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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016142 páginasCódigo CVM 17639Versão 1Recebida em 02/02/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de TIM PARTICIPACOES S.A

TIM PARTICIPACOES S.A · CNPJ 02.558.115/0001-21

TIM PARTICIPACOES S.A
CNPJ 02.558.115/0001-21
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
TIM PARTICIPACOES S.A
CNPJ
02.558.115/0001-21
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
142
Ano de referência
2016*
Publicado em
02/02/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total34.655.68035.556.388−2,5%
1.01Ativo Circulante10.107.39912.040.246−16,1%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa5.128.1866.100.403−15,9%
1.01.02Aplicações Financeiras479.953599.414−19,9%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo479.953599.414−19,9%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber2.919.1772.858.0892,1%
1.01.03.01Clientes2.919.1772.858.0892,1%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques143.934141.7201,6%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar968.6601.254.346−22,8%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar968.6601.254.346−22,8%
1.01.06.01.01Impostos Indiretos a Recuperar633.854924.624−31,4%
1.01.06.01.02Impostos Diretos a Recuperar334.806329.7221,5%
1.01.07Despesas Antecipadas130.392210.056−37,9%
1.01.08Outros Ativos Circulantes337.097876.218−61,5%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros337.097876.218−61,5%
1.01.08.03.01Operações com Derivativos82.454608.915−86,5%
1.01.08.03.02Outros Ativos168.718116.15445,3%
1.01.08.03.03Arrendamento Mercantil Financeiro2.8181.96943,1%
1.01.08.03.04Outros valores a compensar83.107149.180−44,3%
1.02Ativo Não Circulante24.548.28123.516.1424,4%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo2.831.1762.889.601−2,0%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber24.09224.861−3,1%
1.02.01.03.01Clientes24.09224.861−3,1%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos41.69014.526187,0%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos41.69014.526187,0%
1.02.01.07Despesas Antecipadas54.37455.234−1,6%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes2.711.0202.794.980−3,0%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Operações com Derivativos134.468490.659−72,6%
1.02.01.09.04Outros Ativos Não-Circulantes12.44212.1172,7%
1.02.01.09.05Depósitos Judiciais1.294.1251.106.04117,0%
1.02.01.09.06Impostos Indiretos a Recuperar867.143817.6766,0%
1.02.01.09.07Impostos diretos a Recuperar200.898170.52117,8%
1.02.01.09.08Arrendamento Mercantil Financeiro201.944197.9662,0%
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado11.084.53010.667.3483,9%
1.02.03.01Imobilizado em Operação9.264.9249.547.548−3,0%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento1.819.6061.119.80062,5%
1.02.04Intangível10.632.5759.959.1936,8%
1.02.04.01Intangíveis9.105.3568.431.9748,0%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Licença de uso de Softwares3.731.7363.441.7628,4%
1.02.04.01.03Autorizações1.163.1921.226.273−5,1%
1.02.04.01.04Outros Intangíveis4.210.4283.763.93911,9%
1.02.04.02Goodwill1.527.2191.527.2190,0%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAosAcionistas e Administradores daTIM Participações S.A.Rio de Janeiro - RJOpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da TIM Participações S.A. ('Companhia'), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da TIM Participações S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Provisão para contingências tributáriasDe acordo com a Nota Explicativa nº 24 às demonstrações contábeis, a Companhia e suas controladas são parte integrante em processos judiciais e administrativos nas esferas cível, trabalhista, tributária e regulatória, que surgem no curso normal de seus negócios. Em 31 de dezembro de 2016, a Companhia possui assuntos de natureza tributária em discussão em várias esferas processuais, no montante total de R$ 14 bilhões, sendo R$ 216 milhões provisionados para processos com probabilidade de perda provável, com base na opinião de seus assessores jurídicos e da Administração. As situações onde as perdas são consideradas possíveis são objeto de divulgação e aquelas em que as perdas são consideradas remotas não são