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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2018Código CVM 18708Versão 1Recebida em 22/03/2019valores em R$ mil

DFP 2018 de COMPANHIA DE PARTICIPACOES ALIANCA DA BAHIA

COMPANHIA DE PARTICIPACOES ALIANCA DA BAHIA · CNPJ 01.938.783/0001-11

COMPANHIA DE PARTICIPACOES ALIANCA DA BAHIA
CNPJ 01.938.783/0001-11
DFP 2018
Exercício 2018
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
COMPANHIA DE PARTICIPACOES ALIANCA DA BAHIA
CNPJ
01.938.783/0001-11
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2018*
Publicado em
22/03/2019 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:16

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201831/12/2017Var.
1Ativo Total663.835649.3472,2%
1.01Ativo Circulante290.718276.7095,1%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa182.388166.0419,8%
1.01.01.01Caixa e bancos527746−29,4%
1.01.01.02Aplicações financeiras no mercado aberto181.861165.29510,0%
1.01.02Aplicações Financeiras00
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.03Contas a Receber81.19283.502−2,8%
1.01.03.01Clientes80.77981.598−1,0%
1.01.03.02Outras Contas a Receber4131.904−78,3%
1.01.03.02.01Juros s/capital próprio/dividendos0198−100,0%
1.01.03.02.02Adiantamentos3671.170−68,6%
1.01.03.02.03Outras46536−91,4%
1.01.04Estoques9.1889.1040,9%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar13.37510.32929,5%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar13.37510.32929,5%
1.01.06.01.01Créditos tributários13.37510.32929,5%
1.01.07Despesas Antecipadas779302.496,7%
1.01.08Outros Ativos Circulantes3.7967.703−50,7%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros3.7967.703−50,7%
1.01.08.03.01Tributos diferidos3.7967.703−50,7%
1.02Ativo Não Circulante373.117372.6380,1%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo106.462106.3900,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado51.30652.265−1,8%
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo51.30652.265−1,8%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.04Contas a Receber2071.317−84,3%
1.02.01.04.01Clientes00
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber2071.317−84,3%
1.02.01.05Estoques00
1.02.01.06Ativos Biológicos00
1.02.01.07Tributos Diferidos00
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.02.01.08Despesas Antecipadas00
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes54.94952.8084,1%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.10.03Depósitos judiciais35.44033.0247,3%
1.02.01.10.04Créditos tributários5.7285.3696,7%
1.02.01.10.05Tributos diferidos13.78114.415−4,4%
1.02.02Investimentos91.89693.502−1,7%
1.02.02.01Participações Societárias3.2783.872−15,3%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00
1.02.02.01.05Outros Investimentos3.2783.872−15,3%
1.02.02.02Propriedades para Investimento88.61889.630−1,1%
1.02.03Imobilizado174.653172.5911,2%
1.02.03.01Imobilizado em Operação0172.591−100,0%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível106155−31,6%
1.02.04.01Intangíveis106155−31,6%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Aos Acionistas e Administradores da COMPANHIA DE PARTICIPAÇÕES ALIANÇA DA BAHIASalvador - BahiaOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia de Participações Aliança da Bahia (Companhia), identificadas como controladora e consolidado, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Companhia de Participações Aliança da Bahia em 31 de dezembro de 2018, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Provisões para passivos contingentesConforme descrito na nota explicativa nº 21, a Companhia é parte passiva em processos judiciais de natureza fiscal, cível e trabalhista, decorrentes do curso normal de suas atividades, cuja provisão registrada nas demonstrações financeiras consolidadas monta a R$ 26.735 mil. Ademais, consoante mencionado na nota explicativa nº 9, a Companhia possui depósitos judiciais referentes aos processos de natureza fiscal no montante de R$ 35.440 mil. Normalmente, os referidos processos são encerrados após largo lapso temporal e envolvem não só discussões de mérito, mas também aspectos processuais, em observância à legislação vigente. Essas provisões foram objeto de nossa auditoria, pois os processos acima mencionados, em regra, envolvem discussões relevantes de mérito e aspectos processuais complexos, além de demandarem o julgamento da administração quanto às respectivas chances de êxito. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: o entendimento sobre os controles internos relevantes que envolvem a identificação, a constituição de passivos e as divulgações em notas explicativas. Obtivemos, também, o entendimento quanto ao modelo de cálculo adotado, que considera o histórico de perda em processos da mesma natureza e prognósticos fornecidos por assessores jurídicos.Efetuamos procedimentos de confirmação com os escritórios de assessoria jurídica que patrocinam os processos judiciais para confirmar a avaliação do prognóstico, a totalidade das informações e o valor estimado das provisões. Em relação às causas significativas, que foram selecionadas, discutimos a razoabilidade do prognóstico de perda.Consideramos que as provisões e divulgações efetuadas pela Companhia são consistentes com as informações fornecidas pelos assessores jurídicos.Provisão para tributos diferidos a recuperarConforme mencionado na nota explicativa nº 11, no exercício de 2016, a controlada Sociedade Anônima Hospital Aliança, registrou contabilmente o montante de R$ 25.560 mil referente a créditos tributários decorrentes de prejuízos fiscais acumulados e base negativa da contribuição social. No decorrer dos exercícios de 2018 e 2017 a Companhia utilizou parte dos créditos na apuração de tributos correntes (IRPJ e CSLL). Consideramos que esse assunto foi importante na nossa auditoria porque além de relevante, a realização desses créditos depende do êxito da administração em atingir os resultados projetados.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria Nossos procedimentos de auditoria foram realizados com apoio de especialistas tributários e incluíram, dentre outros, a avaliação da razoabilidade dos créditos tributários diferidos e da consistência das premissas utilizadas para a projeção dos resultados futuros. Outros assuntosDemonstração do valor adicionadoAs demonstrações individuais e consolidadas do valor adicionado - DVA, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e os registros contábeis, conforme aplicável, e se sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os seus aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório dos auditoresA Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com o nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidade da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, e com as normas in ternacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras individuais e consolidadas livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e das suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionaisObtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria ao planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e das suas controladasAvaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administraçãoConcluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e das suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manter em continuidade operacionalAvaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequadaObtemos evidências de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho de auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também, aos responsáveis pela governança, declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais relevantes na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deva ser comunicado em nosso relatório por conta das consequências adversas de tal comunicação, que podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Salvador - Ba, 11 de fevereiro de 2019AUDICONT AUDITORES E CONSULTORESCRC-BA - 0568ADEILDO OSORIO DE OLIVEIRACRC-BA - 7.710

