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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2025161 páginasCódigo CVM 19771Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 23/03/2026valores em R$ mil

DFP 2025 de ARTERIS S.A.

ARTERIS S.A. · CNPJ 02.919.555/0001-67

Versões deste exercício: v1 (03/03/2026) · v2 (23/03/2026), esta

ARTERIS S.A.
CNPJ 02.919.555/0001-67
DFP 2025 (V2)
Exercício 2025
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Metadados

Empresa
ARTERIS S.A.
CNPJ
02.919.555/0001-67
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
161
Ano de referência
2025*
Publicado em
23/03/2026 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:09

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202531/12/2024Var.
1Ativo Total20.677.71620.909.099−1,1%
1.01Ativo Circulante2.863.2842.719.6715,3%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa627.5582.018.567−68,9%
1.01.02Aplicações Financeiras1.365.201343.089297,9%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado1.365.201343.089297,9%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.01.03Aplicações Financeiras1.196.240199.762498,8%
1.01.02.01.04Aplicações Financeiras Vinculadas168.961143.32717,9%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber249.061234.3176,3%
1.01.03.01Clientes248.711233.8856,3%
1.01.03.01.01Contas a Receber248.711233.8856,3%
1.01.03.01.02Contas a Receber e Outros Recebíveis - Partes Relacionadas 00—
1.01.03.01.03Contas a Receber com Operações de Derivativos00—
1.01.03.01.04Dividendos a Receber00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber350432−19,0%
1.01.03.02.01Contas a receber Partes Relacionadas350432−19,0%
1.01.03.02.02Contas a Receber com operações de Derivativos00—
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar79.566100.293−20,7%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar79.566100.293−20,7%
1.01.06.01.01Impostos a recuperar79.34663.44825,1%
1.01.06.01.02Antecipação de imposto de renda e contribuição social sobre Lucros22036.845−99,4%
1.01.07Despesas Antecipadas36.90019.42690,0%
1.01.08Outros Ativos Circulantes504.9983.97912.591,6%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda498.7810—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros6.2173.97956,2%
1.01.08.03.01Adiantamentos a Fornecedor00—
1.01.08.03.02Outros Créditos6.2173.97956,2%
1.02Ativo Não Circulante17.814.43218.189.428−2,1%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.751.7232.570.758−31,9%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado330.669293.98212,5%
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo330.669293.98212,5%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.02.02Aplicações financeiras vinculadas00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber7258.048−91,0%
1.02.01.04.01Clientes00—
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber7258.048−91,0%
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos992.630933.5286,3%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos992.630933.5286,3%
1.02.01.08Despesas Antecipadas11.89312.868−7,6%
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Contas a Receber e Outros Recebíveis - Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes415.8061.322.332−68,6%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Depósitos Judiciais14.48190.395−84,0%
1.02.01.10.04Impostos a Recuperar380.787302.41325,9%
1.02.01.10.05Adiantamentos a Fornecedor20.53834.323−40,2%
1.02.01.10.06Ativo Financeiro0895.201−100,0%
1.02.01.10.07Instrumento financeiro derivativo00—
1.02.02Investimentos19190,0%
1.02.02.01Participações Societárias19190,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos19190,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado204.519226.710−9,8%
1.02.03.01Imobilizado em Operação41.86244.602−6,1%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento162.657182.108−10,7%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível15.858.17115.391.9413,0%
1.02.04.01Intangíveis15.858.17115.391.9413,0%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Intangíveis15.148.06714.681.1873,2%
1.02.04.01.03Infraestrutura em Construção710.104710.754−0,1%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
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Deloitte Touche Tohmatsu Av. John Dalton, 301 - 1º andar - Techno Plaza CorporateEdifício 2 - Bloco B13069-330 - Campinas - SP - Brasil Tel.: + 55 (19) 3707-3000 www.deloitte.com.brRELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAos Acionistas, ao Conselho de Administração e à Diretoria daArteris S.A.São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Arteris S.A. ("Sociedade"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Arteris S.A. em 31 de dezembro de 2025, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Sociedade e a suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC, aplicáveis a auditorias de demonstrações financeiras de entidades de interesse público no Brasil. Nós também cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria ("PAA") são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Reconhecimento de receita de arrecadação de pedágio Por que é um PAA?Conforme descrito na nota explicativa nº 25 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, em 31 de dezembro de 2025, a Sociedade possui registrado o montante de R$4.557.585 mil referente à receita de serviços prestados, que corresponde à receita proveniente de arrecadação de pedágio. A referida receita decorre dos termos e das condições estabelecidos no contrato de concessão rodoviária, que determina que a concessão é um serviço público precedida da execução de obra pública (ativo intangível), a ser explorado mediante o regime de cobrança de pedágio e da prestação de outros serviços aos usuários. Anualmente, as tarifas são reajustadas de acordo com o contrato de concessão, o que impacta diretamente a receita da concessionária em função do volume de tráfego das rodovias. O sistema de arrecadação de pedágio é utilizado para a mensuração e cobrança das passagens de veículos, por meio das vias manuais (recebimentos em espécie e por cartões de débito e crédito nas cabines de pedágio) e vias automáticas (abertura automática da cancela em decorrência da leitura do dispositivo eletrônico de identificação "tag" fixado no interior dos veículos, incluindo a leitura da quantidade de eixos de cada veículo passante e a verificação de coerência entre o número de eixos cadastrados no "tag" e o número de eixos efetivamente identificados no tráfego). Nesse contexto, identificamos o reconhecimento de receitas provenientes de arrecadação de pedágio como um assunto significativo que exigiu consideração especial em nossa auditoria devido ao volume de transações e à dependência significativa dos sistemas de informação e estrutura tecnológica.