divulgadas. Resposta da auditoria ao assuntoConsiderando a relevância dos valores envolvidos e a necessidade de julgamento crítico em relação à probabilidade de perda nas discussões judiciais, qualquer mudança de prognóstico e/ou julgamento pode trazer impactos relevantes nas demonstrações contábeis da Companhia. Nossos procedimentos de auditoria incluíram:Obtenção de confirmação (circularização) junto aos assessores jurídicos da Companhia para todos os processos tributários em andamento, bem como a respectiva avaliação de valores e probabilidade de perdaPara determinados processos tributários, obtenção de opinião de especialistas tributários (second opinion) sobre a razoabilidade dos prognósticos dos assessores jurídicos e avaliação dos argumentos e/ou teses de defesaAvaliação da adequação das divulgações apresentadas em nota explicativa. Avaliação de perda por impairment de ágioA Companhia possui registrado ágio no montante de R$ 1,53 bilhões em 31 de dezembro de 2016 referente à aquisição de empresas em anos anteriores, conforme Nota Explicativa nº 15 às demonstrações contábeis. A Administração avalia, no mínimo anualmente, o risco de impairment desses ativos, baseado no método do valor em uso ou em modelo financeiro de fluxo de caixa descontado, o qual exige que a Administração adote algumas premissas baseadas em informações geradas por seus relatórios internos. Este procedimento envolve julgamento significativo sobre os resultados futuros do negócio, em que qualquer ajuste nas premissas utilizadas pode gerar efeitos significativos na avaliação e impactos nas demonstrações contábeis da Companhia tomadas em conjunto.Resposta da auditoria ao assuntoAvaliamos e questionamos as previsões de fluxo de caixa futuro preparadas pela Administração e o processo usado na sua elaboração, inclusive efetuando a comparação com os seus planos mais recentes de negócios, e realizamos o teste do valor em uso. Questionamos as principais premissas da Administração para as taxas de crescimento de longo prazo nas previsões, por meio da comparação com previsões econômicas e setoriais, e a taxa de desconto, avaliando o custo de capital para a Companhia. Ao determinarmos a extensão de mudanças nas premissas que seriam necessárias individual ou coletivamente para resultar em impairment do ágio, consideramos a probabilidade de ocorrência dessas alterações nas principais premissas, bem como a adequação das divulgações realizadas em nota explicativa às demonstrações contábeis. Reconhecimento de receita unbilledConforme Nota Explicativa nº 28 às demonstrações contábeis, o reconhecimento de receita na indústria de telecomunicações é considerado um risco inerente, porque o processo envolve sistemas complexos de faturamento, que processam grandes volumes de dados, com uma combinação de diferentes produtos vendidos e variações de preços durante o ano que mudam a partir dos diferentes planos e ações de marketing. As receitas são reconhecidas mensalmente, através do faturamento, e as receitas a faturar entre a data de faturamento e o final do mês (unbilled) são identificadas, processadas e reconhecidas no mês em que o serviço foi prestado. Os cálculos de receitas não faturadas do mês anterior são estornados e um novo cálculo de unbilled é feito a cada mês corrente. Eventuais problemas no cálculo dessa estimativa podem impactar de forma relevante as demonstrações contábeis da Companhia. Resposta da auditoria ao assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, dentre outros:Avaliação e teste sobre os sistemas relevantes de Tecnologia da Informação (TI) Teste detalhado sobre as receitas de vendas de serviços, por meio de amostragem não estatísticaEntendimento e avaliação da estimativa adotada pela administração da Companhia para determinação da receita incorrida ainda não faturada no final do exercício (unbilled), bem como comparação dessa estimativa com a receita efetivamente faturada do mês subsequente após o fechamento (billed)Adequação das divulgações apresentadas em nota explicativa. Reapresentação de anos anteriores e reconhecimento de receita pré-pagaConforme Nota Explicativa nº 2.e, em abril de 2016, a Administração da Companhia identificou erros de exercícios/períodos anter iores relacionados com o reconhecimento de receitas de recarga de créditos pré-pagos vendidos