Pular para o conteúdo
BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2011144 páginasCódigo CVM 20036Versão 3 · reapresentaçãoRecebida em 10/05/2012valores em R$ mil

DFP 2011 de BRASILAGRO - COMPANHIA BRASILEIRA DE PROPRIEDADES AGRICOLAS

BRASILAGRO - COMPANHIA BRASILEIRA DE PROPRIEDADES AGRICOLAS · CNPJ 07.628.528/0001-59

Versões deste exercício: v1 (05/09/2011) · v2 (06/09/2011) · v3 (10/05/2012), esta

BRASILAGRO - COMPANHIA BRASILEIRA DE PROPRIEDADES AGRICOLAS
CNPJ 07.628.528/0001-59
DFP 2011 (V3)
Exercício 2011
Carregando…

Preparando pré-visualização do PDF…

Documentos maiores podem levar alguns segundos.

Metadados

Empresa
BRASILAGRO - COMPANHIA BRASILEIRA DE PROPRIEDADES AGRICOLAS
CNPJ
07.628.528/0001-59
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
144
Ano de referência
2011*
Publicado em
10/05/2012 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:41

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta30/06/201130/06/2010Var.
1Ativo Total751.271710.0215,8%
1.01Ativo Circulante251.014245.9742,0%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa135.615206.200−34,2%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber25.97117.77346,1%
1.01.03.01Clientes25.97117.77346,1%
1.01.03.01.01Clientes25.97117.77346,1%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques77.47916.032383,3%
1.01.05Ativos Biológicos1.3351.00133,4%
1.01.06Tributos a Recuperar4.3073.35828,3%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas343415−17,3%
1.01.08Outros Ativos Circulantes5.9641.195399,1%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros5.9641.195399,1%
1.01.08.03.01Operações com Derivativos5.3861.180356,4%
1.01.08.03.02Outros Ativos578153.753,3%
1.02Ativo Não Circulante500.257464.0477,8%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo484.335454.1336,7%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado21.26226.562−20,0%
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber2.9364.293−31,6%
1.02.01.03.01Clientes2.9364.293−31,6%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos40.33438.6964,2%
1.02.01.06Tributos Diferidos3.1203.370−7,4%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas7.1186.06017,5%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes409.565375.1529,2%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Créditos Fiscais e Tributários25.78417.65546,0%
1.02.01.09.04Operações com Derivativos00—
1.02.01.09.05Propriedades para Investimento383.687357.4737,3%
1.02.01.09.06Outros Ativos9424291,7%
1.02.02Investimentos4104100,0%
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado12.9007.21678,8%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível2.6122.28814,2%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAos Administradores e AcionistasBrasilagro Companhia Brasileira de Propriedades AgrícolasExaminamos as demonstrações financeiras individuais da Brasilagro Companhia Brasileira de Propriedades Agrícolas ("Controladora") que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais políticas contábeis e as demais notas explicativas. Examinamos também as demonstrações financeiras consolidadas da Brasilagro Companhia Brasileira de Propriedades Agrícolas e suas controladas ("Consolidado") que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 30 de junho de 2011 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais políticas contábeis e as demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou por erro.Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelo auditor e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou por erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Brasilagro Companhia Brasileira de Propriedades Agrícolas em 30 de junho de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Brasilagro Companhia Brasileira de Propriedades Agrícolas e suas controladas em 30 de junho de 2011, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfasesAvaliação de investimentosConforme descrito na Nota 2.2(b), as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Brasilagro Companhia Brasileira de Propriedades Agrícolas, essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas pelo método de equivalência patrimonial, uma vez que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Nossa opinião não está ressalvada em virtude desse assunto.Reemissão de relatórioChamamos a atenção para a Nota 35 às demonstrações financeiras, que descreve o refazimento e reemissão das demonstrações financeiras para correção de erros identificados após a sua conclusão. Emitimos originalmente nosso relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras emitidas anteriormente com data de 5 de setembro de 2011. Devido ao refazimento descrito na Nota 35, emitimos este novo relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras reemitidas. Nossa opinião não está ressalvada em virtude desse assunto. Outros assuntosInformação suplementar - demonstrações do valor adicionadoExaminamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 30 de junho de 2011, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.São Paulo, 10 de maio de 2012PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5Wander Rodrigues TelesContador CRC 1 DF005919/O-3 "S" SP

