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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2025183 páginasCódigo CVM 4030Versão 1Recebida em 11/03/2026valores em R$ mil

DFP 2025 de COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL

COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL · CNPJ 33.042.730/0001-04

COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL
CNPJ 33.042.730/0001-04
DFP 2025
Exercício 2025
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Metadados

Empresa
COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL
CNPJ
33.042.730/0001-04
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
183
Ano de referência
2025*
Publicado em
11/03/2026 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:09

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202531/12/2024Var.
1Ativo Total100.575.369103.906.654−3,2%
1.01Ativo Circulante30.330.62939.785.693−23,8%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa14.421.02223.310.197−38,1%
1.01.02Aplicações Financeiras642.715911.378−29,5%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado372.397860.591−56,7%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do resultado - Ações Usiminas372.397860.591−56,7%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado270.31850.787432,3%
1.01.03Contas a Receber2.397.0332.900.998−17,4%
1.01.03.01Clientes00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques10.455.50010.439.7410,2%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar1.376.4341.367.3160,7%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes1.037.925856.06321,2%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros1.037.925856.06321,2%
1.01.08.03.03Instrumentos financeiros derivativos0152.967−100,0%
1.01.08.03.04Despesas antecipadas493.924327.40350,9%
1.01.08.03.06Dividendos a receber76.026201.436−62,3%
1.01.08.03.07Outros467.975174.257168,6%
1.02Ativo Não Circulante70.244.74064.120.9619,6%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo17.027.42017.308.796−1,6%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado25.257169.977−85,1%
1.02.01.04Contas a Receber00—
1.02.01.04.01Clientes00—
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.05Estoques2.073.5261.761.17217,7%
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos7.100.3757.345.326−3,3%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes7.828.2628.032.321−2,5%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Tributos a recuperar3.976.9002.799.95142,0%
1.02.01.10.04Dépositos Judiciais621.012632.950−1,9%
1.02.01.10.05Despesas antecipadas68.05957.47818,4%
1.02.01.10.06Créditos Partes Relacionadas2.137.8833.695.607−42,2%
1.02.01.10.07Outros1.024.408846.33521,0%
1.02.02Investimentos8.292.0265.948.05139,4%
1.02.02.01Participações Societárias8.072.5015.746.01140,5%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento219.525202.0408,7%
1.02.03Imobilizado33.919.16930.426.02311,5%
1.02.03.01Imobilizado em Operação25.012.69623.787.8735,1%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento959.016756.81426,7%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento7.947.4575.881.33635,1%
1.02.04Intangível11.006.12510.438.0915,4%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Aos Acionistas, Conselheiros e Administradores daCompanhia Siderúrgica NacionalSão Paulo - SPOpinião Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia Siderúrgica Nacional ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais. e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Companhia Siderúrgica Nacional em 31 de dezembro de 2025, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB). Base para opinião Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria.Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC, aplicáveis a auditorias de demonstrações financeiras de entidades de interesse público no Brasil. Nós também cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais assuntos de auditoria ("PAA") são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Recuperabilidade de tributos diferidos (Nota Explicativa nº 20.b)Porque é um PAAComo o assunto foi conduzido em nossa auditoriaA Companhia e suas controladas possuem saldos de imposto de renda e contribuição social diferidos, referentes a prejuízos fiscais, base negativa de contribuição social e diferenças temporárias. Esses saldos de tributos diferidos foram reconhecidos com base em estudos que demonstram projeções de lucros tributáveis futuros. Em 31 de dezembro de 2025, o valor dos tributos diferidos ativos reconhecidos no ativo não circulante era de R$ 4.886 milhões na controladora e R$ 6.511 milhões no consolidado, R$ 4.750 milhões e R$ 6.804 milhões em 31 de dezembro de 2024, respectivamente. O referido teste de impairment dos tributos diferidos foi considerado como um dos principais assuntos em nossa auditoria, devido a relevância dos saldos e também em virtude de envolver, entre outras particularidades, o uso de julgamentos críticos, que trazem subjetividade em relação às projeções de resultados (como geração de lucros tributáveis, projeções dos fluxos de caixa e eventos econômicos futuros, além das projeções incluírem estimativas referentes a desempenho da economia brasileira e internacional, levando-se em conta, volumes, preço de venda, taxas de câmbio e alíquotas de tributos, entre outros), podem haver