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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016105 páginasCódigo CVM 11932Versão 1Recebida em 27/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de IOCHPE-MAXION S.A.

IOCHPE-MAXION S.A. · CNPJ 61.156.113/0001-75

IOCHPE-MAXION S.A.
CNPJ 61.156.113/0001-75
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
IOCHPE-MAXION S.A.
CNPJ
61.156.113/0001-75
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
105
Ano de referência
2016*
Publicado em
27/03/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total7.057.1158.015.082−12,0%
1.01Ativo Circulante2.364.7112.727.855−13,3%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa431.599739.255−41,6%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber835.158865.496−3,5%
1.01.03.01Clientes835.158865.496−3,5%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques865.029854.6651,2%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar125.249135.447−7,5%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar125.249135.447−7,5%
1.01.07Despesas Antecipadas23.05430.592−24,6%
1.01.08Outros Ativos Circulantes84.622102.400−17,4%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda015.604−100,0%
1.01.08.01.01Outras Contas a Receber00—
1.01.08.01.02Ativos mantidos para venda015.604−100,0%
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros84.62286.796−2,5%
1.02Ativo Não Circulante4.692.4045.287.227−11,3%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo289.053168.91371,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos188.48188.129113,9%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes100.57280.78424,5%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Impostos a Recuperar34.00222.27352,7%
1.02.01.09.04Depósitos Judiciais55.06649.02712,3%
1.02.01.09.05Outras Contas a Receber11.5049.48421,3%
1.02.01.09.06Depósito em garantia00—
1.02.01.09.07Dividendos a receber de controladas00—
1.02.02Investimentos81.42573.02011,5%
1.02.02.01Participações Societárias81.42573.02011,5%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias81.42573.02011,5%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado2.919.8813.358.914−13,1%
1.02.03.01Imobilizado em Operação2.919.8813.358.914−13,1%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível1.402.0451.686.380−16,9%
1.02.04.01Intangíveis1.402.0451.686.380−16,9%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Ágio na aquisição de participação1.204.4281.439.011−16,3%
1.02.04.01.03Software13.14717.488−24,8%
1.02.04.01.04Outros Intangíveis184.470229.881−19,8%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAos acionistas da Iochpe Maxion S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, da Iochpe Maxion S.A. (Companhia), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, acima referidas, apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Iochpe Maxion S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, individuais e consolidados, para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro ("IFRS") emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opinião Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras, individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria ("PAA") são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras, individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. 1.AVALIAÇÃO SOBRE A APURAÇÃO DOS IMPOSTOS CORRENTES E A REALIZAÇÃO DE IMPOSTOS DIFERIDOS ATIVOS.Por que é um PAA:Devido ao fato da Companhia possuir diversas controladas no exterior e ter acumulado saldos significativos de créditos tributários decorrentes de imposto de renda e contribuição social, bem como à complexidade de julgamento exercido pela Administração na avaliação, determinação, registro e realização de ativos e passivos diferidos correspondentes, existe o risco de divergências na aplicação das normatizações vigentes, notadamente o CPC 32- Tributos sobre o lucro, equivalente ao IAS 12 - Income taxes. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria:Nossos procedimentos de auditoria incluíram entre outros, a avaliação do desenho e a implementação dos controles relevantes determinados pela Administração com relação à avaliação, determinação, registro e realização dos ativos e passivos diferidos, a utilização de especialistas em tributos na verificação da aderência à legislação fiscal e na análise dos cálculos realizados pela Administração. Adicionalmente, avaliamos a capacidade de geração de lucros tributáveis futuros e de realização dos saldos registrados. Analisamos e desafiamos as principais premissas adotadas pela Administração na elaboração do estudo de recuperação de créditos tributários. As divulgações da Companhia sobre as práticas contábeis e os saldos de impostos diferidos estão apresentadas, respectivamente, nas notas explicativas nos 4 e 9 às demonstrações financeiras.2.RECUPERABILIDADE DE ÁGIO E ATIVO IMOBILIZADO - "IMPAIRMENT".Por que é um PAA:A Companhia possui saldos significativos de ágios e ativo imobilizado registrados, que podem apresentar riscos de realização, e consequentemente a perda do seu valor recuperável. O risco se dá não somente pela relevância dos saldos, como também pelo impacto do cenário econômico local e global na determinação das premissas de crescimento e da taxa de desconto utilizada nos "Estudos de existência de risco de realização - impairment", conduzidas pela companhia, e do alto grau de julgamento envolvido na determinação das estimativas por parte da Administração. