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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017121 páginasCódigo CVM 20338Versão 1Recebida em 05/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de M DIAS BRANCO S.A. INDUSTRIA E COMERCIO DE ALIMENTOS

M DIAS BRANCO S.A. INDUSTRIA E COMERCIO DE ALIMENTOS · CNPJ 07.206.816/0001-15

M DIAS BRANCO S.A. INDUSTRIA E COMERCIO DE ALIMENTOS
CNPJ 07.206.816/0001-15
DFP 2017
Exercício 2017
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Metadados

Empresa
M DIAS BRANCO S.A. INDUSTRIA E COMERCIO DE ALIMENTOS
CNPJ
07.206.816/0001-15
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
121
Ano de referência
2017*
Publicado em
05/03/2018 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total6.089.7655.681.0457,2%
1.01Ativo Circulante2.551.6642.351.8718,5%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa925.922860.1047,7%
1.01.02Aplicações Financeiras0204−100,0%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado0204−100,0%
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento0204−100,0%
1.01.03Contas a Receber806.395725.36311,2%
1.01.03.01Clientes806.395725.36311,2%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques640.305587.7458,9%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar149.024156.225−4,6%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar149.024156.225−4,6%
1.01.07Despesas Antecipadas6.5664.52845,0%
1.01.08Outros Ativos Circulantes23.45217.70232,5%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros23.45217.70232,5%
1.01.08.03.01Adiantamento a fornecedores00—
1.01.08.03.02Instrumentos Financeiros Derivativos00—
1.01.08.03.20Outros Créditos23.45217.70232,5%
1.02Ativo Não Circulante3.538.1013.329.1746,3%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo181.864176.4693,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado12.32610.33919,2%
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento12.32610.33919,2%
1.02.01.03Contas a Receber4.9900—
1.02.01.03.01Clientes4.9900—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes164.548166.130−1,0%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Depósitos Judiciais125.66075.53966,4%
1.02.01.09.04Tributos a Recuperar30.25181.514−62,9%
1.02.01.09.20Incentivos Fiscais/Outros Créditos8.6379.077−4,8%
1.02.02Investimentos31.44623.20535,5%
1.02.02.01Participações Societárias8.7311406.136,4%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias8.7311406.136,4%
1.02.02.02Propriedades para Investimento22.71523.065−1,5%
1.02.03Imobilizado2.467.9612.297.0777,4%
1.02.03.01Imobilizado em Operação1.912.1451.803.7376,0%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado313990−68,4%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento555.503492.35012,8%
1.02.04Intangível856.830832.4232,9%
1.02.04.01Intangíveis856.830832.4232,9%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Marcas e Patentes224.963224.6270,1%
1.02.04.01.03Software49.77125.70093,7%
1.02.04.01.04( - ) Amortização Acumulada00—
1.02.04.01.05Goodwill582.096582.0960,0%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

