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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2025132 páginasCódigo CVM 19550Versão 1Recebida em 16/03/2026valores em R$ mil

DFP 2025 de NATURA COSMETICOS S/A

NATURA COSMETICOS S/A · CNPJ 71.673.990/0001-77

NATURA COSMETICOS S/A
CNPJ 71.673.990/0001-77
DFP 2025
Exercício 2025
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Metadados

Empresa
NATURA COSMETICOS S/A
CNPJ
71.673.990/0001-77
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
132
Ano de referência
2025*
Publicado em
16/03/2026 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:09

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202531/12/2024Var.
1Ativo Total28.971.32120.315.23442,6%
1.01Ativo Circulante12.214.30413.380.033−8,7%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa1.490.7061.741.187−14,4%
1.01.02Aplicações Financeiras1.180.5471.666.782−29,2%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber4.849.1426.524.207−25,7%
1.01.03.01Clientes4.680.0264.659.5050,4%
1.01.03.02Outras Contas a Receber169.1161.864.702−90,9%
1.01.03.02.01Contas a receber - Alienação de controladas169.1160—
1.01.03.02.02Contas a receber de clientes - partes relacionadas01.864.702−100,0%
1.01.04Estoques2.965.6072.386.61624,3%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar1.330.795689.73892,9%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar1.330.795689.73892,9%
1.01.06.01.01Tributos Correntes a Recuperar1.067.920542.40896,9%
1.01.06.01.02Imposto de Renda e Contribuição Social262.875147.33078,4%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes397.507371.5037,0%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda26.7080—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros370.799371.503−0,2%
1.01.08.03.01Partes Relacionadas00—
1.01.08.03.02Instrumentos Financeiros Derivativos7.70951.970−85,2%
1.01.08.03.03Outros Créditos363.090319.53313,6%
1.02Ativo Não Circulante16.757.0176.935.201141,6%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo3.230.4553.357.586−3,8%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber0427.753−100,0%
1.02.01.04.01Clientes00—
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04.03Contas a receber - Alienação de controladas0427.753−100,0%
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos2.024.0531.297.82156,0%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos2.024.0531.297.82156,0%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas0355.543−100,0%
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas0355.543−100,0%
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes1.206.4021.276.469−5,5%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Depósitos Judiciais694.120544.09727,6%
1.02.01.10.04Títulos e valores mobiliários31.33028.6929,2%
1.02.01.10.05Impostos a Recuperar364.897653.144−44,1%
1.02.01.10.06Outros ativos não circulantes45.9854.260979,5%
1.02.01.10.07Instrumentos Financeiros Derivativos70.07046.27651,4%
1.02.01.10.08Imposto de renda e contribuição social00—
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado3.135.8652.797.95612,1%
1.02.03.01Imobilizado em Operação2.469.1222.058.39520,0%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento666.743739.561−9,8%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível10.390.697779.6591.232,7%
1.02.04.01Intangíveis10.390.697779.6591.232,7%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASINDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAos Administradores e Acionistas da Natura Cosméticos S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Natura Cosméticos S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Natura Cosméticos S.A. em 31 de dezembro de 2025, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e a suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC, aplicáveis a auditorias de demonstrações financeiras de entidades de interesse público no Brasil. Nós também cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Reorganização societária por meio de incorporação reversa sob controle comum Por que é um PAA?Conforme descrito na nota explicativa nº 1.1 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Companhia incorporou em 1º de julho de 2025 a sua então controladora, a Natura &Co Holding S.A., através de uma incorporação reversa sob controle comum.Esse tema foi considerado um principal assunto em nossa auditoria pois: (i) os valores envolvidos na reorganização societária foram, em conjunto, materiais para a auditoria (ii) tal reorganização requer consistência nas premissas adotadas e seus impactos foram relevantes nas demonstrações financeiras consolidadas e (iii) a natureza da incorporação reversa requer aplicação de julgamento relevante quanto ao método contábil adotado.