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) avaliação do desenho e teste da implementação e efetividade dos controles internos relevantes relacionados ao processo de reconhecimento de receita, incluindo a avaliação do desenho e teste de controles dos sistemas informatizados considerados relevantes, com uso de nossos especialistas de tecnologia da informação, para os quais destacamos: a) a execução de testes relacionados à segurança da informação, à gestão de acessos e à segregação de função com impacto sobre as demonstrações financeiras, incluindo testes complementares sobre evidências mitigatórias, quando aplicável b) testes de integridade e acurácia dos relatórios utilizados para a determinação do reconhecimento de receita ii) execução de projeções independentes com base em premissas históricas realizadas de volume de tráfego e tarifa definida e, com base no resultado obtido, comparação com os registros contábeis da Sociedade iii) execução de teste, em base amostral, sobre as receitas de arrecadação de pedágio ocorridas no exercício, a fim de avaliar a ocorrência e exatidão das transações e iv) avaliação das divulgações apresentadas em nota explicativa.Como resultado da execução desses procedimentos, foram identificadas deficiências, não significativas, nos controles gerais de tecnologia da informação dos sistemas informatizados considerados relevantes, bem como ajustes imateriais, o que nos levou a alterar a nossa abordagem de auditoria e ampliar a extensão de nossos procedimentos inicialmente planejados para obtermos evidências de auditoria suficientes e apropriadas. Para as deficiências identificadas, a Sociedade apresentou evidências mitigatórias. A Administração, como parte de sua avaliação, decidiu não registrar os ajustes por terem sido considerados imateriais.Com base nas evidências de auditoria obtidas por meio dos procedimentos aplicados, consideramos a receita reconhecida proveniente de arrecadação de pedágio aceitável no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025.Ativo intangível - Avaliação do risco de redução do valor recuperável do ativo intangível - concessionárias federais Autopista Régis Bittencourt S.A., Autopista Litoral Sul S.A., Autopista Planalto Sul S.A. e Autopista Fluminense S.A.Por que é um PAA?Conforme divulgado na nota explicativa nº 15 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, em 31 de dezembro de 2025, a Sociedade possui registrado na rubrica "Intangível" o montante de R$15.179.621 mil, que representa 73% do total do ativo nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Anualmente, a Sociedade realiza análise da existência de indicadores de "impairment" e, quando aplicável, procede à mensuração do valor recuperável, a fim de concluir sobre a necessidade de reconhecer provisão para perdas ao valor recuperável de ativos intangíveis. Esse assunto foi considerado como um principal assunto de auditoria devido: (i) à relevância dos montantes envolvidos e (ii) ao elevado grau de julgamento requerido na avaliação da recuperabilidade dos ativos, que envolve a utilização de premissas subjetivas e a consideração de condições futuras esperadas da economia e do mercado.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: i) avaliação do desenho e da im plementação dos controles internos relevantes relacionados ao processo de revisão do teste de redução ao valor recuperável dos ativos intangíveis ii) utilização de especialistas para a avaliação da razoabilidade das metodologias aplicadas pela Sociedade, a fim de verificar se foram desenvolvidas de forma consistente com práticas e metodologias de mercado usualmente adotadas na avaliação de fluxos de caixa e na estimativa da taxa de desconto iii) execução de procedimentos de auditoria sobre as premissas operacionais, especialmente aquelas relacionadas ao crescimento projetado da receita de arrecadação de pedágio, que pode ser influenciada por variações no desempenho econômico, nas taxas de inflação esperadas, no volume de tráfego de veículos, entre outras premissas relevantes e iv) avaliação das divulgações apresentadas em nota explicativa. Com base nas evidências de auditoria obtidas por meio dos procedimentos aplicados, consideramos aceitável o valor do ativo intangível no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025.Repactuação da concessão da Autopista Fluminense S.A.Por que é um PAA?Conforme divulgado na nota explicativa nº 2 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nos termos da Portaria nº 848/2023 do Ministério dos Transportes, foi realizado processo competitivo para alienação de 100% das ações da controlada Autopista Fluminense S.A. ("Autopista Fluminense"), aprovado pelo Tribunal de Contas da União (Acórdão nº 2.318/2024). O leilão ocorreu em 11 de novembro de 2025, na B3 S.A., no qual a Sociedade permaneceu como controladora da Autopista Fluminense. Após a publicação do resultado do processo competitivo, será celebrado o termo aditivo de modernização do contrato de concessão da Autopista Fluminense, garantindo a continuidade da prestação do serviço público na BR-101/RJ, por mais 22 (vinte e dois) anos, contados a partir da assinatura do referido termo aditivo.Diante da extensão contratual, o valor recuperável do ativo intangível da controlada em 31 de dezembro de 2025 foi revisado, resultando na reversão de R$1.204.735 mil da provisão para redução ao valor recuperável, registrada em contrapartida ao ativo intangível, conforme nota explicativa nº 15.Esse assunto foi considerado um principal assunto de auditoria devido à materialidade dos valores envolvidos, à complexidade dos aspectos regulatórios e contratuais aplicáveis e ao elevado grau de julgamento ao avaliar os impactos contábeis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) a análise dos principais instrumentos contratuais, editais e demais documentos relacionados ao processo de repactuação e ao leilão realizado, (ii) a avaliação da adequação das políticas contábeis adotadas para a análise dos impactos contábeis da transação, em conformidade com as práticas contábeis