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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201364 páginasCódigo CVM 3115Versão 1Recebida em 24/02/2014valores em R$ mil

DFP 2013 de COMPANHIA DE SEGUROS ALIANCA DA BAHIA

COMPANHIA DE SEGUROS ALIANCA DA BAHIA · CNPJ 15.144.017/0001-90

COMPANHIA DE SEGUROS ALIANCA DA BAHIA
CNPJ 15.144.017/0001-90
DFP 2013
Exercício 2013
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Metadados

Empresa
COMPANHIA DE SEGUROS ALIANCA DA BAHIA
CNPJ
15.144.017/0001-90
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
64
Ano de referência
2013*
Publicado em
24/02/2014 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:50

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201331/12/2012Var.
1Ativo Total438.510425.9882,9%
1.01Ativo Circulante195.146195.822−0,3%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa1.5223.704−58,9%
1.01.01.01Caixa e Bancos1.5223.704−58,9%
1.01.02Aplicações Financeiras151.577163.864−7,5%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Créditos das Operações28.24926.8175,3%
1.01.03.01Seguros e Resseguros28.24926.8175,3%
1.01.03.01.01Prêmios a Receber1.0111.243−18,7%
1.01.03.01.02Operações com Seguradoras2425−4,0%
1.01.03.01.03Operações com Resseguradoras4.6362.41592,0%
1.01.03.01.04Outros Créditos Operacionais7161.010−29,1%
1.01.03.01.05Ativos de Reseguros - Provisões Técnicas21.86222.124−1,2%
1.01.03.02Previdência Complementar00—
1.01.03.03Capitalização00—
1.01.03.04Outras Operações00—
1.01.04Títulos e Créditos a Receber13.6531.303947,8%
1.01.05Outros Valores e Bens907716,9%
1.01.06Empréstimos e Depósitos Compulsórios00—
1.01.07Despesas Antecipadas5556−1,8%
1.01.08Despesas de Comercialização Diferidas01−100,0%
1.01.08.01Custos de Aquisição Diferidos - Seguros01−100,0%
1.01.09Outros Ativos Circulantes00—
1.01.09.01Ativos Não Correntes a Venda00—
1.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.09.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante243.364230.1665,7%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo142.505131.4178,4%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Créditos das Operações80.59472.92610,5%
1.02.01.03.01Operações com Resseguradoras1011010,0%
1.02.01.03.02Ativos de Resseguros - Provisões Técnicas80.49372.82510,5%
1.02.01.04Títulos e Créditos a Receber61.91158.4915,8%
1.02.01.04.01Créditos Tributários e Previdenciários3.4163.3192,9%
1.02.01.04.02Depósitos Judiciais e Fiscais58.49554.1887,9%
1.02.01.04.03Outros Créditos a Receber0984−100,0%
1.02.01.04.04Direito resultante da venda de imóveis00—
1.02.01.04.05Créditos a Receber00—
1.02.01.05Outros Valores e Bens00—
1.02.01.06Empréstimos e Depósitos Compulsórios00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Despesas de Comercialização Diferidas00—
1.02.01.09Tributos Diferidos00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes00—
1.02.01.10.01Ativos Não Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.02Investimentos95.07991.1674,3%
1.02.02.01Participações Societárias74.30171.3234,2%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas no País73.43970.0164,9%
1.02.02.01.02Participações em Coligadas no Exterior00—
1.02.02.01.05Outras Participações Societárias8621.307−34,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento20.77819.8444,7%
1.02.02.02.01Imóveis Urbanos não Destinados a Uso Próprio20.77819.8444,7%
1.02.03Imobilizado5.6807.432−23,6%
1.02.03.01Imobilizado em Operação5.6807.432−23,6%
1.02.03.01.01Imóveis de uso Próprio5.0756.534−22,3%
1.02.03.01.02Bens Móveis de Uso Próprio466715−34,8%
1.02.03.01.03Outras Imobilizações139183−24,0%
1.02.03.01.04Provisão para Desvalorização00—
1.02.03.01.05Depreciação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível100150−33,3%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEISAos Administradores e Acionistas daCOMPANHIA DE SEGUROS ALIANÇA DA BAHIAExaminamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Companhia de Seguros Aliança da Bahia (Companhia), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração pelas Demonstrações ContábeisA Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às entidades supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP, e das demonstrações contábeis consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standard Board (IASB), e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como, pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidades dos Auditores Independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis (individuais e consolidadas) com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento das exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração das demonstrações contábeis da Companhia para planejar procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sobre as demonstrações contábeis individuaisEm nossa opinião, as demonstrações contábeis individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia de Seguros Aliança da Bahia em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às entidades supervisionadas pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP.Opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações contábeis consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Companhia de Seguros Aliança da Bahia em 31 de dezembro de 2013, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as IFRS's emitidas pelo IASB.Ênfase Conforme descrito na nota explicativa n° 02, as demonstrações contábeis individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Companhia de Seguros Aliança da Bahia essas práticas diferem das IFRS's, aplicável às demonstrações contábeis separadas, somente no que se refere à avaliação do investimento em controlada pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.Outros assuntosDemonstração do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado - DVA referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS's que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Salvador, 14 de fevereiro de 2014PERFORMANCEAUDITORIA E CONSULTORIA EMPRESARIAL S/SCRC-2BA - 00710/OJOSÉ RENATO MENDONÇACONTADOR - CRC-1BA 9.749/O-9PARECER ATUARIALEm cumprimento das exigências previstas na Resolução do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) nº 135/2005, e na Circular da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) de nº 272/2004, examinamos as provisões técnicas da Companhia de Seguros Aliança da Bahia e declaradas no balanço patrimonial da empresa em 31 de dezembro de 2013, e outros parâmetros de solvência, visando a emissão deste Parecer Atuarial.Constatamos que foram adequadas as provisões constituídas no exercício, frente aos compromissos assumidos pela seguradora, e que foram elaboradas em conformidade com os princípios e normas atuariais aplicáveis no país e metodologias internacionalmente aceitas. Foi observada a legislação específica e utilizados dados estatísticos relativos aos ramos operados pela Companhia no exercício de 2013.A Companhia constituiu a Provisão de Despesas Relacionadas (PDR), de acordo com a legislação vigente. Não houve necessidade de constituição da Provisão Complementar de Cobertura (PCC), em virtude do Teste de Adequação de Passivos (TAP) ter demonstrado suficiência nas provisões constituídas pela seguradora.Com base em estudo atuarial, não houve indicação para contabilizar a Provisão para Sinistros Ocorridos e não Suficientemente Avisados (IBNER).Constatamos que as provisões foram contabilizadas pelos valores calculados pelo atuário responsável técnico da seguradora.Examinamos, também, os limites de retenção adotados pela seguradora no exercício de 2013, estando os mesmos adequados às suas operações e de acordo com a política de subscrição definida pela administração da Companhia. As provisões recalculadas e testadas demonstraram que os valores contabilizados no Balanço Patrimonial em 31 de dezembro de 2013 estão adequados ao atendimento das obrigações assumidas pela Companhia, não sendo detectada qualquer situação relevante capaz de comprometer a solvência da empresa.Salvador, 12 de fevereiro de 2014.ANTÔNIO TAVARES DA CÂMARAAtuário Responsável Técnico (MIBA nº 1) eDiretor Técnico