variações em relação aos dados e valores reais realizados. Sendo assim, a utilização de diferentes premissas pode modificar significativamente as perspectivas de realização desses ativos e a eventual necessidade de registro ou não de uma redução ao valor recuperável, com consequente impacto nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: Avaliação do desenho e implementação dos controles internos sobre a análise do valor recuperável dos tributos diferidos Conferência da completude e cálculos matemáticos das projeções dos lucros tributáveis futuros  Revisão das análises sobre ativos fiscais diferidos contabilizados nas controladas e coligadas. Exame, com o apoio de nossos especialistas em tributos diretos, das bases de cálculo dos prejuízos fiscais e da base negativa de contribuição social, bem como das diferenças temporárias, confrontando-as com as escriturações fiscais correspondentes Discussão com a Administração sobre o plano de negócios e medidas tomadas para reestruturação das dívidas e recuperação de mercado Exame da análise preparada pela Administração, sobre a coerência lógica e aritmética das projeções de fluxos de caixa, bem como testar a consistência das principais informações e premissas utilizadas nas projeções de lucros tributáveis futuros e de fluxos de caixa, mediante a comparação com orçamentos aprovados pela Administração e premissas e dados de mercado  Contínuo desafio das premissas utilizadas pela Administração, visando corroborar se existiriam bases não consistentes e/ou que devessem ser revisadas  Análise sobre a razoabilidade e extensão das divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima, consideramos aceitáveis a mensuração e as divulgações relacionadas aos ativos fiscais diferidos no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Avaliação do valor recuperável de ativos intangíveis de vida útil indefinida(Nota Explicativa nº 12.a) e 13Porque é um PAAComo o assunto foi conduzido em nossa auditoria A Companhia possui saldos de ativos intangíveis de vida útil indefinidas conforme demostrado na nota explicativa n°12.a) em 31 de dezembro de 2025 no montante de R$ 5.033 milhões (R$ 4.379 milhões em 31 de dezembro de 2024) no consolidado, cujo valor recuperável deve ser avaliado anualmente, conforme requerido pela norma CPC 01 (R1) (IAS 36) - Redução ao valor recuperável de ativos. O referido teste de impairment dos ativos intangíveis de vida útil indefinida foi considerado como um dos principais assuntos em nossa auditoria, devido a relevância dos saldos e também em virtude de envolver, entre outras particularidades, o uso de julgamentos críticos, que trazem subjetividade em relação às projeções de resultados como geração de lucros tributáveis, projeções dos fluxos de caixa e eventos econômicos futuros, além das projeções incluírem estimativas referentes a desempenho da economia brasileira e internacional, levando-se em conta, volume e preço de venda e alíquotas de tributos, taxas de descontos aplicadas, entre outros, podem haver variações em relação aos dados e valores reais realizados. Sendo assim, a utilização de diferentes premissas pode modificar significativamente as perspectivas de realização desses ativos e a eventual necessidade de registro ou não de um ajuste por redução ao valor recuperável, com consequente impacto nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: Avaliação do desenho e implementação dos controles internos sobre a análise do valor recuperávelCom o apoio de nossos especialistas internos em avaliação, discutimos com a administração e avaliamos a metodologia utilizada para projeção dos fluxos de caixa descontados a valor presente.Avaliamos a razoabilidade das premissas significativas utilizadas pela Companhia, de acordo com os orçamentos aprovados pelo Conselho de Administração, incluindo as taxas de desconto e de crescimento, comparando as premissas com as informações de mercado disponíveis, com o desempenho efetivo e com os dados históricos, assim como testamos os cálculos realizados pela administração. Também, por meio de análises de sensibilidade sobre as principais premissas utilizadas, avaliamos em quais situações as variações individuais ou cumulativas poderiam resultar ou não na necessidade de registro de impairment.Análise sobre as divulgações requeridas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, bem como se elas estão consistentes com as informações e representações obtidas da administração. Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos efetuados, consideramos que são razoáveis as premissas e metodologias utilizadas pela Companhia para avaliar o valor recuperável dos referidos ativos, estando as informações apresentadas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas consistentes com as informações analisadas em nossos procedimentos de auditoria. Provisão para riscos fiscais(Nota Explicativa nº 22)Porque é um PAAComo o assunto foi conduzido em nossa auditoriaA Companhia é parte passiva em processos judiciais e administrativos de natureza tributária, decorrentes do curso normal de suas atividades. A determinação dos valores provisionados e divulgados depende de julgamentos críticos da administração, suportada por seus assessores jurídicos quanto ao prazo, prognóstico de perda e valor de liquidação, além das respectivas divulgações necessárias.O