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria:Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, avaliação do desenho, da implementação dos controles relevantes determinados pela Administração com relação à análise do valor recuperável dos ativos, a análise dos planos de negócios da Companhia, global e por unidade geradora de caixa, com o suporte técnico de especialistas em avaliação quando aplicável, na avaliação e desafio das premissas de crescimento de receita e da taxa de desconto utilizadas pela Administração nos "Estudos de existência de risco de realização - impairment". Examinamos, também, a adequação das divulgações da Companhia com relação ao assunto. As divulgações da Companhia sobre as práticas contábeis e os saldos estão apresentadas, respectivamente, nas notas explicativas nos 4, 12 e 13 às demonstrações financeiras. 3.GESTÃO DE LIQUIDEZPor que é um PAA:Dado o grau de endividamento gerado pela aquisição de negócios e pela Companhia ter apresentado capital circulante negativo em anos anteriores, o que poderia suscitar dúvidas sobre a sua capacidade de adequada gestão de liquidez e, consequentemente, da continuidade de suas operações. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria:Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, procedimentos sobre o plano de negócios da Companhia, avaliando as principais premissas adotadas, bem com os planos apresentados pela Administração para a gestão de liquidez para os próximos anos. Verificamos o fluxo de caixa esperado para o próximo ano, no sentido de identificar situações de risco de liquidez, e avaliamos as principais premissas utilizadas pela Administração na elaboração desse fluxo, tais como as taxas de juros, receitas de vendas, custos dos produtos e as despesas administrativas projetadas. Adicionalmente, identificamos no referido plano determinadas medidas específicas definidas pela Administração, que objetivavam o reestabelecimento do reequilíbrio do capital circulante líquido da Companhia, e verificamos, posteriormente, a concretização das ações tomadas pela Administração para a consecução dessas medidas, conforme divulgado nas notas explicativas nos14 e 36 às demonstrações financeiras. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, e o relatório do auditor. A Administração da companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com o nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras, individuais e consolidadas.A Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras, individuais e consolidadas.Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas, não, uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações, e se as demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, de ntro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. São Paulo, 27 de março de 2017DELOITTE TOUCHE TOHMATSU Walmir BolgheroniAuditores Independentes ContadorCRC nº 2 SP 011609/O-8 CRC nº 1 SP 139.601/O-9

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em observância às disposições constantes da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016. Cruzeiro, 27 de março de 2017.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em observância às disposições constantes da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com o parecer do auditor independente relativo às demonstrações financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016. Cruzeiro, 27 de março de 2017.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALOs membros do Conselho Fiscal da Iochpe-Maxion S.A. ("Companhia"), no uso de suas atribuições legais e estatutárias, dando cumprimento ao disposto no artigo 163 da Lei nº 6.404/76 e suas alterações posteriores, examinaram o relatório anual da administração e as demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, da Companhia relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, acompanhadas das correspondentes notas explicativas, elaborados de acordo com a legislação vigente, bem como examinaram a proposta de distribuição de dividendos apresentada pela administração da Companhia.Com base nos documentos examinados, nos esclarecimentos prestados por representantes da administração da Companhia e no relatório da Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes sobre as referidas demonstrações financeiras, emitido sem ressalvas nesta data, opinam, por unanimidade, que as demonstrações financeiras e o relatório da administração encontram-se adequadamente apresentados e em condições de serem apreciados pela Assembleia Geral Ordinária. São Paulo, 27 de março de 2017.Membros do Conselho Fiscal:Ademar Rui Bratz Mauricio Diácoli Reginaldo Ferreira AlexandrePARECER DO COMITÊ DE AUDITORIASobre o ComitêO Comitê de Auditoria da Iochpe-Maxion S.A. ("Companhia") é um órgão estatutário de