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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2018Código CVM 3980Versão 1Recebida em 21/02/2019valores em R$ mil

DFP 2018 de GERDAU S.A.

GERDAU S.A. · CNPJ 33.611.500/0001-19

GERDAU S.A.
CNPJ 33.611.500/0001-19
DFP 2018
Exercício 2018
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
GERDAU S.A.
CNPJ
33.611.500/0001-19
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2018*
Publicado em
21/02/2019 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:16

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201831/12/2017Var.
1Ativo Total51.281.02950.301.7611,9%
1.01Ativo Circulante17.503.08217.982.113−2,7%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa2.890.1442.555.33813,1%
1.01.02Aplicações Financeiras459.470821.518−44,1%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado459.470821.518−44,1%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação459.470821.518−44,1%
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.03Contas a Receber3.201.6562.798.42014,4%
1.01.03.01Clientes00
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques9.167.6896.701.40436,8%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar972.989890.0629,3%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar972.989890.0629,3%
1.01.06.01.01Créditos tributários527.428402.42931,1%
1.01.06.01.02Imposto de renda/contribuição social a recuperar445.561487.633−8,6%
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes811.1344.215.371−80,8%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros811.1344.215.371−80,8%
1.01.08.03.01Ganhos não realizados com instrumentos financeiros30.7110
1.01.08.03.02Ativo mantido para venda03.745.634−100,0%
1.01.08.03.03Outros ativos circulantes780.423469.73766,1%
1.02Ativo Não Circulante33.777.94732.319.6484,5%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo6.915.1785.732.37620,6%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.04Contas a Receber00
1.02.01.04.01Clientes00
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.05Estoques00
1.02.01.06Ativos Biológicos00
1.02.01.07Tributos Diferidos3.874.0543.054.39326,8%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos3.874.0543.054.39326,8%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas27.93951.839−46,1%
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes3.013.1852.626.14414,7%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.10.03Créditos tributários32.06530.8414,0%
1.02.01.10.04Ganhos não realizados com instrumentos financeiros2.7060
1.02.01.10.05Depósitos judiciais2.135.4142.051.1814,1%
1.02.01.10.06Gastos antecipados com plano de pensão17.9521.1491.462,4%
1.02.01.10.07Adiantamento para futuro investimento em participação societária375.4560
1.02.01.10.08Outros ativos não-circulantes449.592542.973−17,2%
1.02.02Investimentos1.367.8021.280.2996,8%
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00
1.02.02.01.05Outros Investimentos00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado15.546.48116.443.742−5,5%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível9.948.4868.863.23112,2%
1.02.04.01Intangíveis836.096972.089−14,0%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill9.112.3907.891.14215,5%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas Aos administradores e acionistas da Gerdau S.A.São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Gerdau S.A. (Companhia), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Gerdau S.A. em 31 de dezembro de 2018, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Contingências tributárias e investigação no âmbito da Operação Zelotes - Controladora e ConsolidadoVeja a nota explicativa nº 17.II das demonstrações financeiras individuais e consolidadasPrincipal assunto de auditoriaA Companhia e determinadas controladas são partes em discussões cíveis que tratam, entre outros temas, de suposta violação da lei antitruste, no âmbito do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), além de discussões tributárias que tratam do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços - ICMS, substancialmente relativas a direito de crédito e diferencial de alíquota, bem como demandas principalmente relacionadas a créditos sobre insumos vinculados ao Programa de Integração Social - PIS e Contribuição para Financiamento da Seguridade Social - COFINS. Além disso, a Companhia e suas controladas são partes em processos administrativos e judiciais relativos à: glosa da dedutibilidade do ágio originado em reorganização societária ocorrida entre os anos de 2004 e 2005 e à tributação de lucros gerados no exterior. A Administração e seus consultores jurídicos tributários entendem que, para as demandas acima mencionadas, a avaliação de risco de perda é possível - mas não provável - e, por esse motivo, não há o registro de provisões passivas relacionadas aos temas.Adicionalmente, parte das decisões obtidas no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais - CARF relacionadas aos processos vinculados à dedutibilidade dos ágios e à tributação de lucros no exterior, e outros temas envolvendo a Companhia e suas controladas, no âmbito da denominada Operação Zelotes, estão em processo de investigação por autoridades federais brasileiras, incluindo o Poder Judiciário, a fim de apurar supostas condutas ilícitas. Em tal contexto, a Companhia contratou assessores jurídicos independentes com o objetivo de realizar investigação para determinar, entre outros, se existe qualquer indício de fraude. Consideramos esses temas como significativos em nossa de auditoria em função de sua complexidade, da magnitude de seus possíveis impactos e do elevado grau de julgamento envolvido na determinação dos riscos de perda, na mensuração dos valores divulgados nas notas explicativas e na interpretação das constatações dos assessores jurídicos independentes no contexto das investigações internas e seus possíveis impactos nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Como auditoria endereçou esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, o entendimento e avaliação das políticas contábeis aplicadas pela Companhia e suas controladas, e do desenho e efetividade dos controles internos chave relacionados a classificação de potencial risco de perdas dos processos administrativos e/ou judiciais, e dos julgamentos significativos utilizados para determinar os eventuais montantes a serem registrados ou divulgados nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Com o auxílio de nossos especialistas legais, em determinados casos, examinamos os argumentos técnicos, pareceres fiscais e opiniões legais preparados pelos assessores tributários e/ou jurídicos independentes da Companhia e suas controladas e obtivemos confirmações externas sobre o estágio atual e classificação de risco envolvendo os casos descritos acima.Com auxílio de nossos especialistas forenses, obtivemos o entendimento do escopo, da extensão, da metodologia, e avaliamos as documentações e conclusões obtidas pelos assessores jurídicos independentes, no âmbito da Operação Zelotes adicionalmente, nos comunicamos com o Conselho de Administração da Companhia.Como resultado das evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos que os saldos das contingências e as divulgações relacionadas são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Avaliação de redução ao valor recuperável de ativos não financeiros e recuperabilidade de ativos fiscais diferidos - Controladora e ConsolidadoVeja as notas explicativas nº 10, 11 e 28 das demonstrações financeiras individuais e consolidadasPrincipal assunto de auditoriaEm 31 de dezembro de 2018, os ativos consolidados da Companhia incluíam ágio por expectativa de rentabilidade futura de R$9.112.390 mil, cujo valor recuperável deve ser avaliado anualmente, ativos imobilizados no montante de R$ 15.546.481 mil, cujo valor recuperável deve ser avaliado sempre que existam indicadores de perda, e ativos fiscais diferidos no valor de R$ 1.787.964 mil e R$ 3.874.054 mil, controladora e consolidado, respectivamente, cujo reconhecimento contábil está vinculado à probabilidade de geração de lucros tributáveis no futuro que sejam suficientes para a sua recuperação. A avaliação sobre a recuperabilidade dos ativos imobilizados e ágio por expectativa de rentabilidade futura é suportada por análises de indicadores e estimativas de projeções futuras de fluxos de caixas, e a recuperabilidade dos ativos fiscais diferidos é suportada por análises e estimat ivas de geração futura de lucros tributáveis que levam em consideração os planos de negócios, orçamentos e projeções preparados pela Companhia e aprovados por órgãos de governança.Devido às incertezas inerentes ao processo de determinação das estimativas e pelo impacto que eventuais alterações das premissas no período de projeção e na perpetuidade, poderia gerar nos valores registrados nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, consideramos esse assunto como significativo para nossa auditoria.Como auditoria endereçou esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, o teste do desenho e da efetividade dos controles internos chave relacionados com a preparação e revisão do plano de negócios, dos orçamentos e das análises ao valor recuperável disponibilizados pela Companhia e suas controladas e obtivemos o entendimento sobre alocação do ágio por expectativa de rentabilidade futura e ativos imobilizados às unidades geradoras de caixa (UGC).Com o auxílio de nossos especialistas em finanças corporativas e tributários, quando aplicável, analisamos as premissas significativas e as metodologias utilizadas pela Companhia e suas controladas, incluindo as taxas de desconto, o crescimento das vendas, custos e despesas no período de projeção e na perpetuidade e premissas utilizadas para determinação dos fluxos de caixa descontados e os lucros tributáveis futuros, e avaliamos a consistência dos cálculos, comparando-os com informações de mercado disponíveis, com o desempenho efetivo e com previsões anteriores. Efetuamos também, com o auxílio de nossos especialistas em finanças corporativas, uma análise independente de sensibilidade com o intuito de identificar em quais situações os fluxos de caixa descontados de cada UGC resultariam em valores recuperáveis iguais ou menores que o valor contábil dos ativos imobilizados e ágio por expectativa de rentabilidade futura. Avaliamos ainda se as divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas consideram todas as informações relevantes. Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima sumarizados, consideramos que são aceitáveis os valores do ágio, do ativo imobilizado e dos impostos diferidos ativos, bem como as respectivas divulgações, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outros assuntos - Demonstrações individual e consolidada do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório dos auditoresA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:- Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.- Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas nã o com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.- Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.- Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.- Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.- Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Porto Alegre, 20 de fevereiro de 2019KPMG Auditores Independentes CRC SP-014428/F-7 Cristiano Jardim Seguecio Contador CRC SP-244525/O-9 T-RS