AosAdministradores e AcionistasM. Dias Branco S.A. Indústria e Comércio de AlimentosEusébio - CEOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais da M Dias Branco S.A. Indústria e Comércio de Alimentos ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas da M Dias Branco S.A. Indústria e Comércio de Alimentos e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da M Dias Branco S.A. Indústria e Comércio de Alimentos e da M Dias Branco S.A. Indústria e Comércio de Alimentos e suas controladas em 31 de dezembro de 2017, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Nossa auditoria para o exercício findo em 31 de dezembro de 2017 foi planejada e executada considerando que as operações da M Dias Branco S.A. Indústria e Comércio de Alimentos e suas controladas em 31 de dezembro de 2017 não apresentaram modificações significativas em relação ao exercício anterior. Nesse contexto, os Principais Assuntos de Auditoria, bem como nossa abordagem de auditoria, mantiveram-se substancialmente alinhados àqueles do exercício anterior.Porque é um PAAReconhecimento de receita (Nota 3 (e) e Nota 23 às demonstrações financeiras)a. Avaliação do adequado reconhecimento da receitaA Companhia opera na comercialização de seus produtos a partir de diversas plantas localizadas em 12 Estados do País, além de 30 centros de distribuição. O processo de reconhecimento de receita envolve um número elevado de controles, a fim de assegurar de que todos os produtos faturados tenham sido entregues aos seus respectivos compradores, no período contábil adequado, e consequentemente, que as receitas de vendas foram reconhecidas no período de competência correto, conforme práticas contábeis vigentes.Esse processo leva em consideração ainda a existência de condições e termos contratuais distintos dependendo do tipo de transação.Os riscos observados e que continuaram demandando foco em nossa auditoria referem-se ao reconhecimento de receita fora do período de competência e/ou estimativas e premissas para estimar essas receitas, na medida que envolve: (a) análise dos itens faturados no final do mês, para cada destino de entrega dos produtos acabados (b) julgamentos considerados na avalição do prazo médio de entrega e (c) métrica relevante para avaliação de performance das vendas e indicador para cumprimento de metas internas. Como o assunto foi conduzido em nossas auditoria:As evidências de auditoria consideradas apropriadas e suficientes foram obtidas por meio de uma combinação de testes de controles, testes de transações e revisões analíticas decomposta por tipo de venda.(i)Atualizamos o entendimento e testamos a efetividade dos controles chaves implementados pela Companhia para a determinação do momento adequado de reconhecimento de receita (ii)Solicitamos e obtivemos cartas de confirmação de terceiros para uma amostra de contas a receber de clientes, de forma a avaliar sua existência(iii)Selecionamos, em base amostral, transações de vendas ocorridas antes e depois da data de encerramento do exercício, de maneira a observar se a receita foi reconhecida na competência correta(iv)Selecionamos, em base amostral, determinadas transações de vendas para observar, por meio de inspeção de canhotos de entrega, o prazo médio de entrega considerado pela Companhia para estimar a data efetiva de entrega dos produtos faturados(v)Comparamos, em base de testes, lançamentos contábeis com pedidos de clientes, notas fiscais e o efetivo recebimento das vendas, bem como efetuamos análise de números sequenciais de emissão de notas fiscais(vi)Avaliamos a adequação das divulgações da Companhia em relação a esse assunto e(vii)Efetuamos o entendimento e a verificação dos ajustes efetuados pela Companhia para adequar o reconhecimento de receita no correto período de competência, reportando à administração ajustes propostos. Os resultados de nossos procedimentos nos proporcionaram evidências de auditoria e revelaram que as premissas e correspondentes estimativas para o registro no correto período de competência atendem, em todos os aspectos relevantes, à norma contábil de reconhecimento de receita.As evidências de auditoria consideradas apropriadas e suficientes foram obtidas por meio de uma combinação de testes de controles, testes de transações e revisões analíticas decompostapor tipo de venda.Porque é um PAAb. Mensuração da receita líquidaA Companhia possui uma variedade de acordos comerciais junto aos seus clientes, que resultam na concessão de descontos, e que variam de acordo com a quantidade e categorias de mercadorias vendidas. A maioria dos descontos estão refletidos nos preços cobrados aos clientes ou são baseados em percentuais fixos, ligados à quantidade de mercadorias vendidas. Há pouca estimativa e julgamento envolvido na determinação do período e nos valores a serem reconhecidos. Contudo, devido ao elevado número de contratos em vigor e à quantidade de filiais existentes, existe um risco potencial de erro no processamento destas transações, especialmente relacionados à valorização dos respectivos descontos e de eventual registro fora do período apropriado. Dessa forma, mantivemos esse tema como um dos focos em n ossa auditoria.Como resposta a esse assunto, entre outros, executamos os seguintes principais procedimentos de auditoria:(i)Efetuamos atualização do entendimento e testamos a efetividade dos controles referentes aos descontos comerciais(ii)Inspecionamos, por amostragem, contratos para análise das condições contratuais e valores registrados e(iii)Conferimos registros contábeis selecionados, analisando a adequação dos valores registrados, bem como sua respectiva competência.Consideramos que os valores contabilizados de descontos são suportados por documentação que fundamentam os registros e as divulgações efetuadas em notas explicativas às informações relevantes relacionadas. Redução ao valor recuperável de intangíveis de vida útil indefinida (Nota 3 (c) e Nota 11 às demonstrações financeiras)Em decorrência das transações de combinação de negócios realizadas em exercícios anteriores, a Companhia acumulou ágio e determinados ativos intangíveis com vida útil indefinida que representam aproximadamente 13% do total de ativos na Controladora e no Consolidado, sujeitos à verificações anuais de recuperabilidade (impairment). A Companhia efetua teste anual do ágio e de outros ativos intangíveis com vida útil indefinida, a fim de observar seu valor recuperável. Em decorrência da subjetividade e julgamento considerados no modelo de valor em uso dos ativos e as premissas adotadas para esses testes, além da relevância do valor do ágio e dos ativos de vida útil indefinida, formados em virtude de aquisições efetuadas, existe o risco de que eventuais perdas por impairment não sejam devidamente capturadas e registradas e, portanto, esse tema foi avaliado novamente neste exercício como um dos principais assuntos de auditoria.Como resposta ao risco observado, efetuamos, entre outros, os seguintes procedimentos de auditoria:(i)Testamos os cálculos de redução ao valor recuperável elaborados pela Administração, especificamente no que se refere à integridade da metodologia de cálculo em relação ao modelo utilizado, com envolvimento de nossos especialistas em valuation para discutir com a administração as principais premissas utilizadas, tais como: projeções de taxas de crescimento, taxa de desconto, volumes e preços projetados de venda(ii)Comparamos os resultados financeiros recentes e orçamentos aprovados pelo Conselho de Administração com os dados imputados nos modelos, bem como realizamos nossa própria análise de sensibilidade para em relação aos valores apurados e (iii)Verificamos também as divulgações da Companhia sobre as premissas mais sensíveis utilizadas no teste de recuperação, ou seja, aquelas que tem efeito mais significativo na determinação do valor recuperável do ágio.Nossos procedimentos de auditoria demonstraram que os julgamentos e as premissas utilizadas pela administração na projeção do resultado são razoáveis.Provisões para contingência (Nota 19 às demonstrações financeiras)A Companhia, assim como algumas de suas investidas, estão envolvidas em ações judiciais e processos administrativos perante alguns tribunais e órgãos governamentais. As estimativas de perda são avaliadas pela administração periodicamente e levam em consideração as posições dos assessores jurídicos que patrocinam as causas. Essas provisões envolvem julgamento dos assessores jurídicos e da Administração, e dependem do estágio de cada processo e do andamento de jurisprudências, que podem mudar com o passar do tempo. Entre outros, efetuamos os procedimentos descritos a seguir, com o apoio de nossos especialistas tributários:(i)Revisão das principais atas de reuniões e reuniões com a administração para discussões de processos judiciais (ii)Solicitamos e obtivemos confirmações de informações diretamente com os assessores jurídicos da Companhia e comparamos a com a posição da estimativa da administração e(iii)Avaliamos se as divulgações para as contingências mais significativas foram adequadamente incluídas em nota explicativa. Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima descritos, consideramos que os critérios e premissas adotados pela Administração para a determinação da provisão para passivos contingentes, assim como divulgações efetuadas, são razoáveis em todos os aspectos relevantes no contexto das demonstrações financeiras.Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeira (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Recife, 5 de março de 2018PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5 "S" CEJosé Vital Pessoa Monteiro FilhoContador CRC 1PE016700/O-0 "S" CE