por terceiros, que resultaram na reapresentação das cifras comparativas dos exercício findo em 31 de dezembro de 2015. Ainda, de acordo com a Nota Explicativa nº 28 às demonstrações contábeis, os minutos não utilizados pelos clientes são registrados como receita diferida e apropriados ao resultado quando da efetiva utilização destes serviços pelos clientes. A reapresentação ocorreu em virtude de ajuste indevido no processo de reconciliação entre os créditos em poder de terceiros e os efetivamente ativados na plataforma pré-pago.Resposta da auditoria ao assuntoEm relação aos ajustes identificados e ao processo de reconhecimento de receita pré-paga, nossos procedimentos de auditoria incluíram, dentre outros: Avaliação e teste sobre os sistemas relevantes de Tecnologia da Informação (TI) Testes sobre a captura de informações por parte do sistema de faturamento da plataforma pré-pago, incluindo teste sobre a tarifação de acordo com os planos oferecidos ao mercadoAvaliação dos sistemas utilizados nas operações com os parceiros na compra de créditos pré-pago (sell in) e subsequente consumo desses créditos pelos clientes (sell out), visando identificar a origem do erro e a validação dos novos controles implementadosEntendimento e verificação dos ajustes identificados pela Companhia e os efeitos nos exercícios anterioresAvaliação da adequação da divulgação realizada nas notas explicativas às demonstrações contábeis. Outros assuntosDemonstrações do Valor Adicionado (DVA)As demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão reconciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente preparadas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anterior Os valores correspondentes às demonstrações contábeis referentes aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2015, apresentados para fins de comparação, foram auditados por outros auditores independentes que emitiram relatórios datados de 04 de fevereiro de 2016, sem qualquer modificação. Como parte de nossa auditoria das demonstrações contábeis do exercício findo em 31 de dezembro de 2016, revisamos também os ajustes descritos na Nota Explicativa nº 2.e, que foram efetuados para alterar as demonstrações contábeis dos exercícios findos em 31 de dezembro de 2015. Concluímos que tais ajustes são apropriados e foram corretamente efetuados.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis individuais e consolidadas e o relatório do auditorA Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações contábeis individuais e consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou por erro.Na elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionaisObtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladasAvaliamos a adequação das políticas contábei s utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela AdministraçãoConcluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza significativa em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manter em continuidade operacionalAvaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequadaObtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar consideravelmente nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente, e que, dessa maneira constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Rio de Janeiro, 02 de fevereiro de 2017. BDO RCS Auditores Independentes SSCRC 2 SP 013846/FJulian Clemente Contador CRC 1 SP 197232/O-6 - S - RJ

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORESStefano De Angelis (Diretor Presidente), Adrian Calaza (Chief Financial Officer), Daniel Junqueira Pinto Hermeto (Purchasing & Supply Chain Officer), Mario Girasole (Regulatory and Institutional Affairs Officer), Leonardo de Carvalho Capdeville (Chief Technology Officer), Pietro Labriola (Chief Operating Officer), Rogério Tostes Lima (Diretor de Relações com Investidores) e Jaques Horn (Diretor Jurídico), na qualidade de Diretores Estatutários da TIM Participações S.A., declaram, nos termos do inciso VI do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480 de 07 de dezembro de 2009, que: reviram, discutiram e concordaram com as Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2016.Rio de Janeiro, 2 de fevereiro de 2017.STEFANO DE ANGELISDiretor PresidenteADRIAN CALAZAChief Financial OfficerMARIO GIRASOLERegulatory and Institutional Affairs OfficerLEONARDO DE CARVALHO CAPDEVILLEChief Technology OfficerDANIEL JUNQUEIRA PINTO HERMETOPurchasing & Supply Chain OfficerPIETRO LABRIOLAChief Operating OfficerROGÉRIO TOSTES LIMADiretor de Relações com InvestidoresJAQUES HORNDiretor Jurídico

