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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2014104 páginasCódigo CVM 16632Versão 1Recebida em 31/03/2015valores em R$ mil

DFP 2014 de DEXXOS PARTICIPACOES S.A.

DEXXOS PARTICIPACOES S.A. · CNPJ 02.193.750/0001-52

DEXXOS PARTICIPACOES S.A.
CNPJ 02.193.750/0001-52
DFP 2014
Exercício 2014
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Metadados

Empresa
DEXXOS PARTICIPACOES S.A.
CNPJ
02.193.750/0001-52
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
104
Ano de referência
2014*
Publicado em
31/03/2015 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:54

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201431/12/2013Var.
1Ativo Total689.142695.956−1,0%
1.01Ativo Circulante289.442289.2690,1%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa2.9302.42520,8%
1.01.02Aplicações Financeiras3.4284.673−26,6%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber23.7907.303225,8%
1.01.03.01Clientes7.3292.368209,5%
1.01.03.02Outras Contas a Receber16.4614.935233,6%
1.01.04Estoques25.06421.78715,0%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar22.39017.39728,7%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar22.39017.39728,7%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes211.840235.684−10,1%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros211.840235.684−10,1%
1.01.08.03.01Bens e direitos a realizar3.9593.58810,3%
1.01.08.03.02Transações com partes relacionadas00—
1.01.08.03.03Bens destinados a venda206.398209.258−1,4%
1.01.08.03.04Bancos contas vinculadas1.48322.838−93,5%
1.02Ativo Não Circulante399.700406.687−1,7%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo126.056131.453−4,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber63464−86,4%
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber63464−86,4%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas1.7361.57610,2%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas1.7361.57610,2%
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes124.257129.413−4,0%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Impostos a recuperar9769374,2%
1.02.01.09.04Bens e direitos a realizar72.70281.774−11,1%
1.02.01.09.05Depósitos Judiciais50.57946.7028,3%
1.02.02Investimentos114.429103.08011,0%
1.02.02.01Participações Societárias114.429103.08011,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas114.429103.08011,0%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado158.387171.331−7,6%
1.02.03.01Imobilizado em Operação158.387171.331−7,6%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível8288230,6%
1.02.04.01Intangíveis8288230,6%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Com Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAdministradores e Acionistas daGPC Participações S.A. - Em recuperação judicialRio de Janeiro - RJIntroduçãoExaminamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas, da GPC Participações S.A. - Em recuperação judicial ("Companhia") que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2014 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, incluindo o resumo das principais práticas contábeis e as demais as notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeisA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações contábeis consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelo auditor e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou por erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Base para opinião com ressalvaConforme divulgado nas Notas Explicativas nº 4 e nº 14, em 31 de dezembro de 2014 a Companhia mantinha operações com diversas instituições financeiras, relacionadas a depósitos bancários, aplicações financeiras e empréstimos e financiamentos. Como decorrência de nossos procedimentos de auditoria, realizamos circularização dos saldos dessas operações junto às instituições financeiras. Entretanto, as confirmações dos saldos, apresentaram discordância com relação aos créditos citados na relação de credores apresentada no Plano de Recuperação Judicial e apresentados nas demonstrações contábeis da Companhia. De acordo com a administração, à equalização dessas diferenças se dará no decorrer do processo da Recuperação Judicial. Em decorrência dessas divergências, não nos foi possível, nas circunstâncias, concluir por meios de procedimentos alternativos, sobre a razoabilidade dos saldos das citadas operações financeiras registradas nestas demonstrações contábeis de 31 de dezembro de 2014.Conforme divulgado na Nota Explicativa nº 10, a Companhia mantém em 31 de dezembro de 2014 investimento avaliado por equivalência patrimonial, no montante de R$ 89.327 mil, na coligada Apolo Tubulars S.A., cujas demonstrações contábeis relativas ao exercício findo naquela data, foram examinadas por outros auditores independentes, que emitiram relatório datado de 30 de março de 2015, contendo ressalva relativa a créditos correspondentes a prêmios de opções, para as quais não foram divulgadas nas notas explicativas às informações financeiras da contraparte, bem como tais operações não foram realizadas com a contratação de garantias que possam garantir a realização de tais créditos, consequentemente, não foi possível nas circunstâncias, à avaliação sobre a capacidade de realização desse ativo, através de procedimentos adicionais de auditoria.Opinião com ressalva sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas Em nossa opinião, exceto quanto aos possíveis efeitos decorrentes dos assuntos mencionados no parágrafo "base para opinião com ressalva", as demonstrações contábeis individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da GPC Participações S.A. - Em recuperação judicial em 31 de dezembro de 2014, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as práticas contábeis adotadas no Brasil.