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaramos, na qualidade de diretores da M. Dias Branco S.A. Indústria e Comércio de Alimentos, sociedade por ações com sede no Município de Eusébio, Estado do Ceará, na Rodovia BR 116 KM 18, s/n, Jabuti, CEP 61760-000, inscrita no CNPJ sob o n º 07.206.816/0001-15, que revimos, discutimos e aprovamos as demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017.Eusébio, 05 de março de 2018.Francisco Ivens de Sá Dias Branco JúniorDiretor - Presidente e Vice-Presidente Industrial - Biscoitos, Massas e MargarinasGeraldo Luciano Mattos JúniorVice-Presidente de Investimentos e ControladoriaFrancisco Marcos Saraiva Leão Dias BrancoVice-Presidente ComercialMaria Regina Saraiva Leão Dias Branco XimenesVice-Presidente - Administração e DesenvolvimentoFrancisco Cláudio Saraiva Leão Dias BrancoVice-Presidente Industrial - MoinhosMaria das Graças Dias Branco da EscóssiaVice-Presidente-Financeira

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaramos, na qualidade de diretores da M. Dias Branco S.A. Indústria e Comércio de Alimentos, sociedade por ações com sede no Município de Eusébio, Estado do Ceará, na Rodovia BR 116 KM 18, s/n, Jabuti, CEP 61760-000, inscrita no CNPJ sob o n º 07.206.816/0001-15, que revimos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017.Eusébio, 05 de março de 2018.Francisco Ivens de Sá Dias Branco JúniorDiretor - Presidente e Vice-Presidente Industrial - Biscoitos, Massas e MargarinasGeraldo Luciano Mattos JúniorVice-Presidente de Investimentos e ControladoriaFrancisco Marcos Saraiva Leão Dias BrancoVice-Presidente ComercialMaria Regina Saraiva Leão Dias Branco XimenesVice-Presidente - Administração e DesenvolvimentoFrancisco Cláudio Saraiva Leão Dias BrancoVice-Presidente Industrial - MoinhosMaria das Graças Dias Branco da EscóssiaVice-Presidente-Financeira

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Os membros do Comitê de Auditoria da M. Dias Branco S.A. Indústria e Comércio de Alimentos ("Companhia"), no exercício de suas atribuições, conforme previsto no Regimento Interno do Comitê de Auditoria, procederam ao exame e à análise das demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, acompanhadas do relatório dos auditores independentes e, considerando as informações prestadas pela Administração da Companhia e pela PRICEWATERHOUSECOOPERS AUDITORES INDEPENDENTES, aprovam, por unanimidade, e recomendam a aprovação dos documentos pelo Conselho de Administração da Companhia, nos termos da Lei das Sociedades por Ações.Eusébio-CE, 28 de fevereiro de 2018. Antônio Carlos Dias CoelhoJosé Carlos Pinho de Paiva TimbóJosé Laédio Medeiros

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.