vigentes e (iii) a avaliação da adequação das divulgações efetuadas nas notas explicativas às demonstrações financeiras individuais e consolidas.Com base nas evidências de auditoria obtidas, consideramos aceitáveis o tratamento contábil e as divulgações realizadas nas notas explicativas, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Sociedade referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025. Repactuação da concessão da Autopista Fernão Dias S.A.Por que é um PAA?Conforme divulgado na nota explicativa nº 2 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, o processo de repactuação do contrato de concessão da controlada Autopista Fernão Dias S.A. ("Autopista Fernão Dias"), conduzido por meio de leilão competitivo realizado na B3 S.A. em 11 de dezembro de 2025, teve como proposta vencedora a de Grupo Econômico não pertencente à Sociedade. Considerando que a transação se caracteriza como investimento a ser alienado, o ativo foi mensurado e classificado em conformidade com o "CPC 31 - Ativo Não Circulante Mantido para Venda", no montante de R$498.781 mil em 31 de dezembro de 2025, valor correspondente à indenização pelo investimento efetuado. Em decorrência desse processo, está prevista para abril de 2026 a transferência do controle acionário da Autopista Fernão Dias ao Grupo Econômico vencedor do leilão. Esse assunto foi considerado um principal assunto de auditoria devido à materialidade dos valores envolvidos, ao elevado grau de julgamento requerido e à complexidade dos aspectos contratuais, regulatórios e contábeis adicionais associados à transação. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) a análise dos principais instrumentos contratuais, editais e demais documentos relacionados ao processo de repactuação e ao leilão realizado (ii) a avaliação da adequação das políticas contábeis adotadas para a análise dos impactos contábeis da transação, em conformidade com as práticas contábeis vigentes (iii) avaliação da mensuração do ativo classificado como mantido para venda, bem como a análise dos registros contábeis realizados em decorrência da transação e (iv) a avaliação das divulgações apresentadas em nota explicativa.Com base nas evidências de auditoria obtidas, consideramos adequado o tratamento contábil aplicado e as divulgações realizadas nas notas explicativas no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Sociedade referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individuais e consolidadas do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, elaboradas sob a responsabilidade da Diretoria da Sociedade e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS Accounting Standards, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Sociedade. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e os registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e o seu conteúdo estão de acordo com os critérios definidos na norma brasileira NBC TG 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações individuais e consolidadas do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nessa norma e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Auditoria do exercício anteriorAs demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Sociedade, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2024, foram auditadas por outro auditor independente, que emitiu relatório datado de 26 de fevereiro de 2025, sem modificações. Como parte de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de 31 de dezembro de 2025, revisamos também as reclassificações descritas na nota explicativa nº 4.22 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, que foram efetuadas para alterar os valores correspondentes relativos à demonstração do fluxo de caixa individual do período findo em 31 de dezembro de 2024. Em nossa conclusão, tais reclassificações são apropriadas e foram corretamente efetuadas. Não fomos contratados para auditar, revisar nem aplicar nenhum outro procedimento sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Sociedade referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2024, e, portanto, não expressamos opinião, conclusão nem nenhuma forma de asseguração sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas do exercício findo em 31 de dezembro de 2024, tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA Diretoria da Sociedade é responsáve l por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração, e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a esse respeito.Responsabilidades da Diretoria e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadas A Diretoria é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as IFRS Accounting Standards, emitidas pelo IASB, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Diretoria é responsável pela avaliação da capacidade de a Sociedade continuar operando e divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a diretoria pretenda liquidar a Sociedade e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Sociedade e de suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras. Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Sociedade e de suas controladas. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela diretoria. Concluímos sobre a adequação do uso, pela Diretoria, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Sociedade. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar a atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Sociedade a não mais se manter em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Planejamos e executamos a auditoria do grupo para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou unidades de negócio do grupo como base para formar uma opinião sobre as demonstrações financeiras do grupo. Somos responsáveis pela direção, supervisão e revisão do trabalho de auditoria executado para os propósitos da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as deficiências significativas nos controles internos que eventualmente tenham sido identificadas durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com os requisitos éticos pertinentes de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as ações tomadas para eliminar as ameaças ou as salvaguardas aplicadas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Campinas, 02 de março de 2026DELOITTE TOUCHE TOHMATSU Manoel P. da SilvaAuditores Independentes Ltda. ContadorCRC nº 2 SP 011609/O-8 CRC nº 1 SP 205664/O-2