funcionamento permanente, que foi instituído dentro das melhores práticas de Governança Corporativa, na Reunião do Conselho de Administração da Companhia realizada em 21 de dezembro de 2011, na qual foi aprovada o seu Regimento Interno, tendo a Assembleia Geral Extraordinária de 26 de abril de 2012 aprovado a inclusão do artigo 28 no Estatuto Social.O Comitê é composto de 3 (três) membros eleitos em reunião do Conselho de Administração e os atuais membros foram eleitos em 29 de abril de 2015 com mandato até a primeira reunião do Conselho de Administração da Companhia a ser realizada após a Assembleia Geral Ordinária de 2017, sendo um membro pertencente ao Conselho de Administração e dois membros independentes, sendo um deles, coordenador do Comitê, especialista em contabilidade e finanças, sem exercer outra função na Companhia.Compete ao Comitê avaliar a qualidade e integridade das demonstrações financeiras da Companhia, o cumprimento das exigências legais e regulamentares, pela atuação, independência e qualidade dos trabalhos da firma de auditoria externa, supervisão das atividades da auditoria interna e pela qualidade e efetividade dos sistemas de controles internos e de administração de riscos da Companhia. As avaliações do Comitê baseiam-se nas suas próprias análises e nas informações recebidas da Administração, dos auditores externos, da auditoria interna, dos responsáveis pelo gerenciamento de riscos e controles internos.A Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes (DTT) é a firma responsável pelo exame e emissão do relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras e pela emissão dos relatórios especiais sobre as revisões trimestrais (ITR's). A Auditoria Interna, diretamente subordinada à presidência é monitorada pelo Comitê de Auditoria, desenvolve sua função de forma ampla e independente, realizando seus trabalhos com base em planejamento anual, cobrindo prioritariamente todas as unidades relevantes.Atividades do Comitê de Auditoria em 2016O Comitê reuniu-se em sessões ordinárias e extraordinárias dezoito vezes no exercício de 2016 até março de 2017, representando 55 reuniões com os membros da diretoria, auditores internos e externos, além de outros membros da administração da companhia. Participou também de uma reunião do Conselho Fiscal e seis reuniões do Conselho de Administração. Dentre as atividades realizadas no exercício, destacamos as seguintes:1. acompanhamento do Plano Anual da Auditoria Interna, sua execução, relatórios emitidos, conhecimento dos pontos levantados e das recomendações, como também as providências tomadas pela Administração2. discussão e avaliação das políticas de independência dos auditores independentes, conhecimento e avaliação do planejamento dos trabalhos para o exercício de 2016, dos níveis de relevância e das áreas de risco por eles identificadas, bem como da sua satisfação na obtenção de evidências sobre as principais operações da Companhia3. acompanhamento do sistema de controles internos e da gestão de riscos com base nas reuniões com os auditores internos, auditores externos e administração4. acompanhamento do processo de elaboração das demonstrações financeiras e informações trimestrais, mediante reuniões com os administradores e auditores independentes5. acompanhamento das decisões da Companhia com relação aos projetos de tecnologia da informação6. acompanhamento das atividades da área tributária do corporativo7. acompanhamento das atividades das áreas corporativas jurídica e legal, principalmente com relação aos processos ativos e passivos em andamento e o seu reconhecimento ou não, na contabilidade8. revisão do "Formulário de Referência" divulgado ao mercado9. acompanhamento do canal de denúncias, responsabilidade direta do Comitê pelo recebimento e apuração de qualquer denuncia ou suspeição de violação ao Código de Ética, respeitando a confidencialidade e independência do processo e, ao mesmo tempo, garantindo os níveis adequados de transparência do procedimento e10. o Comitê tomou conhecimento do teor do novo relatório dos auditores independentes (NBCs 700 e 701) sobre os exames das demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2016, dando-se por satisfeito com as informações e esclarecimentos prestados.ConclusãoOs membros do Comitê de Auditoria da Iochpe-Maxion S.A., no exercício de suas atribuições e responsabilidades legais, conforme previsto no Regimento Interno do Comitê, procederam à análise das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, acompanhadas do relatório dos auditores independentes e do relatório da administração referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016 e considerando as informações prestadas pela Administração da Companhia e pelos profissionais da Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes, opinam, por unanimidade, recomendando sua aprovação pelo Conselho de Administração e o seu encaminhamento à Assembleia Geral Ordinária para deliberação pelos acionistas.São Paulo, 27 de março de 2017Adelino Dias Pinho Sergio Luiz Silva Schwartz Antonio Carlos Foschini Coordenador Membro Membro

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.