valor da provisão para perdas nas demonstrações financeiras consolidadas montava a R$89.522 mil em 31 de dezembro de 2025 (R$ 130.755 em 2024). O montante dos processos fiscais com avaliação de perda possível, portanto não sujeito ao registro de provisão segundo as práticas contábeis adotadas no Brasil e IFRS, era de R$ 38.597.353 mil em 31 de dezembro de 2025. A mensuração, reconhecimento e divulgação de riscos fiscais requer determinado nível de julgamento por parte da Companhia e suas controladas para suportar a determinação de uma estimativa razoável de perda e resultados esperados para cada processo tributário e, consequentemente, registros e divulgações nas suas demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Sendo assim, dado ao alto grau de complexidade associada a estes temas e a utilização de diferentes premissas pode modificar significativamente as perspectivas e a eventual classificação destes processos criando a necessidade de registro ou não de uma provisão contábil, com consequente impacto nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Sendo assim consideramos, este assunto como relevante para a nossa auditoria do exercício corrente e um principal assunto de auditoria. Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: Avaliação do desenho e implementação dos controles internos sobre a provisão para riscos fiscais Confirmação externas juntos aos assessores jurídicos, internos e externos, que patrocinam as causas tributárias da Companhia, confirmando valores e prognósticos utilizados pela administraçãoAvaliação e desafio das premissas utilizada pela administração da Companhia com base no resultado das respostas às nossas solicitações de confirmações recebidas, visando averiguar se estavam adequadas e consistentes Envolvimento de nossos especialistas internos tributários na avaliação dos méritos e informações sobre perspectiva de êxito prestadas pelos respectivos assessores jurídicos em relação aos principais assuntos tributários envolvendo a Companhia na extensão que julgamos necessáriaRealização de testes nas despesas legais, com o objetivo de verificar se existiriam outros assessores jurídicos, eventualmente não cobertos pelos nossos procedimentos de solicitação de confirmação externa Análise sobre as divulgações requeridas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, bem como se elas estão consistentes com as informações e representações obtidas da administração, bem como ao fornecimento de informações sobre a natureza, exposição e valores provisionados ou divulgados quanto aos principais assuntos tributários em que a Companhia está envolvida. Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos efetuados, consideramos que são razoáveis as premissas e metodologias utilizadas pela Companhia para avaliar o registro e divulgação das estimativas e riscos relacionados às demandas judiciais em andamento na esfera tributária com relação à processos em andamento, estando as informações apresentadas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas consistentes com as informações analisadas em nossos procedimentos de auditoria.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado As demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS Accounting standards, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no pronunciamento técnicoCPC 09 (R1) - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse pronunciamento técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadas A Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras. Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtivemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtivemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Obtivemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as deficiências significativas nos controles internos que, eventualmente, tenham sido identificadas durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 11 de março de 2026. Forvis Mazars Auditores Independentes - Sociedade Simples Ltda. CRC 2 SP023701/O-8Danhiel Augusto ReisContador CRC 1SP254522/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Na qualidade de Diretores da Companhia Siderúrgica Nacional ("Companhia"), declaramos, nos termos do artigo 27, §1º, inciso VI, da Resolução CVM nº 80, de 29 de março de 2022, conforme alterada, que revisamos, discutimos e concordamos com as Demonstrações Financeiras da Companhia, relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2025.São Paulo/SP, 11 de março de 2026.______________________________Benjamin SteinbruchDiretor-Presidente______________________________Antônio Marco Campos RabelloDiretor Executivo de Finanças e de Relações com Investidores______________________________David Moise SalamaDiretor Executivo de Seguros e Crédito______________________________Luis Fernando Barbosa MartinezDiretor Executivo Comercial______________________________Rogério Bautista da Nova MoreiraDiretor Executivo Jurídico_____________________________Enéas Garcia DinizDiretor Executivo sem designação específica______________________________Pedro Van Langendonck Teixeira de FreitasDiretor Executivo sem designação específica______________________________Tufi Daher FilhoDiretor Executivo de Infraestrutura e Logística______________________________Augusto César Ferreira LaraDiretor Executivo deProdução de Siderurgia

