Pular para o conteúdo
BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2026159 páginasCódigo CVM 20516Versão 1Recebida em 25/05/2026valores em R$ mil

DFP 2026 de SAO MARTINHO S/A

SAO MARTINHO S/A · CNPJ 51.466.860/0001-56

SAO MARTINHO S/A
CNPJ 51.466.860/0001-56
DFP 2026
Exercício 2026
Carregando…

Preparando pré-visualização do PDF…

Documentos maiores podem levar alguns segundos.

Metadados

Empresa
SAO MARTINHO S/A
CNPJ
51.466.860/0001-56
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
159
Ano de referência
2026*
Publicado em
25/05/2026 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:11

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/03/202631/03/2025Var.
1Ativo Total23.418.19521.769.3837,6%
1.01Ativo Circulante7.246.0286.305.24114,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa95.263898.588−89,4%
1.01.02Aplicações Financeiras4.107.6382.184.44388,0%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado4.107.6382.184.44388,0%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.01.03Aplicações financeiras4.107.6382.184.44388,0%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber366.650477.210−23,2%
1.01.03.01Clientes366.650477.210−23,2%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques556.864597.081−6,7%
1.01.05Ativos Biológicos1.234.6321.405.729−12,2%
1.01.06Tributos a Recuperar609.912499.72222,1%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar609.912499.72222,1%
1.01.06.01.01Imposto de renda e contribuição social97.57275.90028,6%
1.01.06.01.02Demais tributos a recuperar512.340423.82220,9%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes275.069242.46813,4%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros275.069242.46813,4%
1.01.08.03.01Instrumentos financeiros derivativos126.02481.48254,7%
1.01.08.03.02Dividendos a receber00—
1.01.08.03.03Outros ativos57.62815.006284,0%
1.01.08.03.04Adiantamentos a fornecedores91.417145.980−37,4%
1.02Ativo Não Circulante16.172.16715.464.1424,6%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo3.876.9103.488.77111,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado81.43280.1961,5%
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo81.43280.1961,5%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber38.11537.5441,5%
1.02.01.04.01Clientes38.11537.5441,5%
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.05Estoques112.76456.005101,3%
1.02.01.05.01Adiantamentos a fornecedores81.08256.00544,8%
1.02.01.05.02Estoques31.6820—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos00—
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes3.644.5993.315.0269,9%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Imposto de renda e contribuição social8.9838.9830,0%
1.02.01.10.04Tributos a recuperar697.562710.071−1,8%
1.02.01.10.05Depósitos judiciais2.290.9822.049.04511,8%
1.02.01.10.06Instrumentos financeiros derivativos253.809177.36743,1%
1.02.01.10.07Aplicações financeiras00—
1.02.01.10.08Outros ativos393.263369.5606,4%
1.02.01.10.09Direito de uso00—
1.02.02Investimentos70.17462.57312,1%
1.02.02.01Participações Societárias70.17462.57312,1%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas70.17462.57312,1%
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado11.756.95011.460.6842,6%
1.02.03.01Imobilizado em Operação9.379.4638.708.0497,7%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento2.377.4872.752.635−13,6%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível468.133452.1143,5%
1.02.04.01Intangíveis468.133452.1143,5%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Intangível468.133452.1143,5%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos acionistas da São Martinho S.A.Pradópolis - São Paulo OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da São Martinho S.A. ("Companhia"), e suas controladas, que compreendem o balanço patrimonial individual e consolidado em 31 de março de 2026 e as respectivas demonstrações individuais e consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira individual e consolidada da São Martinho S.A. e suas controladas em 31 de março de 2026, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para OpiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e as normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, aplicáveis a auditorias de demonstrações financeiras de entidades de interesse público no Brasil. Nós também cumprimos com as demais responsabilidades éticas, de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Subvenções governamentaisVeja a Nota 2.8 e 19.c (i) das demonstrações financeiras individuais e consolidadasPrincipal assunto de auditoriaConforme descrito na Nota 19.c às demonstrações financeiras, a Companhia é beneficiária de incentivos fiscais de ICMS - Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços -, incluindo benefícios concedidos no âmbito do Programa de Desenvolvimento Industrial de Goiás - PRODUZIR -, bem como outros incentivos usufruídos por suas unidades industriais. Tais benefícios são tratados, para fins fiscais, conforme o disposto na Lei Complementar nº 160/2017 e no art. 30 da Lei nº 12.973/2014, os quais estabelecem condições para sua caracterização como subvenções para investimento e consequente exclusão da base de cálculo do imposto de renda e da contribuição social sobre o lucro líquido.No exercício, a Companhia revisou o tratamento contábil e fiscal aplicável a determinados benefícios fiscais de ICMS relativos aos exercícios de 2020 a 2023, considerando o disposto na Lei Complementar nº 160/2017, no art. 30 da Lei nº 12.973/2014, bem como o entendimento firmado pelo Superior Tribunal de Justiça no Tema 1.182. Em decorrência dessa revisão, determinados benefícios passaram a ser tratados como subvenções para investimento para fins fiscais.Adicionalmente, a Companhia revisou o tratamento anteriormente atribuído aos incentivos relacionados à depreciação acelerada incentivada, o que resultou na reversão de passivo fiscal diferido anteriormente reconhecido em relação à depreciação acelerada incentivada.Esse assunto foi considerado significativo para nossa auditoria em razão do elevado grau de julgamento envolvido na interpretação da legislação tributária aplicável, da complexidade associada à avaliação do enquadramento dos incentivos fiscais como subvenções para investimento, incluindo a aplicação do entendimento do STJ aos diferimentos de ICMS, bem como da relevância dos potenciais efeitos contábeis e tributários nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Como auditoria endereçou esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, mas não se limitaram a:- Avaliação, com auxílio de nossos especialistas de Legal e Tributários:i.revisão das opiniões legais e subsequentes atualizações obtidas pela Companhia, no que tange a avaliação da incerteza do tratamento dos tributos sobre o lucro adotado pela Companhiaii.Revisão das decisões favoráveis à exclusão dos benefícios na apuração dos tributos sobre o lucroiii.análise da documentação suporte preparada pela Companhia para cumprimento das condições estabelecidas na legislação tributária para utilização dos incentivos fiscais e,iv.obtenção do entendimento do processo e dos critérios de apuração dos referidos valores excluídos das apurações do IRPJ e CSLL - Testes documentais, em base amostral, referente ao levantamento do crédito de subvenção governamental utilizada, em que inspecionamos os documentos suportes e método de cálculo.- Avaliamos se as divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas consideram as informações relevantes.Com base nos resultados obtidos a partir dos procedimentos acima sumarizados , consideramos aceitável a mensuração dos tributos sobre o lucro reflexos da Subvenção governamental e as divulgações relevantes correlatas no contexto das demonstrações financeiras individual e consolidadas tomadas em conjunto, relativas ao exercício findo em 31 de março de 2026.Instrumentos financeiros derivativosVeja a Nota 2.6, 3.d, 22 e 23 das demonstrações financeiras individuais e consolidadasPrincipal assunto de auditoriaCom o intuito de proteção aos riscos de volatilidade do preço de commodities, taxas de câmbio e taxa de juros, a Companhia contrata instrumentos financeiros derivativos, sendo que para parte desses a Administração utiliza a contabilidade