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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201281 páginasCódigo CVM 9040Versão 1Recebida em 29/03/2013valores em R$ mil

DFP 2012 de NADIR FIGUEIREDO S.A.

NADIR FIGUEIREDO S.A. · CNPJ 61.067.161/0001-97

NADIR FIGUEIREDO S.A.
CNPJ 61.067.161/0001-97
DFP 2012
Exercício 2012
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Metadados

Empresa
NADIR FIGUEIREDO S.A.
CNPJ
61.067.161/0001-97
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
81
Ano de referência
2012*
Publicado em
29/03/2013 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:46

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201231/12/2011Var.
1Ativo Total720.594661.4128,9%
1.01Ativo Circulante282.975303.213−6,7%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa5.4954.25429,2%
1.01.02Aplicações Financeiras34.56135.542−2,8%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber122.345125.800−2,7%
1.01.03.01Clientes122.345125.800−2,7%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques111.089114.978−3,4%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar7.5429.449−20,2%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar7.5429.449−20,2%
1.01.07Despesas Antecipadas3899.321−95,8%
1.01.08Outros Ativos Circulantes1.5543.869−59,8%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros1.5543.869−59,8%
1.02Ativo Não Circulante437.619358.19922,2%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo5.19210.910−52,4%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber4.6599.750−52,2%
1.02.01.03.01Clientes3.7360
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber9239.750−90,5%
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos00
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas0714−100,0%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas0714−100,0%
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes53344619,5%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas53344619,5%
1.02.02Investimentos00
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado431.253346.63824,4%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível1.17465180,3%
1.02.04.01Intangíveis1.17465180,3%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAos Administradores, Conselheiros e Acionistas daNadir Figueiredo Indústria e Comércio S.A.São Paulo - SP Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Nadir Figueiredo Indústria e Comércio S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeiras A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Responsabilidade dos auditores independentes--ContinuaçãoUma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais, acima referidas, apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Nadir Figueiredo Indústria e Comércio S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Nadir Figueiredo Indústria e Comércio S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfaseConforme descrito na nota explicativa 2.a, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Nadir Figueiredo Indústria e Comércio S.A. essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.Outros assuntos Demonstrações do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, preparadas sob responsabilidade da administração, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras preparadas de acordo com as práticas contábeis tomadas em conjunto.Auditoria dos valores e reapresentação das demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2011Como parte de nossos exames das demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, examinamos também os ajustes descritos na Nota Explicativa 2.1 que foram efetuados para alterar as demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011. Em nossa opinião, tais ajustes são apropriados e foram corretamente efetuados, em todos os aspectos relevantes. Não fomos contratados para auditar, revisar ou aplicar quaisquer outros procedimentos sobre as demonstrações financeiras da Companhia referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011 e, portanto, não expressamos opinião ou qualquer forma de asseguração sobre estas demonstrações financeiras tomadas em conjunto. As demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, antes dos ajustes acima mencionados, foram anteriormente auditadas por outros auditores independentes que emitiram relatório de auditoria em 27 de março de 2012, com ressalva, com relação a não mensuração e reconhecimento de uma possível obrigação de benefício definido pós-emprego conforme requerido pelo Pronunciamento CPC nº 33 e não acompanhamento de contagem física dos estoques adquiridos da Saint-Gobain Vidros S.A. e parágrafo de ênfase sobre a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica ("CADE") da aquisição de determinados ativos imobilizados, estoques e marcas da Saint-Gobain Vidros S.A.São Paulo, 27 de março de 2013ERNST & YOUNG TERCOAuditores Independentes S.S.CRC-2SP015199/O-6Daniel G. Maranhão Jr. Wagner dos Santos Junior Contador CRC-1SP215856/O-5 Contador CRC-1SP216386/O-1

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em conformidade como inciso VI do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara querevisou,discutiu e concordou com as Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício de 2012, autorizando suaconclusão nesta data.São Paulo, 28 de março de 2013.Diretoria

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em conformidade como inciso V do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou ediscutiu o conteúdo e opinião expressa no parecer dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia doexercício de 2012, emitido nesta data.A diretoria declara que concorda com o conteúdo e opinião expressa no referido parecer .São Paulo, 28 de março de 2013Diretoria

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.