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Na qualidade de Diretores da Companhia Siderúrgica Nacional ("Companhia"), declaramos, nos termos do artigo 27, §1º, inciso V, da Resolução CVM nº 80, de 29 de março de 2022, conforme alterada, que revisamos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes da Companhia, relativo às Demonstrações Financeiras da Companhia, referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2025.São Paulo/SP, 11 de março de 2026.______________________________Benjamin SteinbruchDiretor-Presidente______________________________Antônio Marco Campos RabelloDiretor Executivo de Finanças e de Relações com Investidores______________________________David Moise SalamaDiretor Executivo de Seguros e Crédito______________________________Luis Fernando Barbosa MartinezDiretor Executivo Comercial______________________________Rogério Bautista da Nova MoreiraDiretor Executivo Jurídico_____________________________Enéas Garcia DinizDiretor Executivo sem designação específica______________________________Pedro Van Langendonck Teixeira de FreitasDiretor Executivo sem designação específica______________________________Tufi Daher FilhoDiretor Executivo de Infraestrutura e Logística______________________________Augusto César Ferreira LaraDiretor Executivo deProdução de Siderurgia

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Os membros do Conselho Fiscal da Companhia Siderúrgica Nacional, em cumprimento às disposições regulatórias e legais em vigor, em especial ao artigo 163 da Lei nº 6.404/76 e no desempenho de suas atribuições legais e estatutárias, se reuniram e examinaram: (i) o Relatório da Administração (ii) as Demonstrações Financeiras do exercício social findo em 31 de dezembro de 2025 e (iii) a proposta de destinação do resultado do exercício social de 2025 e, ante os esclarecimentos prestados pela Diretoria da Companhia e pela auditoria independente, a saber, a Forvis Mazars Auditores Independentes S.S. Ltda., bem como as informações e esclarecimentos recebidos no decorrer do exercício, opinaram, por unanimidade, que os referidos documentos estão em condições de serem apreciados e votados pela Assembleia Geral Ordinária da Companhia. São Paulo/SP, 11 de março de 2026.Angélica Maria de QueirozPresidente André CojiConselheiroPaulo Roberto Evangelista de LimaConselheiro