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORESStefano De Angelis (Diretor Presidente), Adrian Calaza (Chief Financial Officer), Daniel Junqueira Pinto Hermeto (Purchasing & Supply Chain Officer), Mario Girasole (Regulatory and Institutional Affairs Officer), Leonardo de Carvalho Capdeville (Chief Technology Officer), Pietro Labriola (Chief Operating Officer), Rogério Tostes Lima (Diretor de Relações com Investidores) e Jaques Horn (Diretor Jurídico), na qualidade de Diretores Estatutários da TIM Participações S.A., declaram, nos termos do inciso V do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480 de 07 de dezembro de 2009, que: reviram, discutiram e concordaram com as opiniões expressas no Relatório dos Auditores Independentes da Companhia referente às Demonstrações Financeiras da Companhia relativas ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2016.Rio de Janeiro, 2 de fevereiro de 2017.STEFANO DE ANGELISDiretor PresidenteADRIAN CALAZAChief Financial OfficerMARIO GIRASOLERegulatory and Institutional Affairs OfficerLEONARDO DE CARVALHO CAPDEVILLEChief Technology OfficerDANIEL JUNQUEIRA PINTO HERMETOPurchasing & Supply Chain OfficerPIETRO LABRIOLAChief Operating OfficerROGÉRIO TOSTES LIMADiretor de Relações com InvestidoresJAQUES HORNDiretor Jurídico

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCAL O Conselho Fiscal, em cumprimento às disposições legais e estatutárias, examinou o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras individuais e consolidadas da TIM Participações S.A. ("Companhia"), referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2016.Nossos exames foram conduzidos de acordo com as disposições legais e compreenderam: (i) a análise dos relatórios financeiros elaborados periodicamente pela Companhia (ii) a Proposta da Administração de destinação do resultado do exercício de 2016 e de distribuição de dividendos da Companhia (iii) o acompanhamento dos trabalhos realizados pelos auditores externos e internos e (iv) as indagações sobre atos e transações relevantes efetuadas pelos Administradores.Com base nos nossos exames, nas informações prestadas e nos esclarecimentos recebidos e, também, considerando o Relatório dos Auditores Independentes da Companhia, BDO RCS Auditores Independentes S.S., sem ressalvas, emitido no dia 2 de fevereiro de 2017, o Conselho Fiscal é de parecer favorável de que: (i) o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras acima mencionadas refletem adequadamente as informações nelas contidas e (ii) a Proposta da Administração de destinação do resultado do exercício de 2016 e de distribuição de dividendos da Companhia estão todas em condições de serem submetidas à apreciação pela Assembleia Geral Ordinária dos Acionistas.Rio de Janeiro (RJ), 02 de fevereiro de 2017.JOSINO DE ALMEIDA FONSECAPresidente do Conselho FiscalOSWALDO ORSOLINMembro do Conselho FiscalJARBAS BARSANTIMembro do Conselho FiscalRELATÓRIO ANUAL DO COMITÊ DE AUDITORIA ESTATUTÁRIO1. Sobre o ComitêO Comitê de Auditoria Estatutário ("CAE") da TIM Participações S.A. ("Companhia") é um órgão estatutário, de funcionamento permanente, criado pela Assembleia Geral Extraordinária, realizada no dia 12 dezembro de 2013, buscando as melhores práticas de Governança Corporativa, conforme recomendado, e nos moldes da Instrução Normativa ICVM nº 509/2011. Em 23 de dezembro de 2013, o Conselho de Administração da Companhia aprovou o Regimento Interno do CAE.Atualmente, o CAE é composto por 3 (três) membros, eleitos em 14 de abril de 2015, com mandato até a Assembleia Geral Ordinária da Companhia do ano de 2017, sendo permitida a reeleição, respeitando-se o período máximo de 10 (dez) anos de atuação contínua. Todos fazem parte do Conselho de Administração da Companhia e são caracterizados como independentes segundo critério da CVM. O CAE tem como objetivos supervisionar a qualidade e a integridade dos relatórios financeiros, sua aderência às normas legais, regulatórias e estatutárias, a adequação dos processos relativos à