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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2025125 páginasCódigo CVM 24228Versão 1Recebida em 08/05/2025valores em R$ mil

DFP 2025 de CAMIL ALIMENTOS S.A.

CAMIL ALIMENTOS S.A. · CNPJ 64.904.295/0001-03

CAMIL ALIMENTOS S.A.
CNPJ 64.904.295/0001-03
DFP 2025
Exercício 2025
Carregando…

Metadados

Empresa
CAMIL ALIMENTOS S.A.
CNPJ
64.904.295/0001-03
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
125
Ano de referência
2025*
Publicado em
08/05/2025 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:09

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta28/02/202528/02/2024Var.
1Ativo Total11.106.59510.621.3584,6%
1.01Ativo Circulante6.210.3906.350.714−2,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa2.530.2042.800.256−9,6%
1.01.02Aplicações Financeiras1.7400
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.03Contas a Receber1.153.9931.359.367−15,1%
1.01.03.01Clientes1.153.9931.359.367−15,1%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques2.212.8031.919.76715,3%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar208.196203.7582,2%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar208.196203.7582,2%
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes103.45467.56653,1%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros103.45467.56653,1%
1.01.08.03.01Instrumentos Financeiros - Derivativos1.3240
1.01.08.03.02 Créditos com Partes Relacionadas 50.47618.348175,1%
1.01.08.03.03Adiantamento a fornecedores00
1.01.08.03.04Adiantamento de Juros sobre Capital Próprio00
1.01.08.03.05 Outros Créditos51.65449.2184,9%
1.02Ativo Não Circulante4.896.2054.270.64414,6%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo853.374655.26730,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado15.03214.9410,6%
1.02.01.04Contas a Receber00
1.02.01.04.01Clientes00
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.05Estoques65.50154.21820,8%
1.02.01.06Ativos Biológicos00
1.02.01.07Tributos Diferidos141.82289.76658,0%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos141.82289.76658,0%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas198.26332.342513,0%
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas5.24832.342−83,8%
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas193.0150
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes432.756464.000−6,7%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.10.03 Impostos a Recuperar 105.401104.2061,1%
1.02.01.10.04 Depósitos Judiciais 43.13939.5449,1%
1.02.01.10.05Adiantamento a fornecedores00
1.02.01.10.06 Outros Créditos 12.75514.274−10,6%
1.02.01.10.07Ativo de Indenização271.461305.976−11,3%
1.02.02Investimentos119.60277.16555,0%
1.02.02.01Participações Societárias91.72949.29286,1%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas91.72949.29286,1%
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00
1.02.02.01.05Outros Investimentos00
1.02.02.02Propriedades para Investimento27.87327.8730,0%
1.02.03Imobilizado2.767.2532.433.62513,7%
1.02.03.01Imobilizado em Operação1.858.7131.916.506−3,0%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento254.442252.7880,7%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento654.098264.331147,5%
1.02.04Intangível1.155.9761.104.5874,7%
1.02.04.01Intangíveis1.155.9761.104.5874,7%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.01.02Outros intangíveis1.155.9761.104.5874,7%
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeirasindividuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasCamil Alimentos S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais da Camil Alimentos S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 28 de fevereiro de 2025 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas da Companhia e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 28 de fevereiro de 2025 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia e da Companhia e suas controladas em 28 de fevereiro de 2025, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) (atualmente denominadas pela Fundação IFRS como "normas contábeis IFRS")Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Projeções utilizadas na avaliação da redução ao valor recuperável dos ágios e dos ativos intangíveis de vida útil indefinida (Notas 2.2, 2.18, 9 e 11)Porque é um PAAA Companhia mantém registrado em seu ativo intangível no Consolidado, valores pagos por marcas e patentes adquiridas, no montante de R$ 622.660 mil (R$ 379.429 mil na Controladora), e ágios fundamentados em sinergia e em expectativa de rentabilidade futura, no montante de R$ 431.459 mil, no Consolidado (R$ 185.152 mil na Controladora), ambos oriundos de combinação de negócios. A Companhia efetuou