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaramos, na qualidade de diretores da Arteris S.A., sociedade por ações com sede na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 510, Vila Nova Conceição, CEP 04506-000, inscrita no CNPJ sob o nº 02.919.555/0001-67, que revimos, discutimos e concordamos com as demonstrações financeiras do exercício social findo em 31 de dezembro de 2025, nos termos da Instrução CVM nº 80, de 29 de março de 2022.São Paulo, 26 de fevereiro de 2026.DiretoriaMarti Carbonell Mascaró - Diretor PresidenteAlisson de Almeida Freire - Diretor de OperaçõesNilton Leonardo Fernandes Oliveira - Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresLuiz Cesar Lindgren Costa - Diretor de Engenharia e ImplantaçãoFlavia Lucia Mattioli Tâmega - Diretora Jurídica e ComplianceRoberto Paolini- Diretor de Pessoas e OrganizaçãoGiane Luza Zimmer Freitas - Diretora de Relações Institucionais e Sustentabilidade

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaramos, na qualidade de diretores da Arteris S.A., sociedade por ações com sede na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 510, Vila Nova Conceição, CEP 04506-000, inscrita no CNPJ sob o nº 02.919.555/0001-67, que revimos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes referente as demonstrações financeiras do exercício social findo em 31 de dezembro de 2025, nos termos da Instrução CVM nº 80, de 29 de março de 2022.São Paulo, 26 de fevereiro de 2026.DiretoriaMarti Carbonell Mascaró - Diretor PresidenteAlisson de Almeida Freire - Diretor de OperaçõesNilton Leonardo Fernandes Oliveira - Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresLuiz Cesar Lindgren Costa - Diretor de Engenharia e ImplantaçãoFlavia Lucia Mattioli Tâmega - Diretora Jurídica e ComplianceRoberto Paolini - Diretor de Pessoas e OrganizaçãoGiane Luza Zimmer Freitas - Diretora de Relações Institucionais e Sustentabilidade

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

ARTERIS S.A.CNPJ nº 02.919.555/0001-67NIRE nº 35.300.322.746Companhia AbertaANEXO IPARECER DO CONSELHO FISCALEm reunião realizada nesta data, às 10:00 horas, os membros do Conselho Fiscal da ARTERISS.A. ("Companhia"), atendendo ao disposto no Artigo 163 da Lei nº 6.404/76, após examedos documentos e propostas da Administração submetidos a sua análise nesta data, econsiderando o parecer sem ressalva emitido pelos auditores independentes DeloitteTouche Tohmatsu Auditores Independentes, por unanimidade opinam favoravelmenteà aprovação, em Assembleia Geral Ordinária da Companhia, e com base no Relatório daAdministração, das Demonstrações Financeiras relativas ao exercício social encerradoem 31 de dezembro de 2025 (tais documentos foram autenticados pela mesa earquivados na Companhia), da destinação do lucro líquido do exercício, no valor de R$215.752.387,06 (duzentos e quinze milhões, setecentos e cinquenta e dois mil,trezentos e oitenta e sete reais e seis centavos), para o abatimento dos prejuízosacumulados de exercícios anteriores, sendo assim, a Companhia, conforme consta nasDemonstrações Financeiras e respectivas notas explicativas anteriormente aprovadas, nãoconstituirá reserva legal, nos termos do artigo 193 da Lei nº 6.404/76, e tampouco foiproposto pela Administração da Companhia a distribuição de dividendos aos seusacionistas.São Paulo, 26 de fevereiro de 2026."Confere com a original lavrada em livro próprio"Flávia Lúcia Mattioli TâmegaSecretária da Mesa

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias760.338.9000
Preferenciais00
Total760.338.9000

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.