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASEm conformidade com o inciso VI do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício encerrado em 30 de junho de 2011. São Paulo, 10 de maio de 2012.Julio Toledo Piza NetoCEO e Diretor de Relações com InvestidoresGustavo Javier LopezDiretor AdministrativoAndré GuillaumonDiretor de OperaçõesMario Henrique AguirreDiretor Técnico Agrícola

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE O PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTESEm conformidade com o inciso V do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com o relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício encerrado em 30 de junho de 2011, emitido nesta data. São Paulo, 10 de maio de 2012.Julio Toledo Piza NetoCEO e Diretor de Relações com InvestidoresGustavo Javier LopezDiretor AdministrativoAndré GuillaumonDiretor de OperaçõesMario Henrique AguirreDiretor Técnico Agrícola

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

BRASILAGRO COMPANHIA BRASILEIRA DE PROPRIEDADES AGRÍCOLASCNPJ nº. 07628528/0001-59NIRE 35.300.326.237Companhia Aberta de Capital AutorizadoATA DAS REUNIÕES DO CONSELHO FISCALREALIZADAS EM 26 DE AGOSTO, 01 E 05 DE SETEMBRO DE 2011.DATA, LOCAL E HORA: A reunião foi iniciada 26 de agosto de 2011, às 11:30 horas, na sede social da Companhia, na Avenida Brigadeiro Faria Lima 1309, 5° andar, na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, tendo sido suspensa e retomada em 01 de setembro de 2011, às 16:00 horas, e, após nova suspensão, retomada e encerrada em 05 de setembro de 2011, às 11:00 horas, todas no mesmo local.PRESENÇAS: Presentes os Srs. Renato Parreira Stetner, André Oliveira e Anthonny Dias dos Santos, membros efetivos do Conselho Fiscal da Companhia. Presente, ainda, a Sra. Mariana F. de Souza Rezende, convidada para atuar como secretária da presente reunião, bem como o Sr. Gustavo Javier Lopez, Diretor Administrativo da Companhia, e o Sr. Wander Rodrigues Teles, sócio da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes ("PwC").MESA: Renato Parreira Stetner - Presidente Mariana F. de Souza Rezende - Secretária.ORDEM DO DIA: Examinar, discutir e opinar sobre o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras da Companhia relativas ao exercício social encerrado em 30 de junho de 2011.DELIBERAÇÕES: Após análise, exame e discussão sobre os documentos, informações e esclarecimentos apresentados pela Companhia em resposta às solicitações feitas por este Conselho Fiscal em sua última reunião realizada no dia 22 de agosto de 2011, bem como da apresentação do Sr. Wander R. Teles sobre o trabalho de auditoria que está sendo realizado pela PwC sobre as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício social encerrado em 30 de junho de 2011, os Conselheiros deliberaram, por unanimidade, suspender a reunião até o dia 01 de setembro de 2011, data na qual a reunião foi retomada com a presença de todos os membros efetivos do Conselho Fiscal, que esta ata subscrevem. No dia 01 de setembro de 2011, o Sr. Wander R. Teles realizou uma nova apresentação para atualizar o Conselho Fiscal sobre o resultado dos trabalhos de auditoria realizados pela PwC na última semana e, após o Sr. Wander e a Administração terem prestado todos os esclarecimentos solicitados pelos Conselheiros, inclusive mas não se limitando a esclarecimentos sobre o estudo técnico de viabilidade de realização futura do ativo fiscal diferido da Companhia, os Conselheiros resolveram, por unanimidade e sem quaisquer restrições, (a) aprovar a adequação do estudo técnico de viabilidade de realização futura do ativo fiscal diferido da Companhia, na forma do Anexo I à presente ata, que ficará arquivado na sede da Companhia, para reconhecimento do registro contábil do ativo fiscal diferido na data-base de 30 de junho de 2011, em atendimento à Instrução CVM nº 371/02 e à Deliberação CVM nº 273/98 e (b) suspender novamente a reunião até o dia 05 de setembro de 2011, data na qual a PwC concluirá o trabalho de auditoria das demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício social encerrado em 30 de junho de 2011, com a respectiva emissão do parecer dos auditores independentes. No dia 05 de setembro de 2011, a reunião foi retomada com a presença de todos os membros efetivos do Conselho Fiscal, que esta ata subscrevem, e após análise, exame e discussão acerca dos documentos e informações apresentados pela Companhia, bem como dos esclarecimentos que foram prestados pelos auditores independentes e pela Administração ao longo das últimas