o teste do valor recuperável dos ágios e dos ativos intangíveis de vida útil indefinida utilizando o modelo de valor em uso, que consiste na determinação do valor presente líquido dos fluxos de caixa futuros de cada uma das Unidades Geradoras de Caixa (UGCs), com base em projeções que incluem premissas e dados que envolvem julgamentos significativos, incluindo a taxa de crescimento e a taxa de desconto. Mantivemos esse assunto como uma área de foco de nossa auditoria pois, além da relevância do saldo, é uma área que envolve estimativas críticas e julgamentos por parte da administração da Companhia na determinação das premissas e projeções efetuadas que, se alteradas, podem modificar significativamente as perspectivas de recuperabilidade da UGC, com consequente impacto nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, o entendimento e testes dos controles internos estabelecidos pela administração para mensurar o valor recuperável, da metodologia de avaliação, das premissas e dados utilizados no cálculo, assim como o critério adotado para a definição das unidades geradoras de caixa.Em conjunto com nossos especialistas em avaliação, analisamos a razoabilidade e consistência dos modelos de cálculo utilizado pela administração para preparar as projeções, bem como os dados e premissas utilizados na preparação dos fluxos de caixa, tais como taxas de crescimento e taxas de desconto, por meio da comparação com previsões econômicas e setoriais, considerando o custo de capital para a Companhia e organizações comparáveis.Testamos a precisão matemática dos cálculos e dados das principais premissas utilizadas nas projeções de fluxos de caixa. Revisamos análise de sensibilidade elaborada pela Companhia para as principais premissas das projeções, para avaliar os resultados em diferentes cenários possíveis. Com base nos trabalhos de auditoria acima resumidos, consideramos que as premissas e dados utilizados, a metodologia de avaliação do valor recuperável, assim como as divulgações efetuadas sobre o tema, estão consistentes com as evidências obtidas por nós. Avaliação e divulgação dos riscos tributários e fiscais (Notas 2.8.1, 2.19, 17.2 e 19)Porque é um PAAA Companhia e suas controladas são partes passivas em processos administrativos e judiciais de natureza tributária. Em 28 de fevereiro de 2025, contingências classificadas como perdas possíveis e tratamentos tributários incertos do imposto de renda e da contribuição social sobre o lucro, totalizam a R$ 959.544 mil no Consolidado e a R$ 952.466 mil na Controladora. A administração, com o apoio de seus assessores jurídicos externos, estima os possíveis desfechos e impactos para esses diversos assuntos e constitui provisão para os casos considerados como sendo provável a saída futura de caixa. Para prognósticos onde as expectativas de perdas são avaliadas como possíveis e, especificamente para o imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro, onde a avaliação legal conclui ser provável que a autoridade tributária aceitará o tratamento fiscal incerto adotado pela Companhia e suas controladas nas suas respectivas apurações corrente e passadas do imposto de renda e da contribuição social sobre o lucro, a Companhia e suas controladas não contabilizam os valores envolvidos, porém divulgam as circunstâncias em notas explicativas às demonstrações financeiras.A determinação quanto as probabilidades de perda e seus respectivos valores objetos das disputas, envolvem julgamento da administração, considerando aspectos subjetivos e evoluções jurisprudenciais. Além disso, considerando a magnitude dos valores envolvidos, quaisquer mudanças nas estimativas e premissas que influenciam a determinação do prognóstico de perda podem trazer impactos relevantes nas demonstrações financeiras da Companhia. Por isso, mantivemos essa área como umas das principais áreas de foco em nossa auditoria. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, o entendimento dos controles internos estabelecidos pela administração para identificar, mensurar, registrar e divulgar provisões e tratamentos fiscais incertos de tributos sobre o lucro, bem como acompanhar o progresso dos processos judiciais e das correspondentes jurisprudências. Obtivemos confirmação direta de determinados assessores jurídicos externos e internos responsáveis pelos processos nas esferas administrat iva e judicial.Para as causas mais significativas, com o apoio de nossos especialistas legais, discutimos com a administração a razoabilidade do prognóstico de perda e, para as incertezas tributárias de Imposto de Renda, a concordância com o tratamento tributário adotado pela Companhia e suas controladas.Por amostragem, testamos os cálculos dos valores envolvidos e avaliamos se as divulgações realizadas estão alinhadas com as documentações-suporte, bem como com as normas contábeis aplicáveis. Efetuamos leitura das divulgações apresentadas em notas explicativas.