gestão de riscos e às atividades dos auditores, tanto os internos quanto os independentes, bem como supervisionar e avaliar a celebração de contratos de qualquer natureza entre a Companhia ou suas controladas, de um lado, e, de outro lado, o acionista controlador ou suas sociedades controladas, coligadas, sujeitas a controle comum ou controladoras deste último, ou que de outra forma constituam partes relacionadas à Companhia. Além de suas atribuições ordinárias, o CAE também desempenha a função de Audit Committee da Companhia, em conformidade com o disposto na Sarbanes Oxley Act, à qual a Companhia está sujeita por ser uma sociedade registrada na US Securities and Exchange Commission (SEC), face possuir ADR's (American Depository Receipt) na NYSE desde 16 de novembro de 1998.2. Atividades do Comitê de Auditoria Estatutário da TIM Participações em 2016No período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2016, foram realizadas 21 reuniões do CAE que contemplaram 154 itens de Ordem do Dia (temas). As reuniões tiveram duração média de 10 horas cada e, durante as discussões, foram envolvidos diretamente o Presidente do Conselho de Administração, o Diretor Presidente (Chief Executive Officer), o Diretor Financeiro (Chief Financial Officer e outros membros da Diretoria Executiva, Gerentes Executivos, Auditores Internos e Independentes e a área de Compliance da Companhia. Dentre as atividades realizadas durante o exercício, cabe destacar as seguintes:I. Analisou o plano anual de trabalho dos auditores independentes e discutiu os resultados das atividades desempenhadas por estes, em 17 (dezessete) itens durante o ano de 2016. Vale ressaltar que, em dezembro de 2015, foi comunicado ao mercado pela Baker Tilly Brasil Auditores Independentes S.S. ("Baker Tilly"), até então, Auditor Independente da Companhia, que algumas atividades seriam incorporadas à BDO RCS Auditores Independentes S.S. ("BDO"). Dentre as atividades incorporadas, estavam as atividades de auditoria desempenhadas pelo escritório da Baker Tilly situado na cidade de São Paulo e estado de São Paulo, responsável pela Auditoria Independente da Companhia. Após os trâmites necessários para a concretização da fusão das atividades acima descritas, a Companhia encerrou o contrato com a Baker Tilly e celebrou novo contrato com a BDO para a continuidade das atividades da Auditoria Independente, tudo conforme opinião favorável do CAE, consignada na ata da reunião realizada em 15 de março de 2016. Consequentemente, a BDO foi a empresa responsável pela auditoria das demonstrações financeiras relativas ao exercício financeiro encerrado em 31 de dezembro de 2016, pelo planejamento e execução das auditorias até a revisão das informações trimestrais ("ITRs"), conforme as normas reconhecidas, bem como responsável pela revisão especial dos ITRs, enviados à CVM. Seu parecer deve assegurar que as referidas demonstrações financeiras representam, adequadamente, a posição patrimonial e financeira da Companhia, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, na legislação societária brasileira, nas normas da CVM e nas normas internacionais de relatórios financeiros (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standard Board ("IASB"). No âmbito da estrutura de joint audit services, a PricewaterhouseCoopers ("PwC") permaneceu como auditor da TIM Celular S.A., subsidiária integral da Companhia, e da Intelig Telecomunicações Ltda., controlada pela Companhia, bem como continuou como responsável pela revisão do formulário 20-F (SEC) da Companhia.II. Supervisionou as atividades desempenhadas pela Auditoria Interna da Companhia, em 17 (dezessete) itens durante o ano de 2016, analisando o plano anual de trabalho e discutindo o resultado das atividades desempenhadas e das revisões efetuadas, e avaliou o desempenho dos auditores internos. No Programa Anual de Auditoria de 2016, foram oficializadas 24 atividades, das quais 3 foram substancialmente concluídas. No curso do ano de 2016, a Companhia objetivou estreitar a correlação entre as atividades desenvolvidas pelos auditores internos e os riscos levantados no âmbito do Enterprise Risk Management ("ERM").III. Supervisionou e analisou a eficácia, qualidade e integridade dos mecanismos de controles internos, em 13 (treze) itens durante o ano de 2016, a