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em observância às disposições constantes no artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as Demonstrações Financeiras (Controladora e Consolidado), relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2018.São Paulo, 20 de fevereiro de 2019.Gustavo Werneck da Cunha (Presidente). Harley Lorentz Scardoelli (Secretário).Cesar Obino da Rosa Peres Fladimir Batista Lopes Gauto Marcos Eduardo Faraco Wahrhaftig Mauro de Paula (Diretores).

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em observância às disposições constantes no artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2018 e com a opinião expressa no Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras, emitido nesta data.São Paulo, 20 de fevereiro de 2019.Gustavo Werneck da Cunha (Presidente). Harley Lorentz Scardoelli (Secretário).Cesar Obino da Rosa Peres Fladimir Batista Lopes Gauto Marcos Eduardo Faraco Wahrhaftig Mauro de Paula (Diretores).

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da Gerdau S.A., em cumprimento às disposições legais e estatutárias, examinou o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras Individuais e Consolidadas da Companhia, elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), todos referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2018 e aprovados pelo Conselho de Administração da Companhia em 20 de fevereiro de 2019. Com base nos exames efetuados, considerando, ainda, o relatório da KPMG Auditores Independentes, datado de 20 de fevereiro de 2019, bem como as informações e esclarecimentos recebidos no decorrer do exercício, opina que os referidos documentos estão em condições de serem apreciados pela Assembleia Geral Ordinária de Acionistas.São Paulo, 20 de fevereiro de 2019.Bolívar CharneskiCarlos Roberto CafareliGeraldo Toffanello

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.