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela administração para a determinação das provisões e divulgações efetuadas estão consistentes com as posições dos assessores jurídicos.Controles gerais de tecnologia da informaçãoPorque é um PAAA Companhia e suas controladas no Brasil operam um volume significativo de transações e em diferentes naturezas de negócio, requerendo um ambiente robusto de controles de tecnologia da informação para que o funcionamento apropriado das suas estruturas de tecnologia e sistemas. Definimos este assunto como área de foco em nossa auditoria, uma vez que a avaliação da efetividade destas estruturas de tecnologia é determinante no processo de auditoria e na definição da abordagem pretendida para obtenção de evidências necessárias, uma vez que sistemas podem, eventualmente, ocasionar processamento incorreto de informações e, consequentemente, resultar na apresentação inadequada das demonstrações financeiras.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria consideraram, entre outros:Entendimento dos sistemas de informação que são importantes para a produção de relatórios financeiros, assim como dos principais controles de conciliação de saldos e processos da Administração.Avaliação do desenho e da eficácia operacional dos controles gerais de tecnologia da informação implementados pela Companhia, para as dimensões e processos relevantes que suportam as operações em escopo de auditoria e preparação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Acompanhamento das ações planejadas e implementadas pela Administração no aprimoramento do ambiente de controles internos para tecnologia da informação.Avaliação do processo de geração e extração de relatórios que suportam os saldos contábeis e execução de testes de aderência sobre as informações produzidas pelos sistemas e aplicações da Companhia e suas controladas no Brasil.Envolvemos nossos profissionais de tecnologia para auxílio na execução desses procedimentos. Identificamos deficiências nos controles sobre a dimensão de acesso à programas e dados, assim como segregação de funções. Considerando que nossa abordagem de auditoria planejada não depositava confiança no ambiente de geral de tecnologia das operações do Brasil, não foi necessário alterar nossa abordagem de auditoria planejada.Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs Demonstrações do Valor Adicionado (DVA), individuais e consolidadas, referentes ao exercício findo em 28 de fevereiro de 2025, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de normas contábeis IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) (atualmente denominadas pela Fundação IFRS como "normas contábeis IFRS"), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia e suas controladas, em seu conjunto, continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas, em seu conjunto, ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolve r o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas, em seu conjunto. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas, em seu conjunto, a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Planejamos e executamos a auditoria do grupo para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou unidades de negócio do grupo como base para formar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e revisão do trabalho de auditoria realizado para os propósitos da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as deficiências significativas nos controles internos que, eventualmente, tenham sido identificadas durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as ações tomadas para eliminar ameaças à nossa independência ou salvaguardas aplicadas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os Principais Assuntos de Auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 8 de maio de 2025PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes Ltda. CRC 2SP000160/O-5Renato Barbosa PostalContador CRC 1SP187382/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASOs Diretores da Camil Alimentos S.A. declaram que reviram, discutiram e concordam as Demonstrações Financeiras Individuais e Consolidadas da Camil Alimentos S.A., relativas ao exercício findo em 28 de fevereiro de 2025, acompanhadas do Relatório, sem ressalvas, dos Auditores Independentes da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes Ltda., bem como autorizam a sua publicação. São Paulo, 08 de maio de 2025.Luciano Maggi Quartiero Diretor PresidenteFlavio Jardim Vargas Diretor Financeiro e DRI