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) a análise da documentação suporte para as transações (ii) avaliação das principais premissas, metodologia e método contábil adotados pela Companhia com relação aos ativos e passivos incorporados (iii) avaliação dos registros contábeis decorrentes da reorganização societária (iv) inspeção dos atos societários e aprovações requeridas pelos Órgãos de Governança relacionados e (v) avaliação das divulgações requeridas para as demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Com base nos procedimentos de auditoria acima descritos e nas evidências de auditoria obtidas, consideramos que os critérios e premissas adotados pela Diretoria, assim como as respectivas divulgações, são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Operações descontinuadas e alienação da controlada indireta Avon InternacionalPor que é um PAA?Conforme descrito nas notas explicativas nº 1.2, 14 e 37 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, em 31 de dezembro de 2025, a Companhia anunciou a conclusão da venda da controlada indireta Avon Internacional. A alienação compreendeu transações separadas nos perímetros da Avon Cosmetics Ltd ("ACL"), Avon Rússia e Avon CARD (entidades da Avon na América Central e República Dominicana). Nesse contexto, a alienação da Avon CARD foi concluída em 3 de outubro de 2025, e resultou no reconhecimento de ganho total de R$128.041 mil. As alienações da ACL e Avon Rússia foram concluídas em 31 de dezembro de 2025 e resultaram no reconhecimento de perdas no montante de R$1.976.019 mil e R$241.822 mil, respectivamente. Esses efeitos foram reconhecidos na demonstração do resultado da Companhia, em operações descontinuadas. Esse tema foi considerado um principal assunto em nossa auditoria pois: (i) os valores envolvidos na transação foram, em conjunto, materiais para a auditoria (ii) os julgamentos relevantes na determinação do tratamento contábil adotado e do momento de reconhecimento dos efeitos no resultado do exercício (iii) a conclusão sobre a perda de controle e alienação demandou julgamentos e estimativas relevantes da Diretoria, baseadas em dados e premissas significativas e (iv) o processo aplicado pela Diretoria para compilar informações financeiras históricas para a apresentação das operações descontinuadas.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) a análise da documentação suporte para as transações acima descritas (ii) o entendimento do ambiente de controles internos relevantes ao processo de avaliação do controle relacionado a divulgação das demonstrações financeiras (iii) discussões com os assessores jurídicos da Companhia que auxiliaram a Diretoria no processo de perda de controle e alienação (iv) inspeção das documentações, atos societários, e aprovações requeridas pelos Órgãos de Governança relacionados (v) inspeção e discussão da avaliação técnica contábil elaborada pela Diretoria e (vi) avaliação da adequação das divulgações requeridas para as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Com base nos procedimentos de auditoria acima descritos e nas evidências de auditoria obtidas, consideramos que os julgamentos e premissas relevantes adotados pela Diretoria, assim como as informações apresentadas nas notas explicativas, são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individuais e consolidadas do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, elaboradas sob a responsabilidade da Diretoria da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS Accounting Standards, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demais demonstrações financeiras e os registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e o seu conteúdo estão de acordo com os critérios definidos na NBC TG 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nessa norma e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Auditoria do exercício anteriorAs demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia para o exercício findo em 31 de dezembro de 2024 foram examinadas por outro auditor independente, que emitiu relatório em 13 de março de 2025 com opinião sem modificação sobre essas demonstrações financeiras.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditor A Diretoria da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração, e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a esse respeito. Responsabilidades da Diretoria e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Diretoria é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as IFRS Accounting Standards, emitidas pelo IASB, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Diretoria é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando e divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Diretoria pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia e de suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras. Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e de suas controladas. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Diretoria. Concluímos sobre a adequação do uso, pela Diretoria, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e de suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar a atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Planejamos e executamos a auditoria do grupo para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou unidades de negócio do grupo como base para formar a opinião sobre as demonstrações financeiras do grupo. Somos responsáveis pela direção, supervisão e revisão do trabalho de auditoria executado para os propósitos da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as deficiências significativas nos controles internos que eventualmente tenham sido identificadas durante nossos trabalhos. Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com os requisitos éticos pertinentes de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as ações tomadas para eliminar as ameaças ou as salvaguardas aplicadas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 16 de março de 2026Vagner Ricardo AlvesContadorCRC nº 1 SP 215739/O-9DELOITTE TOUCHE TOHMATSUAuditores Independentes Ltda.CRC nº 2 SP 011609/O-8

