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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017112 páginasCódigo CVM 20885Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 27/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de BANCO PLENO SA EM LIQUIDACAO EXTRAJUDICIAL

BANCO PLENO SA EM LIQUIDACAO EXTRAJUDICIAL · CNPJ 61.024.352/0001-71

Versões deste exercício: v1 (23/03/2018) · v2 (27/03/2018), esta

BANCO PLENO SA EM LIQUIDACAO EXTRAJUDICIAL
CNPJ 61.024.352/0001-71
DFP 2017 (V2)
Exercício 2017
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Metadados

Empresa
BANCO PLENO SA EM LIQUIDACAO EXTRAJUDICIAL
CNPJ
61.024.352/0001-71
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
112
Ano de referência
2017*
Publicado em
27/03/2018 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total2.668.0554.109.992−35,1%
1.01Caixa e Equivalentes de Caixa9.73836.531−73,3%
1.02Aplicações Financeiras784.6271.237.721−36,6%
1.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo782.6111.231.666−36,5%
1.02.01.01Títulos para Negociação740.6521.190.947−37,8%
1.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda41.95940.7193,0%
1.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado2.0166.055−66,7%
1.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento2.0166.055−66,7%
1.03Empréstimos e Recebíveis938.9871.947.537−51,8%
1.04Tributos Diferidos415.690389.6206,7%
1.04.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos415.690389.6206,7%
1.05Outros Ativos442.187414.3116,7%
1.05.01Ativos Não Correntes a Venda243.016238.1832,0%
1.05.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.05.03Outros199.171176.12813,1%
1.06Investimentos22.75926.673−14,7%
1.06.01Participações em Coligadas22.75926.673−14,7%
1.06.02Outros00—
1.07Imobilizado4.4665.541−19,4%
1.07.01Imobilizado de Uso4.4665.541−19,4%
1.07.02Imobilizado de Arrendamento00—
1.08Intangível49.60152.058−4,7%
1.08.01Intangíveis20.89923.356−10,5%
1.08.02Goodwill28.70228.7020,0%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras consolidadas Aos Administradores e Acionistas Banco Indusval & Partners S.A. Opinião Examinamos as demonstrações financeiras consolidadas do Banco Indusval & Partners S.A. ("Instituição") e suas controladas, que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco Indusval & Partners S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2017, o desempenho consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB). Base para opinião Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras consolidadas". Somos independentes em relação a Instituição e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais Assuntos de Auditoria Principais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Nossa auditoria em 2017 foi planejada e executada considerando que as operações da Instituição e suas controladas não apresentaram modificações significativas em relação ao ano anterior. Nesse contexto, com exceção do tema "Limite operacional e alienação de investimento", os Principais Assuntos de Auditoria, bem como nossa abordagem de auditoria, mantiveram-se substancialmente alinhados aqueles do ano anterior. Perdas por redução ao valor recuperável de empréstimos e adiantamentos (Notas Explicativas 2.6.7, 3.2 e 10) Porque é um PAA A estimativa da provisão de perda por redução do valor recuperável de empréstimos e adiantamentos envolve julgamento e utilização de critérios na determinação do risco de crédito por parte da Administração, a qual é fundamentada na evidência objetiva de perda no valor recuperável desses ativos levando em conta as condições econômicas, atrasos e renegociações. A Instituição avalia a evidência objetiva de perda dos empréstimos e adiantamentos de forma segregada entre análises individuais e coletivas. Na avaliação individual são consideradas as condições específicas de cada operação, inclusive garantias e na avaliação coletiva são considerados os percentuais históricos de atrasos e perdas. Considerando o exposto acima essa área manteve-se como foco em nossa auditoria. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria Nossos procedimentos consideraram, entre outros, o entendimento dos critérios utilizados na determinação do risco de crédito por parte da Administração para mensuração da perda por redução ao valor recuperável. Para as provisões calculadas considerando a avaliação individual, analisamos as premissas utilizadas para determinação das perdas, as garantias, bem como recalculamos em base amostral o valor da provisão. Para as perdas por redução ao valor recuperável da carteira coletiva, analisamos os percentuais históricos de atrasos e perdas calculados pela Administração, e testamos em base amostral o recalculo das perdas dessas operações. Consideramos que as premissas e critérios adotados pela Administração para determinação das perdas por redução ao valor recuperável de empréstimos e adiantamentos são razoáveis e consistentes com as informações divulgadas nas demonstrações financeiras. Ativos não correntes mantidos para a venda (Notas Explicativas 2.7, 3.5 e 13) Porque é um PAA A Instituição possui registrado ativos não correntes mantidos para a venda, correspondentes a imóveis, veículos, máquinas e equipamentos e quotas de capital de empreendimento imobiliários, que foram retomados ou recebidos em dação de pagamento de operações de crédito inadimplentes. Esses ativos são mensurados entre o menor valor entre o valor justo menos os custos de venda e o valor contábil, por meio de constituição de provisão que considera as características de cada classe de ativo. Pela subjetividade e pelas diversas premissas utilizadas pela Administração no processo de mensuração que podem afetar significativamente a apuração do valor recuperável desses bens, continuamos considerando essa uma área de foco de auditoria. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria Nossos procedimentos consideraram, entre outros, o entendimento das metodologias de cálculo e análise das premissas utilizadas pela Administração para definição do valor recuperável dos bens, bem como realizamos análise da consistência dessas premissas com as adotadas em períodos anteriores. Realizamos em base amostral o recálculo do valor recuperável de determinados itens selecionados considerando as premissas definidas pela Administração. Adicionalmente, realizamos a análise da consistência dos valores apurados em vendas realizadas com os seus os valores recuperáveis estimados. Consideramos que as premissas e metodologias adotadas pela Administração são razoáveis e consistentes com as informações divulgadas nas demonstrações financeiras. Créditos tributários (Notas explicativas 3.6 e 16) Porque é um PAA A Instituição possui créditos tributários provenientes de adições temporárias nas bases de cálculo de imposto de renda e da contribuição social sobre lucro líquido e prejuízos fiscais de imposto de renda e bases de cálculo negativas sobre contribuição social, reconhecidos até 31 de dezembro de 2017, cujo registro é suportado por estudo de projeção de lucros tributários para a realização desses créditos tributários. Essa projeção de lucros, aprovada pelo Conselho de Administração, envolve julgamentos e premissas subjetivas utilizadas pela Administração com base em estudo do cenário atual e futuro. Considerando que a utilização de diferentes premissas na projeção do lucro tributário poderia modificar significativamente a realização dos créditos tributários, com consequente impacto contábil, continuamos considerando essa área de estimativa crítica como foco em nossa auditoria. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria Entre outros procedimentos, atualizamos o entendimento dos processos de apuração e registro nos termos das normas fiscais e contábeis relacionadas aos créditos tributários, bem como obtivemos o entendimento das premissas rel evantes estabelecidas pela Administração para a estimativa de projeção de lucros tributários para realização dos créditos tributários. Analisamos a razoabilidade das premissas utilizadas pela Administração para projeção de lucros tributários com informações de projeções macroeconômicas divulgadas no mercado, quando aplicável. Também, realizamos análise da consistência dessas premissas com as adotadas em períodos anteriores. Adicionalmente, realizamos a conferência das informações divulgadas em notas explicativas com as informações auditadas. Consideramos que as premissas e critérios adotados pela Administração são razoáveis e consistentes com as divulgações em notas explicativas. Limite operacional e alienação de investimento (notas explicativas 4.5 e 40a) Porque é um PAA A Instituição em 31 de dezembro de 2017 apresenta limite operacional mínimo inferior ao estabelecido pela Resolução n° 4.193/13. A Instituição está preparando um plano de ações para o reenquadramento aos limites mínimos acima mencionados. Como parte desse plano, conforme nota explicativa 40a, em 26 de fevereiro de 2018 o Banco executou o contrato de compra e venda de ações de parcela de sua participação na controlada Guide Investimentos S.A. Corretora de Valores, para o grupo Fosun. Essa operação está sujeita à aprovação do Banco Central do Brasil. Continuamos considerando essa uma área de foco de auditoria devido a relevância do tema. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria Nossos procedimentos consideraram, a análise das premissas para cálculo dos limites operacionais, revisão do cálculo efetuado pela Administração, confronto entre o demonstrativo de limite operacional efetuado pela Administração e o divulgado nas demonstrações financeiras. Adicionalmente em relação a operação de venda da controlada Guide Investimentos S.A. Corretora de Valores efetuamos a leitura do contrato de alienação e reunião com a Administração da Instituição para entendimento dos reflexos da operação nas demonstrações financeiras. Consideramos que as informações divulgadas nas demonstrações financeiras estão consistentes com as informações obtidas em nossa auditoria. Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras consolidadas A Administração do Banco Indusval & Partners S.A. é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações financeiras consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Instituição continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Instituição ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Instituição e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras consolidadas Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras. Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Instituição e suas controladas. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Instituição. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Instituição a não mais se manterem em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança, a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos. Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, inc luindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. São Paulo, 27 de março de 2018 PricewaterhouseCoopers Auditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5 Carlos Augusto da SilvaContador CRC 1SP197007/O-2