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE O RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTEOs Diretores da Camil Alimentos S.A. declaram que reviram, discutiram e concordam com o Relatório dos Auditores Independentes da Pricewaterhouse Coopers Auditores Independentes Ltda. emitido, sem ressalvas, sobre as Demonstrações Financeiras Individuais e Consolidadas da Camil Alimentos S.A., relativas ao exercício findo em 28 de fevereiro de 2025.São Paulo, 08 de maio de 2025.Luciano Maggi Quartiero Diretor PresidenteFlavio Jardim Vargas Diretor Financeiro e DRI

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

CAMIL ALIMENTOS S.A. Companhia AbertaNIRE 35300146735CNPJ/MF nº 64.904.295/0001-03 PARECER DO CONSELHO FISCAL DA CAMIL ALIMENTOS S.A. ("COMPANHIA")O Conselho Fiscal da Companhia, em conformidade com as atribuições previstas no art. 163 da Lei 6.404/76 e a regulamentação aplicável, examinou as Demonstrações Financeiras referentes ao exercício findo em 28 de fevereiro de 2025, acompanhadas do Relatório, sem ressalvas, dos Auditores Independentes da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes Ltda. e do Relatório Anual da Administração da Companhia.O Conselho Fiscal ao longo do exercício acompanhou os trabalhos de reporte da Companhia, por meio de suas reuniões com representantes da Administração e Auditores Independentes. CONCLUSÃO: Com base nesses trabalhos, evidências e no relatório emitido pela PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes Ltda., apresentado sem ressalvas, os Conselheiros Fiscais opinam que as Demonstrações Financeiras referentes ao exercício findo em 28 de fevereiro de 2025, acompanhadas do Relatório, sem ressalvas, dos Auditores Independentes da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes Ltda, e do Relatório Anual da Administração, estão adequadamente apresentados e refletem a situação patrimonial da Companhia e estão aptos a serem apreciados pelos acionistas da Companhia em deliberação na Assembleia Geral Ordinária.São Paulo, 08 de maio de 2025.Maria Elena Cardoso Figueira Presidente do Conselho FiscalEduardo Augusto Rocha PocettiConselheiro FiscalMarcos SilveiraConselheiro Fiscal

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

CAMIL ALIMENTOS S.A.CNPJ nº 64.904.295/0001-03NIRE 35.300.146.735Companhia AbertaPARECER DO COMITÊ DE AUDITORIA DA CAMIL ALIMENTOS S.A. ("COMPANHIA")Os membros do Comitê de Auditoria Estatuário da Companhia, no exercício de suas atribuições, conforme previsto no Regimento Interno do Comitê de Auditoria, procederam à análise das Demonstrações Financeiras referentes ao exercício findo em 28 de fevereiro de 2025, acompanhadas do Relatório, sem ressalvas, dos Auditores Independentes da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes Ltda, e do Relatório Anual da Administração, e considerando as informações prestadas pela Administração da Companhia e pelos Auditores Externos, são de opinião por unanimidade, que esses documentos refletem adequadamente a situação patrimonial, a posição financeira e as atividades desenvolvidas pela Companhia no período e reúnem condições de serem submetidos à apreciação e aprovação do Conselho de Administração e o seu encaminhamento à deliberação dos acionistas da companhia em Assembleia Geral Ordinária, nos termos da Lei 6.404/76 e a regulamentação aplicável.São Paulo, 08 de maio de 2025.Carlos Roberto de Albuquerque SáCoordenadorMarcelo Marcondes Leite de SouzaMembro do ComitêPiero Paolo Picchioni MinardiMembro do Comitê