de hedge (hedge accounting). Esses instrumentos financeiros derivativos totalizam R$ 379.833 mil, R$ 367.825 mil, individual e consolidado, para as contas do ativo e passivo, respectivamente e um saldo de R$ 49.837 mil (líquido dos efeitos tributários) no patrimônio líquido, 31 de março de 2026. Estes instrumentos financeiros derivativos utilizados para proteger a exposição da Companhia ao risco são mensurados ao valor justo e as variações no valor justo são registradas no resultado, outros resultados abrangentes e patrimônio líquido, conforme requerido pelo IFRS 9 - Instrumentos Financeiros, Pronunciamento Técnico CPC 48 - Instrumentos Financeiros e IAS 39 - Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração, respectivamente. O valor justo dos instrumentos financeiros derivativos utiliza-se de elementos da estimativa, cuja complexidade está nas premissas utilizadas para valorização dos derivativos e na função da grande quantidade de instrumentos de proteção e aplicação do método de contabilidade de hedge, a Companhia deve cumprir determinadas exigências previstas nas normas contábeis. Dadas as exigências técnicas aplicáveis à contabilidade de hedge, no cálculo da efetividade, bem como, em caso da ocorrência de designação ou comprovação de ineficácia com potencial risco de distorção nas demonstrações financeiras, consideramos estes assuntos como relevantes para a nossa auditoria.Como auditoria endereçou esse assuntoNossos procedimentos de auditor ia incluíram, mas não se limitaram a:- O entendimento do processo de gerenciamento de riscos da Companhia e da política de proteção e estrutura da contabilidade de hedge.- Com o auxílio dos nossos especialistas em instrumentos financeiros derivativos:i.Avaliamos a aplicação da contabilidade de hedge pela Companhia, conforme os requisitos estabelecidos pelo CPC 48/IFRS 9 e IAS 39ii.Recalculamos de modo independente, a valorização do valor justo dos derivativosiii.Inspecionamos, em sua totalidade, a documentação suporte da designação dos instrumentos financeiros para contabilidade de hedge e iv.Avaliamos os testes de efetividade prospectiva e retrospectiva para verificar se as relações de cobertura são eficazes e se foram adequadamente calculados.- Envio de cartas de confirmação, em base amostral das posições em aberto, para as contrapartes dos respectivos contratos.- Testamos documentalmente, em base amostral, as posições em aberto dos instrumentos financeiros derivativos, em que inspecionamos os contratos.- Avaliamos se as divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas consideram as informações relevantes relacionadas ao instrumento financeiro derivativo.Com base nos resultados obtidos a partir dos procedimentos acima sumarizados , consideramos aceitável a mensuração dos instrumentos financeiros derivativos e as divulgações correlatas no contexto das demonstrações financeiras individual e consolidadas tomadas em conjunto, relativas ao exercício findo em 31 de março de 2026.Outros assuntos - Demonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de março de 2026, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS Accounting Standards, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório dos auditores A administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com o nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe uma incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Planejamos e executamos a auditoria do grupo para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou unidades de negócios do grupo como base para formar uma opinião sobre as demonstrações financeiras do grupo. Somos responsáveis pela direção, supervisão e revisão do trabalho de auditoria executado para os propósitos da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com os requisitos éticos pertinentes, de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as ações tomadas para eliminar as ameaças ou as salvaguardas aplicadas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Ribeirão Preto, 25 de maio de 2026.KPMG Auditores Independentes Ltda.CRC 2SP-027666/O-5 F SPGiovani Ricardo PigattoContador CRC 1SP263189/O-7