semanas, os Conselheiros Fiscais emitiram o seguinte parecer:1.O Conselho Fiscal da Brasilagro Companhia Brasileira de Propriedades Agrícolas, de acordo com o disposto em seu regimento e a lgislação em vigor, tem como incumbência primordial o acompanhamento, de forma independente, quanto à integridade das demonstrações financeiras, pelo cumprimento das exigências legais e regulamentares, pela atuação, independência e qualidade dos trabalhos da Auditoria Independente com a finalidade de encaminhar à Assembléia Geral Ordinária as demonstrações financeiras anuais e o relatório de Administração com o seu parecer.2.As avaliações do Conselho Fiscal basearam-se nas discussões e informações recebidas da Administração, dos Auditores Independentes, pelas revisões dos sistemas de controle internos decorrentes de verificações e nos trabalhos que os Auditores Independentes realizaram, e de suas próprias análises.3.A elaboração das demonstrações financeiras é de responsabilidade da Administração, cabendo a esta estabelecer os procedimentos necessários para assegurar a qualidade dos processos dos quais se originam as informações utilizadas na preparação das mesmas, e na geração de relatórios. A Administração também é responsável pelo estabelecimento e supervisão do sistema de controles internos e monitoramento de riscos. Nesse sentido, a Administração apresentou esclarecimentos relacionados ao pagamento de tributos conforme Anexo I à presente ata, o qual, depois de rubricado pela Mesa, ficará arquivado na sede da Companhia.4.A PricewatherhouseCoopers Auditores Independentes é a responsável pela auditoria das demonstrações financeiras, cabendo-lhes assegurar que elas apresentam de forma adequada, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas expedidas pela CVM.5.Dentre as atividades desenvolvidas pelo Conselho Fiscal, destacaram-se:(a) Reuniões periódicas e demais diligências quando julgadas necessárias, devidamente registradas em atas, envolvendo áreas de negócios como: financeira, controles e na implementação das recomendações dos Auditores Independentes.(b) Reuniões trimestrais para análise dos respectivos ITRs.(c) O conhecimento do planejamento dos trabalhos dos Auditores Independentes para o exercício de 2011, dos níveis de relevância e das áreas de risco por eles identificadas, bem como dos resultados dos procedimentos de auditoria aplicados e evidências obtidas sobre as principais operações, incluindo os pontos de atenção e as recomendações constantes dos seus relatórios circunstanciados.(d) O Conselho Fiscal reuniu-se especificamente com os Auditores Independentes para obter esclarecimentos a respeito do parecer sobre as demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 30 de junho de 2011, e por outras vezes para a discussão de outros assuntos de relevo detalhados no Anexo II à presente ata, o qual, depois de rubricado pela Mesa, ficará arquivado na sede da Companhia.6. Considerações finais.No melhor atendimento às práticas de governança corporativa e efetiva diligência, o Conselho Fiscal encaminha as demonstrações financeiras, com a seguinte observação: as fazendas de propriedade da Companhia estão com sua situação dominial e ambiental substancialmente em ordem, com um nível de pendências que está em linha com a realidade do meio rural brasileiro. As pendências existentes, destacadas no Anexo III à presente ata estão sendo tratadas pela Companhia através de seus advogados e consultores. O referido Anexo III foi rubricado pela Mesa e permanecerá arquivado na sede da Companhia.Por fim, com base nas revisões e discussões anteriormente descritas e nos trabalhos acima detalhados e referidos, o Conselho Fiscal, deliberando pela unanimidade dos seus membros e sem quaisquer ressalvas ou restrições, julga que o relatório da administração e as demonstrações financeiras r lativas ao exercício social findo em 30 de junho de 2011 estão adequados em todos os seus aspectos relevantes e recomenda o encaminhamento aos acionistas para deliberação em Assembléia Geral Ordinária.ENCERRAMENTO: Nada mais havendo a tratar, encerrou-se a reunião, da qual se lavrou esta ata que, lida e achada conforme, é assinada por todos os Conselheiros presentes. São Paulo, 05 de setembro de 2011.______________________________Renato Parreira StetnerPresidente______________________________Mariana F. de Souza RezendeSecretária______________________________Renato Parreira Stetner______________________________Anthonny Dias dos Santos______________________________André Oliveira

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.