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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201148 páginasCódigo CVM 16438Versão 1Recebida em 30/03/2012valores em R$ mil

DFP 2011 de SUL 116 PARTICIPACOES SA

SUL 116 PARTICIPACOES SA · CNPJ 01.957.772/0001-89

SUL 116 PARTICIPACOES SA
CNPJ 01.957.772/0001-89
DFP 2011
Exercício 2011
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Metadados

Empresa
SUL 116 PARTICIPACOES SA
CNPJ
01.957.772/0001-89
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
48
Ano de referência
2011*
Publicado em
30/03/2012 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:41

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201131/12/2010Var.
1Ativo Total42.09441.7550,8%
1.01Ativo Circulante41.80041.4610,8%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa29.0769.748198,3%
1.01.02Aplicações Financeiras1.10721.172−94,8%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo1.10721.172−94,8%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.01.03Títulos e Valores Mobiliários1.10721.172−94,8%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber00—
1.01.03.01Clientes00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar11.60710.47110,8%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar11.60710.47110,8%
1.01.06.01.01Imposto de Renda e Contribuição Social a Recuperar11.60710.47110,8%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes1070−85,7%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros1070−85,7%
1.01.08.03.02Outros1070−85,7%
1.02Ativo Não Circulante2942940,0%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo2932920,3%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo01−100,0%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.01.03Títulos e Valores Mobiliários01−100,0%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos35336,1%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos35336,1%
1.02.01.07Despesas Antecipadas2582580,0%
1.02.01.07.01Depósitos Judiciais2582580,0%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes00—
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado12−50,0%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível00—
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAos Administradores e Acionistas daSul 116 Participações S.A.Rio de Janeiro - RJExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Sul 116 Participações S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações dos resultados, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Sul 116 Participações S.A. em 31 de dezembro de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Sul 116 Participações S.A. em 31 de dezembro de 2011, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de reatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfaseConforme descrito na nota explicativa 2.1, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Sul 116 Participações S.A. essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo.Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.Conforme mencionado nas Notas 1 e 14, a Companhia possui como únicos propósitos a participação nas controladas diretas Futuretel S.A., Zain Participações S.A. e Invitel Legacy S.A. e a garantia, nos termos do contrato de compra e venda de ações de emissão de Argolis Holdings S.A. ("Argolis") celebrado com a Telemar Participações S.A., em 25 de abril de 2008, das obrigações assumidas por seu acionista Investidores Institucionais Fundo de Investimento em Participações. As controladas diretas e indiretas não possuem atividades operacionais, exceto pelo fato da controlada indireta Newtel Participações S.A. ser garantidora do Contrato de Compra e Venda de Alienação de Ações da Telemig Celular Participações S.A. e Telenorte Celular Participações S.A., e da controlada direta Invitel Legacy que realiza a gestão dos direitos e obrigações decorrentes da alienação do controle indireto da Brasil Telecom. A geração de caixa da Companhia e das controladas diretas e indiretas é basicamente restrita às receitas financeiras auferidas de suas aplicações. As demonstrações financeiras foram elaboradas no pressuposto da continuidade das operações da Companhia e de suas controladas diretas e indiretas, e não refletem eventuais ajustes nos ativos e passivos no caso de liquidação, principalmente com respeito ao saldo de tributos a recuperar no montante de R$ 404 mil, controladora, e R$ 11.607 mil no consolidado (Nota 6), que dependem de lucratividade futura ou de pedido de restituição junto à Receita Federal do Brasil. Conforme mencionado na Nota 13, em 31 de dezembro de 2011, a controlada direta Zain Participações e a controlada indireta Newtel Participações S.A. possuem contingências fiscais com risco de perda possível nos montantes estimados de R$ 41.138 mil e R$ 85.760 mil, respectivamente. A capacidade financeira da Companhia poderá vir a ser afetada, caso o desfecho das referidas contingências seja distinto do risco atual considerado.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, preparadas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Rio de Janeiro, 23 de março de 2012.ERNST & YOUNG TERCOAuditores Independentes S.S.CRC - 2SP 015.199/O-6 - F - RJMauro Moreira Roberto MartorelliContador CRC - 1RJ 072.056/O-2 Contador CRC - 1RJ 106.103/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃOPARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO CVM nº 480/09Declaramos, na qualidade de diretores da Sul 116 Participações S.A., companhia aberta, com sede na Rua Lauro Müller, 116, sala 504 (parte), Botafogo, Rio de Janeiro - RJ, inscrita no CNPJ/MF sob nº 01.957.772/0001-89 ("Companhia"), nos termos do inciso VI do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480 de 7 de dezembro de 2009, que revimos, discutimos e concordamos com as demonstrações financeiras da Companhia para o exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011. Rio de Janeiro, 28 de março de 2012. André Rizzi de Oliveira Diretor de Relações com Investidores e de Recursos Humanos Alberto Ribeiro Guth Diretor Econômico-Financeiro e Administrativo

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃOPARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO CVM nº 480/09Declaramos, na qualidade de diretores da Sul 116 Participações S.A., companhia aberta, com sede na Rua Lauro Müller, 116, sala 504 (parte), Botafogo, Rio de Janeiro - RJ, inscrita no CNPJ/MF sob nº 01.957.772/0001-89 ("Companhia"), nos termos do inciso V do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480 de 7 de dezembro de 2009, que revimos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes da Companhia referentes às demonstrações financeiras da Companhia para o exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2011. Rio de Janeiro, 28 de março de 2012. André Rizzi de Oliveira Diretor de Relações com Investidores e de Recursos Humanos Alberto Ribeiro Guth Diretor Econômico-Financeiro e Administrativo

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.