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

NATURA COSMÉTICOS S.A.CNPJ/MF nº 71.673.990/0001-77DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASEm conformidade com o artigo 27, §1º, inciso VI da Resolução CVM 80, de 29 de março de 2022, a signatária declara que revisou, discutiu e concorda com as Demonstrações Financeiras da Natura Cosméticos S.A. referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2025.São Paulo, 13 março de 2026..Silvia Lopes Vilas Boas MagalhãesDiretora Financeira e de Relações com Investidores ***

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

NATURA COSMÉTICOS S.A.CNPJ/MF nº 71.673.990/0001-77DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE O RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTEEm conformidade com o artigo 27, §1º, inciso V da Resolução CVM 80, de 29 de março de 2022, a signatária declara que revisou, discutiu e concorda com as opiniões constantes do Relatório dos Auditores Independentes em relação às Demonstrações Financeiras da Natura Cosméticos S.A. referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2025.São Paulo, 13 de março de 2026.Silvia Lopes Vilas Boas MagalhãesDiretora Financeira e de Relações com Investidores ***

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

Relatório Anual 2025Comitê de Auditoria, de Gestão de Riscos e de Finanças da Natura Cosméticos S.A.1. ApresentaçãoO presente relatório tem o objetivo de apresentar as atividades desenvolvidas pelo Comitê de Auditoria, de Gestão de Riscos e de Finanças ("Comitê" ou "Comitê de Auditoria") ao longo do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025.O exercício de 2025 foi caracterizado pela incorporação da Natura &Co Holding S.A. ("Holding") pela Natura Cosméticos S.A. ("Natura"), consumada em 1 de julho de 2025. O Comitê, que iniciou o ano vinculado à Holding e a suas controladas, migrou suas atribuições e escopo integralmente para a Natura, também de forma consistente, dentro do contexto das suas demonstrações financeiras consolidadas, e atuou de forma diligente para assegurar que essa transição preservasse os mais altos padrões de governança corporativa exigidos pelo Novo Mercado e pela legislação vigente.2. Sobre o ComitêInstalado em 17 de julho de 2019, quando da criação da Natura &Co Holding, o Comitê de Auditoria é um órgão estatutário permanente, dotado de autonomia operacional e dotação orçamentária própria para o exercício de suas funções. O Comitê atua em caráter consultivo, salvo mediante delegação expressa do Conselho de Administração ("Conselho") ou conforme atribuições específicas previstas no Estatuto Social.O Regimento Interno do Comitê de Auditoria disciplina o rito de funcionamento do órgão, prevendo a realização de, no mínimo, quatro reuniões ordinárias anuais, além de estabelecer os requisitos de qualificação dos membros, a vigência dos mandatos e o detalhamento das competências previstas no Estatuto Social da Companhia.A missão do Comitê de Auditoria é assegurar e monitorar a eficácia das auditorias interna e externa, bem como dos mecanismos de controle e gestão de riscos e controles internos, zelando pela coerência entre as políticas financeiras e as diretrizes estratégicas da Companhia e pela integridade do processo de revisão das demonstrações financeiras consolidadas e a fidedignidade das informações divulgadas ao mercado pela Companhia.O Comitê é atualmente composto por três membros independentes que contam com o apoio de um Consultor todos estão sujeitos aos mesmos deveres e responsabilidades que os administradores da Companhia, nos termos do art. 160 da Lei nº 6.404/76.Composição do Comitê de Auditoria, de Gestão de Riscos e de FinançasGilberto Mifano - Presidente (Conselheiro Independente)Andrea Maria Ramos Leonel - Membro (Externo e Independente)Eduardo Rogatto Luque - Membro (Externo e Independente)Itamar Gaino Filho - Consultor3. Atividades desenvolvidas em 2025Ao longo do exercício de 2025, considerando as reuniões no contexto Holding e Natura, após a conclusão da reestruturação societária, o Comitê de Auditoria