SP 159.913/O-3

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃOEm conformidade com a instrução CVM 480/2009 de 07 de dezembro de 2009, artigo 25, parágrafo 1º, item 5º e 6º que: analisamos, discutimos e concordamos com as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício social findo em 31/12/2016 DIRETORIA LAODSE DENIS DE ABREU DUARTE DIRETOR- SUPERINTENDENTE EDISON CORDARO DIRETOR - DRI

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

A diretoria no uso de suas atribuições e em conformidade com a instrução CVM 480/2009 de 07/12/2009, art.25, declaram que reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes, relativos às Demonstrações Financeiras relativas ao exercício social findo em 31/12/2016. DIRETORIA LAODSE DENIS DE ABREU DUARTE DIRETOR- SUPERINTENDENTE EDISON CORDARO DIRETOR

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.