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Em observância às disposições constantes da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que discutiu, reviu e concordou com as demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013. Salvador, 14 de fevereiro de 2014.Paulo Sérgio Freire de Carvalho Gonçalves Tourinho Diretor Presidente José Alfredo Cruz Guimarães DiretorAntônio Tavares da Câmara Diretor

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE O PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES Em observância às disposições constantes da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que discutiu, reviu e concordou com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013. Salvador, 14 de fevereiro de 2014.Paulo Sérgio Freire de Carvalho Gonçalves Tourinho Diretor Presidente José Alfredo Cruz Guimarães DiretorAntônio Tavares da Câmara Diretor

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da Companhia de Seguros Aliança da Bahia, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, de acordo com o disposto no artigo 163, da Lei nº 6.404/76, examinou o Relatório da Administração, as contas da Diretoria, as Demonstrações Financeiras e a Proposta de Destinação do Lucro Líquido, todos referentes ao exercício social encerrado em 31.12.2013 e ainda com base nos documentos examinados e analisados, nos esclarecimentos prestados pelo representante da Administração e considerando ainda, os esclarecimentos complementares dos auditores externos - Performance Auditoria e Consultoria S/S - e respectivo parecer/relatório emitido sem ressalvas em 14.02.2014, os seus membros opinam, por maioria de votos, que os referidos documentos estão em condições de serem apresentados à Assembleia Geral Ordinária a ser realizada em 27/03/2014, para deliberação. Salvador, 21 de fevereiro de 2014Raimundo Santos Silva Presidente do Conselho Fiscal Maria Cláudia Freitas SampaioMembro do Conselho FiscalRomano Nello Gaucho Allegro Membro do Conselho Fiscal

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.