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

Relatório Anual Resumido do Comitê de Auditoria Estatutário da Camil Alimentos S.A.O Comitê de Auditoria Estatutário ("CAE", "Comitê de Auditoria" ou "Comitê") da Camil Alimentos S.A. ("Companhia"), é um órgão de caráter permanente e consultivo, criado pelo Conselho de Administração, em reunião realizada em 30 de junho de 2020, com a função de assessorar referido órgão da administração, nos termos Resolução CVM nº 23/2021e nos Resolução CVM nº 80/2021 e demais regulamentações aplicáveis.O Comitê de Auditoria possui um Regimento Interno, aprovado na Reunião do Conselho de Administração, o qual tem por finalidade estabelecer normas e definir as responsabilidades e atribuições para o funcionamento do Comitê de Auditoria da Companhia, observados o Estatuto Social da Companhia, a Lei nº. 6.404, de 15 de dezembro de 1976, conforme alterada em vigor ("Lei das S.A."), as demais regulamentações aplicáveis, bem como as melhores práticas de governança corporativa ("Regimento Interno").Atualmente, o Comitê de Auditoria é formado por 3 (três) membros, todos independentes, e eleitos pelo Conselho de Administração da Companhia. O Sr. Carlos Roberto de Albuquerque Sá, Coordenador do Comitê, atende aos requisitos de reconhecida experiência em contabilidade societária e finanças, o Sr. Marcelo Marcondes Leite de Souza como membro efetivo do Comitê de Auditoria na Companhia, e, o Sr. Piero Paolo Picchioni Minardi atua como membro independente do Conselho de Administração. Cabe ressaltar que nenhum membro do Comitê participa da Diretoria da Companhia.1. Atividades Comitê - Exercício 2024/2025Ao longo do exercício compreendido entre março de 2024 e fevereiro de 2025, o Comitê reuniu-se em 10 (dez) vezes, em sessões ordinárias e extraordinárias. Além da participação do Coordenador do Comitê na Assembleia Geral da Companhia, ele também participou de 4 (quatro) reuniões do Conselho de Administração e quando convocado. Ainda, o Comitê de Auditoria também participou de reuniões conjuntas com o Conselho Fiscal, para discussão dos principais temas de sua competência acompanhados durante o período. As reuniões contaram com a participação, sempre que necessário e conforme a ordem do dia, do Diretor Presidente e do Diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Companhia, dos demais Diretores, Gerentes Executivos, Gerência de Auditoria Interna, Riscos, Controles Internos e Compliance, Auditores Independentes e assessores externos para permitir o entendimento de processos, controles internos, riscos, possíveis deficiências e eventuais planos de melhoria, bem como para emitir suas recomendações ao Conselho de Administração e à Administração da Companhia. 1.1 Principais AssuntosO Comitê de Auditoria reuniu-se com os Auditores Internos e Independentes, com os Diretores da Companhia e demais estruturas de controles, como as áreas Gestão de Riscos, Controles Internos e Compliance, a fim de realizar o entendimento e avaliação dos ambientes de riscos e controles internos da Companhia. Os principais temas discutidos nas reuniões foram:Governança Corporativa- Análise e discussão das informações de atualização do Formulário de Referência, especialmente as relacionadas aos tópicos de "fatores de riscos" e "gerenciamento de riscos e controles internos"- Ciência e acompanhamento do orçamento e dimensionamento das estruturas de Governança Corporativa (Gerência de Auditoria Interna e Comitê de Auditoria)- Discussão e recomendação de abordagens e metodologias de governança corporativa adotadas pela Companhia, como Auditoria Interna, Gestão de Riscos, Controles Internos e Compliance- Análise aderência de documentos normativos emitidos pela Companhia aos exigidos pelo mercado para empresa de capital aberto (conforme regulamento do Novo Mercado - B3) e aos recomendados pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa - IBGC eAuditoria Interna- Avaliação e validação do Plano Anual da Auditoria Interna- Análise e discussão dos relatórios de auditoria interna emitidos no período - Monitoramento da implementação de pontos de auditoria interna e, - Recomendação ao Conselho de Administração, que, por sua vez, encaminhou solicitou à Administração, resultando na aprovação da reestruturação da área, com aumento do número de profissionais dedicados aos trabalhos de Auditoria Interna, incluindo a terceirização de parte das atividades, atualmente executadas pela consultoria KPMG.Auditor Independente- Análise e discussão do planejamento dos trabalhos a serem executados pelo auditor independente ao longo do período- Discussão e recomendação para aprovação das demonstrações financeiras trimestrais e anual, incluindo os respectivos pareceres da auditoria independente- Análise e discussão dos relatórios emitidos pelo Auditor Independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e de recomendações ("carta de recomendações")- Prévia análise, discussão e eventual recomendação sobre a execução de serviços extra auditoria pelo Auditor Independente (avaliações de