Ênfases Continuidade operacionalA Companhia e suas controladas GPC Química e Apolo Tubos vem apresentando prejuízos recorrentes em suas operações, principalmente decorrentes da sua estrutura de capital e, em 31 de dezembro de 2014, o passivo circulante da Companhia, individual e consolidado, excede o total do ativo circulante em R$55.857 mil e R$32.183 mil, respectivamente. Adicionalmente, a Companhia enfrenta dificuldades na obtenção de novas linhas de financiamento. Como resultado dessa situação, apesar das ações que vinham sendo implementadas pela Administração, conforme descrito na Nota Explicativa nº 1, em 09 de abril de 2013 a Companhia ingressou com pedido de recuperação judicial na Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro nos termos do artigo 51 e seguintes da Lei nº 11.101/05, o qual teve seu processamento deferido em 27 de maio de 2013. A Companhia apresentou em 24 de julho de 2013, o seu Plano de Recuperação Judicial, no qual contempla a estratégia da Administração da Companhia, dentre outros aspectos, sobre a viabilidade econômica do referido Plano, considerando os meios de recuperação a serem utilizados. Nos 30 dias subsequentes à publicação do Plano de Recuperação, tendo em vista a apresentação de oposição por parte de alguns credores, em 18 de outubro de 2013, foi publicado edital para convocação da Assembleia Geral de Credores da Companhia e de suas controladas GPC Química S.A. e Apolo Tubos e Equipamentos S.A., em 1º convocação no dia 05 de novembro de 2013 e em 2º convocação, para o dia 19 de novembro de 2013, para apresentação e votação do Plano de Recuperação Judicial pelos credores. Em 11 de dezembro de 2013, o Juízo da 7ª Vara Empresarial da Capital do Estado do Rio de Janeiro declarou aprovado e homologou o Plano de Recuperação Judicial e seu aditivo, apresentados de forma consolidada pela Companhia e suas controladas Apolo Tubos e Equipamentos S.A. e GPC Química S.A. ("Recuperandas") nos autos do respectivo processo j udicial (processo nº 0116330-24.2013.8.19.0001, em trâmite no referido Juízo), e concedeu a Recuperação Judicial das Recuperandas, publicada em 07 de janeiro de 2014. Ainda que o Plano de Recuperação Judicial tenha sido aprovado, essas condições indicam a existência de incertezas que podem levantar dúvidas quanto à capacidade da continuidade operacional da Companhia. Consequentemente, a continuidade operacional da Companhia depende do sucesso de seu Plano de Recuperação. As demonstrações contábeis individuais e consolidadas foram preparadas considerando que o Plano de Recuperação Judicial da Companhia será executado com êxito. Nossa opinião não contém modificação relacionada a esse assunto.Créditos financeiros resultantes do "trânsito em julgado"Conforme mencionado na Nota Explicativa nº 8, a Controlada GPC Química S.A., adquiriu de terceiros, nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2001 e 2002, créditos financeiros resultantes do "trânsito em julgado" de ações de repetição de indébito movidas pelas empresas cedentes, McKinlay S.A ("McKinlay"). e Cooperativa Regional dos Cafeicultores de Guaxupé ("Guaxupé") contra a União Federal, relativos a valores indevidamente recolhidos a título da extinta quota de contribuição sobre a exportação de café, os quais foram compensados pela Companhia com tributos federais devidos. Em 31 de dezembro de 2013, os pedidos de compensação encontravam-se ainda pendentes da decisão final da Receita Federal, quanto à homologação ou não das compensações realizadas, considerando os benefícios para quitação de débitos tributários instituídos pela Lei Federal nº 11.941/2009 (com a redação dada pela Lei Federal nº 12.865/2013), a Companhia decidiu incluir os débitos objeto de compensação no Programa de Recuperação Fiscal (Refis), conforme mencionado na Nota Explicativa nº 16. Dessa forma, à Administração da Companhia optou por reconstituir aos seus ativos, os direitos creditórios contra a União nos montantes atualizados até 31 de dezembro de 2013, de R$ 29.341 mil e R$ 38.177 mil, os quais seriam objeto de execução judicial através de petição apresentada nos próprios autos dos processos originários, e após o recebimento dessa petição, o Juiz federal determinará a manifestação da União Federal. Em 18 de julho de 2014 a Administração da Companhia, realizou a execução processual dos créditos oriundos de "Guaxupé", e em 30 de setembro de 2014 a Secretaria da Receita Federal reconheceu o direito da controlada GPC Química referente a parte dos créditos adquiridos da "MC Kinley", homologando as compensações de diversos débitos de IRPJ, CSLL, PIS e COFINS. O valor corrigido na data-base de setembro de 2014 foi de R$10.156, onde R$ 9.053 foram utilizados para abater os débitos que haviam entrado no programa Refis e R$1.103 transferido para conta de Impostos a recuperar. A Administração da Companhia, considerando a decisão judicial transitada em julgado no âmbito da Justiça Federal e consubstanciada na opinião de seus Assessores Legais, entende que, enquanto perdurar a presunção legal de liquidez e certeza quanto aos citados direitos creditórios, é a de que a probabilidade de liquidação é "praticamente certa", portanto, nenhuma provisão para desvalorização sobre esses ativos foi constituída. Os saldos atualizados dos direitos creditórios em 31 de dezembro de 2014 referentes a McKinlay S.A., e Cooperativa Regional dos Cafeicultores de Guaxupé, somaram os montantes de R$16.189 mil e R$42.341 mil, respectivamente. Adicionalmente a Companhia não tem nenhum interesse em realizar qualquer tipo de negociação com terceiros interessados, visando à alienação dos créditos financeiros registrados contabilmente nessas demonstrações contábeis individuais e consolidadas. Nossa conclusão não contém modificação relacionada a esse assunto. Outros assuntos informação suplementarDemonstrações do valor adicionadoExaminamos também as Demonstrações, individuais e consolidadas, do Valor Adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2014, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Rio de Janeiro, 30 de março de 2015. BDO RCS Auditores Independentes SSCRC 2 SP 013846/O-1-S-RJ Julian Clemente Contador CRC 1SP 197232/0-6-S-RJ