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em observância às disposições constantes da Instrução nº 480/2009, a Diretoria declara que concordou com as Demosntrações Financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro 2018.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em observância às disposições constantes da Instrução nº 480/2009, a Diretoria declara que discutiu, reviu e concordou com as opiniões expressas no Relatório dos Auditores Independentes relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2018.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da Companhia de Participações Aliança da Bahia, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, de acordo com o disposto no artigo 163, da Lei 6.404/76, examinou o Relatório da Administração, as contas da Diretoria, as Demonstrações Financeiras, a Proposta de Destinação do Lucro Líquido, todos referentes ao exercício social encerrado em 31.12.2018, e ainda com base nos documentos analisados, nos esclarecimentos prestados pelo representante da Administração e considerando, ainda, os esclarecimentos complementares prestados pelos auditores externos - AUDICONT Auditores e Consultores - e respectivo relatório emitido sem ressalvas em 11.02.2019, opinando os seus membros, por unanimidade dos votos, que os referidos documentos estão em condições de serem apresentados a Assembleia Geral Ordinária, para deliberação. Salvador, 19 de março de 2019.Raimundo Santos SilvaPresidenteMarcelo da Silva PinhoMembro EfetivoEdson Piedade CamposMembro EfetivoSionaldo Antônio da Silva RôxoMembro EfetivoElias de Matos BritoMembro Efetivo

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.