realizou 12 reuniões, sendo oito ordinárias e quatro extraordinárias. Adicionalmente, alguns temas específicos foram aprofundados no âmbito do Subcomitê de Finanças, de acordo com o seu escopo de atuação previsto.O Comitê de Auditoria reporta suas atividades por meio de relatos apresentados pelo presidente do Comitê em todas as reuniões ordinárias do Conselho de Administração, oportunidade na qual são prestados esclarecimentos e oferecidas recomendações para a aprovação do Conselho quanto aos temas de sua competência.As principais atividades realizadas pelo Comitê de Auditoria, de Gestão de Riscos e de Finanças seguem abaixo, agrupadas pela principal natureza dos temas abordados:a. GovernançaO Comitê atuou na supervisão das iniciativas de simplificação da estrutura societária: i) a incorporação da Natura &Co Holding pela Natura Cosméticos ii) a incorporação da Avon Industrial (Brasil) pela Natura Cosméticos iii) a venda das operações da Avon na América Central (CARD) e iv) a alienação da Avon Internacional.O Comitê também revisou e emitiu parecer sobre políticas estratégicas da Companhia, com ênfase na atualização da Política de Alçadas, e apoiou o processo de elaboração do Formulário de Referência e do Informe sobre o Código Brasileiro de Governança Corporativa e a decisão da Companhia de divulgar o Relatório das Normas IFRS S1/S2, antecipadamente, em 2026.b. Auditoria InternaO Comitê de Auditoria acompanhou as atividades de Auditoria Interna em todas as suas reuniões ordinárias, assegurando o acompanhamento contínuo da gestão e do cronograma de trabalho da área. Adicionalmente, foram realizadas sessões de alinhamento periódico entre o Presidente do Comitê e a Diretora de Auditoria Interna para o aprofundamento de temas estratégicos.O Comitê avaliou e discutiu os resultados e conclusões dos trabalhos realizados, em alguns casos com as respectivas áreas envolvidas, e os reportou ao Conselho de Administração.c. Auditoria ExternaA Companhia realizou a substituição obrigatória de seus auditores externos no exercício de 2025. A PwC (PricewaterhouseCoopers) encerrou seu ciclo de cinco anos (2020-2024) com a auditoria das Demonstrações Financeiras de 31 de dezembro de 2024 e a Deloitte Touche Tohmatsu (Deloitte), selecionada em processo competitivo conduzido pelo Comitê de Auditoria no final de 2024, assumiu a prestação dos serviços a partir do primeiro trimestre de 2025.O Comitê de Auditoria monitorou a transição entre as empresas de auditoria externa e o cronograma de trabalho da Deloitte e reuniu-se com os auditores externos em quatro ocasiões para supervisionar o plano anual de trabalho, as atividades relativas ao ambiente de controles internos e as revisões das demonstrações financeiras trimestrais e anuais e avaliar tanto a qualidade dos serviços prestados quanto a independência dos auditores. No mesmo contexto, o Comitê e os auditores externos discutiram o planejamento das atividades anuais e as conclusões derivadas da análise das demonstrações financeiras da Companhia. Os resultados desses trabalhos foram formalizados nos relatórios periódicos, sendo que o Comitê examinou os respectivos ajustes e as recomendações de melhoria propostas pela auditoria.O Comitê de Auditoria analisou os temas da Carta de Controles da Auditoria Externa referente ao ano de 2024 preparada pela PwC, assegurando o alinhamento aos mapas de riscos e ao ambiente de controles internos da Companhia.d. Riscos e Controles InternosAs pautas de Riscos e Controles Internos integraram cinco das oito reuniões ordinárias do Comitê de Auditoria no período, nas quais o Comitê revisou os mapas de riscos residuais da Natura e das suas controladas, recomendou a sua aprovação na reunião do Conselho de Administração em 26 de janeiro de 2026. Adicionalmente, avaliou os níveis de tolerância a riscos e recomendou a aprovação da estrutura de gerenciamento de riscos ao Conselho de Administração.O órgão monitorou a evolução dos planos de mitigação e a atualização da matriz de riscos e controles internos, com ênfase nos processos de reestruturação societária