independência visando evitar situações de conflitos de interesse) e- Solicitação à auditoria independente o aporte de ferramentas digitais para a análise de dados das Demonstrações Financeiras, cuja implementação resultou em maior assertividade nos trabalhos de auditoria, bem como em mais confiabilidade para as análises e deliberações dos órgãos de Governança Corporativa da Companhia. Gestão de Riscos e Controles Internos- Avaliação e validação dos planejamentos anuais dos trabalhos das áreas de Gestão de Riscos e Controles Internos (elaboração e execução)- Análise e discussão dos riscos críticos e/ou emergentes vislumbrados para o período, compondo os riscos prioritários para gestão pela Companhia ("risk assessment")- Análise, discussão e monitoramento dos processos de gestão e formalização de riscos prioritários e controles-chaves, através das matrizes de riscos e controles e- Análise e discussão sobre o processo de emissão e gestão de documentos normativos, especialmente "políticas".Compliance- Avaliação e validação do planejamento anual dos trabalhos da área Compliance (elaboração e execução)- Análise, discussão e monitoramento de aplicação do Código de Ética e condução do Canal de Ética (gestão e apuração de denúncias)- Monitoramento do Programa de Privacidade da Companhia (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais -"LGPD") e- Monitoramento da implementação do Programa de Integridade da Companhia.Tecnologia da Informação (TI)- Avaliação do ambiente geral de controles de TI ("ITCG") e planos de ação para mitigação de níveis de exposição aos riscos e- Análise e discussão de riscos específicos de TI, como os de continuidade operacional e segurança da informação.Outros Temas- Acompanhamento dos resultados financeiros e operacionais da Companhia e de suas fusões e aquisições (M&A)- Acompanhamento de compromissos contratuais de financiamento ou empréstimos firmados pela Companhia (covenants), especialmente aos vinculados ao nível de endividamento / alavancagem e- Acompanhamento das atividades da área Jurídica (trabalhista, tributárias dentre outras), especialmente aquelas com relação aos processos ativos e passivos em andamento e o seu reconhecimento ou não, na contabilidade.2. Auditor IndependenteO auditor independente da Companhia é a PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes Ltda ("PWC"), responsáveis pelo exame e emissão do relatório sobre as demonstrações financeiras e pela emissão dos relatórios especiais sobre as revisões.O Comitê mantém com a PWC um canal de interlocução periódica para ampla discussão dos resultados de seus trabalhos e de aspectos contábeis relevantes, de maneira que permita aos seus membros fundamentar opinião acerca da integridade das demonstrações contábeis e relatórios financeiros. No período de março de 2024 a fevereiro de 2025, o Comitê reuniu-se com os auditores independentes para discussão das demonstrações financeiras t rimestrais (ITRs) da Companhia, recomendando tempestivamente sua apreciação pelo Conselho de Administração.Por fim, reuniu-se com a PWC, tomou conhecimento do parecer dos auditores independentes, deu-se por satisfeito com as informações e esclarecimentos prestados, com relação às demonstrações financeiras da Companhia, correspondentes ao exercício findo em 28 de fevereiro de 2025.Durante o curso dos trabalhos, não houve situação de divergência significativa entre a Administração da Companhia, os auditores independentes e o Comitê em relação a tais demonstrações financeiras.3. Auditoria InternaA Companhia dispõe de uma área de Auditoria Interna (Gerência de Auditoria Interna, Gestão de Riscos e Controles Internos e Compliance - "Gerência de Auditoria Interna"), a qual está estruturalmente vinculada à Diretoria Financeira, e funcionalmente se reporta ao Conselho de Administração, por meio do Comitê de Auditoria. A estrutura de Auditoria Interna adotada pela Companhia permite que a área desenvolva suas funções de forma ampla e independente.O Comitê de Auditoria, conforme suas atribuições, supervisionou as atividades realizadas pela Gerência de Auditoria Interna e aferiu a qualidade e a efetividade da área na avaliação dos processos gerenciamento de riscos, controle e governança da Companhia, através da elaboração e execução do Plano Anual de Auditoria Interna.4. RecomendaçõesAo longo do exercício compreendido entre março de 2024 e fevereiro de 2025, o Comitê reportou periodicamente ao Conselho de Administração o andamento de seus trabalhos, expondo opiniões e fazendo recomendações sobre diversos assuntos de sua competência.São Paulo - SP, 08 de maio de 2025.__________________________________________CARLOS ROBERTO DE ALBUQUERQUE SÁCoordenador do Comitê__________________________________________MARCELO MARCONDES LEITE DE SOUZAMembro do Comitê__________________________________________PIERO PAOLO PICCHIONI MINARDIMembro do Comitê

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias350.000.0008.928.768
Preferenciais00
Total350.000.0008.928.768

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.