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DA DIRETORIAEm observância às disposições da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria da GPC Participações S/A, declara que discutiu, reviu e concordou com as demonstrações financeiras relativas ao período encerrado em 31 de Dezembro de 2014.Rio de Janeiro, 30 de março de 2015.Presidente Alcides Morales FilhoDiretor Vice-Presidente Corporativo e de Relações com InvestidoresEmílio Salgado Filho

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DA DIRETORIAEm observância às disposições da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria da GPC Participações S/A, declara que discutiu, reviu e concordou com as opiniões expressas no parecer da BDO RCS Auditores Independentes SS.Rio de Janeiro, 30 de março de 2015.Presidente Alcides Morales FilhoDiretor Vice-Presidente Corporativo e de Relações com InvestidoresEmílio Salgado Filho

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALNos termos da Legislação vigente, os membros presentes à reunião do Conselho Fiscal da GPC Participações S.A. - após esclarecimentos prestados por representes da Administração e Auditores Independentes e a análise do seu Parecer - aprovaram por unanimidade as Demonstrações Financeiras e o Relatório Anual da Administração, relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2014, estando em condições de serem submetidas à apreciação dos Senhores Acionistas da Companhia.Rio de Janeiro, 30 de março de 2015.CONSELHEIROS PRESENTES:Adolpho Luiz Laydner JúniorPresidente do Conselho FiscalJosé Joaquim Geraldo NetoConselheiroAntonio João JardinConselheiro

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.