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

1.Apresentação e Informações GeraisO Comitê de Auditoria ("Comitê") da Companhia Siderúrgica Nacional ("Companhia") está em funcionamento desde sua criação, em 2005, como um órgão estatutário de assessoramento ao Conselho de Administração, com autonomia operacional e orçamento anual próprio, dentro das melhores práticas de governança corporativa. É formado por 3 (três) membros independentes e integrantes do Conselho de Administração, com prazo de gestão de 2 (dois) anos, permitida a reeleição. Atualmente, o Comitê é composto pelos Srs.: Yoshiaki Nakano, Antonio Bernardo Vieira Maia e Miguel Ethel Sobrinho, sendo o Sr. Yoshiaki Nakano indicado como o Presidente do Comitê.O Comitê tem entre suas principais atribuições o monitoramento e controle de qualidade das demonstrações financeiras, dos controles internos, do gerenciamento de riscos e compliance, acompanhamento de denúncias realizadas por meio de seus canais de denúncia, avaliação da atuação, independência e qualidade dos trabalhos e resultados das firmas de auditoria independente, bem como dos trabalhos da auditoria interna e investigações, além de outras atribuições previstas em seu próprio regimento interno.Para realização de seus trabalhos, o Comitê conta com as informações recebidas da Administração, dos auditores independentes, da auditoria interna, das áreas de gerenciamento de riscos, controles internos e compliance, dos canais de denúncia e, sempre que necessário, de outras áreas da companhia, tais como jurídico, sustentabilidade, TI, recursos humanos, entre outras.A auditoria das demonstrações contábeis da Companhia está sob a responsabilidade da Forvis Mazars Auditores Independentes ("Mazars"), tanto para fins de arquivamento na CVM quanto para realizar a auditoria para fins de SEC, bem como para realizar a auditoria das demonstrações financeiras de todas as suas subsidiárias, controladas, coligadas e joint-ventures, cujas contas estejam incluídas ou refletidas nas demonstrações consolidadas da Companhia, conforme normas aplicáveis. A Mazars é igualmente responsável pela revisão especial dos informes trimestrais (ITRs). O relatório dos auditores independentes reflete o resultado de suas verificações, com a apresentação de seus pareceres a respeito da fidedignidade das demonstrações contábeis do exercício de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), normas da CVM e preceitos da legislação societária brasileira. Com relação ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, a Mazars emitiu relatório em 11 de março de 2026, contendo opinião sem ressalvas.A Companhia também conta com a Diretoria de Auditoria Interna, Riscos e Controles e a Diretoria de Compliance, que são responsáveis por verificar o cumprimento das políticas e procedimentos determinados pela administração da Companhia e do Código de Conduta, bem como por avaliar os principais riscos aos quais a Companhia está exposta e os controles utilizados para mitigar tais riscos. O andamento dos trabalhos dessas áreas é acompanhado periodicamente pelo Comitê.2.Atividades do Comitê Durante o ano de 2025, o Comitê se reuniu 19 (dezenove) vezes. Dentre as atividades realizadas e assuntos discutidos neste período, vale destacar os seguintes: Acompanhamento periódico do cumprimento do Código de Conduta, do canal de denúncias e dos procedimentos adotados pela Companhia para condução das denúncias recebidas, bem como apreciação do resultado dos trabalhos de apuração das principais denúncias. Acompanhamento do Programa de Compliance.Aprovação e acompanhamento do Programa Anual de trabalho da auditoria interna e de sua execução, da adequação da estrutura da auditoria interna, bem como acompanhamento dos principais pontos de auditoria identificados e dos planos de ação/providências saneadores adotados pela Administração.Aprovação do Estatuto da Auditoria Interna e demais requisitos para adequação às novas normas aplicáveis à auditoria interna.Acompanhamento do processo de elaboração das informações trimestrais e demonstrações financeiras da Companhia do exercício findo em 31 de dezembro de 2024, do Relatório da Administração e dos Releases de Resultados.Avaliação da concorrência e pré-aprovação da contratação da Forvis Mazars Auditores Independentes para a realização dos serviços de auditoria independente para os exercícios de 2025 e 2026, para realizar a auditoria de suas demonstrações financeiras para fins de arquivamento na CVM e para fins de SEC, bem como para realizar a auditoria das demonstrações financeiras de todas as suas subsidiárias, controladas, coligadas e joint-ventures, cujas contas estejam incluídas ou refletidas nas demonstrações consolidadas da Companhia e pré-aprovação da realização pela Mazars de outros serviços não relacionados à auditoria, incluindo, mas não se limitando, a serviços como emissão de comfort letters, revisão das cláusulas contratuais restritivas de empréstimos e financiamentos (covenants) e a realização de outros serviços de atestação relacionados a auditoria ou exigências requeridas pela lei.Emissão de opinião prévia sobre a contratação do auditor independente para realização de serviços não relacionados à auditoria das demonstrações financeiras, desde que não comprometam a