fim de, entre outros objetivos, monitorar o cumprimento das disposições relacionadas: (a) à apresentação das demonstrações financeiras, incluindo as informações financeiras trimestrais e outras demonstrações intermediárias e (b) às informações e medições divulgadas com base em dados contábeis ajustados e em dados não contábeis que acrescentem elementos não previstos na estrutura dos relatórios usuais das demonstrações financeiras.IV. O CAE informou-se sobre os principais processos dentro da Companhia, avaliando a sua qualidade e o comprometimento dos integrantes da alta administração com o seu aperfeiçoamento contínuo. Como resultado das reuniões com as áreas internas da Companhia, o CAE teve a oportunidade de oferecer ao Conselho de Administração sugestões de melhoria nos processos, bem como de acompanhar suas implementações, e a execução das recomendações de melhoria identificadas no decorrer dos trabalhos das auditorias e nas discussões com as áreas de negócios e de controles. Com base nas informações colhidas, o CAE julga que o sistema de controles internos da Companhia e de suas controladas é adequado ao porte e complexidade de seus negócios, bem como estruturado de modo a garantir a eficiência das suas operações, dos sistemas que geram os relatórios financeiros e, ainda, está de acordo com as normas internas e externas a que se sujeitam as transações.V. Acompanhou e supervisionou os trabalhos desenvolvidos pela área de Compliance da Companhia, em 17 (dezessete) itens, com destaque aos assuntos relacionados à: (i) SOx Compliance, por meio de monitoramento das deficiências apontadas pelo Auditor Externo (ii) Compliance de Tecnologia da Informação e Segurança Corporativa, ressaltando os riscos de Cyber Security e (iii) Compliance de Processos Comerciais e gerais da Companhia.VI. No desempenho de suas atividades, o CAE acompanhou regularmente questões relacionadas à: (i) Satisfação do consumidor e qualidade dos serviços e do atendimento (ii) Estímulo à inovação aplicada a produtos e serviços (iii) Transparência e prestação de contas aos stakeholders (iv) Ética nos negócios (v) Inclusão digital (vi) Diálogos e comunicação com públicos de relacionamento (vii) Gestão de produtos eletrônicos (viii) Investimento em infraestrutura e (ix) Desenvolvimento de novas tecnologias.VII. No decorrer de 2016, o CAE analisou relatórios de ERM da Companhia com foco no inventário dos riscos SOx/CVM, monitoramento do plano de trabalho para revisão e atualização dos fatores de risco publicados pela Companhia, gestão dos riscos financeiros, apetite de risco da companhia e adequação dos fatores de riscos constantes no Formulário de Referência da Companhia. Este tema foi trazido em 07 (sete) itens durante o ano de 2016. A estrutura de gestão de riscos da Companhia é compartilhada entre o CAE e o Comitê de Controle e Riscos ("CCR"). Ambos são órgãos de governança vinculados ao Conselho de Administração conforme definido pelo Estatuto Social da Companhia.VIII. Dentro de suas atribuições previstas no Estatuto Social da Companhia e no Regimento Interno do CAE, examinou, avaliou e opinou, previamente, sobre 27 (vinte e sete) contratos de naturezas diversas entre a Companhia ou suas controladas, de um lado, e partes relacionadas, de outro lado. Todas as contratações seguiram estritamente o processo de governança necessário para atender tanto as normas de Compliance internas da Companhia, quanto à regulamentação da CVM e SEC. As informações relevantes sobre as contratações estão devidamente divulgadas no Formulário de Referência da Companhia.IX. Participou das discussões sobre o procedimento de divulgação de contratos entre a Companhia ou suas controladas, de um lado, e Partes Relacionadas, de outro lado, em atendimento à Instrução CVM nº 558/2015, que modificou a Instrução CVM nº 480/2009. X. No âmbito de suas atribuições, o CAE analisou, em 13 (treze) itens durante o ano de 2016, os relatórios referentes às denúncias recebidas pelo Canal de Denúncias Unificado da Companhia e as respectivas ações de melhoria previstas. Os relatórios, que são divididos por tipologia, ficam arquivados na sede da Companhia.XI. Além das 21 (vinte e uma) reuniões informadas, necessárias para o adequado desempenho de suas funções, os membros do CAE participaram de 06 (seis) reuniões