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA Os abaixo subscritores, integrantes da Diretoria Executiva do Banco Indusval S.A., DECLARAM, nos termos do Artigo 25 parágrafo 1º item VI da Instrução CVM 480 de 07.12.2009, que reviram e discutiram este relatório das Demonstrações Financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017 do Banco Indusval S.A. e concordam que tais Demonstrações Financeiras refletem adequadamente a posição patrimonial e financeira da Companhia no período. São Paulo, 27 de março de 2018. JAIR RIBEIRO DA SILVA NETOCPF/MF 022.718-058-56 LUIZ MASAGÃO RIBEIROCPF/MF 525.253.688-00 ANDRE JACINTHO MESQUITACPF/MF 071.767.968-31 CLAUDIO ROBERTO CUSINCPF/MF 051.156.318-30 JAIR DA COSTA BALMACPF/MF 783.929.188-00

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA Os abaixo subscritores, integrantes da Diretoria Executiva do Banco Indusval S.A., DECLARAM, nos termos do Artigo 25 parágrafo 1º item V da Instrução CVM 480 de 07.12.2009, que, com base no seu conhecimento, no planejamento apresentado pelos auditores e nas discussões posteriores sobre os resultados de auditoria, concordam com as opiniões expressas no relatório elaborado pela PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, não havendo qualquer discordância. São Paulo, 27 de março de 2018. JAIR RIBEIRO DA SILVA NETOCPF/MF 022.718-058-56 LUIZ MASAGÃO RIBEIROCPF/MF 525.253.688-00 ANDRE JACINTHO MESQUITACPF/MF 071.767.968-31 CLAUDIO ROBERTO CUSINCPF/MF 051.156.318-30 JAIR DA COSTA BALMACPF/MF 783.929.188-00

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.