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Nos termos do artigo 27, §1º, inciso VI da Resolução CVM nº 80/2022, a Diretoria declara que reviu discutiu e concorda com as Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social findo em 31 de março de 2026.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Nos termos do artigo 27, §1º, inciso V da Resolução CVM nº 80/2022, a Diretoria declara que reviu discutiu e concorda com opiniões expressas no parecer dos auditores independentes emitido em 25 de maio de 2026 pela KPMG Auditores Independentes Ltda, CRC 2SP027666/O-5.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

SÃO MARTINHO S.A.CNPJ/MF Nº 51.466.860/0001-56NIRE Nº 35.300.010.485Companhia AbertaPARECER DO CONSELHO FISCAL DA SÃO MARTINHO S.A.Os membros do Conselho Fiscal da SÃO MARTINHO S.A., dentro de suas atribuições e responsabilidades legais, nos termos do artigo 163, incisos II, III e VII, da Lei 6.404/76, procederam a análise das Demonstrações Financeiras individuais e consolidadas e o Relatório Anual da Administração, referentes ao exercício social encerrado em 31.3.2026, e com base nas análises efetuadas, nos esclarecimentos prestados pela Administração, considerando ainda, o relatório sem ressalvas dos Auditores Independentes da KPMG Auditores Independentes Ltda., datado de 25 de maio de 2026 sobre as demonstrações financeiras assim como seus esclarecimentos, concluíram que os documentos estão adequadamente apresentados, e opinam favoravelmente pelo seu encaminhamento para deliberação em Assembleia Geral e Ordinária e Extraordinária dos Acionistas, assim como, opinam favoravelmente sobre as propostas da Administração para: a) Destinação do lucro líquido do exercício social encerrado em 31.3.2026 e b) Orçamento de Capital safra 2026/2027, base para retenção de lucros.São Paulo/SP, 25 de maio de 2026. Conselheiros: Maurício Curvelo de Almeida Prado Maria Elvira Lopes GimenezRafael Alves Rodrigues

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

RELATÓRIO ANUAL DO COMITÊ DE AUDITORIA1.ATIVIDADES REALIZADASDurante o calendário anual de atividades do Comitê de Auditoria referente à análise do exercício social 2025/2026, este Comitê realizou 8 reuniões*, tendo como participantes, membros, administradores e gestores da Companhia relacionados aos temas discutidos. Foram debatidas pautas envolvendo diversos temas de atribuição do Comitê, previstos no Regimento Interno (disponível no site de RI da Companhia: Regimento Interno Comitês de Assessoramento).Os reportes dos trabalhos realizados pelo Comitê de Auditoria são feitos ao Conselho de Administração pelo Coordenador, no início de cada reunião, constando em ata arquivada na Companhia as recomendações para cada assunto.2.PRINCIPAIS ASSUNTOSa.Análise das demonstrações financeirasAvaliação das Informações Trimestrais (TRI) juntamente com a Administração e representante do Auditor Independente (KPMG). Em todos os trimestres, foi verificado que o material estava adequado e satisfatório, com recomendação de aprovação pelo Conselho de Administração.b.Auditoria Interna e Controles InternosDiscussões sobre o plano de trabalho da Auditoria Interna e relatórios dos auditores (KPMG) análise Carta de Controles Internos, sem deficiências significativas.c.Contratos com partes relacionadasAnálise das condições comerciais e caráter comutativo de contratos com partes relacionadas, recomendando a aprovação pelo Conselho de Administração.d.Governança, Gestão de Riscos, Conformidade e ContingênciasAnálise do Formulário de Referência/2025 e as mudanças propostas pela B3 no Regulamento do Novo Mercado, Informe de Governança/2025 (Pratique & Explique) acompanhamento do Canal de Denúncias, do Diagnóstico Gestão de Riscos e destaques da área de Governança, Riscos, Contorles Internos e Conformidade e RIG (Relações Institucionais e Governamentais) por meio do Relatório Semestral com reporte ao Comitê análise do Relatório do Contencioso, apresentando as contingências e destaques. Material apresentado satisfatório.e.Outros assuntosReforma Tributária IFRS S1 e S2 análise de proposta de ajuste nas procurações públicas, entre outros.3.RECOMENDAÇÃO DO COMITÊ - DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 25/26O Comitê de Auditoria analisou as Demonstrações Financeiras do exercício encerrado em 31.3.2026 em reunião realizada em 18.5.2026 e recomendou a aprovação pelo Conselho de Administração.São Paulo/SP, 18 de maio de 2026.MEMBROS COMITÊ DE AUDITORIA:Murilo Cesar Lemos dos Santos Passos João Carlos Costa Brega Olga Stankevicius Colpo* 2025: 4/8 22/9 13/10 e 3/11 19/3. 2026: 2/2 16/3 e 18/5.

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias332.435.3919.662.100
Preferenciais00
Total332.435.3919.662.100

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.