independência do auditor.Realização de reuniões com os Auditores Independentes da Companhia, a Mazars Auditores Independentes, para discussão das Informações Trimestrais, conhecimento do relatório de auditoria, contendo a opinião sobre as demonstrações financeiras da Companhia e de suas subsidiárias, controladas, coligadas e joint-ventures, cujas contas estejam incluídas ou refletidas nas demonstrações consolidadas da Companhia, bem como para análise e acompanhamento do planejamento anual do trabalho da auditoria externa e de sua independência. Apreciação do Plano anual da Auditoria externa.Acompanhamento dos riscos e efetividade dos controles internos, bem como dos planos de ação/processos de melhoria, além do monitoramento de riscos de fraudes com base nas manifestações e reuniões com a Diretoria de Auditoria Interna, Riscos e Controles e com os auditores independentes.Acompanhamento das atividades realizadas com relação ao processo de certificação dos controles internos (Sarbanes-Oxley Act - Seção 404), apreciação do relatório com os resultados dos testes independentes realizados durante esse processo, bem como acompanhamento dos trabalhos de certificação realizados pelos auditores independentes. Acompanhamento e discussão da Análise Geral de Riscos e da metodologia usada para gestão de riscos e resultados obtidos, apresentado e desenvolvido pela gerência de riscos corporativos. Apreciação do Formulário de Referência e Informe de Governança antes de seu arquivamento na CVM.Discussão com a Grant Thornton sobre o encerramento dos trabalhos de auditoria de 2024 para fins de SEC.Conclusão dos trabalhos de revisão dos controles internos SOX.Apreciação e discussão com a administração e auditores externos acerca do Formulário 20-F.Ciência do resultado da inspeção pelo PCAOB dos trabalhos da Grant Thornton referentes à auditoria da Companhia no exercício de 2022.Realização de sua autoavaliação para identificar oportunidades de aprimoramento. Aprovação de seu orçamento e definição do calendário temático de reuniões para 2026. O Comitê também se reuniu durante o último exercício com diversas áreas da Companhia para discussão e acompanhamento das principais questões relacionadas às áreas de recursos humanos, TI, tributária, sustentabilidade, auditoria interna, finanças e principais processos contenciosos e contingências da Companhia.3.Principais Conclusões e RecomendaçõesO Comitê considerou satisfatórias as informações recebidas acerca da adequação e integridade dos controles internos, responsáveis pela geração das informações das demonstrações financeiras, não tendo sido relatados ou identificados casos de conflitos relacionados às demonstrações financeiras ou à aplicação dos princípios de contabilidade geralmente aceitos.O Comitê não identificou qualquer evento ou situação que pudesse afetar a independência ou a objetividade dos auditores independentes, considerando as informações prestadas pela Mazars e pela Grant Thornton como satisfatórias e suficientes.No exercício de suas funções e responsabilidades legais e nos termos do Regimento Interno, os membros do Comitê procederam à análise das demonstrações financeiras acompanhadas do relatório de auditoria com a opinião dos auditores independentes, do relatório anual da administração e da proposta de destinação de resultado, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025. Considerando as informações prestadas pela administração da Companhia e pelos auditores independentes, que emitiu relatório em 11 de março de 2026, contendo opinião sem ressalvas, o Comitê, por unanimidade, recomenda, a manifestação favorável do Conselho de Administração da Companhia com relação a tais documentos e o seu encaminhamento à deliberação da Assembleia Geral Ordinária da Companhia a ser convocada.São Paulo, 11 de março de 2026.Yoshiaki NakanoPresidente do Comitê de AuditoriaMiguel Ethel SobrinhoMembro Antonio Bernardo Vieira MaiaMembro

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

O Comitê de Auditoria ("Comitê") da Companhia Siderúrgica Nacional ("Companhia"), no exercício de suas atribuições e responsabilidades legais, conforme previsto no Regimento Interno, realizou a revisão e avaliação das Demonstrações Financeiras da Companhia, acompanhadas do Relatório dos Auditores Independentes e do Relatório da Administração referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2025 ("Demonstrações Financeiras 2025"). O Comitê recebeu os representantes da Forvis Mazars Auditores Independentes, que reportaram sobre o processo de finalização da auditoria da Demonstrações Financeiras 2025. Após rever e discutir as Demonstrações Financeiras 2025 e o Relatório Anual da Administração, o Comitê concluiu que os referidos documentos, em todos os seus aspectos relevantes, estão adequadamente apresentados, podendo ser encaminhados ao Conselho de Administração, para posteriormente serem submetidos à deliberação da Assembleia Geral Ordinária de Acionistas da Companhia.São Paulo, 11 de março de 2026.Yoshiaki NakanoPresidente do Comitê de AuditoriaMiguel Ethel SobrinhoMembro Antonio Bernardo Vieira MaiaMembro

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias1.326.093.9470
Preferenciais00
Total1.326.093.9470

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.