privadas, de 03 (três) horas cada, com os auditores independentes, BDO e PwC , bem como com a área de Auditoria Interna da Companhia, sem a presença de administradores ou de outros gestores da organização, para avaliação de possíveis cerceamentos ou risco de quebra de independência ou de qualquer tipo de ingerência da administração, no desenvolvimento dos trabalhos das respectivas auditorias. XII. O Comitê de Auditoria Estatutário atendeu indagações formuladas pelo Conselho Fiscal sobre a estrutura de controles da Companhia.3. Assuntos Discutidos com os Auditores Externos considerando a nova forma de apresentação do Relatório de Auditoria (NBC TA 701)Destaques: 3.1. Provisão para contingências tributárias (notas explicativas 24.c e 3.c - Provisão para processos judiciais e administrativos tributários)O CAE revisou trimestralmente a evolução das contingências tributárias e acompanhou os prognósticos fornecidos pela Administração da Companhia3.2. Ágio fundamentado em rentabilidade futura (nota explicativa 3.a - Perda por redução ao valor recuperável "impairment" de ativos não financeiras)O CAE tem sido regularmente informado sobre os controles envolvidos nos testes de redução ao valor recuperado ("impairment") e avaliou a taxa de desconto utilizada para o modelo.3.3. Reconhecimento de receita ("unbilled") (nota explicativa 3.e - Receitas de tráfego não faturadas - "unbilled revenues")O CAE acompanhou os relatórios mensais contendo explicações sobre a evolução da receita e estimativas usadas pela Administração da Companhia para o cálculo do unbilled.3.4. Reapresentação de anos anteriores (receitas com pré-pago) (nota explicativa 2.e - Reapresentação de anos anteriores)O CAE tomou conhecimento do diagnóstico preparado pela Administração da Companhia sobre o tema e acompanhou o processo de identificação e correção do erro em relação às receitas com pré-pago e os controles para melhoria do processo. 4. Outras Atividades 4.1. Treinamento e FormaçãoDurante o ano de 2016, o CAE favoreceu aos seus membros treinamentos voltados primordialmente para o aprimoramento do exercício de suas funções e atualizações relevantes das normas técnicas que afetam suas atividades. 4.2. Revisão do Formulário 20-F e do Formulário de ReferênciaCom relação aos trabalhos de revisão do Formulário 20-F da SEC e do Formulário de Referência da Comissão de Valores Mobiliários ("CVM"), por sugestão do CAE, foi formada uma comissão mista, que consistiu em membros do CAE e executivos da empresa, o qual atuou especificamente com este fim. A comissão reuniu-se uma vez por semana durante os meses de abril e maio de 2016. 4.3. Autoavaliação do CAEOs membros do CAE submeteram-se a questionário de autoavaliação de desempenho de suas atividades, conforme as melhores práticas de governança existentes no mercado nacional e estrangeiro. Com base nas respostas apresentadas, os membros do CAE procuraram aprimorar e tornar mais eficientes as atividades desenvolvidas durante o ano de 2016, objetivando um processo de evolução constante e permanente.5. Demonstrações FinanceirasOs membros do CAE da Companhia, no exercício de suas atribuições e responsabilidades legais, analisaram as demonstrações financeiras, acompanhadas do parecer dos auditores independentes e do relatório anual da administração, relativo ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016 ("Demonstrações Financeiras Anuais de 2016"). Considerando as informações prestadas pela Administração da Companhia e pela BDO, bem como a proposta de destinação do resultado do exercício de 2016, o CAE concluiu que essas informações e documentos refletem adequadamente, em t odos os aspectos relevantes, as posições patrimonial e financeira da Companhia e de suas controladas. Por essa razão, recomendam, por unanimidade, a aprovação dos documentos acima mencionados pelo Conselho de Administração da Companhia para o encaminhamento à Assembleia Geral Ordinária de Acionistas, nos termos da Lei das Sociedades por Ações.Rio de Janeiro (RJ), 2 de fevereiro de 2017.Herculano Aníbal AlvesMembro e Especialista Financeiro do Comitê de Auditoria EstatutárioAdhemar Gabriel BahadianMembro do Comitê de Auditoria EstatutárioAlberto Emmanuel Carvalho WhitakerCoordenador do Comitê de Auditoria Estatutário

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.