e assegurou, ainda, a conformidade desses processos e documentos com a legislação, visando garantir a integridade e a confiabilidade das demonstrações financeiras consolidadas. Em linha com a estratégia de sustentabilidade da Companhia, o Comitê analisou o plano de implementação antecipada para 2026 (com os resultados referentes a 2025) das normas IFRS S1 e S2.e. Ética e ComplianceNo exercício do monitoramento da efetividade dos processos de Compliance, o Comitê de Auditoria discutiu tópicos associados à área em quatro das oito reuniões ordinárias do ano atuando principalmente (i) no acompanhamento da evolução e atualização do programa de Ética e Integridade da Companhia, (ii) na revisão de políticas globais, em particular do Código de Conduta da Companhia, e seus cronogramas de treinamento, (iii) no acompanhamento das atividades do canal de denúncias, principais indicadores referentes às denúncias registradas, bem como das conclusões do Comitê Executivo de Ética e das eventuais consequências aplicadas.f. FinançasO Comitê, com o apoio do Subcomitê de Fi nanças, avaliou as políticas financeiras e as estratégias de hedge da Holding e da Natura, assegurando o alinhamento às diretrizes estratégicas e à matriz de riscos vigente. Adicionalmente, o Comitê monitorou e emitiu recomendações sobre as demonstrações financeiras trimestrais, a geração de caixa e gestão de liquidez, bem como as políticas de gerenciamento de riscos cambiais e de mercado.O Comitê de Auditoria recomendou ao Conselho de Administração a aprovação da incorporação da Avon Industrial no Brasil após a validação da dedutibilidade fiscal do ágio. Além disso, analisou temas relevantes, tais como os processos de reestruturação e a emissão de garantias, a análise das operações de financiamento com ênfase na constituição do Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) vinculado ao Natura Pay. Por fim, o Comitê supervisionou a evolução do fluxo de caixa da Companhia, apresentando as recomendações pertinentes, e acompanhou as atividades de estudos e simulações relacionados à implementação da Reforma Tributária, com efeitos iniciais a partir de janeiro de 2026.g. Demonstrações Financeiras ConsolidadasO Comitê de Auditoria supervisionou a qualidade das demonstrações financeiras trimestrais e anuais da Companhia, verificando sua conformidade com os preceitos legais, regulatórios e as normas contábeis internacionais. O Colegiado deliberou sobre temas complexos, incluindo a reconsolidação e posterior desconsolidação (ativos mantidos para venda) da Avon International, bem como os reflexos financeiros do Chapter 11 e impactos da implementação do Projeto Elo.Adicionalmente, o Comitê de Auditoria deliberou sobre a reestruturação societária (incorporação da Natura &Co Holding S.A. pela Natura Cosméticos S.A.), o planejamento tributário (incluindo o aproveitamento de ágio decorrente da incorporação da Avon Industrial Ltda.), além da estrutura de capital e gestão tributária.4. Parecer do Comitê de Auditoria sobre as Demonstrações Financeiras AnuaisOs membros do Comitê de Auditoria da Natura Cosméticos S.A. procederam à revisão e à análise das demonstrações financeiras consolidadas da Companhia referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025, bem como do relatório da Administração e do relatório dos auditores externos e, considerando as conclusões apresentadas, recomendam, por unanimidade, ao Conselho de Administração a aprovação das referidas demonstrações financeiras consolidadas.O presente relatório foi elaborado pelo Comitê de Auditoria e submetido à apreciação do Conselho de Administração em 11 de março de 2026.São Paulo, 11 de março de 2026.Gilberto MifanoConselheiro Independente do Conselho de Administração Presidente do Comitê de AuditoriaAndrea Maria Ramos LeonelMembro Externo e Independente do Comitê de AuditoriaEduardo Rogatto LuqueMembro Externo Independente do Comitê de Auditoria

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias1.773.371385
Preferenciais00
Total1.773.371385

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.